(Outubro = mês 116; faltam 54 meses para a Primavera Brasileira)
“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e
a Civilização do Amor
No marco solene dos 204 anos de nossa Independência,
movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico
e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus
maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as
nossas riquezas e ferem a dignidade humana:
- I
— A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o
pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.
- II
— A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética,
afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
- III
— O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do
trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
- IV
— A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde
1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o
patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso
anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso
orçamento nacional.
- V
— A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o
nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano.
O Elo Dourado: A Resposta na Civilização
do Amor
Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz
de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o
materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a
ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor,
conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.
O caminho para essa redenção histórica começa no
Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não
virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos
diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.
Sob o influxo do "gênio feminino", essas
jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de
acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua
maturidade aos 17 anos.
A urgência de um novo Farol de Alexandria para
a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado
integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança. Ao
educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra
o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que
herdarão esta terra.
Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria,
convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O
Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa,
e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!
(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no
blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 25 de setembro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Apreço pela dignidade
Vai se tornando distante
o tempo em que o ser humano considerava a sua própria dignidade como “o ouro”
de sua vida. Lamentavelmente, cresce esse descaso em relação à dignidade: os
avanços tecnológicos e comunicacionais contracenam com a perda do zelo pela
própria honra. Consequentemente, ocorre uma banalização do mal, conforme
constatam os filósofos. Um contexto que desvirtua a própria definição sobre o
que é bom, restringindo-a às vantagens para se alcançar o bem-estar social.
Esse desvirtuamento leva à perda de limites e a atitudes motivadas pela sedução
por riquezas. Há, pois, carência de uma experiência sapiencial capaz de
configurar parâmetros que qualifiquem o agir moral. Com isso, processos
existenciais e sociais são contaminados por mentiras e manipulações, corroendo
os alicerces de uma sociedade justa e solidária.
Esquemas de “lavagem de
dinheiro”, manipulações e aparelhamentos, em diferentes lugares, são sintomas
da falta de uma experiência sapiencial. Não se busca sabedoria, ambiciona-se a
esperteza. Aqueles que buscam construir a própria vida sobre os alicerces de
lições sapienciais passam a ser percebidos com certa estranheza, pois torna-se
cada vez cotidiana a opção pelas “facilidades” alcançadas via
desonestidade. O núcleo mais recôndito da consciência é tomado por uma
escuridão que sucumbe o sentido nobre dos valores éticos e dos princípios
morais inegociáveis. O domínio do dinheiro destrói o apreço pela honestidade,
desfigurando o ser humano, que passa a ser avaliado ou definido a partir de
suas posses. A lógica que valoriza as posses, o poder e o dinheiro corrói
a consciência moral.
O dinheiro seduz a tal
ponto que se perde o bom senso, essencial para interromper os arquitetos de
esquemas fraudulentos e aqueles que buscam manipular o semelhante, protegendo
lisuras e a própria inteireza da dignidade humana. O viver humano, em seus muitos
âmbitos, na política especialmente, mas também em outros campos, incluindo o
religioso, está cada vez mais caracterizado por um relativismo que obscurece o
sentido nobre e qualificado de cidadania. Esse cenário induz muitas pessoas a
alcançarem uma conclusão desesperadora: a sociedade brasileira não teria saída
para seus principais desafios, pela falta de seriedade na regência de
processos, pela adoção de descaminhos, com pessoas que ferem mortalmente as
instituições. Um contexto institucional desacreditado perde a capacidade para
alargar horizontes, gestar novas respostas capazes de recompor o tecido social.
O acentuado relativismo
faz com que o ser humano não valorize a própria dignidade, dificultando o
surgimento de qualificados líderes. Cria-se um vácuo perigoso, propício ao
surgimento de tiranos que, sem limites éticos, vidrados no poder, perpetram
genocídios, regozijam-se com ataques e a destruição do semelhante. Passam por
cima de leis internacionais e de compromissos com a paz. Por isso mesmo, há
tantas guerras, complexas e de variadas formas, entrincheirando gente nos
“fronts” de seus interesses, sem o mínimo compromisso com o bem comum. As
portas se abrem a todo tipo de malevolência, vinganças e perversidades. Ao
invés de lideranças confiáveis, dedicadas a qualificações sociais e políticas,
convive-se com gente que se limita aos slogans fáceis, incapazes de ajudar na
efetivação de esperadas conquistas pela sociedade. Um contexto que se agrava
com a crise de credibilidade enfrentada pelos poderes que regem o Estado
democrático de direito. A autoridade exercida de modo pouco altruísta perde a
força essencial para inspirar transformações, levando instituições à derrocada
e, consequentemente, o caos à sociedade. Para superar essa situação, os
cidadãos devem reagir, mas jamais na via das radicalizações ou extremismos
ideológicos.
A reação necessária é de
ordem moral, cultivando o apreço pela própria dignidade, a exemplo do que
faziam gerações antepassadas. Gera-se, assim, uma barreira que dificulta a
proliferação do mal, debelando a sua força e abrindo alas para a vitória do
bem. O contexto atual pede uma multidão de homens e mulheres que prezem, acima
de tudo, por sua honra. Gente capaz de qualificar a cidadania e efetivar
hábitos com a força para mudar rumos. Ecoem os preciosos ensinamentos do Papa
Leão XIV, que cria a oportunidade de nova reflexão sobre a Magnífica
Humanidade, a partir de sua carta encíclica. Leão XIV lembra que a humanidade,
criada por Deus, se encontra hoje perante uma escolha decisiva: erguer uma nova
torre de babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos.
Pesa sobre os ombros da geração atual, frisa o Papa, a tarefa de fazer
amadurecer a história como um lugar onde a dignidade de cada pessoa seja
salvaguardada, a justiça promovida e a fraternidade possibilitada.
A tarefa e a
responsabilidade envolvem todos, desafiando os cristãos a erguer os olhos para
compreender e deixar-se interpelar pelo mistério do Verbo Encarnado, Jesus
Cristo, que ilumina e dá sentido ao mistério da vida humana. O ponto de partida
dessa grandiosa empreitada é o apreço pela própria honra. A decisão de ser
honesto não custa fortunas, mas se configura como dinâmica revolucionária para
produzir uma nova cultura. Essa decisão com força transformadora pede, pois, um
gesto simples: o apreço pela própria dignidade.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos)
– e da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização,
mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade
absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da
qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o
que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução
educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um
país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura
das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência,
responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança,
compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas
relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da
democracia, da paz, da solidariedade e
da fraternidade universal na sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da
Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência,
imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- A transcendental convergência entre o
Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o
Farol de Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde
a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança
Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil –
em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental
(6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global
e recursos materiais, financeiros,
logísticos e patrimoniais!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E
P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!