sexta-feira, 4 de setembro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E EXIGÊNCIAS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS, PLANEJAMENTO URBANO, BIODIVERSIDADE, QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS E BOA GOVERNANÇA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA POLÍTICA, PODER E AUTORIDADE, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, DIREITO E JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE (115/55)

 

(Setembro = 115; faltam 55 meses para a Primavera Brasileira)

“Soluções baseadas na natureza transformam cidades

       Diante do aumento das chuvas intensas, das ondas de calor e de outros eventos climáticos extremos, fica evidente que o modelo de desenvolvimento urbano baseado quase exclusivamente em concreto e infraestrutura cinza já não responde aos desafios das cidades. O crescimento urbano é necessário, mas tem ganhos significativos ao incorporar a natureza ao planejamento convencional. Integrar ecossistemas às obras públicas amplia a eficiência da infraestrutura, fortalece a adaptação à mudança do clima e gera benefícios para a população.

         As Soluções Baseadas na Natureza (SBNs) representam esse caminho. São estratégias que utilizam a própria natureza para enfrentar problemas urbanos, por meio de iniciativas como arborização, parques lineares e jardins de chuva. Além de reduzir riscos de inundações e alagamentos, essas soluções contribuem para o conforto térmico, a conservação da biodiversidade, a oferta de áreas de lazer e a melhoria da qualidade de vida.

         Apesar dessas vantagenso conhecimento sobre o tema ainda é limitado. A pesquisa “Natureza e cidades: a relação dos brasileiros com as mudanças climáticas”., realizada pela Fundação Grupo Boticário em parceria com a Unesco, mostra que 90% da população desconhece o conceito de SBN. Quando informados sobre o que são essas soluções, 98% dos entrevistados se mostram favoráveis à sua implementação. Parques, praças, bosques, telhados verdes e o plantio de árvores aparecem entre as iniciativas mais valorizadas.

         Além do conhecimento público, outro obstáculo para a implementação dessas soluções é a escassez de profissionais capacitados na temática de SBN. Projetos urbanos com soluções baseadas na natureza exigem integração entre engenharia, planejamento urbano, ecologia urbana e gestão pública. Não se trata de ampliar áreas verdes de forma estética, mas de compreender qual problema urbano e social ser resolvido.

Engenheiros, arquitetos, urbanistas, biólogos, geógrafos e gestores públicos ainda encontram poucas oportunidades de formação nessa área. Como consequência, estados e municípios enfrentam dificuldades para viabilizar projetos de SBNs. Enquanto a demanda por essas competências cresce, a formação profissional continua voltada, em grande parte, ao modelo tradicional de infraestrutura cinza.

Ampliar a capacitação é essencial para que a adaptação climática seja incorporada às políticas públicas. Iniciativas desenvolvidas pela Fundação Grupo Boticário, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Fundação Getúlio Vargas e a agência alemã GIZ, já oferecem formações gratuitas voltadas à integração de ecossistemas ao planejamento urbano e à gestão pública. Em uma delas, 1.275 gestores federais receberam orientações sobre adaptação baseadas em ecossistemas.

Outro desafio é o financiamento. Embora as SBNs sejam reconhecidas por seus benefícios, ainda representam uma parcela pequena dos investimentos em infraestrutura urbana. Todos os anos, mais de R$ 200 bilhões em empréstimos são destinados aos municípios, principalmente para obras convencionais. Direcionar parte desses recursos para projetos que integrem natureza e infraestrutura ampliaria a capacidade de adaptação das cidades sem comprometer seu desenvolvimento, de forma inteligente e sustentável.

Construir cidades com a natureza significa superar a falsa oposição entre desenvolvimento e conservação. Rios, solos permeáveis, árvores e outros ecossistemas também são infraestrutura. O país já sabe que precisa mudar: agora precisa formar pessoas capazes de fazer essa mudança acontecer, transformando o desafio da crise climática em oportunidades de inovação, segurança e bem-estar para o presente e o futuro.”.

(Juliana Baladelli Ribeiro. Bióloga, gerente de projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 1 de setembro de 2026, caderno OPINIÃO, página 16).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 28 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Política credível

O ano eleitoral não deixa apagar a chama da política, que não pode extinguir-se, mesmo com o oceano de decepções diante de avanços aquém do que é necessário à sociedade. É preciso cuidar dessa chama, pois a política, no seu sentido genuíno, pode ajudar a levar uma nação a horizontes com envergadura humanística e social. A Igreja Católica compreende, fundamentada em sua Doutrina Social, que a política é um modo nobre de se praticar a caridade. O desafio é não reduzir a política aos meandros de ideologias, não se deve confundir identidade partidária com a grandeza da política. Por vezes, a descrença no âmbito partidário reflete-se na falta de credibilidade da propaganda eleitoral, que passa a ser considerada, por muitos, como um “festival de mentiras”, reunindo promessas e soluções que não convencem por faltar-lhes consistência. Ao mesmo tempo, não são poucos os candidatos que balizam o próprio desempenho em parâmetros medíocres. Essas situações apontam para uma urgência: o surgimento de nomes capazes de contribuir para a abertura de um novo ciclo, cidadãos com reconhecida autoridade moral e, por isso mesmo, inscritos na lista dos que são credíveis.

A grandeza da política não é para aventureiros, exige envergadura moral e competência técnica para um exitoso exercício de mandato. Também para aqueles que se candidatam ao exercício do poder, a maestria de Jesus guarda muitos ensinamentos relevantes, especialmente para que seja compreendido o que define a autoridade política. Na contramão da tentação de reduzir a política aos estreitados trilhos da dominação e da absolutização do poder temporal, Jesus Cristo ensina que exemplar é a atitude de servir, e não a de buscar ser servido. O modelo de Cristo desafia os representantes do povo: convoca-os a respeitar a justiça, a assegurar o bem comum, dedicando-se à população. A autêntica autoridade expressa-se, assim, a partir da clareza de que o ser humano é o fundamento e a finalidade da convivência política. Nessa direção, a Doutrina Social da Igreja Católica compreende e afirma que “a comunidade política procede da natureza das pessoas cuja consciência obriga, peremptoriamente, a observar a ordem esculpida por Deus em todas as suas criaturas”. Há, pois, na ordem estabelecida por Deus o fundamento moral que deve balizar a conduta humana, indispensável para que sejam alcançadas soluções de problemas da vida pessoal e comunitária.

Há de se reconhecer a exigência inegociável de que sejam submetidos à votação nomes capazes de exercer, com competência, a tarefa de promover o bem comum. Outra exigência para o exercício da política é não considerar a população como multidão amorfa, massa inerte a ser manipulada e instrumentalizada. Cada cidadão tem o direito, e o dever, de formar a própria opinião, a liberdade de exprimir a sua própria sensibilidade política e fazê-la valer em benefício do bem comum, ensina a Doutrina Social da Igreja. Nesse horizonte, todos os cidadãos são chamados a avaliar candidatos a partir de valores espirituais e morais: valores que vivificam e orientam para o bem a cultura, o desenvolvimento econômico, as instituições sociais, as deliberações políticas, a ordem jurídica e tantas outras dinâmicas essenciais à convivência humana.

Faz-se essencial encontrar nomes capazes de servir à grande comunidade de cidadãos, de modo fiel a valores inegociáveis que constituem um tesouro sagrado, pois a comunidade política tem importante tarefa na criação de contextos fortemente marcados pelo respeito aos direitos humanos e adequado exercício da cidadania. Na direção oposta, a comunidade política se apequena. Por mediocridade ou por interesses cartoriais, coloca-se a serviço de grupos restritos, concedendo-lhes vantagens, com sacrifícios ao bem comum. A comunidade política precisa da força moral que evita a concessão de privilégios observando somente o critério de preferências pessoais. A falta de força moral contribui para consolidar cenários de desigualdade, discriminação e exclusão na sociedade brasileira.

Apesar dos desencantos com a política, pela falta de credibilidade, a chama luzente das eleições possa oferecer a oportunidade de um recomeço e a alimentação do sonho de uma sociedade mais justa e fraterna. É verdade que muitas reformas são necessárias para abrir passagem a modelos mais qualificados de comunidade política, mas um ponto de partida é escolher nomes com credibilidade. Candidatos dedicados também a fazer uma semeadura de novos modelos e de nomes que se tornem referência no âmbito político, reconquistado a credibilidade para esse âmbito tão essencial, a partir de desempenhos que estejam a serviço do bem comum. A política credível relaciona-se, justamente, com o reconhecimento da dimensão sagrada do bem comum, fomentando a cultura da solidariedade. O ano eleitoral lembre a população de seu desafio: escolher nomes capazes de, gradativamente, devolver à política o seu direito e a sua missão de ser credível.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a)     a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos) – e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental (6 – 14 anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança Tripartite:

Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);

Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;

À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e recursos materiais,  financeiros, logísticos e patrimoniais!

 

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!