“Avaliação com intencionalidade pedagógica
Avaliar
vai muito além de atribuir notas ou verificar acertos e erros. Como apontam
estudos contemporâneos da educação, a avaliação precisa ser compreendida como
parte integrante do processo de aprendizagem, e não apenas como sua etapa final
(Hattie, 2017).
A
avaliação, quando realizada com intencionalidade pedagógica, torna-se um
instrumento potente de aprendizagem, orientação e reflexão. É por meio dela que
o professor compreende o percurso do aluno, identifica avanços e dificuldades e
direciona intervenções mais assertivas. Nesse sentido, cada marcação feita uma
avaliação carrega uma mensagem – não apenas para o aluno, mas também para a
família – sobre o cuidado, o olhar e o compromisso da escola com o processo de
aprendizagem.
Um dos
aspectos que merecem atenção especial é a sinalização dos erros ortográficos.
Quando esses erros não são apontados, perde-se uma oportunidade valiosa de
intervenção pedagógica. Além disso, transmite-se a ideia de que tais aspectos
não são relevantes no processo de aprendizagem.
À luz da
neurociência, sabe-se que o cérebro da criança e do adolescente aprende por
meio de processos de repetição, feedback e ajuste, conforme apontam estudos
sobre plasticidade cerebral e aprendizagem (Dehaene, 2012); Sousa, 2014).
Autores como Lev Vygotsky também destacam a importância da mediação e da
intervenção qualificada do adulto para a consolidação do conhecimento,
evidenciando o papel do outro na construção das aprendizagens (Vygotsky, 1998).
Quando o
erro não é sinalizado, o cérebro tende a consolidar aquela forma incorreta com
referência, fortalecendo conexões neurais inadequadas. Por outro lado, quando
há intervenção clara e consistente, o aluno é levado a revisar, refletir e
reorganizar seu pensamento, favorecendo a construção de registros corretos.
Assim, a
correção cuidadosa não apenas aponta o erro, mas contribui diretamente para a
sistematização da aprendizagem e para o desenvolvimento da escrita.
Outro
ponto essencial refere-se à qualidade das respostas apresentadas pelos alunos. Nessa
perspectiva, Jean Piaget já evidenciava que o conhecimento é construído
ativamente pelo sujeito, exigindo organização de pensamento, coerência e
elaboração progressiva das ideias (Piaget, 1970). Avaliar com intencionalidade
implica observar se as respostas são completas, coerentes e consistentes com o
que foi solicitado. Respostas superficiais, ainda que parcialmente
corretamente, não podem ser equiparadas àquelas que demonstram elaboração,
organização de ideias e domínio de conteúdo. É fundamental que o professor
tenha clareza dos critérios utilizados, garantindo que respostas semelhantes
recebam avaliações equivalentes, evitando incoerências que fragilizem o processo.
O rigor
nos critérios de correção também se mostra indispensável. Estudos sobre
mentalidade de aprendizagem indicam que feedbacks claros e criteriosos
contribuem significativamente para o avanço do aluno (Dwek, 2006). Atribuir
pontuação máxima a respostas incompletas ou pouco desenvolvidas pode
comprometer a fidedignidade da avaliação e gerar uma percepção distorcida sobre
o real desempenho do aluno. O rigor, nesse contexto, não deve ser entendido
como rigidez, mas como compromisso com a qualidade e a justiça no processo
avaliativo. Trata-se de assegurar que a nota atribuída represente, de fato, o
nível da aprendizagem demonstrado.
Por fim,
é importante reconhecer que a avaliação é um instrumento de comunicação. Ela
expressa às famílias não apenas o desempenho do aluno, mas também a seriedade
do trabalho pedagógico desenvolvido pela escola. Quando conduzida com atenção,
critério e intencionalidade, fortalece a confiança na instituição e contribui
para uma cultura de aprendizagem mais consistente.
Avaliar,
portanto, é um ato pedagógico que exige reflexão, alinhamento e
responsabilidade, sendo peça-chave na construção de uma educação de
qualidade.”.
(Rosana Faria de Vasconcelos Vilaça.
Especialista em neurociência, PNL e psicologia da educação, em artigo publicado
no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 20 de abril de 2026, caderno
OPINIÃO, página 14).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.aarquidiocesebh.org.br,
edição de 17 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Vigor da misericórdia
‘A
misericórdia não é sinônimo de fraqueza’, advertiu o Papa Francisco, durante a
vivência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. Trata-se de uma verdade que
merece alcançar, mais fortemente, muitos contextos deste tempo contaminado por
tantas perversidades. O caminho da misericórdia permite convencer-se da
importância da reconciliação e do perdão, vivências inegociáveis na conquista
da paz em todos os níveis e instâncias. Trata-se de uma dinâmica com força
terapêutica para quem a pratica, e particularmente significativa para quem é
destinatário da misericórdia. A desconsideração do caminho da misericórdia é
refletida nas relações interpessoais, com desestruturações que impactam as
famílias, as amizades, levam a manipulações nas instituições, corroem o sentido
da gratidão. O distanciamento desse caminho é expresso nas violências da
sociedade global, contaminada por tantas perversidades, desde aquela que
alimenta a indiferença em relação à miséria dos pobres, até a calamidade das
guerras que vitimam inocentes, a partir do exercício tirânico e inconsequente
do poder. Um poder que pode meter medo nos fracos e nos submissos, mas encontra
resposta à altura na profecia dos promotores da paz, alicerçados na nobreza da
cidadania ou na clara consciência do papel da fé na semeadura da paz.
Avançar no caminho da
misericórdia, aprendendo suas lições para adequadamente praticá-la, é
compromisso cidadão e testemunho de fé. Se um coração não repatria sentimentos
e valores da misericórdia, corre sério risco de inspirar posturas raivosas,
discriminatórias. Permite-se impor escolhas egoístas e pautar-se pelo
ressentimento. As consequências são desastrosas no cotidiano, com impactos nos
relacionamentos e nos rumos institucionais. A misericórdia não é fraqueza. Ao
invés disso, tem um vigor próprio que permite alcançar experiência espiritual
elevada e, consequentemente, conquistar a sabedoria que alicerça um agir nobre,
construtivo. Aprender sobre misericórdia é um horizonte de riquezas
humanísticas e espirituais sem risco algum para a promoção da justiça e
fidelidade à verdade e na prática da justiça.
Os cristãos sabem que a
referência maior e perfeita da misericórdia é Jesus Cristo, rosto da
misericórdia do Pai. Ele revela plenamente a misericórdia de Deus, Ele é o
centro do mistério da misericórdia, fazendo com que ela se torne a lei
fundamental no coração de cada pessoa. Um remédio eficaz no combate às
violências, um corretivo e equilíbrio nas circunstâncias de irascibilidade tão
presente no dia a dia. Priorizar a misericórdia é corrigir, com vigor,
adoecimentos e ações perversas que moram, até inconscientemente, no coração
humano. Ora, a misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, chamados
todos a colocar a porta da misericórdia no próprio coração. Assim, derrubar
muralhas construídas por maus sentimentos, feridas não curadas. Diferentemente
das marcas comuns da severidade, a misericórdia cura. A conhecida narrativa
evangélica do bom samaritano é sempre exemplar e instigante. Aquele
estrangeiro, além de ter cuidado do homem que caíra nas mãos de ladrões e
assaltantes, levou-o a uma hospedaria e, antecipadamente pagando as despesas,
recomendou: “Cuida dele”.
“Cuida dele” é expressão
que traduz um compromisso que une todas as pessoas: cuidar do semelhante,
servi-lo em todas as circunstâncias, fruto de uma força que vem de Jesus
Ressuscitado, pela ação do Espírito Santo, mestre de santidade e de verdadeiro
humanismo. E assim, permear o mundo com a misericórdia, em gestos e palavras,
para ajudar a construir nova civilização, marcada pela lógica do amor. O amor é
a onipotência de Deus. Inspira saber que Deus mostra seu poder exatamente
quando perdoa e se compadece. Deus é paciente e misericordioso, fazendo sua
bondade prevalecer sobre o castigo e sobre a destruição. A Palavra de Deus, em
diversas circunstâncias, revela o segredo de como não comprometer a justiça e
alcançar o patamar maior, mais amplo e duradouro da misericórdia. É um amor que
nasce de um sentimento profundo feito de ternura e compaixão, de indulgência e
perdão. O salmo 136 canta: “Eterna é a sua misericórdia”, em referência ao amor
de Deus.
A força própria da
misericórdia, longe de ser a lógica permissiva de se fazer “vistas grossas”, é
um movimento com propriedades para mudar rumos da história, curar corações
aquebrantados, restaurar laços e fazer a experiência esperançosa e consoladora
do amor. Jesus é o ápice das lições de misericórdia, reveladas especialmente
nos diálogos com seu Pai. O Mestre movia-se sempre pela compaixão, uma
compaixão que dá tempero e luminosidade à racionalidade. A misericórdia
transluz o olhar do misericordioso e o provê com uma sabedoria que revela a
justiça. A misericórdia é a porta da fraternidade, o caminho inequívoco
dos diálogos, a fonte inesgotável da sabedoria, o gosto saboroso da
consideração e respeito aos semelhantes, ainda que sejam inimigos. O vigor da
misericórdia responsabiliza todos com o bem de todos, com a compaixão pelos
pobres e fragilizados. A misericórdia é a arquitrave da vida da Igreja, disse o
Papa Francisco. Não pode ser diferente na vida dos filhos e filhas de Deus. A
cultura atual ganhará muito, rumos novos e surpreendentes, ao retomar o sentido
e o vigor da misericórdia. O começo está sempre no amor, caminho primordial
para a paz. Com o vigor da misericórdia pode-se fazer uma nova aposta
humanística, uma revitalização da multilateralidade na política, reconciliação
com inimigos, conquista de uma alegria duradoura no coração humano, promoção de
um desenvolvimento integral na economia. Inteligente e sábio é buscar o vigor
da misericórdia.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo
Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!