sexta-feira, 27 de março de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E URGÊNCIAS DA AGENDA DE GÊNERO, DIREITOS, AUTONOMIA, DIGNIDADE, JUSTIÇA E INCLUSÃO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, ITINERÁRIO QUARESMAL, QUALIFICAÇÃO HUMANA, HUMILDADE TRANSFORMADORA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“Entre resistência, interseccionalidade e ação coletiva

       A Comissão sobre a Situação da Mulher – 70ª Sessão (Commission on the Status of Women – CSW –, na sigla em inglês), realizada entre os dias 9 e 19 de março, em Nova York, reafirmou uma constatação central: a agenda de gênero segue sendo uma das mais desafiadoras e, ao mesmo tempo, mais mobilizadoras do sistema internacional. Em um contexto marcado por tensões geopolíticas, crises humanitárias e disputas ideológicas, a CSW mostrou que, longe de recuar, essa agenda continua sendo construída com base em articulação, presença e resistência.

         O tema central dessa edição trouxe à tona a urgência de acelerar compromissos históricos e avançar na implementação concreta de políticas que garantam direitos, autonomia e dignidade para mulheres e meninas. Mais do que reafirmações, este momento exige ação. E essa ação precisa necessariamente reconhecer que desigualdades não operam de forma isolada. Falar de gênero hoje em dia é, inevitavelmente, falar de transversalidade e interseccionalidade, compreendendo como raça, território, , renda e outros marcadores estruturam experiências distintas e demandam respostas igualmente complexas.

         Mesmo diante de um cenário internacional adverso, foi marcante observar a presença ativa de governos, organizações da sociedade civil e diferentes lideranças. As vozes que ecoaram na CSW demonstram que,, ainda que o contexto seja de incerteza, há uma base sólida de atores comprometidos em não permitir retrocessos e em pressionar por avanços concretos.

         Nesse debate, torna-se cada vez mais evidente que o setor empresarial precisa ocupar um espaço ainda mais relevante. A transformação necessária não será alcançada sem o engajamento consistente das empresas, tanto na promoção de ambientes de trabalho mais equitativos quanto na influência que exercem em cadeias de valor e na sociedade. É justamente nesse ponto que as ações que partem de iniciativas como o Pacto Global da ONU operam como catalisadoras, mobilizando o setor privado em torno de metas claras, compromissos públicos e iniciativas coletivas.

         Os avanços recentes dos movimentos Elas Lideram 2030 e Raça é Prioridade, da rede brasileira do Pacto Global da ONU, refletem essa evolução. Com novas metas e uma abordagem cada vez mais integrada, essas iniciativas reforçam que não há avanço sustentável na agende de gênero sem enfrentar, simultaneamente, o racismo estrutural. A interseccionalidade deixa de ser apenas um conceito e passa a orientar estratégias concretas de transformação.

         Outro elemento que ganhou destaque ao longo da CSW foi o momento de transição da liderança das Nações Unidas. Em meio às discussões, emergiu com força a expectativa histórica de que a organização possa, pela primeira vez, ser liderada por uma mulher. Mais do que simbólico, esse movimento representa a oportunidade de alinhar discurso e prática em uma instituição que tem a igualdade de gênero como um de seus pilares.

         A CSW deste ano reforçou que estamos diante de um momento de inflexão. Em meio a desafios complexos, há também uma capacidade concreta de mobilização, articulação e implementação que não pode ser desperdiçada. A igualdade de gênero se consolida, cada vez mais, como eixo estruturante de sociedades mais justas, inclusivas e sustentáveis, exigindo compromisso contínuo e ação coordenada de todos os setores.”.

((Gabriela Almeida. Gerente executiva de direitos humanos e trabalho do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 24 de março de 2026, caderno OPINIÃO, página 14).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 20 de março de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Conformar-se a Cristo

A Quaresma, celebrada pelos cristãos em preparação para a Páscoa, é caminho com muitos itinerários que ganham sentido a partir de um horizonte: o desafio espiritual de qualificar o ser humano, chamado a conformar-se a Cristo. Isto é, conquistar as mesmas feições e atitudes do Redentor da humanidade. O ser humano precisa interessar-se por esse desafio que é capaz de dar alento e sabedoria ao coração, permitindo-o alcançar respostas capazes de dar rumo novo à vida.  A busca por conformar-se a Cristo não pode se restringir às experiências vividas no seguimento de influencers, no cultivo de ídolos das artes ou dos esportes. Conformar-se a Cristo é a oportunidade de prover-se de uma fonte inesgotável de sentido para viver, de coragem para lutar por um mundo melhor e, assim, qualificar-se pela conquista de um tecido humano e espiritual da mais alta qualidade. Os caminhos para conformar-se a Cristo são muitos, de vários tons. O próprio sofrimento pode ser um ponto de partida.

Todo ser humano é visitado por situações de sofrimento, mas a dor, em si, não é capaz de fazer com que uma pessoa se torne boa. Já a experiência do sofrimento iluminada pelo sofrimento de Cristo, na sua paixão e morte, oferta de si na cruz, torna o ser humano melhor, possibilitando-o a compreender melhor a própria dor. À luz da oferta de Cristo na Cruz, o ser humano deve ofertar a si mesmo, para alcançar a redenção que todos precisam. E um ser humano comprovadamente qualificado, conformado à Cristo, tem a competência de não perseguir, mesmo se sofrer com perseguições, não ultrajar, mesmo se ultrajado, não caluniar, ainda que for vítima de calúnias. Um ser humano que se faz amigo de todos, movido sempre por misericórdia. Aqueles que vivem a própria dor à luz da oferta de Cristo aprendem a esperar sempre em Deus, particularmente nas circunstâncias difíceis.

Ensina o beato Columba Marmion que, esperar em Deus, repousar no seu seio, quando tudo corre bem, não é de grande virtude: o ser humano, apesar das dificuldades vividas, deve estar sempre convencido de que Deus jamais o abandonará, auxiliando-o a encontrar saídas, com sua sabedoria, seu poder e seu amor. Vale lembrar também o Papa Francisco quando apontava a vivência da Quaresma como anseio pelo sopro de vida que o Pai de Jesus e de todos não cessa de oferecer à humanidade. Conformar-se com Cristo é aprender e admitir que Jesus se fez fraco e cansado pelo caminho, fazendo-se homem, sendo Deus, por causa de cada ser humano. Provoca Santo Agostinho com fortes interrogações: de fato, que caminho pode percorrer quem está em toda parte e nunca ausente de lugar nenhum? Tenha-se muito presente, impactando-se, que Cristo se dignou a vir, não somente assumindo a carne, mas também a condição de escravo. Assumir a carne é o caminho percorrido por Ele.

Santo Agostinho lembra que Deus é o médico das almas, instituiu o tempo favorável, referindo-se à Quaresma. Um tempo suficiente aos justos para orar, e aos pecadores para suplicar; os primeiros pedem o repouso, os segundos pedem o perdão. A Quaresma é santa e salutar para conduzir o juiz à misericórdia, o pecador à penitência, o justo ao repouso. Portanto, um tempo para conformar-se a Cristo, despertando para o seu seguimento que inclui a prática da humildade para se chegar aonde ele chegou. Ele, Cristo, facilita a todos os seres humanos o percurso rumo à salvação.

Cristo é o caminho. Um caminho que deve ser trilhado com dois pés: a humildade e a caridade, conforme ensinam os santos. Para estes, a caridade atrai todos, mas a humildade é o primeiro degrau. Há de se começar sempre pela humildade. O conformar-se a Cristo faz de todo ser humano um viajante. Um viajante peregrino que deve ter na Palavra de Deus seu alimento diário, alimento da alma. Um pão que não deixa ressecar o coração, mas fortalece-o com sua substância rica e fecunda. O coração fica banhado da prece de um presbítero chamado Pedro Blois, que vale a pena recitar sempre e de coração: “Senhor, espero em ti! A tua sabedoria é infalível, teu poder invencível, tua bondade infatigável, teu amor sem fim.  Ainda que me veja flagelado ou em chamas, espancado ou morto, hei de esperar em ti, Senhor: contando que ajudes e me ensines a fazer a tua vontade; concede-me um sinal que me prove a verdade do teu amor para que te procure e em ti espere. És bom para quem confia em ti, para a alma que te procura. Tenho certeza que aqueles que te servem não são oprimidos, mas honrados, porque muito honrados são os teus amigos, ó Deus. (Sl 138,17). Vale a pena, é uma aposta exitosa e de ganhos perenes, esforçar-se, por algum caminho ou itinerário, para conformar-se a Cristo.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em fevereiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,81%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!