“A incompetência faz a dívida
A
Copasa foi uma das maiores beneficiadas por recursos bilionários da Vale, sendo
triangulados pelo governo de Minas Gerais para pagamento de seus encargos
contratuais. Suas “maiores dívidas” estão sendo quitadas “diretamente” com os
valores do acordo de reparação pela tragédia de Brumadinho.
Proporcionam-se,
dessa forma, ganhos mirabolantes para todos os acionistas da Copasa. Estes são,
em parte, públicos, do governo do estado de Minas Gerais, com 50,03%, e outra
parte, de 49,97%, são acionistas privados listados na Bovespa.
O
governo de Minas, por meio de sua ingerência na destinação das verbas da Vale,
excluiu, com manobras sorrateiras, os mais legítimos destinatários das
reparações: os municípios do Vale do Paraopeba. Direcionou a esmo mais de 90%
dos R$ 37,5 bilhões, e nesse caso está quitando a quase totalidade dos encargos
da Copasa, beneficiando municípios fora do perímetro impactado. O desvio de
finalidade se tornou colossal.
O fluxo
de finanças vultosas, alguns bilhões, alivia a Copasa, cujas tarifas cobradas
da população permanecem elevadas e imunes ao reflexo dessa quitação. Assusta,
ainda, ver como os compromissos da Copasa são quitados com recursos públicos,
gerando ganhos mirabolantes aos investidores privados, que assistem de
camarote. O acionista estado de Minas Gerais, que detém metade das obrigações,
quitou 100% delas sem participação dos restantes acionistas. O impacto gerou
uma valorização patrimonial de cerca de R$ 5 bilhões apenas para esses sortudos
acionistas.
O aporte
deveria ser realizado diretamente como aumento de capital da Copasa. As novas
ações diluíram a participação dos privados e aumentaram a do estado,
provavelmente em 20%, passando a Copasa para 70% e os restantes para 30%,
gerando, ainda, um ganho de 50% no valor das ações, que aumentaram 160%.
É claro
que o benefício do estado representa ganho para a população de Minas, dona do
estado.
O que se
assiste é que dinheiro público legalmente destinado a um consórcio de
municípios impactados passou a ser expropriado e gerido a bel-prazer pelo
estado, fazendo uso eleitoral, à moda Papai Noel, para esquentar a eleição dos
seus candidatos? Nesse caso “quita” dívidas da Copasa e concede aos acionistas
listados na Bovespa mais de R$ 5 bilhões em valorização. Um ganho de R$ 38 por
ação, que subiu de R$ 22,53 para R$ 60,35 em 12 meses.
Atrás
disso, em modelo de privatização que já desencadeou um Carnaval de especulações
conduzidas pelos mesmos fundos interessados em arrematar a Copasa.
Parece
um golpe? Os R$ 5 bilhões ou mais já concedidos aos privados poderiam ter sido
um ganho direto do estado. O prejuízo para Minas Gerais, por causa desses
lançamentos e movimentações, pode passar, afinal, De R$ 10 bilhões, tanto pela
valorização quanto pelas vendas de uma participação maior.
Na
prática, o ganho de aumento de capital “dissimulado”, assumindo os encargos da
estatal, já foi transferido para o setor privado.
A
incompetência do governo atual, de certa forma, perpetua incompetências
anteriores, que deixaram o endividamento dos mineiros chegar a R$ 200 bilhões
por meio de operações em que esta Copasa segue as “regras”.
Esse caso, conduzido com mais atenção para o
interesse público, poderia render muito mais à saúde do erário de Minas.
É
preciso ressaltar que a Copasa, mais do que qualquer ente de serviços públicos
essenciais, impacta a veia da qualidade de vida e saúde da população mais
carente. Essas manobras podem vilipendiar o interesse público e gerar mais uma
perda de uma dezena de bilhões de reais com a judicialização dessa venda.
Carece
de rigor e competência o processo de privatização. Os aportes de capital
poderiam vir com aumento de capital da Copasa subscrito pelos municípios, não
com atropelos e pressões sobre prefeitos. Típicas atitudes em final de mandato
em plena pré-campanha, em conflito com a lei que dispõe sobre a nulidade de
medidas extraordinárias nesse período.
Esse
acordo provavelmente será questionado e anulado por quem assumirá em 2027 a
cadeira de governador. Pode até ser o primeiro ato do futuro mandatário
renegociar o acordo de pagamento da dívida do estado, reformando negociações
prejudicadas.
A
privatização da Copasa deveria ser discutida no próximo ano, não no apagar das
luzes e da forma temerária com que vem ocorrendo.
Provavelmente,
alguém com preocupação com efeitos que caem em cascata sobre a população – e um
mínimo de competência – poderá melhorar as negociações e até evitar essa
privatização, que não se faz necessária por várias razões econômicas e pela
relevância dos serviços públicos prestados. É o que muitos esperam.”.
(VITTORIO MEDIOLI, vittorio.medioli@otempo.com.br,
em
artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 25 de maio
de 2026, caderno A.PARTE, página 2).
Mais uma
importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para
a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 22 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Patriotismo social
O amor à pátria é
essencial ao exercício da cidadania por envolver o senso de pertencimento que
gera coesão, ajuda a desenvolver a solidariedade, alinhando metas e propósitos
no mesmo horizonte. Nessa direção, o amor à pátria pode até ajudar a tornar as diferenças
uma riqueza, pois trata-se de nobre sentimento capaz de congregar pessoas ao
redor de um mesmo ideal. Boa parcela da população brasileira reaviva esse amor
quando chega o tempo da Copa do Mundo. A paixão pelo futebol, com a força de
sua tradição, se amalgama com nobres sentimentos de pertencimento e, todos
juntos, quase que com um só coração, anseiam pela vitória final de sua seleção.
A torcida pela seleção nacional permite vislumbrar, ainda que de modo opaco, o
que seria um contexto de irmandade entre todos. Importa a nação vitoriosa, com
seu povo agraciado pelo troféu, com o santo orgulho de mais uma estrela
alcançada. Esse movimento que congrega é um espetáculo até longo, quarenta
dias, mas, sob a perspectiva social, dura pouco, especialmente na percepção de
quem aguarda um novo dia, com mais respeito à dignidade humana e aos direitos
civis.
A força do patriotismo,
marcada pela paixão esportiva, protagonizando nomes de craques-estrelas, guarda
uma nostalgia. Convive com a falta de patriotismo para a confecção de um tecido
social menos esgarçado, capaz de promover a abertura de um novo ciclo na
história de um povo. Bem ao contrário dos sentimentos que irmanam brasileiros
em torno da competição esportiva, as eleições, a serem disputadas este ano,
alimentam a divisão e as disputas figadais. Embates que atrasam a conquista de
troféus essenciais: o bem comum, a promoção de uma nação justa e
solidária, em sintonia com as suas condições singulares, as suas riquezas
naturais e históricas. Tantos personagens inspiradores, com grandes feitos,
inscreveram-se na trajetória do país, mas não ganham a projeção de
craques-estrelas. E a nação, ao invés de ser embalada pelo sonho de uma
conquista em igualdade social, resvala-se no precipício da desigualdade, em
razão de esquemas de corrupção, de interesses estreitados pelo egoísmo e
mediocridades que contaminam o exercício de responsabilidades na representação
pública.
A paixão e a torcida por
uma nação, em todos os seus cantos e recantos, edificada no horizonte de um
verdadeiro desenvolvimento integral se torna, ao que parece, cada vez mais
inalcançável. Falta lucidez na condução de processos, contaminados pelas estreitezas
de interesses partidários, por uma subcultura que distancia a política de sua
nobreza, da sua força própria e indispensável. O egoísmo que contamina a
política é um vírus que ataca por todos os lados e impõe atrasos ao país,
impedindo-o de alcançar metas que configurem o desenvolvimento integral,
sonhado troféu. Um dos sintomas graves desse vírus é a estratificação social
que evidencia a grave desigualdade vivida no Brasil, obstáculo no caminho para
um desenvolvimento à altura do conjunto das riquezas da nação. A grandeza da
nação, na força do seu povo, de suas riquezas, torna-se insuficiente para
impulsionar mudanças pela falta de craques capazes de protagonizar “boas
jogadas”: líderes que façam o país avançar e conquistar estrelas.
A subcultura que impede a
conquista de estrelas no campo social e ameaça a vida cidadã é alimentada de
muitos modos. Revela-se quando parcela significativa da população perde o gosto
e o interesse pelo trabalho, fazendo com que o time não passe do meio campo e,
consequentemente, permaneça incapacitado para fazer o gol. É preciso
comprometer-se com o mundo do trabalho, promovendo legislações adequadas e
lúcidas, a capacitação de trabalhadores, cultivando o sonho de vitórias que
signifiquem conquistas para todos. As narrativas dos falastrões, dos que fazem
promessas enjauladas em mediocridades humanísticas, fazem valer a hegemonia e o
reinado dos poucos que usufruem, de modo injusto e inadequado, do bem de todos.
O grito uníssono de gol celebrando o time que está vencendo precisa inspirar o
mundo da política brasileira para que seja alcançada nova etapa de
desenvolvimento. Para além da paixão esportiva, cultive-se um patriotismo
social fecundando os preparativos e celebrações democráticas das próximas eleições,
caminho para que a sociedade brasileira avance nos trilhos da igualdade
solidária.
A sociedade brasileira
pede ações que enfrentem os cenários de exclusão social, atrasos, especialmente
na infraestrutura e na promoção de trabalho digno para todos, para tornar-se
detentora do troféu da justiça e do desenvolvimento social integral, uma nação
vitoriosa e exemplar. A Copa do Mundo fecunde sentimentos de pertencimento
que se desdobrem na vida cidadã, para colocar o Brasil, por meio de suas
instituições e segmentos, particularmente com a realização das próximas
eleições, em um horizonte sempre mais democrático, em trilhos que façam o
“trem” ganhar grande velocidade, em respeito a todos, especialmente aos pobres
e sofredores, vítimas de exclusões, exilados por subculturas. O sentimento de
pertencimento capaz de ajudar a transformar a sociedade, promovendo o respeito
à dignidade humana, é a estrela que falta. Seja, pois, sonhado um grito de
vitória alcançado pela força do patriotismo social.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo
Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!