quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E O PODER DA QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS, HUMILDADE, HOMBRIDADE, ÉTICA, ESPÍRITO PÚBLICO E VISÃO OLÍMPICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DAS DINÂMICAS CULTURAIS, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, BEM COMUM, COMPAIXÃO, IGUALDADE, ALTRUÍSMO, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE

“O exemplo de um copo d’água

Qualquer atitude tem o seu tempo, e o tempo não espera, continua seu curso. O STF já teve tempo de sobra para corrigir seus excessos. Agora uma longa conta chegou para complicar os ministros e assustar. “Qui gladio ferit, gladio perit (Quem fere com a espada, pela espada morre). 

Disse o menestrel: “O poder é uma droga”, altera, entorpece, especialmente quem não percebe que continua sendo um homem comum no meio de bajuladores e pedintes. Por isso um toque de cinza depois do Carnaval: “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó voltarás”. 

Esquecer-se de que o momento é fugaz pode ser fatal. O “gladio” não tem relógio nem alma.

O poder inebria quem não se preparou. O poder não diminui as responsabilidades, antes as aumenta exponencialmente. Trata-se, na prática, de um empréstimo de prerrogativas, concedido temporariamente a um simples ser humano. Algum mérito teve para chegar, mas deve considerar que qualquer gesto ou exemplo em cargo de poder se reflete numa cadeia de consequências, positivas e negativas, que deixam um saldo.

O patrimônio moral e intelectual no poder tem como se ampliar ou até se aniquilar em caso de excessos. O resultado depende da dedicação sincera e, muito, da humildade adotada. As teorias do bem de Marco Aurélio, duradouras, mais que do proveito de Maquiavel, fugazes, consolidam as ações de uma figura na história, que pode passar como portador de evolução ou de desgraça. Pode deixar saudades ou raiva. Apenas depende dele.

O poder é uma roupagem, um manto precisa vestir com sobriedade, naturalidade e genuinidade. A sofisticação pode embasbacar alguns, mas é mortal para os resultados, pois o bizantinismo se torna motivo de atraso nas entregas e gastos desnecessários.

Com a sofisticação o poder se enrola nas formas e se exaure nelas, enquanto os componentes do bolo precisam de essencialidade, com o sal, o açúcar e a farinha em dose coerentes. O poder não tem princípios antigos ou modernos, eles são universais.

Eu tive o privilégio e a bênção especial de participar de um encontro, improvisado de última hora, com o dalai-lama em Brasília. Cerca de 300 pessoas num salão do Congresso Nacional, há muitos anos, cobravam um contato com ele.

As cadeiras eram suficientes para cerca de cem pessoas, o restante dos presentes se apinhava nas escadarias e onde sobrava espaço. O calor do dia ensolarado e o local lotado não eram dos mais agradáveis.

Vestindo seu simples manto monacal e calçando sandálias, igual aos demais monges tibetanos, chegou sorrindo, tomou o lugar reservado, quando chegou de imediato um copeiro da casa e lhe serviu um copo d’água. Ele o recebeu, olhou para o copeiro, para a plateia e hesitou por alguns segundos. Em seguida, ele o ofereceu a um fotógrafo à sua frente, que, obviamente, não o aceitou e passou a oferecê-lo insistentemente aos outros mais próximos, até deixá-lo de lado.

Poderia parecer inusitado, mas um iluminado não age inconscientemente em momento nenhum, como um mísero mortal que vive adormecido a vida inteira. Tem plena consciência de cada instante, de cada detalhe e gesto. Evita pisar em formigas, vive integralmente desperto. Sua esfera se expande e, por onde circula, sua aura solar brilha.

No budismo os grandes mestres são aqueles que reconhecem, mais que os outros, a própria ignorância e trabalham para transformá-la em sabedoria, desapegando-se de qualquer premissa de superioridade em relação a quem quer que seja. Eles não satisfizeram a própria sede, deixando outros com sede.

Os gestos desse santo homem são declarações e, apesar de enigmáticos, se tornaram inesquecíveis. Quando passei a ter vislumbres da iluminação e seus efeitos nos seres humanos, compreendi que não podia ser diferente a atitude de um “santo” iluminado. Seus gestos carregavam a explicação da “compaixão”.

Com a oferta reiterada, com sorriso radiante, queria “apenas” dizer: “Se há um só copo d’água para matar a sede de tantas pessoas, a maior autoridade tem que ser a última a se servir...”.

Exatamente o contrário daquilo que nós vimos em nosso país, com autoridades brindadas com todas as mordomias, em contraponto a uma população excluída do essencial.

O dever do exemplo é irrenunciável para adquirir para a verdadeira autoridade, é orgânico, não fabricado. Respeitar a regra áurea do Reino de Deus: “Os últimos serão os primeiros, ou os primeiros serão os últimos”.

Se a autoridade máxima não der naturalmente o exemplo, será uma flor de plástico, uma enganação sem perfume e vida. Pior, o que acontecerá debaixo dele, nas camadas mais carentes de educação e de saber? A miséria, o caos, o conflito permanente. O mal, o egoísmo, as perversões se ampliarão.

O iluminado desenvolveu uma consciência oceânica, que o faz viver cada instante como fosse o mais importante e o último de sua passagem terrena, pois sabe que qualquer instante é igualmente importante, que sua existência é eterna neste universo.

Infelizmente vivemos numa sociedade ainda primitiva. O egoísmo impera onde deveria ser proibido e adquire seu ápice em líderes que abusam do desperdício e dos supérfluos. Isso é pago diretamente pelos inocentes, ao quais se deveria dar o exemplo, como o dalai-lama sabe oferecer até num copo de água fresca.”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 9 de fevereiro de 2026, caderno A.PARTE, página 2).

 Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 30 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Entraves culturais

As dinâmicas culturais podem ser vetor de impulso, ou de retrocessos, na busca pelo desenvolvimento integral da sociedade, compromisso com a vida de todos. O risco maior é quando subculturas assumem o comando de processos decisivos à promoção do desenvolvimento integral. Subculturas são aquelas constituídas por processos que buscam o atendimento de interesses particulares, em prejuízo aos anseios da sociedade. Elas promovem a relativização do bem comum, fazendo com que os pobres e vulneráveis paguem preço ainda mais alto. Subculturas têm força para impedir conquistas importantes para a vida de todos. Um mal que se torna evidente quando os debates políticos, ao invés de buscar discernir a melhor escolha para o bem de todos, se reduzem a disputas ideológicas, fecundadas por embates que formatam a polarização, promovendo retrocessos e estagnações.

O mundo da política, distanciado da nobreza do diálogo e da priorização do bem comum, se torna lugar de hostilidades, orientado aos interesses hegemônicos do lucro, longe de buscar contemplar o bem-estar de todos. Aqueles que estão no exercício do poder envolvem-se, facilmente, em um bate-boca estéril, colocando em evidência quem, de modo mais figadal, faz ataques. Esse cenário contribui para constituir um vício terrível: a mobilização da linguagem para construir uma autoimagem a partir da atitude iconoclasta de destruir a imagem do semelhante. A linguagem deixa, assim, de ser mobilizada para ajudar na construção de discernimentos essenciais ao desenvolvimento. Torna-se instrumento no contexto de disputas que consomem muita energia. Essa subcultura alicerçada na busca pela destruição de quem pensa diferente é alimentada pelo desejo de ser sempre maior que o semelhante. Um desejo que cega o ser humano para as reais necessidades de seu contexto social.

Quando se importa somente com o que é do próprio interesse, vira-se as costas para o bem comum de todos. E as sociedades mais desenvolvidas mundo afora partilham uma característica:  seus cidadãos não se interessam apenas pelo próprio bem, mas incluem no próprio horizonte o bem-estar de cada um. Não basta que uma pessoa ou pequeno grupo tenha moradias dignas, com muito luxo, enquanto tantos outros sofrem em lugares inadequados, insalubres. Não são suficientes medidas que melhoram a mobilidade urbana de alguns privilegiados, insensivelmente tratando os anseios dos mais pobres. Igualmente grave é deixar-se aprisionar no propósito da autopromoção, buscando trunfos em disputas eleitorais, ou mesmo reconhecimento social. A cegueira em relação à importância do semelhante gera um distanciamento da compreensão sobre a importância de se saber administrar as diferenças, reconhecendo que todas as pessoas partilham a mesma dignidade. Essa compreensão promove equilíbrio social.

Sociedades mais desenvolvidas, obviamente, também são cenário de embate entre suas diferenças, mas seguem parâmetros nos quais o bem comum é prioridade. Sem esses parâmetros, os esforços se concentram nos embates, distanciando as ações governamentais do bem de todos. São desperdiçados recursos a partir das dinâmicas da corrupção e tantas outras que ameaçam o bem comum. O desarvorado desejo de possuir sempre mais, acumulando bens ilimitadamente, precipita pessoas, segmentos da sociedade e instituições no abismo da imoralidade e da falta de ética. As consequências são sentidas no dia a dia, com inadequações no tratamento da infraestrutura urbana, viária e de outras prioridades quando se busca o equilíbrio social. A vida simples, vivida com qualidade, é substituída pelo esbanjamento, fecundado por vaidades. A sede de possuir sempre mais alimenta a crescente violência e acentua diferentes tipos de adoecimento.

Importante lembrar que o mundo contemporâneo enfrenta uma epidemia de depressão, enfermidade que ameaça a vida de muitas pessoas. Padece também com a depressão social, consequência do crescente abismo que divide ricos e pobres.  Para vencer esses males, deve-se também buscar construir uma cultura da paz, a partir de relações sociais mais igualitárias e do enfrentamento de subculturas que minam a unidade e a comunhão na vivência da fé, que subtraem da política o seu sentido nobre, que produzem miopias. Subculturas que estagnam governantes, reduzem o patriotismo ao mundo esportivo, impedem investimentos em patrimônios culturais duradouros que ancoram identidades, memórias e valores. A lista de subculturas é enorme. Urge-se, permanentemente, um deliberado e vigoroso processo de tomada de consciência, adoção de novas dinâmicas, correção de procedimentos para não enjaular uma sociedade no atraso, desperdiçando seus muitos recursos. O combate aos entraves das subculturas tem, mundo afora, referências inspiradoras, que podem ajudar a promover o desenvolvimento integral. Sejam superados esses entraves, por uma sociedade ancorada na justiça e na solidariedade.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em janeiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, línguas, cidades e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!