“Esperança em pedra
Há
muito tempo não vejo alguém construir para daqui a cem anos. Talvez esse seja um
dos maiores desafios do nosso tempo: aprendemos a responder com rapidez, mas
desaprendemos a construir permanências. Governos pensam em quatro anos,
empresas no próximo trimestre, redes sociais em poucos segundos. Quase tudo
reduzido ao presente. Por isso, erguer uma catedral tornou-se um gesto
profundamente contracultural.
A
história da Catedral Cristo Rei começou muito antes de sua primeira fundação.
Desde as primeiras décadas de Belo Horizonte, a cidade esperava por sua
catedral definitiva, imaginada para a antiga Praça Milton Campos. O projeto não
se realizou, mas permaneceu como memória e promessa. Quando Dom Walmor Oliveira
de Azevedo retomou esse sonho, não o repetiu: reinterpretou-o.
Em vez
de construir a Catedral no centro, onde a capital nasceu, levou-a para o
território onde a metrópole cresce. O Vetor Norte reúne bairros, comunidades,
grandes eixos de mobilidade, a Cidade Administrativa, o caminho de Confins e
novas centralidades urbanas. A escolha foi pastoral, arquitetônica e
urbanística. A Igreja deixou de esperar que a cidade viesse até ela e decidiu
colocar-se a vida contemporânea acontece.
As
catedrais nunca foram somente templos. Durante séculos, organizaram a vida das
cidades, reunindo fé, arte, cultura, escolas, bibliotecas, hospitais, mercados
e espaços de encontro. A Catedral Cristo Rei recupera essa vocação em linguagem
contemporânea. Ao redor do espaço litúrgico, articulam-se comunicação, música,
formação, memória, patrimônio, reflexão, acolhimento e promoção humana. Não se
trata de diluir a fé na cultura, mas de reconhecer que uma fé viva produz
beleza, inteligência, cuidado e sentido.
Oscar
Niemeyer deu forma a essa visão. As grandes estruturas verticais elevam-se como
mãos voltadas para o céu. Em outro material e outra linguagem, cumprem função
semelhante à das ogivas góticas: conduzem o olhar para o alto e transformam a
matéria em impulso espiritual. Vejo nelas mãos que rezam, mas também mãos que
constroem. O concreto moderno mantém a antiga vocação de lembrar ao ser humano
que ele não nasceu apenas para olhar para o chão.
Caminhando
pela obra, Dom Walmor mostrou-me um pequeno óculo aberto na cobertura da nave.
Contou que sugerira a alteração ao escritório responsável pelo projeto. Por
aquele círculo de luz, o olhar encontra uma das grandes estruturas da Catedral.
O detalhe me impressionou porque revela que uma obra monumental também se faz
da experiência de cada pessoa: da luz, do silêncio, da perspectiva e do
percurso do olhar. A arquitetura pode educar a alma.
Há,
nessa construção, uma forma rara de vanguarda. Não aquela que rompe com tudo o
que recebeu, mas a que reconhece, na tradição, forças ainda capazes de produzir
futuro. Preserva-se o centro e reinventam-se as pontes. Cristo permanece;
renovam-se as linguagens, os territórios e os modos de presença. A Catedral
pertence ao presente, mas foi pensada para gerações que ainda virão.
Escutar
Dom Walmor falar desse encontro entre fé, cultura, arte e conhecimento devolve
confiança na capacidade humana de construir permanências. Voltamos a acreditar
que algumas das melhores ideias da tradição cristã continuam vivas, não como
ruínas, mas como sementes de futuro. Em um tempo em que quase tudo nasce com
prazo de validade, construir uma catedral é recuperar a capacidade de pensar
para além da duração de uma vida.
Talvez
as catedrais sejam exatamente isso: a esperança escrita em pedra.”.
(Leônidas Oliveira. Arquiteto e urbanista,
filósofo, professor e secretário de Estado de Cultura e Turismo de MG, em
artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 10 de
agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 18).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 07 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Realismo político
O Papa Leão XIV reflete
na sua Carta Encíclica, Magnifica Humanitas, sobre importante
temática com aspectos muito relevantes quando se considera a cultura do poder
decorrente da crise do sistema político-econômico global. Assiste-se a um
enfraquecimento das instituições criadas para salvaguardar a ideia de um destino
comum dos povos e de um bem comum mundial. O Papa sublinha que ao invés de se
progredir com as conquistas e mudanças históricas do século XX, constatam-se
retrocessos. A globalização econômica assumiu a referência mais importante, no
entanto, desprovida de arquitetura política adequada capaz de sustentar o
diálogo e a paz. Cegamente, elegeu-se os mercados com a tarefa de gerar
bem-estar, democracia e estabilidade, não conseguindo a globalização gestar
unidade e paz, mas, ao contrário disto, reações fundamentalistas, identitárias
e nacionalistas.
Em lugar da consolidação
do multilateralismo vê-se um multipolarismo desordenado e conflituoso,
multiplicando desconfianças. As narrativas que são geradas podem justificar os
vitimismos e as vinganças com simplificações primárias abrindo caminhos para decisões
irresponsáveis e a briga fratricida de uma defesa de si em prejuízo do outro.
Prevalece sempre o direito do mais forte e os instrumentos usados são em nome
da lógica do poder deixando de lado a cooperação para o desenvolvimento,
desarmamento, prevenção de conflitos e construção da confiança mútua.
Os direitos humanitários,
consequentemente, são deixados para trás, dando lugar a selvagerias,
verdadeiros crimes e abusos de poder. Os cenários se constituem na privação de
alimentos, água e de muitos outros bens essenciais à vida, constantemente
desrespeitada, com tratamentos desumanos atingindo a todos, de modo perverso,
às crianças. O Papa Leão XIV adverte ser este quadro fruto de cegueira
espiritual e cultural como resultado de um falso pragmatismo por cortar as
raízes da memória como se fosse possível inaugurar uma nova criação. Esta
tendência efetiva caminhos que podem ensaiar a repetição de atrocidades do
século XX, que não podem se repetir. Trata-se de um niilismo histórico
perigoso, sobretudo pela priorização do equilíbrio armado e da dissuasão.
Há uma exacerbação dos
conflitos produzindo guerras abomináveis. Guerras também alimentadas no âmbito
econômico, financeiro e tecnológico. Os custos destas disputas acabam sempre
recaindo sobre os mais pobres, também pela redução dos investimentos e recursos
para a saúde, educação e serviços sociais. A isto o Papa Leão XIV chama de um
falso realismo por trás da lógica dominante da força, por meio de uma convicção
cultural e antropológica que permite eleger a guerra como parte inevitável da
natureza humana. Até se justifica dizendo que sempre foi assim e assim
será. Papa Leão assevera que o problema já não é a paz, perdida como referência
no horizonte internacional, mas sim como e quando agir militarmente,
considerando como irresponsável a não preparação para o confronto. O Papa chama
de irresponsável esta forma de realismo político por semear nas consciências e
na cultura a resignação perante uma guerra inevitável, sobretudo por qualificar
a paz e o diálogo como posições utópicas ou irracionais. Do ensinamento perene
da Igreja Católica se propala que a paz não é uma busca, fruto de ingenuidades,
nem simplesmente uma ausência de guerras, mas alcançável como fruto da justiça
e da paz. Agrava a situação o niilismo e o pragmatismo que justificam
extremismos religiosos, fanatismos identitários aliados a um economicismo
irracional, empurrando a política à facilidade da desinformação, à humilhação
do adversário, dando espaço, consequentemente à construção sistemática de medos
e ressentimentos.
As diferenças não se
articulam como riqueza, mas como ameaças que alimentam, patologicamente, o
desejo de posse, a vontade do domínio, ambições hegemônicas, abusos de poder e
o medo da diferença. Um teatro de selvagerias travestidas de modernidade e de atualidade,
terreno fértil para novos e intermináveis conflitos. Essas guerras em pedaços
são terreno fértil para novas e desastrosas guerras pela perda de todo limite
ético. O Papa Leão XIV faz importante constatação, que precisa soar como
advertência: o que era considerado como inaceitável no passado pode hoje ser
posto em prática sem hesitação. Assim é, em razão de se decidir,
exclusivamente, por cálculos econômicos, alimentados como verdade pelas ilusões
midiáticas, euforias artificiais, diz o Papa, por sonhos efêmeros geradores de
violências e frustrações.
As intolerâncias e a
agressividade se tornam o lugar comum das práticas e tomam conta do coração das
pessoas. Os atos de violência então se multiplicam, justificados, fazendo
prevalecer a cultura do conflito, gerando graves problemas e até um instrumento
de gestão cínica das dificuldades. Papa Leão focaliza a responsabilidade dos
que atuam no mundo da pesquisa citando os protagonistas desta área como
cientistas, empreendedores, investidores, autoridades acadêmicas e políticas,
chamados a trabalhar numa lógica de transparência e responsabilidade,
iluminados pela consciência viva do quadro mais amplo em que se inscrevem os
avanços tecnológicos para os quais contribuem, incluindo os relacionados com a
inteligência artificial. Enriquecida assim a Doutrina Social da Igreja
Católica, dá-se um passo no convite a reflexões mais profundas e efetivação de
novos horizontes em vista da paz social e do respeito à justiça, apostando numa
sociedade contemporânea não beligerante, mas construtora da paz assentada em
diálogos que façam das diferenças uma riqueza e jamais matéria de disputas
fratricidas e desfiguradoras da humanidade: na sua vocação e grande missão no
tecer da história. Trata-se de uma advertência e de uma oportunidade.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando
de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes
cívicas – disciplina, honestidade, responsabilidade, dignidade do trabalho,
lealdade, fé, coragem, perseverança, do respeito mútuo e, sobretudo da ética em
todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da
liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade e da fraternidade universal na
sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!