quinta-feira, 1 de outubro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA INDEPENDÊNCIA, DOGMATIZAÇÃO PENAL, SINERGIA DA SAÚDE E EDUCAÇÃO BÁSICA, COMBATE IMPLACÁVEL E SEM TRÉGUAS À INFLAÇÃO, CORRUPÇÃO, DESPERDÍCIO E DÍVIDA PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO APREÇO PELA DIGNIDADE, VALORES ÉTICOS, PRINCÍPIOS MORAIS, VERDADE, DIREITO, JUSTIÇA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA CONSTRUÇÃO DA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE (116/54)

(Outubro = mês 116; faltam 54 meses para a Primavera Brasileira)

“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor

No marco solene dos 204 anos de nossa Independência, movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as nossas riquezas e ferem a dignidade humana:

  • I — A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.
  • II — A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética, afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
  • III — O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
  • IV — A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde 1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso orçamento nacional.
  • V — A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano.

O Elo Dourado: A Resposta na Civilização do Amor

Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor, conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.

O caminho para essa redenção histórica começa no Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.

Sob o influxo do "gênio feminino", essas jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua maturidade aos 17 anos.

A urgência de um novo Farol de Alexandria para a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança. Ao educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que herdarão esta terra.

Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria, convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa, e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!

(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 25 de setembro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Apreço pela dignidade

Vai se tornando distante o tempo em que o ser humano considerava a sua própria dignidade como “o ouro” de sua vida. Lamentavelmente, cresce esse descaso em relação à dignidade: os avanços tecnológicos e comunicacionais contracenam com a perda do zelo pela própria honra. Consequentemente, ocorre uma banalização do mal, conforme constatam os filósofos. Um contexto que desvirtua a própria definição sobre o que é bom, restringindo-a às vantagens para se alcançar o bem-estar social. Esse desvirtuamento leva à perda de limites e a atitudes motivadas pela sedução por riquezas. Há, pois, carência de uma experiência sapiencial capaz de configurar parâmetros que qualifiquem o agir moral.  Com isso, processos existenciais e sociais são contaminados por mentiras e manipulações, corroendo os alicerces de uma sociedade justa e solidária.

Esquemas de “lavagem de dinheiro”, manipulações e aparelhamentos, em diferentes lugares, são sintomas da falta de uma experiência sapiencial. Não se busca sabedoria, ambiciona-se a esperteza. Aqueles que buscam construir a própria vida sobre os alicerces de lições sapienciais passam a ser percebidos com certa estranheza, pois torna-se cada vez cotidiana a opção pelas “facilidades” alcançadas via desonestidade.  O núcleo mais recôndito da consciência é tomado por uma escuridão que sucumbe o sentido nobre dos valores éticos e dos princípios morais inegociáveis. O domínio do dinheiro destrói o apreço pela honestidade, desfigurando o ser humano, que passa a ser avaliado ou definido a partir de suas posses.  A lógica que valoriza as posses, o poder e o dinheiro corrói a consciência moral.

O dinheiro seduz a tal ponto que se perde o bom senso, essencial para interromper os arquitetos de esquemas fraudulentos e aqueles que buscam manipular o semelhante, protegendo lisuras e a própria inteireza da dignidade humana. O viver humano, em seus muitos âmbitos, na política especialmente, mas também em outros campos, incluindo o religioso, está cada vez mais caracterizado por um relativismo que obscurece o sentido nobre e qualificado de cidadania. Esse cenário induz muitas pessoas a alcançarem uma conclusão desesperadora: a sociedade brasileira não teria saída para seus principais desafios, pela falta de seriedade na regência de processos, pela adoção de descaminhos, com pessoas que ferem mortalmente as instituições. Um contexto institucional desacreditado perde a capacidade para alargar horizontes, gestar novas respostas capazes de recompor o tecido social.

O acentuado relativismo faz com que o ser humano não valorize a própria dignidade, dificultando o surgimento de qualificados líderes. Cria-se um vácuo perigoso, propício ao surgimento de tiranos que, sem limites éticos, vidrados no poder, perpetram genocídios, regozijam-se com ataques e a destruição do semelhante. Passam por cima de leis internacionais e de compromissos com a paz. Por isso mesmo, há tantas guerras, complexas e de variadas formas, entrincheirando gente nos “fronts” de seus interesses, sem o mínimo compromisso com o bem comum. As portas se abrem a todo tipo de malevolência, vinganças e perversidades. Ao invés de lideranças confiáveis, dedicadas a qualificações sociais e políticas, convive-se com gente que se limita aos slogans fáceis, incapazes de ajudar na efetivação de esperadas conquistas pela sociedade. Um contexto que se agrava com a crise de credibilidade enfrentada pelos poderes que regem o Estado democrático de direito. A autoridade exercida de modo pouco altruísta perde a força essencial para inspirar transformações, levando instituições à derrocada e, consequentemente, o caos à sociedade. Para superar essa situação, os cidadãos devem reagir, mas jamais na via das radicalizações ou extremismos ideológicos.

A reação necessária é de ordem moral, cultivando o apreço pela própria dignidade, a exemplo do que faziam gerações antepassadas. Gera-se, assim, uma barreira que dificulta a proliferação do mal, debelando a sua força e abrindo alas para a vitória do bem. O contexto atual pede uma multidão de homens e mulheres que prezem, acima de tudo, por sua honra. Gente capaz de qualificar a cidadania e efetivar hábitos com a força para mudar rumos. Ecoem os preciosos ensinamentos do Papa Leão XIV, que cria a oportunidade de nova reflexão sobre a Magnífica Humanidade, a partir de sua carta encíclica. Leão XIV lembra que a humanidade, criada por Deus, se encontra hoje perante uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos. Pesa sobre os ombros da geração atual, frisa o Papa, a tarefa de fazer amadurecer a história como um lugar onde a dignidade de cada pessoa seja salvaguardada, a justiça promovida e a fraternidade possibilitada.

A tarefa e a responsabilidade envolvem todos, desafiando os cristãos a erguer os olhos para compreender e deixar-se interpelar pelo mistério do Verbo Encarnado, Jesus Cristo, que ilumina e dá sentido ao mistério da vida humana. O ponto de partida dessa grandiosa empreitada é o apreço pela própria honra. A decisão de ser honesto não custa fortunas, mas se configura como dinâmica revolucionária para produzir uma nova cultura. Essa decisão com força transformadora pede, pois, um gesto simples: o apreço pela própria dignidade.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a)     a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos) – e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental (6 – 14 anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em agosto, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,22%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade  –  “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- A transcendental convergência entre o Hospital da Criança – no  atendimento desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança Tripartite:

Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);

Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;

À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e recursos materiais,  financeiros, logísticos e patrimoniais!

 

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

                                                           E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!