“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor na Geração dos Diamantes
No marco solene dos 204 anos de nossa Independência,
movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico
e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus
maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as
nossas riquezas e ferem a dignidade humana:
- I
— A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o
pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.,
além de juros abusivos que recrudescem a desigualdade.
- II
— A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética,
afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
- III
— O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do
trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
- IV
— A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde
1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , e mais grave
ainda, eivada de irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades, já
atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante
desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do
nosso orçamento nacional.
- V
— A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o
nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano, apontando para
a sublime Sinergia da Saúde e Educação, através do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17
anos), numa robusta e efetiva Governança Tripartite, onde: aos MUNICÍPIOS
– célula-máter da Nação – cabe a Gestão da Educação Infantil em creches (0 – 3 anos) e em pré-escolas
(4 e 5 anos) mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos); aos ESTADOS, a
exclusividade pelo Ensino Médio (15 – 17 anos), mais as Universidades,
abrindo as portas do sucesso no mercado de trabalho e na vida acadêmica e,
finalmente, à UNIÃO, cabendo a Gestão Global mais a responsabilidade pelos
recursos financeiros, materiais, logísticos e patrimoniais.
- VI
– A Estrutura Política e Eleitoral e a visão do estadista: E, para ampliar fontes de
recursos e coroar de pleno êxito todas essas profundas transformações, à
luz da Constituição Cidadã, as robustas primícias de uma urgente,
necessária e frutuosa reforma política e eleitoral, em absoluta sintonia
com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação das eleições;
b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da reeleição
para o Executivo (Prefeitos, Governadores e Presidente da República).
- VII
– Do Sistema Financeiro Nacional para um Sistema Único e Digital
de Finanças: A Constituição Federal de 1988 reservou o Artigo 192 para
acolher a vastidão das implicações financeiras diante de uma dinâmica
extraordinária que ficou refém também do mercado financeiro em velozes
transformações a exigir nova roupagem e um modelo, à semelhança da Saúde,
que faça frente ao mundo digital e à complexidade das relações
internacionais, com alguns fundamentos éticos e tecnológicos robustos e
qualificados pela excelência educacional e em harmonia com as
especificidades da sustentabilidade e dos indesviáveis clamores e súplicas
do povo brasileiro, quais sejam: Transparência, Integridade,
Acessibilidade e Universalidade.
- VIII - A COP30 e a eclosão da Primavera Brasileira na sustentabilidade e através da Excelência Educacional!
O Elo Dourado: A Resposta na Civilização
do Amor
Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz
de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o
materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a
ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor,
conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.
O caminho para essa redenção histórica começa no
Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não
virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos
diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.
Sob o influxo do "gênio feminino", essas
jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de
acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua
maturidade aos 17 anos.
A urgência de um novo Farol de Alexandria para
a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado
integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos). Ao
educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra
o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que
herdarão esta terra, fazendo ressoar a magistral lição da mãe e mestra imortal
Helena Antipoff: o sucesso na luz da vida e da Universidade nasce no ventre
materno!
E, para ampliar fontes de recursos e coroar de pleno
êxito todas essas profundas transformações, à luz da Constituição Cidadã, as
robustas primícias de uma urgente, necessária e frutuosa reforma política, em
absoluta sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação
das eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da
reeleição para o Executivo (Prefeitos, Governadores e Presidente da República).
Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria,
convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O
Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa,
e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade, com a
geração dos diamantes, muito especialmente os filhos de mães também nascidas no
século XXI.
(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no
blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 16 de outubro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Instituições e pessoas
Ouve-se
muito dizer que a democracia e o Estado precisam de instituições fortes, com
musculatura para impulsionar funcionamentos e o cumprimento de metas. De modo
geral, as instituições se consolidam a partir da tradição, de uma identidade
consistente e de lastro na história, contando, de modo especial, com a
competência de seus agentes para ajudar a sociedade. Torna-se, por isso,
preocupante a atual realidade de desempenhos pífios e eivados de mediocridades.
Um contexto agravado pela escassez de nomes com envergadura técnica e moral
capazes de contribuir para progressos institucionais. A consequência é a
redução do potencial das instituições, prejudicadas pela falta de gente com
capacidade para corresponder às muitas demandas. Eis, pois, um desafio a ser superado
para que seja possível manter as instituições fortes, correspondendo ao que
delas se espera.
Acostuma-se com muitas
narrativas que, de modo geral, apenas buscam encobrir mediocridades. Vive-se
dos dividendos da história institucional, sem assumir a responsabilidade de se
buscar novas conquistas. Um contexto que favorece escolhas indevidas, resultados
irrelevantes. Não há abertura de novos horizontes e crescimento possibilitados
pela atuação de lideranças. A situação é tão grave que se perde até mesmo o
sentido de limite: não raramente entrega-se à responsabilidade de medíocres o
que merece a atenção de pessoas mais qualificadas. Ocorre ainda o fenômeno da
falta de autocritica, com pessoas que validam, lamentavelmente, a ocupação de
cargos e cadeiras por indivíduos sem a mínima condição necessária. Ao mesmo
tempo, verifica-se que muitos possuem uma autoconsciência inadequada, que não
consegue identificar os próprios limites e os desafios do contexto
institucional que representa. Trata-se de fenômeno que parece ser mais
frequente nos âmbitos da política e da religião.
Nessas circunstâncias, o
enfraquecimento institucional é inevitável com consequências para o presente e
para o futuro. A incapacidade para reconhecer limites pessoais é acentuada
ainda mais pela percepção ilusória que se alimenta a partir das redes sociais.
Essas redes estimulam a necessidade de exposição, de angariar “seguidores”, uma
forma de se obter reconhecimento. Essa necessidade de exposição mata a
interioridade, lugar essencial para amadurecer a autopercepção e a consciência
sobre as próprias responsabilidades. Sem interioridade, a pessoa cultiva um
entendimento sobre seu “eu” que não pode ser comprovado na realidade. Trata-se
de uma cegueira provocada pelo fenômeno contemporâneo da perda de autocrítica,
que alcança um patamar perigoso, particularmente, quando a moralidade é rifada
e os valores são camuflados em favor de interesses particulares. Passa-se a
ignorar, ainda mais, o bem de todos e o desenvolvimento integral.
Fantasias, manipulações e
interesses egoístas presidem atuações que enfraquecem as instituições e as
consequências são terríveis para a sociedade. Acentua-se a tendência do
personalismo que vem cortejado pelas paixões irracionais, levando à perda de
oportunidades para que sejam encontradas respostas adequadas e esperadas para
os graves problemas sociais. Verifica-se, pois, a necessidade e a urgência do
despertar de uma nova consciência acerca de responsabilidades e dos próprios
desempenhos. Além da indispensável competência técnica inerente a cada área de
atuação, é preciso cultivar o consistente alicerce da moralidade,
imprescindível na sustentação de processos e escolhas. É preciso resgatar
valores fundamentais da vida social, emoldurando a competência técnica, para
garantir desempenhos qualificados também, especialmente, no âmbito das
instituições. Ao invés disso, o que se assiste, em muitos campos, é a ascensão
de incompetentes, “marinheiros de primeira viagem”, responsáveis por
desempenhos institucionais abaixo do esperado. Pessoas que infringem um
terrível castigo de fracasso à instituição.
Aliar competência técnica
e valores sociais é o ponto de partida para garantir desempenhos que fortaleçam
as instituições. O mérito pessoal, quando ancorado no exercício de virtudes e
atitudes morais, se desdobra em ganhos para a instituição. Quando a dimensão
moral é relativizada, trilha-se na direção das manipulações institucionais,
impondo prejuízos à sociedade. Quando se cai no relativismo, o valor moral da
verdade é o primeiro a ser sacrificado, desobrigando os cidadãos de buscá-la
continuamente, respeitá-la e testemunhá-la responsavelmente. Há de se investir,
educativamente, para que a verdade seja efetivamente respeitada em todos os
âmbitos, particularmente nos campos da comunicação e da economia. Abandonar o
investimento educativo que fortalece o compromisso com a verdade é retardar
mudanças substanciais urgentes, capazes de colocar o Estado, a Nação, nos
trilhos que levam às mudanças almejadas.
Investir para que haja
compromisso com a verdade é caminho distinto das atitudes preconceituosas, dos
discursos de ódio, das polarizações, das corrupções e mesmo de ideologias
partidárias. Significa valorizar e priorizar a competência das pessoas nas instituições,
para que o contexto institucional, de fato, esteja a serviço da sociedade,
alicerçando a democracia e o desenvolvimento integral.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (concepção –
17 anos) – e da excelência educacional (0
a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão
sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento; mais o ensino médio
(15 – 17 anos) –, às portas do mercado de trabalho e da Universidade,
abrindo iluminados caminhos até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando
de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes
cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade,
dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia,
respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da
verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da
solidariedade e da fraternidade universal
na sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da
Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência,
imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- A transcendental convergência entre o
Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o
Farol de Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde
a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos), em
competente Governança Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS – célula-máter da Nação: a
gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5
anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global
e os recursos materiais, financeiros, logísticos e patrimoniais!
Afinal, a pedra rejeitada pelos construtores se
tornou a pedra angular! ...
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!