sexta-feira, 29 de maio de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E SOMBRAS PARA A BOA GOVERNANÇA, ESPÍRITO REPUBLICANO, EXTREMO ZELO COM A CASA COMUM E QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA FORÇA DO PATRIOTISMO, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, ALTERIDADE, JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“A incompetência faz a dívida

       A Copasa foi uma das maiores beneficiadas por recursos bilionários da Vale, sendo triangulados pelo governo de Minas Gerais para pagamento de seus encargos contratuais. Suas “maiores dívidas” estão sendo quitadas “diretamente” com os valores do acordo de reparação pela tragédia de Brumadinho.

         Proporcionam-se, dessa forma, ganhos mirabolantes para todos os acionistas da Copasa. Estes são, em parte, públicos, do governo do estado de Minas Gerais, com 50,03%, e outra parte, de 49,97%, são acionistas privados listados na Bovespa.

         O governo de Minas, por meio de sua ingerência na destinação das verbas da Vale, excluiu, com manobras sorrateiras, os mais legítimos destinatários das reparações: os municípios do Vale do Paraopeba. Direcionou a esmo mais de 90% dos R$ 37,5 bilhões, e nesse caso está quitando a quase totalidade dos encargos da Copasa, beneficiando municípios fora do perímetro impactado. O desvio de finalidade se tornou colossal.

         O fluxo de finanças vultosas, alguns bilhões, alivia a Copasa, cujas tarifas cobradas da população permanecem elevadas e imunes ao reflexo dessa quitação. Assusta, ainda, ver como os compromissos da Copasa são quitados com recursos públicos, gerando ganhos mirabolantes aos investidores privados, que assistem de camarote. O acionista estado de Minas Gerais, que detém metade das obrigações, quitou 100% delas sem participação dos restantes acionistas. O impacto gerou uma valorização patrimonial de cerca de R$ 5 bilhões apenas para esses sortudos acionistas.

         O aporte deveria ser realizado diretamente como aumento de capital da Copasa. As novas ações diluíram a participação dos privados e aumentaram a do estado, provavelmente em 20%, passando a Copasa para 70% e os restantes para 30%, gerando, ainda, um ganho de 50% no valor das ações, que aumentaram 160%.

         É claro que o benefício do estado representa ganho para a população de Minas, dona do estado.

         O que se assiste é que dinheiro público legalmente destinado a um consórcio de municípios impactados passou a ser expropriado e gerido a bel-prazer pelo estado, fazendo uso eleitoral, à moda Papai Noel, para esquentar a eleição dos seus candidatos? Nesse caso “quita” dívidas da Copasa e concede aos acionistas listados na Bovespa mais de R$ 5 bilhões em valorização. Um ganho de R$ 38 por ação, que subiu de R$ 22,53 para R$ 60,35 em 12 meses.

         Atrás disso, em modelo de privatização que já desencadeou um Carnaval de especulações conduzidas pelos mesmos fundos interessados em arrematar a Copasa.

         Parece um golpe? Os R$ 5 bilhões ou mais já concedidos aos privados poderiam ter sido um ganho direto do estado. O prejuízo para Minas Gerais, por causa desses lançamentos e movimentações, pode passar, afinal, De R$ 10 bilhões, tanto pela valorização quanto pelas vendas de uma participação maior.

         Na prática, o ganho de aumento de capital “dissimulado”, assumindo os encargos da estatal, já foi transferido para o setor privado.

         A incompetência do governo atual, de certa forma, perpetua incompetências anteriores, que deixaram o endividamento dos mineiros chegar a R$ 200 bilhões por meio de operações em que esta Copasa segue as “regras”.

          Esse caso, conduzido com mais atenção para o interesse público, poderia render muito mais à saúde do erário de Minas.

         É preciso ressaltar que a Copasa, mais do que qualquer ente de serviços públicos essenciais, impacta a veia da qualidade de vida e saúde da população mais carente. Essas manobras podem vilipendiar o interesse público e gerar mais uma perda de uma dezena de bilhões de reais com a judicialização dessa venda.

         Carece de rigor e competência o processo de privatização. Os aportes de capital poderiam vir com aumento de capital da Copasa subscrito pelos municípios, não com atropelos e pressões sobre prefeitos. Típicas atitudes em final de mandato em plena pré-campanha, em conflito com a lei que dispõe sobre a nulidade de medidas extraordinárias nesse período.

         Esse acordo provavelmente será questionado e anulado por quem assumirá em 2027 a cadeira de governador. Pode até ser o primeiro ato do futuro mandatário renegociar o acordo de pagamento da dívida do estado, reformando negociações prejudicadas.

         A privatização da Copasa deveria ser discutida no próximo ano, não no apagar das luzes e da forma temerária com que vem ocorrendo.

         Provavelmente, alguém com preocupação com efeitos que caem em cascata sobre a população – e um mínimo de competência – poderá melhorar as negociações e até evitar essa privatização, que não se faz necessária por várias razões econômicas e pela relevância dos serviços públicos prestados. É o que muitos esperam.”.

(VITTORIO MEDIOLI, vittorio.medioli@otempo.com.br, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 25 de maio de 2026, caderno A.PARTE, página 2).

 Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 22 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Patriotismo social

O amor à pátria é essencial ao exercício da cidadania por envolver o senso de pertencimento que gera coesão, ajuda a desenvolver a solidariedade, alinhando metas e propósitos no mesmo horizonte. Nessa direção, o amor à pátria pode até ajudar a tornar as diferenças uma riqueza, pois trata-se de nobre sentimento capaz de congregar pessoas ao redor de um mesmo ideal. Boa parcela da população brasileira reaviva esse amor quando chega o tempo da Copa do Mundo. A paixão pelo futebol, com a força de sua tradição, se amalgama com nobres sentimentos de pertencimento e, todos juntos, quase que com um só coração, anseiam pela vitória final de sua seleção. A torcida pela seleção nacional permite vislumbrar, ainda que de modo opaco, o que seria um contexto de irmandade entre todos. Importa a nação vitoriosa, com seu povo agraciado pelo troféu, com o santo orgulho de mais uma estrela alcançada. Esse movimento que congrega é um espetáculo até longo, quarenta dias, mas, sob a perspectiva social, dura pouco, especialmente na percepção de quem aguarda um novo dia, com mais respeito à dignidade humana e aos direitos civis.

A força do patriotismo, marcada pela paixão esportiva, protagonizando nomes de craques-estrelas, guarda uma nostalgia. Convive com a falta de patriotismo para a confecção de um tecido social menos esgarçado, capaz de promover a abertura de um novo ciclo na história de um povo. Bem ao contrário dos sentimentos que irmanam brasileiros em torno da competição esportiva, as eleições, a serem disputadas este ano, alimentam a divisão e as disputas figadais. Embates que atrasam a conquista de troféus essenciais:  o bem comum, a promoção de uma nação justa e solidária, em sintonia com as suas condições singulares, as suas riquezas naturais e históricas. Tantos personagens inspiradores, com grandes feitos, inscreveram-se na trajetória do país, mas não ganham a projeção de craques-estrelas. E a nação, ao invés de ser embalada pelo sonho de uma conquista em igualdade social, resvala-se no precipício da desigualdade, em razão de esquemas de corrupção, de interesses estreitados pelo egoísmo e mediocridades que contaminam o exercício de responsabilidades na representação pública.

A paixão e a torcida por uma nação, em todos os seus cantos e recantos, edificada no horizonte de um verdadeiro desenvolvimento integral se torna, ao que parece, cada vez mais inalcançável. Falta lucidez na condução de processos, contaminados pelas estreitezas de interesses partidários, por uma subcultura que distancia a política de sua nobreza, da sua força própria e indispensável. O egoísmo que contamina a política é um vírus que ataca por todos os lados e impõe atrasos ao país, impedindo-o de alcançar metas que configurem o desenvolvimento integral, sonhado troféu. Um dos sintomas graves desse vírus é a estratificação social que evidencia a grave desigualdade vivida no Brasil, obstáculo no caminho para um desenvolvimento à altura do conjunto das riquezas da nação. A grandeza da nação, na força do seu povo, de suas riquezas, torna-se insuficiente para impulsionar mudanças pela falta de craques capazes de protagonizar “boas jogadas”: líderes que façam o país avançar e conquistar estrelas.

A subcultura que impede a conquista de estrelas no campo social e ameaça a vida cidadã é alimentada de muitos modos. Revela-se quando parcela significativa da população perde o gosto e o interesse pelo trabalho, fazendo com que o time não passe do meio campo e, consequentemente, permaneça incapacitado para fazer o gol. É preciso comprometer-se com o mundo do trabalho, promovendo legislações adequadas e lúcidas, a capacitação de trabalhadores, cultivando o sonho de vitórias que signifiquem conquistas para todos. As narrativas dos falastrões, dos que fazem promessas enjauladas em mediocridades humanísticas, fazem valer a hegemonia e o reinado dos poucos que usufruem, de modo injusto e inadequado, do bem de todos. O grito uníssono de gol celebrando o time que está vencendo precisa inspirar o mundo da política brasileira para que seja alcançada nova etapa de desenvolvimento. Para além da paixão esportiva, cultive-se um patriotismo social fecundando os preparativos e celebrações democráticas das próximas eleições, caminho para que a sociedade brasileira avance nos trilhos da igualdade solidária.

A sociedade brasileira pede ações que enfrentem os cenários de exclusão social, atrasos, especialmente na infraestrutura e na promoção de trabalho digno para todos, para tornar-se detentora do troféu da justiça e do desenvolvimento social integral, uma nação vitoriosa e exemplar. A Copa do Mundo fecunde sentimentos de pertencimento que se desdobrem na vida cidadã, para colocar o Brasil, por meio de suas instituições e segmentos, particularmente com a realização das próximas eleições, em um horizonte sempre mais democrático, em trilhos que façam o “trem” ganhar grande velocidade, em respeito a todos, especialmente aos pobres e sofredores, vítimas de exclusões, exilados por subculturas. O sentimento de pertencimento capaz de ajudar a transformar a sociedade, promovendo o respeito à dignidade humana, é a estrela que falta. Seja, pois, sonhado um grito de vitória alcançado pela força do patriotismo social.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em abril, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,39%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!