segunda-feira, 3 de agosto de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES, DESAFIOS E POTENCIALIDADES DA QUALIFICAÇÃO DA POLÌTICA NA ESCOLA, COERÊNCIA, EMPATIA, AMOR À VERDADE, COMPAIXÃO E ALTRUÍSMO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DAS VIRTUDES CÍVICAS, ÉTICA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, LIBERDADE, DIREITO, JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE (114/56)

  (Agosto = mês 114; faltam 56 meses para a Primavera Brasileira)

“Educação política na escola

       A aprovação da Lei 15.468/2026 reforça que a educação brasileira deve contribuir para a formação cidadã dos estudantes. Embora a Constituição Federal já estabeleça esse princípio desde 1988, transformá-lo em realidade nas escolas ainda continua sendo um desafio. É justamente nesse ponto que s nova legislação merece reflexão.

         A nova lei altera o texto do artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – 9.394/1996, e estabelece a obrigatoriedade da abordagem de conteúdos relacionados à educação política e aos direitos da cidadania. Não significa que seja necessária uma nova disciplina, mas a lei define a inclusão desses conteúdos específicos ao currículo da educação básica.

         O desafio não reside apenas em inserir conteúdos sobre política no currículo, mas a verdadeira questão dessa discussão é saber se as escolas estão preparadas para formar sujeitos críticos em um contexto marcado pela desinformação, pela polarização social e pela baixa participação dos jovens nos espaços coletivos de decisão. Não acredito que uma mudança legislativa, por si só, será capaz de produzir modelo de cidadania mais ativa.

         A formação política não se constrói apenas pelo acesso a conceitos sobre democracia, direitos ou instituições públicas. Ela se desenvolve no cotidiano, ou seja, quando os estudantes aprendem a dialogar, argumentar, participar de decisões coletivas e conviver com a diversidade. Essa necessidade torna-se ainda mais evidente ao observarmos os jovens e sua relação com a política.

         Segundo a pesquisa Juventudes Brasil, da Fundação Friedrich Ebert, 66% defendem a democracia como a melhor forma de governo, mas 58% consideram lideranças fortes mais eficazes do que partidos e instituições na solução de problemas sociais. Esse contraste reforça a importância de uma educação política que vá além dos conteúdos e promova experiências concretas de participação democrática.

         Além disso, para tornar essa nova lei realidade educacional, é preciso que haja investimento na formação docente. Não se trata apenas de preparar professores para abordar temas políticos, mas de formá-los propor a análise de diferentes perspectivas e o respeito ao pluralismo, que são elementos indispensáveis em qualquer sociedade democrática.

         A inclusão da educação política no currículo escolar como abordagem obrigatória pode representar um passo importante na direção de fortalecer a democracia brasileira. Mas seu impacto será ineficaz se não tivermos mudanças mais profundas na cultura escolar.

         Portanto, a formação de cidadãos democráticos e pensantes não se resume ao estudo de conteúdos, mas, sim, por experiências democráticas que são e devem ser vividas dentro e fora das escolas.”.

(Luciana da Silva Rodrigues. Mestre em educação profissional e tecnológica (*), em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 28 de julho de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).

(*) Professora de pós-graduação na área educacional do Centro Universitário Internacional Uninter”.

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 24 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Verdade e democracia

Cada ano eleitoral coloca em evidência o desafio de se construir candidaturas com credibilidade, à altura das demandas e dos cargos. Mas, há uma grave crise de credibilidade provocada pela falta de respeito à verdade, escanteada por mediocridades nos planejamentos estratégicos. Consequentemente, não se consegue oferecer respostas rápidas e condizentes com as necessidades da população. Essa carência de respostas adequadas é também em razão da habitual corrupção de princípios e finalidades que atinge frontal e destrutivamente o tecido social. Desconsiderada a verdade, desfere-se um golpe no bem comum, há grande perda para a democracia. Por isso, neste ano eleitoral, torna-se ainda mais oportuno retomar reflexão importante feita pelo Papa Leão XIV, na sua Carta Encíclica Magnifica Humanitas: as grandes transformações do momento atual têm repercussões nos gestos cotidianos e nas relações sociais. Consequentemente, é preciso redescobrir a verdade como bem comum, tutelar a dignidade do trabalho e salvaguardar a liberdade contra todas as formas de dependência e mercantilização.

Atenção especial há de se dar à comunicação política, em razão de plataformas digitais e de sistemas de inteligência artificial, para evitar a lamentável perda de oportunidades na promoção de um debate qualificado, com força construtiva e capaz de contribuir para formar lideranças mais preparadas. Ao invés de oportunidades, convive-se com narrativas distorcidas e mecanismos que buscam dificultar a distinção entre o verdadeiro e o falso, configurando uma verdadeira “babel” no mundo da política. Multiplica-se, assim, o poder de mentiras e de ilusões. São manipulados conteúdos, imagens, disseminando desinformações, expondo os cidadãos a perspectivas parciais e enganosas, adverte o Papa Leão XIV. Um modo de agir que ameaça a própria comunicação, dependente da confiança social.

Na Carta Encíclica, o Papa lembra que o discurso público contempla uma dimensão racional, ou seja, requer averiguação, correspondência com as fontes e responsabilidade argumentativa. Na contramão dessa compreensão está o desserviço prestado à sociedade em razão de narrativas manipuladas e falsas. Um modo de se expressar que, enganosamente, é considerado o caminho fácil para se alcançar objetivos, inclusive sucesso eleitoral. Comprometida a verdade, os vínculos de confiança ficam estremecidos, com incidência negativa sobre o bem comum. Alerta o Papa Leão XIV: quem dispõe de importantes recursos técnicos e econômicos, e contando também com recursos humanos abundantes, tem grande capacidade de desencadear mudanças culturais, convencer um número significativo de pessoas sobre qual é a verdade a respeito do ser humano, do mundo, do sentido da existência, da família e até de Deus. Quando se busca, simplesmente, impor o que se deseja ou considera interessante, configura-se um poder desprovido de verdade.

A falta de compromisso com a verdade, restringindo-a a perspectivas egoístas, é uma raiz maligna e difícil de se reconhecer. Leão XIV explica que o homem moderno se convence, erroneamente, de que é o único autor de si mesmo, da sua vida e da sociedade. Trata-se de uma presunção produzida e alimentada pelo enjaular-se em si mesmo. O Pontífice cita o Papa Francisco, que sublinhava a capital importância de se amadurecer um vivo respeito pela verdade da dignidade humana. Esta dimensão deve se tornar uma convicção para garantir a nobreza da sociedade e sua respeitabilidade, com incidências sociais e políticas de grande relevância. Sem buscar a verdade uma sociedade não tem nobreza e convive com o enfraquecimento da democracia. Afinal, bem afirma o Papa, o desinteresse pela verdade leva, lenta, mas inexoravelmente, ao totalitarismo, segundo o qual o súdito ideal, como escreveu a filósofa Hannah Arendt, não é tanto aquele ideologicamente convencido, mas aquele para quem já não existe a diferença entre o fato e a ficção, nem a diferença entre verdadeiro e falso.

O compromisso com a verdade constitui, pois, o único caminho para que não sejam perdidas conquistas democráticas. Vale lembrar o que disse Jesus, uma promessa e um compromisso: conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Avança no conhecimento da verdade quem se radica na escuta, remédio que cura a vanglória, a soberba e a arrogância, predicados negativos que atrasam processos, comprometem o desabrochar de instituições e enjaula pessoas na mediocridade. A busca pela verdade possibilitará um novo ciclo na vida política e social. Na direção oposta, a sociedade continuará, política e culturalmente, submissa a partidarismos, polarizações e manipulações, particularmente refém do poderio econômico que desconsidera o bem comum, que mesquinhamente desconsidera a luta por uma sociedade justa e igualitária.

Sem o compromisso com um agir iluminado pela verdade não se edifica a democracia, atenta-se contra ela. Buscar amar sempre mais a verdade é desafio que contribui para um terapêutico equilíbrio humano, expressa compromisso indefectível com o bem comum, selo de qualidade de toda cidadania. Um exercício que ajuda a alicerçar a sociedade em promissoras bases socioculturais, capazes de possibilitar o surgimento de qualificadas lideranças, pessoas com adequado discernimento para reconhecer o profundo vínculo entre verdade e democracia.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em junho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,64%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!