quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DAS ESCOLAS TRASNFORMADORAS, QUALIFICAÇÃO DA DOCÊNCIA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E CRITICIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ESPÍRITUALIDADE CONCILIADORA, DIGNIDADE, IGUALDADE, VALORES ÉTICO-MORAIS, JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE (108/62)

(Fevereiro = mês 108; faltam 62 meses para a Primavera Brasileira)

“O amanhã em construção nas salas de aula

       Falar sobre educação na proximidade do Dia Internacional da Educação, comemorado em 24 de janeiro, não deve ser um exercício de repetição sobre sua importância, mas um convite à discussão sobre como o Brasil está capacitando as próximas gerações para problemas que ainda não conhecemos. O ensino que defendemos é aquele que prepara o indivíduo a ser protagonista da sua transformação e de sua própria comunidade.

         É nesse cenário que se insere a abordagem Steam, sigla que define as disciplinas ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Ela desponta não apenas como tendência, mas como estratégia de transformar a escola em laboratório de soluções, no qual as fronteiras do saber são fluidas. Nesse ambiente, a alfabetização científica e o letramento digital são pré-requisitos para que as futuras gerações não fiquem à margem.

         Ao integrar áreas multidisciplinares, o modelo Steam estimula o pensamento crítico e a resolução de problemas reais. Dessa forma, o estudante deixa de memorizar fórmulas para projetar resposta para aplicar o conhecimento em projetos que dialogam com temáticas sustentáveis, como a biodiversidade e os desafios ambientais locais. Pesquisadores referenciais do tema, como Lilian Bacich e José Moran, ambos doutores da USP, explicam como o papel do aluno como protagonista aumenta o vínculo emocional e o interesse intelectual com a escola.

         O verdadeiro salto qualitativo ocorre quando a escola se torna o epicentro da investigação. Não se trata apenas de redesenhar grades curriculares e inserir tecnologia em sala de aula. O objetivo é fomentar uma cultura de experimentação e busca por novas soluções. Nesse processo, é essencial investir na formação de educadores. Ao dominar novas abordagens de ensino, o professor se torna um multiplicador para qualificar milhares de alunos, descentralizando o conhecimento e preparando crianças e jovens cidadãos para os desafios de um mundo em constante transformação.

         Somam-se a isso iniciativas conduzidas por meio de parcerias que tornam possível viabilizar um movimento de forma consistente, como as ações da Liga Steam e uma parceria inédita com a Unesco para potencializar esses programas. Acreditamos que o compromisso com uma educação inclusiva, equitativa e voltada para o desenvolvimento sustentável deve ser tratado como política de longo prazo no Brasil. Somente por meio de uma formação sólida em ciência e tecnologia vamos garantir que o país realmente se aproprie de sua capacidade de inovar e liderar. Dessa forma, reafirmamos nossa convicção de que a educação é a ponte para construir um futuro mais justo, pacífico e sustentável.”.

(Camila Valverde. Diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 28 de janeiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 23 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Realmar

Realmar é a magnífica e interpelante provocação feita pelo Papa Francisco, na Exortação Apostólica Evangelho da Alegria: “Enquanto não forem radicalmente solucionados os problemas dos pobres, renunciando à autonomia absoluta dos mercados e da especulação financeira e atacando as causas estruturais da desigualdade social, não se resolverão os problemas do mundo, e, em definitivo, problema algum. A desigualdade é a raiz dos males sociais”. O desafio é realmar a economia, o que significa também corrigir descompassos no coração humano. É preciso buscar uma nova sensibilidade social e cultural, com força para fazer surgir uma civilização melhor, a partir das mudanças em curso na contemporaneidade.

Os cenários da geopolítica atual exigem novas compreensões e respostas que, para serem alcançadas, pedem um realmar, ou corre-se o risco de colapsar a possibilidade de avanços e de conquistas significativas, com prejuízos ao compromisso comunitário que é determinante para se alcançar a paz no planeta. Do lado oposto ao compromisso comunitário está a hegemonia de nacionalismos e autoritarismos individualistas que impõem uma desordem, fonte de conflitos e desrespeitos a soberanias essenciais. Realmar-se é, pois, uma condição imprescindível para incentivar o diálogo social, que qualifica escolhas, a gestão de recursos pecuniários e ambientais, permitindo construir relevantes patrimônios para a sociedade e uma herança para o futuro.

A perspectiva que busca realmar a civilização contemporânea é relevante quando se considera este tempo de viragem histórica. São muitos os progressos e avanços, em diversos campos, que contribuem para o bem-estar das pessoas. Ainda assim, a maioria dos seres humanos vive em situação precária. A civilização contemporânea poderia garantir dignidade a todas as pessoas, mas convive com a proliferação de crises, medos, desesperos, doenças, de modo que ninguém está imune às ameaças deste tempo. A inimizade e o individualismo enjaulam as pessoas e culturas, efetivando escolhas equivocadas e contraproducentes. Realmar a vida é uma resposta generosa e eficaz. Parta-se da meta apontada pelo Papa Francisco: de se buscar uma economia diferente. Vale ter presente as admoestações encontradas na Exortação Apostólica Evangelho da Alegria: não a uma economia de exclusão, não à nova idolatria do dinheiro, não a um dinheiro que governa em vez de servir.

Sabe-se que uma reforma financeira, em parâmetros éticos robustos, exigirá dos dirigentes políticos uma vigorosa mudança de atitudes. Aqueles que são líderes têm, particularmente, a tarefa de fazer com que o dinheiro sirva, e não governe. Trata-se de fundamento para sempre oferecer respostas solidárias aos anseios dos mais pobres, de modo sensível ao bem comum, com atenção aos projetos capazes de promover o desenvolvimento integral - voltado ao bem de todos. É o caminho para se alcançar uma solidariedade desinteressada e uma economia fiel a princípios éticos essenciais para a harmonia na civilização contemporânea. Realmar-se é, assim, uma resposta à desigualdade que gera violências, oferecendo caminhos para superar tudo que ameaça a dignidade humana. Um movimento que contempla a assimilação de princípios éticos com propriedades para superar a corrupção endêmica e as facilidades para manipular o poder a partir de interesses partidários e particulares, com sacrifícios à população.

A idolatria do dinheiro tem gerado descompassos - ganhos exorbitantes e desperdícios de recursos, empregados de modo egoísta e sem propósitos, de modo irracional e esbanjador. Urgente, pois, é a superação de uma economia que gera exclusões. Há de se recuperar ou efetivar no mundo contemporâneo um sólido sentido social, inspirando-se nas primeiras comunidades cristãs onde, por compromisso de fé, não havia necessitados, pois a solidariedade era princípio que norteava a vida de todos. Trata-se de um grande ideal capaz de projetar luzes para o caminho da humanidade. Uma luminosidade que dissipa feridas do mundo, provocadas pelo pecado, e que se expressam nas muitas formas de exclusão e de discriminação. Na atualidade, os excluídos não são apenas explorados: são tratados como sobra.  A dor dos excluídos e dos muitos desfavorecidos deve gerar inquietação em todos, para realmar corações e a economia, oferecendo um remédio para acabar com a globalização da indiferença, perigosa e perversa. É hora de revisitar lições capazes de ajudar o ser humano a realmar-se, a realmar, especialmente, a economia, para o nascimento de uma nova ordem social.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em dezembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,26%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, línguas, cidades e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!