(Fevereiro = mês 108; faltam 62 meses para a Primavera Brasileira)
“O amanhã em construção nas salas de aula
Falar
sobre educação na proximidade do Dia Internacional da Educação, comemorado em
24 de janeiro, não deve ser um exercício de repetição sobre sua importância,
mas um convite à discussão sobre como o Brasil está capacitando as próximas
gerações para problemas que ainda não conhecemos. O ensino que defendemos é
aquele que prepara o indivíduo a ser protagonista da sua transformação e de sua
própria comunidade.
É nesse
cenário que se insere a abordagem Steam, sigla que define as disciplinas
ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Ela desponta não apenas
como tendência, mas como estratégia de transformar a escola em laboratório de
soluções, no qual as fronteiras do saber são fluidas. Nesse ambiente, a
alfabetização científica e o letramento digital são pré-requisitos para que as
futuras gerações não fiquem à margem.
Ao
integrar áreas multidisciplinares, o modelo Steam estimula o pensamento crítico
e a resolução de problemas reais. Dessa forma, o estudante deixa de memorizar
fórmulas para projetar resposta para aplicar o conhecimento em projetos que
dialogam com temáticas sustentáveis, como a biodiversidade e os desafios
ambientais locais. Pesquisadores referenciais do tema, como Lilian Bacich e
José Moran, ambos doutores da USP, explicam como o papel do aluno como
protagonista aumenta o vínculo emocional e o interesse intelectual com a
escola.
O
verdadeiro salto qualitativo ocorre quando a escola se torna o epicentro da
investigação. Não se trata apenas de redesenhar grades curriculares e inserir
tecnologia em sala de aula. O objetivo é fomentar uma cultura de experimentação
e busca por novas soluções. Nesse processo, é essencial investir na formação de
educadores. Ao dominar novas abordagens de ensino, o professor se torna um
multiplicador para qualificar milhares de alunos, descentralizando o
conhecimento e preparando crianças e jovens cidadãos para os desafios de um
mundo em constante transformação.
Somam-se
a isso iniciativas conduzidas por meio de parcerias que tornam possível
viabilizar um movimento de forma consistente, como as ações da Liga Steam e uma
parceria inédita com a Unesco para potencializar esses programas. Acreditamos
que o compromisso com uma educação inclusiva, equitativa e voltada para o
desenvolvimento sustentável deve ser tratado como política de longo prazo no
Brasil. Somente por meio de uma formação sólida em ciência e tecnologia vamos
garantir que o país realmente se aproprie de sua capacidade de inovar e
liderar. Dessa forma, reafirmamos nossa convicção de que a educação é a ponte
para construir um futuro mais justo, pacífico e sustentável.”.
(Camila Valverde. Diretora-executiva da
Fundação ArcelorMittal, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 28 de janeiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 23 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Realmar
Realmar é a magnífica e
interpelante provocação feita pelo Papa Francisco, na Exortação Apostólica
Evangelho da Alegria: “Enquanto não forem radicalmente solucionados os
problemas dos pobres, renunciando à autonomia absoluta dos mercados e da
especulação financeira e atacando as causas estruturais da desigualdade social,
não se resolverão os problemas do mundo, e, em definitivo, problema algum. A
desigualdade é a raiz dos males sociais”. O desafio é realmar a economia, o que
significa também corrigir descompassos no coração humano. É preciso buscar uma
nova sensibilidade social e cultural, com força para fazer surgir uma
civilização melhor, a partir das mudanças em curso na contemporaneidade.
Os cenários da
geopolítica atual exigem novas compreensões e respostas que, para serem
alcançadas, pedem um realmar, ou corre-se o risco de colapsar a possibilidade
de avanços e de conquistas significativas, com prejuízos ao compromisso
comunitário que é determinante para se alcançar a paz no planeta. Do lado
oposto ao compromisso comunitário está a hegemonia de nacionalismos e
autoritarismos individualistas que impõem uma desordem, fonte de conflitos e
desrespeitos a soberanias essenciais. Realmar-se é, pois, uma condição
imprescindível para incentivar o diálogo social, que qualifica escolhas, a
gestão de recursos pecuniários e ambientais, permitindo construir relevantes
patrimônios para a sociedade e uma herança para o futuro.
A perspectiva que busca
realmar a civilização contemporânea é relevante quando se considera este tempo
de viragem histórica. São muitos os progressos e avanços, em diversos campos,
que contribuem para o bem-estar das pessoas. Ainda assim, a maioria dos seres
humanos vive em situação precária. A civilização contemporânea poderia garantir
dignidade a todas as pessoas, mas convive com a proliferação de crises, medos,
desesperos, doenças, de modo que ninguém está imune às ameaças deste tempo. A
inimizade e o individualismo enjaulam as pessoas e culturas, efetivando
escolhas equivocadas e contraproducentes. Realmar a vida é uma resposta
generosa e eficaz. Parta-se da meta apontada pelo Papa Francisco: de se buscar
uma economia diferente. Vale ter presente as admoestações encontradas na
Exortação Apostólica Evangelho da Alegria: não a uma economia de exclusão, não
à nova idolatria do dinheiro, não a um dinheiro que governa em vez de servir.
Sabe-se que uma reforma
financeira, em parâmetros éticos robustos, exigirá dos dirigentes políticos uma
vigorosa mudança de atitudes. Aqueles que são líderes têm, particularmente, a
tarefa de fazer com que o dinheiro sirva, e não governe. Trata-se de fundamento
para sempre oferecer respostas solidárias aos anseios dos mais pobres, de modo
sensível ao bem comum, com atenção aos projetos capazes de promover o
desenvolvimento integral - voltado ao bem de todos. É o caminho para se
alcançar uma solidariedade desinteressada e uma economia fiel a princípios
éticos essenciais para a harmonia na civilização contemporânea. Realmar-se é,
assim, uma resposta à desigualdade que gera violências, oferecendo caminhos
para superar tudo que ameaça a dignidade humana. Um movimento que contempla a
assimilação de princípios éticos com propriedades para superar a corrupção
endêmica e as facilidades para manipular o poder a partir de interesses
partidários e particulares, com sacrifícios à população.
A idolatria do dinheiro
tem gerado descompassos - ganhos exorbitantes e desperdícios de recursos,
empregados de modo egoísta e sem propósitos, de modo irracional e esbanjador.
Urgente, pois, é a superação de uma economia que gera exclusões. Há de se recuperar
ou efetivar no mundo contemporâneo um sólido sentido social, inspirando-se nas
primeiras comunidades cristãs onde, por compromisso de fé, não havia
necessitados, pois a solidariedade era princípio que norteava a vida de todos.
Trata-se de um grande ideal capaz de projetar luzes para o caminho da
humanidade. Uma luminosidade que dissipa feridas do mundo, provocadas pelo
pecado, e que se expressam nas muitas formas de exclusão e de discriminação. Na
atualidade, os excluídos não são apenas explorados: são tratados como sobra.
A dor dos excluídos e dos muitos desfavorecidos deve gerar inquietação em
todos, para realmar corações e a economia, oferecendo um remédio para acabar
com a globalização da indiferença, perigosa e perversa. É hora de revisitar
lições capazes de ajudar o ser humano a realmar-se, a realmar, especialmente, a
economia, para o nascimento de uma nova ordem social.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana
(trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às
commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência
social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas;
polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e
povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão
...
- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na
reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, povos, línguas, cidades e nações na sustentabilidade, segundo os
fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena
Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!