(Setembro = 115; faltam 55 meses para a Primavera Brasileira)
“Soluções baseadas na natureza transformam
cidades
Diante
do aumento das chuvas intensas, das ondas de calor e de outros eventos
climáticos extremos, fica evidente que o modelo de desenvolvimento urbano
baseado quase exclusivamente em concreto e infraestrutura cinza já não responde
aos desafios das cidades. O crescimento urbano é necessário, mas tem ganhos
significativos ao incorporar a natureza ao planejamento convencional. Integrar
ecossistemas às obras públicas amplia a eficiência da infraestrutura, fortalece
a adaptação à mudança do clima e gera benefícios para a população.
As
Soluções Baseadas na Natureza (SBNs) representam esse caminho. São estratégias
que utilizam a própria natureza para enfrentar problemas urbanos, por meio de
iniciativas como arborização, parques lineares e jardins de chuva. Além de
reduzir riscos de inundações e alagamentos, essas soluções contribuem para o
conforto térmico, a conservação da biodiversidade, a oferta de áreas de lazer e
a melhoria da qualidade de vida.
Apesar
dessas vantagenso conhecimento sobre o tema ainda é limitado. A pesquisa
“Natureza e cidades: a relação dos brasileiros com as mudanças climáticas”.,
realizada pela Fundação Grupo Boticário em parceria com a Unesco, mostra que
90% da população desconhece o conceito de SBN. Quando informados sobre o que
são essas soluções, 98% dos entrevistados se mostram favoráveis à sua
implementação. Parques, praças, bosques, telhados verdes e o plantio de árvores
aparecem entre as iniciativas mais valorizadas.
Além do
conhecimento público, outro obstáculo para a implementação dessas soluções é a
escassez de profissionais capacitados na temática de SBN. Projetos urbanos com
soluções baseadas na natureza exigem integração entre engenharia, planejamento
urbano, ecologia urbana e gestão pública. Não se trata de ampliar áreas verdes
de forma estética, mas de compreender qual problema urbano e social ser
resolvido.
Engenheiros, arquitetos,
urbanistas, biólogos, geógrafos e gestores públicos ainda encontram poucas
oportunidades de formação nessa área. Como consequência, estados e municípios
enfrentam dificuldades para viabilizar projetos de SBNs. Enquanto a demanda por
essas competências cresce, a formação profissional continua voltada, em grande
parte, ao modelo tradicional de infraestrutura cinza.
Ampliar a capacitação é
essencial para que a adaptação climática seja incorporada às políticas
públicas. Iniciativas desenvolvidas pela Fundação Grupo Boticário, em parceria
com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Fundação Getúlio Vargas
e a agência alemã GIZ, já oferecem formações gratuitas voltadas à integração de
ecossistemas ao planejamento urbano e à gestão pública. Em uma delas, 1.275
gestores federais receberam orientações sobre adaptação baseadas em
ecossistemas.
Outro desafio é o
financiamento. Embora as SBNs sejam reconhecidas por seus benefícios, ainda
representam uma parcela pequena dos investimentos em infraestrutura urbana.
Todos os anos, mais de R$ 200 bilhões em empréstimos são destinados aos
municípios, principalmente para obras convencionais. Direcionar parte desses
recursos para projetos que integrem natureza e infraestrutura ampliaria a
capacidade de adaptação das cidades sem comprometer seu desenvolvimento, de
forma inteligente e sustentável.
Construir cidades com a
natureza significa superar a falsa oposição entre desenvolvimento e
conservação. Rios, solos permeáveis, árvores e outros ecossistemas também são
infraestrutura. O país já sabe que precisa mudar: agora precisa formar pessoas
capazes de fazer essa mudança acontecer, transformando o desafio da crise
climática em oportunidades de inovação, segurança e bem-estar para o presente e
o futuro.”.
(Juliana Baladelli Ribeiro. Bióloga, gerente de
projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em artigo
publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 1 de setembro de
2026, caderno OPINIÃO, página 16).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 28 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Política credível
O ano eleitoral não deixa
apagar a chama da política, que não pode extinguir-se, mesmo com o oceano de
decepções diante de avanços aquém do que é necessário à sociedade. É preciso
cuidar dessa chama, pois a política, no seu sentido genuíno, pode ajudar a
levar uma nação a horizontes com envergadura humanística e social. A Igreja
Católica compreende, fundamentada em sua Doutrina Social, que a política é um
modo nobre de se praticar a caridade. O desafio é não reduzir a política aos
meandros de ideologias, não se deve confundir identidade partidária com a
grandeza da política. Por vezes, a descrença no âmbito partidário reflete-se na
falta de credibilidade da propaganda eleitoral, que passa a ser considerada,
por muitos, como um “festival de mentiras”, reunindo promessas e soluções que
não convencem por faltar-lhes consistência. Ao mesmo tempo, não são poucos os
candidatos que balizam o próprio desempenho em parâmetros medíocres. Essas
situações apontam para uma urgência: o surgimento de nomes capazes de contribuir
para a abertura de um novo ciclo, cidadãos com reconhecida autoridade moral e,
por isso mesmo, inscritos na lista dos que são credíveis.
A grandeza da política
não é para aventureiros, exige envergadura moral e competência técnica para um
exitoso exercício de mandato. Também para aqueles que se candidatam ao
exercício do poder, a maestria de Jesus guarda muitos ensinamentos relevantes,
especialmente para que seja compreendido o que define a autoridade política. Na
contramão da tentação de reduzir a política aos estreitados trilhos da
dominação e da absolutização do poder temporal, Jesus Cristo ensina que
exemplar é a atitude de servir, e não a de buscar ser servido. O modelo de
Cristo desafia os representantes do povo: convoca-os a respeitar a justiça, a
assegurar o bem comum, dedicando-se à população. A autêntica autoridade
expressa-se, assim, a partir da clareza de que o ser humano é o fundamento e a
finalidade da convivência política. Nessa direção, a Doutrina Social da Igreja
Católica compreende e afirma que “a comunidade política procede da natureza das
pessoas cuja consciência obriga, peremptoriamente, a observar a ordem esculpida
por Deus em todas as suas criaturas”. Há, pois, na ordem estabelecida por Deus
o fundamento moral que deve balizar a conduta humana, indispensável para que
sejam alcançadas soluções de problemas da vida pessoal e comunitária.
Há de se reconhecer a
exigência inegociável de que sejam submetidos à votação nomes capazes de
exercer, com competência, a tarefa de promover o bem comum. Outra exigência
para o exercício da política é não considerar a população como multidão amorfa,
massa inerte a ser manipulada e instrumentalizada. Cada cidadão tem o direito,
e o dever, de formar a própria opinião, a liberdade de exprimir a sua própria
sensibilidade política e fazê-la valer em benefício do bem comum, ensina a
Doutrina Social da Igreja. Nesse horizonte, todos os cidadãos são chamados a
avaliar candidatos a partir de valores espirituais e morais: valores que
vivificam e orientam para o bem a cultura, o desenvolvimento econômico, as
instituições sociais, as deliberações políticas, a ordem jurídica e tantas
outras dinâmicas essenciais à convivência humana.
Faz-se essencial
encontrar nomes capazes de servir à grande comunidade de cidadãos, de modo fiel
a valores inegociáveis que constituem um tesouro sagrado, pois a comunidade
política tem importante tarefa na criação de contextos fortemente marcados pelo
respeito aos direitos humanos e adequado exercício da cidadania. Na direção
oposta, a comunidade política se apequena. Por mediocridade ou por interesses
cartoriais, coloca-se a serviço de grupos restritos, concedendo-lhes vantagens,
com sacrifícios ao bem comum. A comunidade política precisa da força moral que
evita a concessão de privilégios observando somente o critério de preferências
pessoais. A falta de força moral contribui para consolidar cenários de
desigualdade, discriminação e exclusão na sociedade brasileira.
Apesar dos desencantos
com a política, pela falta de credibilidade, a chama luzente das eleições possa
oferecer a oportunidade de um recomeço e a alimentação do sonho de uma
sociedade mais justa e fraterna. É verdade que muitas reformas são necessárias
para abrir passagem a modelos mais qualificados de comunidade política, mas um
ponto de partida é escolher nomes com credibilidade. Candidatos dedicados
também a fazer uma semeadura de novos modelos e de nomes que se tornem
referência no âmbito político, reconquistado a credibilidade para esse âmbito
tão essencial, a partir de desempenhos que estejam a serviço do bem comum. A
política credível relaciona-se, justamente, com o reconhecimento da dimensão
sagrada do bem comum, fomentando a cultura da solidariedade. O ano eleitoral
lembre a população de seu desafio: escolher nomes capazes de, gradativamente,
devolver à política o seu direito e a sua missão de ser credível.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos)
– e da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização,
mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade
absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da
qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o
que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução
educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um
país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura
das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência,
responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança,
compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas
relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da
democracia, da paz, da solidariedade e
da fraternidade universal na sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência,
eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –,
criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança
Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil –
em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental
(6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e
recursos materiais, financeiros,
logísticos e patrimoniais!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!