(Julho = mês 113; faltam 57 meses para a Primavera Brasileira)
“A queda das ideologias
‘Ideologia’
é um termo relativamente recente, abstrato e residual; não existia até final do
século XVIII. É uma sofisticação dialética mais que filosófica – surgiu para
‘justificar’ interesses e planos de dominação de ou decisões decorrentes de
atitudes consumadas.
Ideologias
colheram sucesso por quase dois séculos, até surgirem seus críticos e algozes.
Com o
italiano Vilfredo Pareto e o alemão Karl Mannheim, no início do século XX, a
noção de ideologia evoluiu no campo da análise social. Segundo Pareto, a
ideologia explora o poder dos instintos irracionais, que levam os homens a agir
segundo explicações aparentemente lógicas para validar suas ações egoístas.
Mannheim,
por sua vez, distingue entre ideologia particular, como uma mentira deliberada
para ocultar interesses específicos, e ideologia total, aquele tipo de
ideologia que não surge de um esforço para enganar, mas se revela ao sujeito
como consequência de sua posição social.
São
visões aparentemente complexas de forma de justificar interesses de cima para
baixo ou de baixo para cima, esquecendo situações de fato e dominantes em
agrupamentos sociais. Ideologias se fundaram por interesses e deram poder aos
demagogos, que entenderam seus mecanismos como chave de entrada nas simpatias
mórbidas dos oprimidos.
O
liberalismo e o socialismo por si sós fracassaram, alcançando seu ápice,
amargaram derrotas e quedas. A diferença é que o liberalismo atingiu o
enriquecimento de alguns, que se estendeu, em seguida, à nação. Mas as
ideologias contrapostas se equilibram, como doce e salgado. Precisam de uma
dose de oposto para fazer sucesso.
A
ideologia total, segundo Mannheim, é essencialmente uma “visão do mundo” com a
qual certos grupos, mesmo inconscientemente, ocultam a verdadeira precariedade
da sociedade. Dessa forma, a ideologia desempenha uma função “conservadora”,
escondendo as possibilidades que se têm por meio de mudanças para melhorar a
situação dos oprimidos. O ocultamento dos males sociais não provoca equilíbrio
na sustentabilidade de uma nação.
Aos
oprimidos deve ser dada uma razão para crer que as condutas de opressão serão
vencidas.
A
vitória, no século XIX, das tendências progressistas do Norte sobre as
conservadoras do Sul tem deixado nos Estados Unidos um exemplo de
desenvolvimento e de progresso sem precedentes.
A China,
para alcançá-lo, depois de décadas de marxismo radical, sem liberdades
individuais – submissas ao interesse do Estado –, adotou o ultraliberalismo nos
setores econômicos. Possibilitou o trabalho de multidões e, por outro lado, deu
suporte para investimentos enormes em tecnologia. Carrega agora uma dívida
social explosiva. Enfrentará outras revoluções, pois o anseio de liberdade se
encontra amordaçado e represado como numa panela de pressão.
O
Brasil, distante das áreas de sucesso social e econômico do planeta, vive
mergulhado entre ideologias ultrapassadas. Uma alimentando outra. Quanto mais a
esquerda cresce, mais arrasta a direita, como procura orgânica de equilíbrio.
Assim se comporta o universo, e a sociedade vai atrás.
Na
América do Norte, as ideologias têm se tornado neutras, ou seja, como um
sistema de ideias, crenças e valores capaz de orientar a conduta de grupos e
indivíduos, sem perder de vista os valores fundamentais de liberdade e
progresso.
A partir
da década de 1960 surgiram discussões sobre a “morte”, o “fim” ou o “declínio”
da ideologia, partindo exatamente dos Estados Unidos (D. Bell, “The End of
Ideology. On the Exhaustion of Political Ideas in the Fifties”, 1960), e mais
tarde na Europa (R. Dahrendorf, “Arbeiten zur Theorie und Methode der
Soziologie”, 1967), em seguida G.M. Cottier, “La Mort des Idéologies et
l’Espérance”, 1970), e o notável livro de L. Colletti, “Tramonto
dell’Ideologia”, 1980).
Com
essas ideias circulando no hemisfério norte, laboratório de avanços sociais,
acabou se dissolvendo a radicalização e se passou por um movimento de homogeneização
das ideias. Os partidos radicais perderam relevância, os métodos e princípios
substituíram as ideologias. Ideais de honestidade, transparência,
responsabilidade, inclusão, sustentabilidade passaram a substituir as teses
ideológicas, quando se materializaram relevantes avanços econômicos das
famílias.
O
Brasil, em sua solidão, garantida por uma distância oceânica, confirma estar
distante 50 anos da compreensão dos avanços sociais que ocorrem no planeta.
Ideologia
socialista surge e se alimenta da miséria; quando erradicada, decreta a morte
da ideologia extremista. Os avanços econômicos anulam a necessidade de
extremismos e rebeldias, passam a dar espaço à distribuição dos bens.
Assistimos
aos espasmos e delírios que antecedem o colapso de um sistema ultrapassado. Um
país tem que criar uma classe política voltada à defesa e à prática de valores
transformadores por meio da educação, austeridade nos gastos públicos,
honestidade, competência na escolha dos administradores. As ideologias e os
elementos tóxicos têm seus dias contados. Assim seja!”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 29 de junho de 2026, caderno A.PARTE,
página 2).
Mais uma
importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para
a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 26 de junho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Competição humana
São Paulo VI, Papa da
Igreja entre 1963 e 1978, compôs uma oração ao Espírito Santo, terceira pessoa
da Santíssima Trindade, mestre de santidade e sabedoria. Entre as súplicas
expressas na oração, pediu ao Espírito Santo para conceder-lhe um coração alheio
a qualquer desprezível competição humana. De fato, distanciar-se de toda
desprezível competição é uma graça que qualifica a interioridade e capacita o
ser humano para uma vivência com liberdade interior: conquista exigente e, por
isso mesmo, rara. A raridade se deve à lógica estabelecida por um mercado que
dita nomas capazes de configurar também a existência humana, alimentando
disputas fratricidas. Em nome de conquistas financeiras, as pessoas engajam-se
em disputas que atingem núcleos relevantes de convivência. Há uma saudável
competição humana, vinculada à lógica esportiva, que inspira a superação de
limites, em uma dinâmica que caracteriza a vida de atletas. Mas essa competição
pode também se contaminar por muitas abordagens que vão revelando e desmascarando
funcionamentos e articulações que simplesmente ambicionam cifras bilionárias,
se sobrepondo à fidelidade a uma nação, ao chamado “amor à camisa”, ao sentido
de defesa da pátria.
Cresce um sentimento
nostálgico, saudade de gerações que enquadravam a competição esportiva no sonho
de se praticar bem uma “arte” e, assim, alcançar a vitória. Torna-se cada vez
mais comum um jeito de competir que é desrespeitoso, com perversidade estampada
em rostos cínicos e indiferentes. Alimenta-se um egoísmo que faz o ser humano
interessar-se somente pelas próprias coisas, sem considerar o importante
sentido de participação corresponsável na construção de uma sociedade justa e
solidária. Esse sentido de participação corresponsável precisa incidir,
inclusive, no âmbito político, para interromper o crescimento de exclusões e
misérias que deveriam envergonhar a sociedade. As mudanças necessárias,
profundas, pedem o permanente cultivo da corresponsabilidade, na contramão da
grave semeadura das disputas. No mundo contemporâneo, porém, todos os
funcionamentos e metas traçadas, em qualquer âmbito, são contaminados pela
lógica da competição que fere a nobreza do sentido social e espiritual. Uma
nobreza importante para edificar sociedades justas e solidárias, convencendo
corações a priorizar o bem comum.
A competição alimenta a
vaidade, impulsiona o perverso consumismo. Forma-se, assim, um ciclo, pois o
consumismo acentua ainda mais a lógica da disputa. Esse contexto faz com que o
ser humano considere tudo a partir do prisma de seu próprio interesse e bem
estar. Uma perspectiva narcisista. Muitos sentimentos nobres são
desconsiderados, enfraquece-se o sentido de gratidão. Crescem as inimizades, as
maledicências, a ingratidão desencadeada por pequenas contrariedades, restando
a ânsia por competir, sob a falsa compreensão de que não se tem nada a perder.
Constata-se o distanciamento da hospitalidade, na casa e, sobretudo, no
coração. As portas são fechadas, as leituras da realidade, dos acontecimentos e
dos desdobramentos institucionais ficam emolduradas pelos ressentimentos e pela
doentia necessidade de conquistar reconhecimentos por titulações, cargos e
exercícios do poder.
Nesse cenário de extrema
competição busca-se, de qualquer modo, impor a própria palavra,
incapacitando-se para escutar. Uma verdadeira guerra de narrativas se instala,
comprometendo o diálogo e, por consequência, a qualidade de discernimentos e
escolhas. As instituições sofrem com algozes que manipulam e justificam
injustiças. Não há sadia competitividade, aquela que, entre outros frutos,
poderia gerar serviços mais qualificados. Prevalecem as guerras, entre pessoas,
nas famílias, em ambientes que deveriam testemunhar os princípios da
espiritualidade da comunhão. Revela-se desmedidamente a vaidade pessoal,
fecundada pelo desejo de poder, com distanciamento do apreço pelo silêncio e do
respeito incondicional ao semelhante. A ilusão do poder, com todas as
artimanhas para conquistá-lo, alicerça a mediocridade. Por isso mesmo, muitos
que ocupam lugares de destaque são pouco ouvidos. Apegam-se a uma falsa e
doentia convicção relacionada à própria imagem, julgando-se os mais importantes
entre todos.
A desprezível competição
humana consolida inimizades, mágoas e ressentimentos que levam até mesmo
pessoas próximas a se entrincheirar em “fronts” sanguinários, mortais. A
hospitalidade dá lugar à violência de todo tipo. Vale apenas o que corresponde
a interesses egoístas, mesquinhos. É urgente caminhos e experiências
espirituais que proporcionem reconciliações, leituras mais civilizadas e,
efetivamente, condutas mais humanísticas, superando as fratricidas disputas. O
remédio espiritual é indispensável, independentemente da prática religiosa e
confessional. A espiritualidade é capaz de resgatar o ser humano de suas
perversidades e fragilidades, conduzindo-o a viver a nobreza da fraternidade e
a superar preconceitos que alimentam posturas na contramão da solidariedade.
A espiritualidade tem
ensinamentos preciosos, com indicações pertinentes para se vencer a desprezível
competição humana, gestando a nobreza da cidadania que é essencial para
edificar um outro mundo possível. Dentre as indicações esperançosas
apresentadas pelo caminho espiritual, merece atenção aquela ditada pelo padre
Matta el Meskin, no horizonte de sua mística contemplativa, quando aponta a
exigência de entrar na oração, cada dia mais urgente, não para salvar a própria
vida, isolada do mundo que se perde, e sim para bloquear o perigo que o ameaça,
e resgatá-lo. Ao invés de competição humana desprezível, a oração: os joelhos
dobrados, ensina o sacerdote, podem modificar não somente as almas, mas também
o futuro do mundo.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade,
da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a
grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne
Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na
sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!