“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor na Geração dos Diamantes
No marco solene dos 204 anos de nossa Independência,
movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico
e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus
maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as
nossas riquezas e ferem a dignidade humana:
- I
— A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o
pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.,
além de juros abusivos que recrudescem a desigualdade.
- II
— A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética,
afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
- III
— O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do
trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
- IV
— A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde
1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , e mais grave
ainda, eivada de irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades, já
atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante
desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do
nosso orçamento nacional.
- V
— A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o
nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano, apontando para
a sublime Sinergia da Saúde e Educação, através do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17
anos), numa robusta e efetiva Governança Tripartite, onde: aos MUNICÍPIOS
– célula-máter da Nação – cabe a Gestão da Educação Infantil em creches (0 – 3 anos) e em pré-escolas
(4 e 5 anos) mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos); aos ESTADOS, a
exclusividade pelo Ensino Médio (15 – 17 anos), mais as Universidades,
abrindo as portas do sucesso no mercado de trabalho e na vida acadêmica e,
finalmente, à UNIÃO, cabendo a Gestão Global mais a responsabilidade pelos
recursos financeiros, materiais, logísticos e patrimoniais.
- VI
– A Estrutura Política e Eleitoral e a visão do estadista: E, para
ampliar fontes de recursos e coroar de pleno êxito todas essas profundas
transformações, à luz da Constituição Cidadã, as robustas primícias de uma
urgente, necessária e frutuosa reforma política e eleitoral, em absoluta
sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação das
eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da
reeleição para o Executivo (Prefeitos, Governadores e Presidente da
República).
- VII
– Do Sistema Financeiro Nacional para um Sistema Único e Digital
de Finanças: A Constituição Federal de 1988 reservou o Artigo 192 para
acolher a vastidão das implicações financeiras diante de uma dinâmica
extraordinária que ficou refém também do mercado financeiro em velozes
transformações a exigir nova roupagem e um modelo, à semelhança da Saúde,
que faça frente ao mundo digital e à complexidade das relações
internacionais, com alguns fundamentos éticos e tecnológicos robustos e
qualificados pela excelência educacional e em harmonia com as
especificidades da sustentabilidade e dos indesviáveis clamores e súplicas
do povo brasileiro, quais sejam: Transparência, Integridade,
Acessibilidade e Universalidade.
- VIII
– A COP30 e a eclosão da Primavera Brasileira na sustentabilidade e
através da Excelência Educacional!
O Elo Dourado: A Resposta na Civilização
do Amor
Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz
de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o
materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a
ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor,
conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.
O caminho para essa redenção histórica começa no
Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não
virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos
diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.
Sob o influxo do "gênio feminino", essas
jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de
acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua
maturidade aos 17 anos.
A urgência de um novo Farol de Alexandria para
a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado
integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos). Ao
educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra
o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que
herdarão esta terra, fazendo ressoar a magistral lição da mãe e mestra imortal
Helena Antipoff: o sucesso na luz da vida e da Universidade nasce no ventre
materno!
E, para ampliar fontes de recursos e coroar de pleno
êxito todas essas profundas transformações, à luz da Constituição Cidadã, as
robustas primícias de uma urgente, necessária e frutuosa reforma política, em
absoluta sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação
das eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da
reeleição para o Executivo.
Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria,
convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O
Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa,
e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade, com a
geração dos diamantes, muito especialmente os filhos de mães também nascidas no
século XXI.
(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no
blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 23 de outubro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Disparidades
Conta-se que um califa,
tendo se convencido de que bastaria um único livro para reger o conjunto da
vida, teria mandado queimar a grande e famosa biblioteca de Alexandria. Um caso
típico de falta de lucidez na consideração da realidade, uma interpretação cega
que leva ao radicalismo e à polarização. A sociedade brasileira está clamando
por lucidez nos procedimentos e nas interpretações que incidem fortemente na
vida de todos. As interpretações têm sido formatadas, prioritariamente, pelo
imaginário ideológico partidário, leito muito estreito para dar conta da gestão
da realidade, em vista do bem comum. Constata-se que a paixão esportiva parece
ser modelo para se criar vínculos de pertencimento no âmbito da política, cada
vez mais carente de uma compreensão republicana a respeito das instituições e
de seus procedimentos. Assim, a política se contamina com manifestações
radicais e até violentas, espetacularizações com cenas ridículas e bizarras.
O exercício cidadão na
política não pode ser simplesmente conforme os parâmetros de uma torcida de
futebol. O horizonte que deve ser seguido é do zelo e da responsabilidade para
o bem de todos. Esse zelo e responsabilidade é que devem presidir ações, funcionamentos,
decisões e prioridades. Seguir outro rumo é contribuir para que sejam criados
espaços de manipulações, desrespeitos ao erário público, hegemonias odiosas e
descompassos que se revelam nas disparidades sociais. Cria-se um clima de
terror e de ameaças, com instabilidades que prejudicam o desenvolvimento
integral, alimenta-se o ódio que obscurece os rumos, com prejuízos de todo
tipo. As candidaturas são construídas sobre os alicerces da desmoralização do
adversário, desconsiderando que a honestidade é selo principal de quem serve ao
povo. A força negativa desse modus operandi recai sobre a vida
social, com a imposição de atrasos que geram sofrimento para todos,
especialmente para os pobres.
Nesse contexto de
cegueira no exercício da política, as narrativas se resumem nas lamentáveis
armadilhas que encobrem a verdade. O resultado triste é um povo incapaz de
lidar com as diferenças, dividido: pessoas vivendo como se estivessem em guerra
umas com as outras. O ódio passa a presidir disputas, a soberba toma o lugar da
transparência, a opção partidária é considerada a mais importante, um
distanciamento de qualificada cidadania. Grassa por toda parte a falta de
civilidade, com a espetacularização do ridículo. Uma realidade que não consegue
conceder projeção aos portadores de sabedoria, por terem vivido mais, nem se
valer do vigor da juventude, incapacitada para alavancar a superação de
disparidades. A sociedade brasileira padece do esvaziamento de uma cultura com
força para orientar e inspirar uma cidadania republicana.
O personalismo preside as
dinâmicas, desconsiderando o compromisso social e político de construir uma
sociedade justa e fraterna. Ganham relevância as disparidades que precisam ser
enfrentadas, conjuntamente, a partir do diálogo, longe de revanchismos e das
acentuações desmedidas de ideologias políticas: há de prevalecer um nobre
sentido de pertencimento à nação brasileira, pois respostas novas para graves
problemas precisam ser encontradas urgentemente, com um sentido social apurado,
eivado de valores e princípios inegociáveis. Oportuno é sempre discutir as
pautas prioritárias em espírito de diálogo, compromisso com o bem comum,
respeitando a cidadania, vislumbrando soluções efetivas, e não eleitoreiras,
ciosamente dedicando-se à justiça social, a partir dos princípios da
transparência e da honestidade.
A urgência pela abertura
de um novo ciclo na história da sociedade brasileira espera dos eleitos uma
atuação qualificada capaz de fazer das diferenças uma riqueza, para que os
muitos pontos de vista se tornem plataforma de diálogos. Caso contrário, haverá
agravamento contínuo de perspectivas limitadas pelas ideologias partidárias,
impondo ao Brasil um ritmo lento de avanço civilizatório, quando, na verdade,
precisa se desenvolver aceleradamente. O momento é grave e exigente, requer
responsabilidade e competência. Em jogo não está simplesmente o destino de
partidos e de candidaturas, mas o futuro da nação brasileira. Há de se cultivar
a cidadania sempre, em todos os níveis, com atitudes republicanas, sem
confusões ou subjetivismos, abrindo passagem a um novo tempo – um caminho
para se debelar as disparidades.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (concepção –
17 anos) – e da excelência educacional (0
a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão
sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento; mais o ensino médio
(15 – 17 anos) –, às portas do mercado de trabalho e da Universidade,
abrindo iluminados caminhos até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes
cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade,
dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia,
respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da
verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da
solidariedade e da fraternidade
universal na sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da
Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência,
imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- A transcendental convergência entre o
Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o
Farol de Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde
a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos), em
competente Governança Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS – célula-máter da Nação: a
gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5
anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global
e os recursos materiais, financeiros, logísticos e patrimoniais!
Afinal, a pedra rejeitada pelos construtores se
tornou a pedra angular! ...
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!