“A infância que desaprendeu a se mover
Entendemos
o silêncio corporal das crianças como sinônimo de ordem. Mas o cérebro infantil
não foi desenhado para aprender em imobilidade prolongada. Ao contrário, ele se
estrutura na ação.
Adele
Diamond demonstrou que funções executivas, o grande “gerente organizacional do
nosso cérebro”, encarregado de gerenciar informações diferentes, entender o
momento de parar e recalcular a rota, emergem de circuitos que não operam
isoladamente no córtex pré-frontal. A interação entre cerebelo e córtex
pré-frontal indica que movimento e cognição compartilham bases neurais. Não há
um cérebro “pensante” separado de um corpo “executante”. Há um sistema
integrado que aprende fazendo.
Essa
integração aparece de forma consistente na literatura empírica. Marleen
Oudgenoeg-Paz e colaboradores identificam que habilidades motoras nos primeiros
anos de vida se associam a desfechos cognitivos posteriores. Em português
claro, isso significa que, ao explorar o ambiente com o corpo, a criança
constrói hipóteses, testa limites e organiza informações.
Na mesma
linha, Gesa Libertus evidencia que o desenvolvimento motor está relacionado não
apenas à cognição, mas também _a percepção e à interação social.
Já Hui
Shi destaca que atividades motoras que exigem adaptação, estratégia e tomada de
decisão tendem a favorecer a eficiência cognitiva. Movimento não é bagunça,
excesso de energia ou “hiperatividade”, é investimento neural.
Diante
desse corpo teórico, a infância contemporânea apresenta um paradoxo instigante.
Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil, crianças e adolescentes passam
várias horas em ambientes digitais. E o ponto central vai além do tempo de
tela, diz respeito à natureza da experiência. A maior parte dessas interações
exige pouco deslocamento, pouca coordenação, pouca variação sensório-motora. O
corpo participa pouco. O cérebro recebe muito. Essa assimetria pode ser
devastadora.
Sem
experiências corporais diversificadas, reduz a ativação de circuitos que
sustentam o desenvolvimento das funções executivas. E, como consequência,
surgem dificuldades que costumam ser interpretadas de forma isolada:
desatenção, impulsividade, baixa tolerância à frustração. Sintomas que, muitas
vezes, são tratados como falhas individuais, quando podem refletir uma
arquitetura cotidiana que restringe o agir.
Convém
reconhecer: não é a tecnologia, por si só, o problema. A literatura é cautelosa
ao evitar relações causais simplistas. O ponto mais consistente é outro, o
desenvolvimento depende da qualidade das experiências oferecidas à criança. E
experiências corporais são insubstituíveis.
Quando o
cotidiano infantil é organizado majoritariamente por telas, perde-se a
oportunidade de integrar percepção, ação e pensamento em um mesmo fluxo.
Perde-se a chance de aprender com o erro físico, com o ajuste do corpo, com a
negociação espacial e social que nenhuma interface digital consegue reproduzir
plenamente.
Em um
cotidiano cada vez mais mediado por experiências digitais, e, não raro, com
restritas oportunidades de ação corporal, é importante reposicionar o movimento
como elemento estruturante da aprendizagem. Programas educativos que articulam
movimento, autorregulação e habilidades socioemocionais, como práticas de
psicomotricidade, danças, artes marciais e jogos em equipe, não configuram
apenas atividades complementares, mas contextos de integração funcional entre
corpo e cérebro.
Ao
exigirem coordenação, tomada de decisão, controle inibitório e interação
social, essas experiências favorecem o refinamento de circuitos associados às
funções executivas, contribuindo para a organização cognitiva de modo coerente
com o que a literatura neuro-desenvolvimental tem descrito. Elas são
oportunidade de integração e desenvolvimento cerebral para avanço cognitivo.
Aqui
fica a reflexão: se o cérebro aprende com o corpo, o que estamos oferecendo
quando mantemos a infância sentada?”.
(Sheron Mendes. Bióloga, especialista em
neurociência do comportamento e professora dos cursos de pós-graduação em
educação na Uninter, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 18 de abril de 2026, caderno OPINIÃO, página 18).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 01 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Honradez do trabalho
“Meu Pai trabalha até agora e eu também trabalho”,
assim disse Jesus, ensinando sobre a condição sagrada do trabalho, que não pode
ser reduzido a uma fria variável de planilhas. Especialmente no contexto em que
se celebra o Dia do Trabalhador, há de se reafirmar a honradez que advém do
trabalho, direito de cada pessoa, caminho para que todos possam ser uns pelos
outros, agentes da construção de um mundo mais fraterno, onde o dinheiro não
exerça o domínio, mas esteja a serviço da dignidade humana. Especialmente neste
tempo, quando surgem muitas formas de inteligência artificial na mesma
proporção em que há aumento do número daqueles que são descartados pelo
mercado, a humanidade é convocada a meditar e agir para que seja respeitada a
honradez do trabalho. Vale acolher a advertência do Papa Leão XIV quando
sublinhou que o ser humano é chamado a ser colaborador na obra da criação, não
um simples consumidor passivo de conteúdos produzidos por uma tecnologia
artificial.
O Papa Leão XIV sublinha que o desenvolvimento da
inteligência artificial e, pode-se acrescentar, de tantas outras tecnologias,
não constituem um caminho inevitável, como se fosse livre de qualquer
influência de questões humanas. A evolução técnica e tecnológica alinha-se com
o que sonha e ambiciona a humanidade. Por isso mesmo, quando a evolução das
muitas formas de inteligência artificial é orientada por um desejo ilimitado
pelo acúmulo de poder e riquezas, cria-se contexto favorável às exclusões, especialmente
no campo do trabalho. Cada trabalhador e trabalhadora passa a ser percebido
como um fardo a ser eliminado do processo produtivo, em nome do lucro. Essa
exclusão é grave, contrária ao projeto de Deus, que deseja uma humanidade em
que todos cooperem uns com os outros e com a própria obra da Criação.
A Doutrina Social da Igreja ensina sobre o papel do
trabalho na edificação de uma humanidade mais próxima do Reino de Deus,
destacando que Jesus orienta os seus discípulos a apreciarem o exercício de
tarefas. Jesus condena o servo preguiçoso e indolente. Em contrapartida, elogia
o servidor fiel que cumpre suas obrigações e tarefas. Importante refletir sobre
as lições que emanam dos Evangelhos ao testemunhar que o próprio Jesus, em
grande parte da sua vida terrena, esteve ao lado de São José, seu pai adotivo,
exercendo o ofício de carpinteiro. Deve-se, pois, renovar sempre esta convicção
apresentada na Doutrina Social da Igreja: exercer um ofício refere-se à
participação do homem na obra de Deus, não só da Criação, mas também da
redenção e resgate de toda a humanidade.
Oportuno lembrar que a Igreja Católica, mãe e mestra,
celebra, no dia primeiro de maio, São José Operário, que transmite com a sua
fé, a sua simplicidade, o valor do trabalho para cada família. A partir do
ofício de carpinteiro, São José garantiu o sustento de seu lar, o amparo do
Menino Jesus e de Maria Santíssima. O trabalho insere-se no cotidiano da
Sagrada Família. Um trabalho que, no mundo contemporâneo, é frequentemente
desvalorizado, quando comparado àqueles que exigem formação acadêmica, ou se desenvolvem
em sofisticados escritórios. Ao abraçar o projeto de Deus, São José consolida a
compreensão de que todo trabalho é digno e nobre, essencial ao ser humano e às
famílias, devendo ser vivido com responsabilidade, dedicação e a consciência de
sua importância para a vida social. Não pode, pois, ser simplesmente
mensurado por cifras, reduzido a cálculos, mas interpretado a partir do seu
valor antropológico, transcendente, essencial para que cada pessoa encontre o
sentido de sua própria existência.
Para além de movimentações financeiras, o trabalho é
elemento constituinte de identidades, da própria condição humana. O
reconhecimento dessa dimensão subjetiva se expressa na consideração da
importância singular de cada trabalhador e trabalhadora. Pelo trabalho, pode-se
contribuir com o bem do semelhante, de uma comunidade. Na tradição da fé
cristã, trabalhar significa participar do governo de Deus no mundo em que
vivemos. Isto significa que a motivação para exercer uma profissão não pode se
limitar à conquista do próprio sustento, mas contemplar uma dimensão solidária,
altruísta, que considera a vida do semelhante. Da mesma forma, líderes,
empreendedores, particularmente aqueles que patrocinam o desenvolvimento das
novas tecnologias, das inteligências artificiais, precisam exercer a sua
vocação de modo solidário, para que investimentos não busquem apenas acúmulos
egoístas, com consequentes exclusões. Ao invés disso, aqueles que têm mais
responsabilidade são convocados a construir caminhos de inclusão, especialmente
no mundo do trabalho.
“O trabalho justo coloca a pessoa acima do lucro”,
sublinha o Papa Leão XIV, acrescentando que toda atividade trabalhista deve ter
como centro a dignidade da pessoa humana e da família, e não o lucro ou as leis
do mercado. As celebrações de São José Operário e do Dia do Trabalhador
permitam à humanidade avançar na consideração da honradez inerente ao trabalho,
vencendo perspectivas restritas a interesses egoístas, com a força de uma
luminosidade que vem da fé.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo
Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!