“Novos e poderosos
Eu
nasci e cresci respeitando os adultos e os mais velhos. O que me deixava numa
situação de subordinação natural era a forma deles de agir. Admirava a
segurança, os acertos, a confiabilidade e, ainda, a forma tranquila de explicar
as razões de suas escolhas e conselhos. Estas se inspiravam nas experiências
próprias e, mais ainda, naquelas dos pais deles.
Havia
uma sequência de tradições que deixavam mais acertadas suas atitudes.
Precisava, antes de tomar uma decisão, me aconselhar, enxergar o momento
através dos olhos mais experientes. Respeitava a experiência deles, a sabedoria
que nas dúvidas clareava as minhas decisões.
Evitei
muitos desastres, fortaleci minha trajetória e hoje, “olhando pela popa”,
reconheço quanto foram bons certos conselhos. Um deles era fundamental: não
tenha pressa, tudo tem seu tempo. Uma fruta tem que ser colhida na sua estação:
antes, é amarga; depois, apodrece.
Nunca
foi fácil a relação entre gerações. Tivemos filhos que mataram o pai para tomar
o lugar dele, entretanto, se analisarmos o fim desses patricidas, descobriremos
o insucesso e mesmo um fim trágico. Hoje, nas gerações contemporâneas, especialmente
na última, crescidas nas nuvens do mundo virtual e acelerada pela IA num ritmo
até então desconhecido pela humanidade, a distância entre os costumes dos pais
e os dos filhos se ampliou. Por vezes, as linguagens de um são indecifráveis
aos outros.
A
sensação dos jovens é ter pais obsoletos, ultrapassados, incapazes frente a
novas oportunidades. Isso é um problema. Contudo, a existência da raça humana e
suas características de desenvolvimento não prescindem da experiência, do freio
aos instintos juvenis que aparecem com o decorrer da idade. Temos jovens
inteligentes, mas inexperientes. Aparentemente superiores, porém sem visão dos
“princípios” até morais que regem a vida.
Hoje, a
IA gerou a desconfiança. Os olhos e os ouvidos podem ser enganados, e por eles
cerca de 90% das sensações transmitidas ao cérebro são falseadas. Nesta semana
verificamos que dois “moleques” funkeiros teriam lavado cerca de R$ 260
bilhões. Não sei se é verdade, mas, se fossem apenas R$ 260 milhões, já seria
um absurdo.
Carros
de luxo, joias, mansões e tudo que é ostentação entram no repertório
“obrigatório” desses fenômenos. Poder sem experiência e sem princípios morais
gera o ambiente bíblico de Sodoma e Gomorra.
Os
negócios passam pelos vícios, os vícios determinam negócios. A luxúria, a gula,
o desperdício, a violência e todo o repertório de crimes contemplados no Código
Penal são perpetrados. A conexão degenerativa com as organizações criminosas –
nota-se olhando com atenção – está presente nesses fenômenos. Retroalimentam-se
e se fortalecem, se aceleram no crescimento e na degeneração.
A
geração Z abriga “jovens” bilionários
entre os mais ricos.
Em 2024,
Eduardo Saverin, com apenas 43 anos, chegou a ser apontado como o brasileiro
mais rico da história, com uma fortuna estimada em US$ 155,9 bilhões, cerca de
R$ 800 bilhões, após forte valorização das ações da Meta – controladora do
Facebook, Instagram e WhatsApp.
Saverin
é um exemplo que permite aos jovens sonhar com o milagre. Ele, antes de
completar 30 anos, já era multibilionário e deverá chegar a ser o primeiro
trilionário verde-amarelo, com ganhos ligados apenas ao mundo virtual.
Os
infantobilionários se multiplicam e
aceleram os sonhos de uma geração que de conexão com as tradições e a
experiência pouco ou nada tem. Seguir o caminho dos pais se tornou raro, até
porque explodiram novas ocupações, novas oportunidades, que os pais não
tiveram.
Contudo,
a experiência, a capacidade de extrair do mundo real resultados, se liga a
regras universais. Uma elite nova e poderosa, sem sabedoria e, pior, sem saber
que ainda não aprendeu o que apenas o decorrer dos anos e as experiências
concedem, se torna um risco, tanto para ela quanto para a humanidade.
Esses
jovens precisam ostentar, precisam “ter”, mais do que “ser”. A sabedoria não se
compra, é um modo de viver que deriva da experiência, das quedas e dos esforços
para continuar. O intelecto “sem consciência”, sem a sensação das
consequências, se torna um risco fatal.
Alertar
pouco serve, precisaremos aguardar que catástrofes, acidentes e dores ensinem o
que é necessário.”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 18 de maio de 2026, caderno A.PARTE,
página 2).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 15 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente transcrição:
“Chama da gratidão
A gradativa perda do
sentido de delicadeza no cotidiano, entre outras consequências, leva à perda do
nobre sentimento de gratidão. E a ausência da gratidão incide no tecido social,
com repercussões no aumento da violência: a ingratidão expressa falta de respeito
ao semelhante, não se reconhece o que se recebeu graças à ajuda do próximo. Um
sinal de deficiência no sentimento de gratidão é a atitude de revolta ou a
mágoa de quem já recebeu muito, mas não se conforma por não receber mais.
Pessoas que se tornam incapazes, pela mágoa, de reconhecer o que já receberam.
A memória obscurecida, em razão de carências espirituais e humanísticas,
embrutece corações e alarga o tecido do egoísmo, da indiferença. Elege-se o
caminho da ingratidão, fermento para o ódio, para a revolta, que alimenta
disputas insalubres. Lúcido é o ensinamento sempre atual de Santo Tomás de
Aquino, sobre a centralidade da gratidão na arquitetura das virtudes morais e
sociais. Ele ensina que a gratidão não é apenas uma atitude psicológica de reconhecimento,
mas trata-se de uma exigência da justiça e da ordem moral inscrita na própria
natureza humana.
Importa perceber que o
déficit de gratidão afronta a natureza humana e escancara portas à violência de
todo tipo, desde a destruição material até a perversidade da indiferença e a
atitude defensiva da negação de tudo o que se recebeu. E a ingratidão gera um
distanciamento entre o ingrato, movido pela revolta, e aquele que um dia lhe
fez o bem. Constitui, pois, ameaça a vínculos fundamentais que sustentam a
convivência humana, banindo da memória a lembrança do bem recebido. A
ingratidão pode se tornar vício, alimentar ódio e, consequentemente, gerar
inimizades que alicerçam atitudes hostis, até mesmo o desejo de morte ou de
fracasso do semelhante. Adverte Santo Tomás que a gratidão é virtude anexa à
justiça e não mera emoção, cortesia ou etiqueta social. O ensinamento indica
ser a gratidão uma obrigação moral, quando se recebe um benefício
gratuitamente. Desconsiderar essa obrigação aponta para uma estreiteza humana e
espiritual, inclusive daqueles que podem se valer de discursos e reflexões
sobre justiça e humanismo, mas são incapazes de exercer a gratidão.
Sabe-se ser mais fácil
discursar que, verdadeiramente e cotidianamente, cuidar do próprio agir para
que seja revestido de nobreza e sentimento de gratidão. Santo Tomás advoga que
todo benefício cria uma espécie de dívida moral. Não se trata de dívida matemática,
jurídica ou contratual. Trata-se de uma dívida moral fundada na liberalidade do
benfeitor. Ao receber um bem gratuitamente, o beneficiado contrai a obrigação
moral de reconhecer interiormente o bem recebido, e, na medida do possível,
praticar a retribuição: fundamentalmente cultivar respeito e atitudes coerentes
com princípios de civilidade. Santo Tomás ensina que a gratidão se configura em
três atos fundamentais: reconhecimento do benefício recebido,
agradecimento ao benfeitor e retribuição no momento oportuno. Esses três
momentos mostram que o exercício da gratidão envolve a inteligência, a memória,
a humildade, a afetividade e a ação concreta. O rompimento de uma dessas etapas
provoca a ingratidão.
A perda da memória gera o
ingrato que incorre em uma deformação moral. O ser humano, em vista do
autêntico humanismo, precisa reconhecer que vive de dons: a vida, a educação, a
amizade, a linguagem, a fé, a cultura e a graça divina. Assim, ser grato é oferecer
este genuíno testemunho: ninguém é a causa de si mesmo. Quando o indivíduo,
ilusoriamente, ou por seus extremismos ideológicos que levam à perda da
ternura, se torna rígido, inclemente e perverso pela ingratidão, torna-se
perigoso, um verdadeiro “lobo em pele de carneiro”. O orgulho passa a ser o seu
fermento, considerando que todo bem lhe é devido. Trata com indiferença e
frieza aqueles que um dia lhe ajudaram. Assim, perde oportunidades de
generosidade. Mesmo quando faz coisas boas, age distanciadamente da
simplicidade, coberto de soberba, fermento para fracassos, perda de simpatia e
credibilidade.
A gratidão a Deus, aos
pais, à pátria, aos mestres e aos benfeitores nunca pode ser perdida. Virtude
moral, a gratidão é atitude de fé ao se reconhecer que todo dom vem da
providência divina. O amor é a razão da gratidão, pelo reconhecimento de que
não se pode pagar o benefício recebido, mas se deve responder com benevolência,
de modo afetivo, honrando o benfeitor, desejando-lhe o bem, conservando a
memória do bem recebido. Santo Tomás também ensina que a gratidão ultrapassa a
lógica econômica da troca, pois alicerça-se na dinâmica da fraternidade, no
horizonte largo do amor cristão. Por isso, ser ingrato é pecado, contradiz a
ordem moral que exige, de cada ser humano, a reciprocidade em relação à
promoção do bem. O pecado da ingratidão faz com que o ser humano se perceba
como origem e destino de todo bem, sem considerar o semelhante. A falta de
expressão da gratidão constitui, assim, falha ética.
Quem é grato cultiva a
virtude da humildade por reconhecer sua dependência, não radicalizando a sua
autonomia. Compreende-se que ser ingrato é atitude narcisista, fechada à
alteridade. Ser grato é reconhecer que, em sua própria existência, o semelhante
tem importância constitutiva. Um caminho, pois, imprescindível para debelar
processos perigosos de inimizades e alimentação da violência. É preciso superar
o obscurecimento da verdade, cultivar a humildade, a abertura à amizade e,
especialmente, reconhecer que Deus é a fonte de todo dom para, assim, reavivar
a chama da gratidão.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo
Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!