sexta-feira, 10 de abril de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E O PODER DA SABEDORIA, INTELIGÊNCIA, PAZ, ÉTICA, VERDADE E VISÃO OLÍMPICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA PÁSCOA, OFERTA AMOROSA, GRATIDÃO, JUSTIÇA, ALTRUÍSMO, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Páscoa

       Se você não sabe a fórmula correta para calcular o dia da Páscoa, anote: ‘É o primeiro domingo após o plenilúnio sucessivo ao equinócio de 21 de março’. No hemisfério norte, trata-se do domingo imediatamente sucessivo à primeira lua cheia de primavera; no hemisfério sul, obviamente, à de outono, entretanto, para entender a simbologia, devemos ficar no hemisfério norte, berço da cultura ocidental.

         A Páscoa, antes de ser uma data do calendário cristão, era adotada desde os primórdios por outras civilizações para comemorar o herói solar, que era venerado como Hórus, Tamuz, Mercúrio, seguindo as tradições egípcias, babilônicas e gregas, respectivamente. Ou, ainda, Hércules, Perseias, Zaratustra, Mitras. Entretanto, essas divindades, de nomes variados e de aspectos parecidos, tinham em comum o sexo masculino e a função de elo entre a humanidade e o Supremo.

         A Páscoa resultante da posição do Sol e da Lua, no hemisfério norte, coincide com o início da primavera, das semeaduras, do renascimento da natureza. De um equinócio a outro, o Sol, força masculina por excelência, terá predominância (dias mais longos que as noites), fornecerá luz e calor, crescimento e colheitas.

         A Igreja Católica decidiu manter a fórmula da data variável sobrepondo o Cristo ao herói solar, que ilumina a humanidade.

         Nada melhor que as palavras da teósofa Annie Besant para compreender sua importância: “É Ele que dá a tantas almas a força para superar as trevas e de enxergar piedosamente a centelha da inspiração mística, a sede de alcançar o Deus oculto. É Ele que derrama ondas de verdade nas inteligências aptas a recebe-la. É Ele a Figura consoladora que se encontrava ao lado de seus mártires, enchendo o coração deles com sua paz. Era Ele que avolumava a eloquência dominadora de Savonarola, guiava a sabedoria de Erasmo, inspirava a ética profunda de Espinosa, na sua divina embriaguez.”.

         “Era sua energia que impelia Roger Bacon, Galileu, Paracelso a sondar a natureza. Era Sua beleza que atraía Fra Angelico, Rafael e Leonardo da Vinci, que inspirava o gênio de Michelangelo, permitindo-lhes levantar essas maravilhas do mundo, como o Domo de Milão, São Marcos em Veneza e a catedral de Florença.”.

         “São Suas harmonias que se cantam nas missas de Mozart, nas sonatas de Beethoven, nos oratórios de Handel, nas fugas de Bach, no austero esplendor de Brahms”. “Foi Sua presença que amparou os músicos solitários, os ocultistas perseguidos, os investigadores pacientes no caminho da verdade”.

         “Foi Ele que se esforçou em instruir e despertar a santidade. Ele ainda procura no seio das igrejas homens capazes de ouvir Sua sabedoria...”.

         A Páscoa é, por excelência, o momento em que se reverencia a força crística – a força que estimula o homem a superar seus vícios, seus defeitos, suas limitações e que o leva para mais perto de Deus.”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 6 de abril de 2026, caderno A.PARTE, página 2).

 Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 03 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Jardim das Oliveiras

O ápice dramático e doloroso da morte de Jesus, no alto da cruz, inicia-se no jardim do Monte das Oliveiras, com lições singulares para compreender e encharcar-se da verdade redentora que vem da oferta obediente e amorosa do Filho de Deus-Pai. Todos que se colocam diante de Jesus, de seu seguimento, são tocados por seus raios de luz que dissipam as trevas sobre a condição humana. Assumir o discipulado de Jesus é um grande desafio existencial. Inclui uma adequada compreensão sobre aquilo que o Mestre viveu no Jardim das Oliveiras. Esse entendimento exige contemplação silenciosa para alcançar um sentido que está além da razão, que tem a sua importante luz, mas insuficiente para enxergar a verdade chamada amor. Configura, assim, a disposição para uma obediência que gere a oferta corajosa, efetiva, da própria vida. Essa disposição não pode ser confundida com a defesa de bandeiras, a partir de discursos inflamados. Trata-se de oferta que, efetivamente, muda cursos de rios. Aliás, os discursos inflamados, os alardes, muitas vezes confundidos com profecias transformadoras, estão bem distantes da experiência de contemplação, essencial para construir consistência interior, alicerce que pode sustentar amplamente, sem preconceitos e discriminações odiosas, a oportunidade de ser o discípulo espelho testemunhal do Mestre Jesus.

O Mestre é o Filho de Deus, acompanhado pelos discípulos, inebriados pela experiência da última Ceia, concluída com o canto de salmos, efetivando os temperos da oração, da gratidão e do louvor como ingredientes indispensáveis para se viver na coragem amorosa de Jesus. A coragem do Mestre é expressa pela oferta que Ele faz de si, lição e caminho para todo discípulo na sua fraqueza humana e nos limites da sua capacidade de amar. Jesus sai com aqueles que o seguem em plena noite com a disposição de assumir sobre si, amorosamente, obedientemente, a condição de cordeiro imolado para operar a verdadeira, única e completa redenção da humanidade, povo de Deus. O que Cristo expressou com seus discípulos era agradecimento e reconhecimento pela libertação do povo alcançada por Deus, Seu Pai. No Jardim das Oliveiras, a oferta de Jesus é inaugurada sem gritos de ódio, sem mágoas de ninguém. O Mestre não se restringe a ser apenas porta-voz de revoltas, encurralado pelas estreitezas emocionais comuns aos seres humanos.  Não há espaço para manifestações odiosas ou rancorosas, sem gratidão, sem considerar o semelhante, particularmente aqueles que experimentam a exclusão.

Envolvido pela agonia, Jesus responde às ameaças e tribulações com obediência amorosa ao seu Pai, permitindo uma reviravolta na compreensão da vida e do seu tratamento pela realidade da cruz. A oferta de Cristo tem força para gerar a verdadeira libertação, permitindo à humanidade conquistar uma sabedoria que reorienta a vida com o vigor de autêntica profecia. A escuridão da noite de agonia no Cedron se ilumina pelo sentido inesgotável do amor perene revelado na oferta da cruz. Com o gesto extremo de Jesus alcança-se a linguagem do verdadeiro amor, por sua singularidade desafiadora: ganha quem perde e perde quem ganha, lógica explicitada fartamente nas páginas do Evangelho. Os discípulos são desafiados a aprender, fielmente, essa lição que é plena de novidade e se contrapõe à mesquinhez humana. Jesus é fidelidade e novidade o tempo todo. Essa novidade e fidelidade são magistralmente expressas naquele lugar, o jardim da torrente do Cedron.

Iluminada é a profecia que vem da cena em que Jesus repreende Pedro, na ceia derradeira quando o discípulo, enquadrado em lógicas humanas de poder, não aceitou que o Mestre lavasse os seus pés. Ali, a partir da discriminação alimentada pelo raciocínio humano, Pedro não conseguiu compreender que todos são, igualmente, merecedores da fraternidade solidária, sem preconceitos e qualquer discriminação. Jesus convence que o verdadeiro sucesso se conquista com a cruz. Ilustrativa portanto é a oração de Jesus no Jardim das Oliveiras. O Mestre compartilha com os discípulos a sua grande tristeza, especialmente com Pedro, Tiago e João. E chama à vigilância. No entanto, sobressai a sonolência dos discípulos, configurando ocasião favorável ao poder do mal. O poder do mal que domina, enche os olhos daqueles que denunciam a partir de incoerências. Gente que, inclusive, pode estar com vestes sacras, mas seduzida pela astúcia de Judas, que se aproxima e entrega Jesus à morte com um beijo, gesto de afeição transformado em instrumento de traição.

A alma entorpecida pelo sono significa a incapacidade para alarmar-se com o poder do mal no mundo. Essa incapacidade torna o ser humano conivente com as injustiças, contentando-se com discursos que apenas formulam pensamentos nos quadros da hipocrisia de Judas, o traidor, quando, por exemplo, critica a mulher por usar perfume caro na unção dos pés de Jesus, mas, ao mesmo tempo, revela desconsideração em relação aos pobres quando roubava o dinheiro da bolsa comum do grupo de discípulos.   Jesus afasta-se para orar, prostrando-se para acolher e obedecer a vontade do Pai, suando sangue. Na cruz, derramando o sangue todo para operar a obra da Salvação. A agonia intensa pode gerar medo diante do poder da morte. Como Filho de Deus, o Mestre vê com clareza a força da morte a ser vencida com a sua oferta de amor na cruz, obedientemente ao Pai.  Angustiado, mesmo com a consciência clara de sua força redentora, pede ao Pai que “afaste o cálice”. Supera a dor e não dá lugar à covardia, testemunhando sua confiança amorosa no amor de Deus.

Seja feita a vontade do Pai! Jesus assim faz a sua oferta traçando o único caminho com força de superar o lamaçal do mal que respinga em toda pessoa. O itinerário delineado pelo Mestre é o único capaz de dissipar e vencer a soberba, o orgulho e derrubar máscaras, fazendo com que o amor vença o horror da astúcia e da atrocidade do mal. Beba do cálice da agonia, sem medo, para vencer as sonolências da condição de discípulo e permanecer de pé, junto à cruz, participando da hora maior, quando Jesus morre e abre a página nova, definitiva, da história da salvação humana. Graças a ela, o mundo foi remido: seja adorada e bendita a cruz de Cristo!”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em fevereiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,81%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação de Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!