sexta-feira, 24 de abril de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA APRENDIZAGEM, APURADA PEDAGOGIA, PLASTICIDADE CEREBRAL, SOLIDEZ DO CONHECIMENTO, CRIATIVIDADE E AUTONOMIA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA MISERICÓRDIA, EXTREMO ZELO COM A CASA COMUM, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, ALTRUÍSMO, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Avaliação com intencionalidade pedagógica

         Avaliar vai muito além de atribuir notas ou verificar acertos e erros. Como apontam estudos contemporâneos da educação, a avaliação precisa ser compreendida como parte integrante do processo de aprendizagem, e não apenas como sua etapa final (Hattie, 2017).

         A avaliação, quando realizada com intencionalidade pedagógica, torna-se um instrumento potente de aprendizagem, orientação e reflexão. É por meio dela que o professor compreende o percurso do aluno, identifica avanços e dificuldades e direciona intervenções mais assertivas. Nesse sentido, cada marcação feita uma avaliação carrega uma mensagem – não apenas para o aluno, mas também para a família – sobre o cuidado, o olhar e o compromisso da escola com o processo de aprendizagem.

         Um dos aspectos que merecem atenção especial é a sinalização dos erros ortográficos. Quando esses erros não são apontados, perde-se uma oportunidade valiosa de intervenção pedagógica. Além disso, transmite-se a ideia de que tais aspectos não são relevantes no processo de aprendizagem.

         À luz da neurociência, sabe-se que o cérebro da criança e do adolescente aprende por meio de processos de repetição, feedback e ajuste, conforme apontam estudos sobre plasticidade cerebral e aprendizagem (Dehaene, 2012); Sousa, 2014). Autores como Lev Vygotsky também destacam a importância da mediação e da intervenção qualificada do adulto para a consolidação do conhecimento, evidenciando o papel do outro na construção das aprendizagens (Vygotsky, 1998).

         Quando o erro não é sinalizado, o cérebro tende a consolidar aquela forma incorreta com referência, fortalecendo conexões neurais inadequadas. Por outro lado, quando há intervenção clara e consistente, o aluno é levado a revisar, refletir e reorganizar seu pensamento, favorecendo a construção de registros corretos.

         Assim, a correção cuidadosa não apenas aponta o erro, mas contribui diretamente para a sistematização da aprendizagem e para o desenvolvimento da escrita.

         Outro ponto essencial refere-se à qualidade das respostas apresentadas pelos alunos. Nessa perspectiva, Jean Piaget já evidenciava que o conhecimento é construído ativamente pelo sujeito, exigindo organização de pensamento, coerência e elaboração progressiva das ideias (Piaget, 1970). Avaliar com intencionalidade implica observar se as respostas são completas, coerentes e consistentes com o que foi solicitado. Respostas superficiais, ainda que parcialmente corretamente, não podem ser equiparadas àquelas que demonstram elaboração, organização de ideias e domínio de conteúdo. É fundamental que o professor tenha clareza dos critérios utilizados, garantindo que respostas semelhantes recebam avaliações equivalentes, evitando incoerências que fragilizem o processo.

         O rigor nos critérios de correção também se mostra indispensável. Estudos sobre mentalidade de aprendizagem indicam que feedbacks claros e criteriosos contribuem significativamente para o avanço do aluno (Dwek, 2006). Atribuir pontuação máxima a respostas incompletas ou pouco desenvolvidas pode comprometer a fidedignidade da avaliação e gerar uma percepção distorcida sobre o real desempenho do aluno. O rigor, nesse contexto, não deve ser entendido como rigidez, mas como compromisso com a qualidade e a justiça no processo avaliativo. Trata-se de assegurar que a nota atribuída represente, de fato, o nível da aprendizagem demonstrado.

         Por fim, é importante reconhecer que a avaliação é um instrumento de comunicação. Ela expressa às famílias não apenas o desempenho do aluno, mas também a seriedade do trabalho pedagógico desenvolvido pela escola. Quando conduzida com atenção, critério e intencionalidade, fortalece a confiança na instituição e contribui para uma cultura de aprendizagem mais consistente.

         Avaliar, portanto, é um ato pedagógico que exige reflexão, alinhamento e responsabilidade, sendo peça-chave na construção de uma educação de qualidade.”.

(Rosana Faria de Vasconcelos Vilaça. Especialista em neurociência, PNL e psicologia da educação, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 20 de abril de 2026, caderno OPINIÃO, página 14).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.aarquidiocesebh.org.br, edição de 17 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Vigor da misericórdia

         ‘A misericórdia não é sinônimo de fraqueza’, advertiu o Papa Francisco, durante a vivência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. Trata-se de uma verdade que merece alcançar, mais fortemente, muitos contextos deste tempo contaminado por tantas perversidades. O caminho da misericórdia permite convencer-se da importância da reconciliação e do perdão, vivências inegociáveis na conquista da paz em todos os níveis e instâncias. Trata-se de uma dinâmica com força terapêutica para quem a pratica, e particularmente significativa para quem é destinatário da misericórdia. A desconsideração do caminho da misericórdia é refletida nas relações interpessoais, com desestruturações que impactam as famílias, as amizades, levam a manipulações nas instituições, corroem o sentido da gratidão. O distanciamento desse caminho é expresso nas violências da sociedade global, contaminada por tantas perversidades, desde aquela que alimenta a indiferença em relação à miséria dos pobres, até a calamidade das guerras que vitimam inocentes, a partir do exercício tirânico e inconsequente do poder. Um poder que pode meter medo nos fracos e nos submissos, mas encontra resposta à altura na profecia dos promotores da paz, alicerçados na nobreza da cidadania ou na clara consciência do papel da fé na semeadura da paz.

Avançar no caminho da misericórdia, aprendendo suas lições para adequadamente praticá-la, é compromisso cidadão e testemunho de fé. Se um coração não repatria sentimentos e valores da misericórdia, corre sério risco de inspirar posturas raivosas, discriminatórias. Permite-se impor escolhas egoístas e pautar-se pelo ressentimento. As consequências são desastrosas no cotidiano, com impactos nos relacionamentos e nos rumos institucionais. A misericórdia não é fraqueza. Ao invés disso, tem um vigor próprio que permite alcançar experiência espiritual elevada e, consequentemente, conquistar a sabedoria que alicerça um agir nobre, construtivo. Aprender sobre misericórdia é um horizonte de riquezas humanísticas e espirituais sem risco algum para a promoção da justiça e fidelidade à verdade e na prática da justiça.

Os cristãos sabem que a referência maior e perfeita da misericórdia é Jesus Cristo, rosto da misericórdia do Pai. Ele revela plenamente a misericórdia de Deus, Ele é o centro do mistério da misericórdia, fazendo com que ela se torne a lei fundamental no coração de cada pessoa. Um remédio eficaz no combate às violências, um corretivo e equilíbrio nas circunstâncias de irascibilidade tão presente no dia a dia. Priorizar a misericórdia é corrigir, com vigor, adoecimentos e ações perversas que moram, até inconscientemente, no coração humano. Ora, a misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, chamados todos a colocar a porta da misericórdia no próprio coração. Assim, derrubar muralhas construídas por maus sentimentos, feridas não curadas. Diferentemente das marcas comuns da severidade, a misericórdia cura. A conhecida narrativa evangélica do bom samaritano é sempre exemplar e instigante. Aquele estrangeiro, além de ter cuidado do homem que caíra nas mãos de ladrões e assaltantes, levou-o a uma hospedaria e, antecipadamente pagando as despesas, recomendou: “Cuida dele”.

“Cuida dele” é expressão que traduz um compromisso que une todas as pessoas:  cuidar do semelhante, servi-lo em todas as circunstâncias, fruto de uma força que vem de Jesus Ressuscitado, pela ação do Espírito Santo, mestre de santidade e de verdadeiro humanismo. E assim, permear o mundo com a misericórdia, em gestos e palavras, para ajudar a construir nova civilização, marcada pela lógica do amor. O amor é a onipotência de Deus. Inspira saber que Deus mostra seu poder exatamente quando perdoa e se compadece. Deus é paciente e misericordioso, fazendo sua bondade prevalecer sobre o castigo e sobre a destruição. A Palavra de Deus, em diversas circunstâncias, revela o segredo de como não comprometer a justiça e alcançar o patamar maior, mais amplo e duradouro da misericórdia. É um amor que nasce de um sentimento profundo feito de ternura e compaixão, de indulgência e perdão. O salmo 136 canta: “Eterna é a sua misericórdia”, em referência ao amor de Deus.

A força própria da misericórdia, longe de ser a lógica permissiva de se fazer “vistas grossas”, é um movimento com propriedades para mudar rumos da história, curar corações aquebrantados, restaurar laços e fazer a experiência esperançosa e consoladora do amor. Jesus é o ápice das lições de misericórdia, reveladas especialmente nos diálogos com seu Pai. O Mestre movia-se sempre pela compaixão, uma compaixão que dá tempero e luminosidade à racionalidade. A misericórdia transluz o olhar do misericordioso e o provê com uma sabedoria que revela a justiça.  A misericórdia é a porta da fraternidade, o caminho inequívoco dos diálogos, a fonte inesgotável da sabedoria, o gosto saboroso da consideração e respeito aos semelhantes, ainda que sejam inimigos. O vigor da misericórdia responsabiliza todos com o bem de todos, com a compaixão pelos pobres e fragilizados. A misericórdia é a arquitrave da vida da Igreja, disse o Papa Francisco. Não pode ser diferente na vida dos filhos e filhas de Deus. A cultura atual ganhará muito, rumos novos e surpreendentes, ao retomar o sentido e o vigor da misericórdia. O começo está sempre no amor, caminho primordial para a paz. Com o vigor da misericórdia pode-se fazer uma nova aposta humanística, uma revitalização da multilateralidade na política, reconciliação com inimigos, conquista de uma alegria duradoura no coração humano, promoção de um desenvolvimento integral na economia. Inteligente e sábio é buscar o vigor da misericórdia.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em fevereiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,81%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!