sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS EXIGÊNCIAS E POTENCIALIDADES DA QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS, VIRTUDES CÍVICAS E COMPORTAMENTAIS, ALTERIDADE, ESCUTA AMOROSA, AUTONOMIA E PENSAMENTO CRÍTICO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ÉTICA POLÍTICA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, INTEGRIDADE, INSTITUIÇÕES EFETIVAS, JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“A qualidade da educação começa pelas relações

       Quando se fala em qualidade da educação, é comum que o debate se concentre em currículos, avaliações, infraestrutura ou desempenho acadêmico. Embora esses elementos sejam fundamentais, há uma dimensão muitas vezes negligenciada, mas decisiva para o sucesso das escolas: o clima escolar.

         Ele corresponde ao conjunto de percepções, significados e expectativas compartilhadas pelos diferentes integrantes da comunidade escolar acerca das relações interpessoais, das práticas pedagógicas, das normas, da justiça, da segurança; da participação e das condições organizacionais que caracterizam a vida cotidiana da escola. Mais do que um conceito teórico, trata-se da forma como estudantes, docentes, gestores, funcionários e famílias vivenciam a experiência escolar.

         Em outras palavras, o clima escolar é aquilo que as pessoas sentem quando entram na instituição escolar. É a percepção de serem acolhidas ou ignoradas, respeitadas ou discriminadas, ouvidas ou silenciadas. É o sentimento de pertencimento que fortalece vínculos e favorece o desenvolvimento humano. Por isso, não é exagero afirmar que uma escola pode possuir excelentes recursos materiais e, ainda assim, enfrentar enormes dificuldades para promover aprendizagem e bem-estar se as relações que nela se estabelecem forem marcadas pela desconfiança, pela exclusão ou pela indiferença.

         As evidências acumuladas pela pesquisa educacional nacional e internacional demonstram que escolas com clima escolar positivo tendem a apresentar maiores níveis de engajamento estudantil, melhores resultados acadêmicos, menor incidência de violência, redução da evasão escolar e maior satisfação profissional entre educadores. Não se trata de um aspecto complementar da educação, mas de uma condição estruturante para que o processo educativo aconteça de forma efetiva.

         Um clima escolar positivo, portanto, é caracterizado pela presença de relações baseadas no cuidado, na confiança e na segurança; pela valorização das aprendizagens significativas; pelo reconhecimento das potencialidades dos estudantes; e pela construção de um ambiente em que todos se sintam respeitados e pertencentes à comunidade escolar.

         Esse ambiente não surge espontaneamente. Ele é construído diariamente por meio das interações que ocorrem nas salas de aula, nos corredores, nas reuniões pedagógicas e nos momentos de diálogo com as famílias. A literatura especializada aponta alguns pilares essenciais para essa construção: relações interpessoais saudáveis, participação democrática, justiça e equidade, comunicação eficaz, qualidade pedagógica, parceria com as famílias e compromisso com o desenvolvimento integral dos estudantes.

         Nesse contexto, o papel dos educadores torna-se ainda mais relevante. Cultivar relações respeitosas, promover a escuta ativa, incentivar a participação dos estudantes, aplicar regras, de forma justa e desenvolver práticas pedagógicas que estimulem autonomia, curiosidade e pensamento crítico são ações que impactam diretamente a qualidade do clima escolar. Cada interação cotidiana comunica valores e contribui para fortalecer – ou enfraquecer – os vínculos que sustentam a convivência escolar.

         Outro aspecto fundamental é compreender que o clima escolar não é responsabilidade única e exclusiva da gestão ou dos professores. Trata-se de uma construção coletiva que envolve estudantes, famílias, funcionários e toda a comunidade. Quanto maiores forem os espaços de participação, diálogo e corresponsabilidade, maiores serão as possibilidades de desenvolvimento de uma cultura escolar democrática, cooperativa e inclusiva.

         Em um cenário educacional marcado por desafios complexos – como o aumento dos conflitos interpessoais, a discriminação de diferentes formas de violência, o desengajamento estudantil e os impactos emocionais vivenciados por crianças e adolescentes –, investir na melhoria do clima escolar deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade estratégica.

         A educação de qualidade não se resume à transmissão de conteúdos. Ela envolve a formação ética, cidadã e humana dos estudantes. Quando a convivência é orientada por regras legitimadas coletivamente, quando a justiça é praticada nas relações cotidianas, quando o respeito, a solidariedade e a cooperação são valores efetivamente vividos, a escola amplia sua capacidade de formar sujeitos autônomos, responsáveis e comprometidos com a vida em sociedade.

         Por essa razão, o clima escolar deve ocupar posição central nas políticas educacionais e nos projetos pedagógicos das escolas brasileiras. Afinal, antes de aprender conteúdos, os estudantes precisam sentir que pertencem àquele espaço. E uma escola na qual as pessoas se sentem acolhidas, respeitadas e valorizadas não apenas ensina melhor: ela transforma vidas.”.

(Adriano Moro. Coordenador do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 17 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 12).    

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 14 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Igreja em jornada

O Papa Leão XIV, na Carta Encíclica Magnifica Humanitas, retoma e alinha pontos importantes quanto à participação e corresponsabilidade da Igreja Católica na construção de uma sociedade justa e solidária. Uma contribuição decisiva e primordial que não se efetiva por meio da política partidária: a Igreja Católica, presente no mundo inteiro, é sinal de unidade para toda a família humana. Assim, insere-se e atua para, educativamente, auxiliar a humanidade a superar essa babel contemporânea. A Igreja, reconhecendo os desafios atuais, exercita sua vocação essencial a partir da escuta, do diálogo, sempre a serviço da vida. Tem relevante papel na vida comum das pessoas e, ao mesmo tempo, responsabilidades na construção das relações sociais. A missão da Igreja não ignora as forças que moldam a sociedade, mas, sobretudo, participa de modo ativo e incidente nos acontecimentos do mundo, não se exime de dar a sua própria contribuição diante da meta de se edificar uma sociedade justa e fraterna.

O Papa Leão XIV lembra seu predecessor, o Papa Francisco, que acentuava a dimensão histórica da missão da Igreja.  Conforme sublinhava o Papa Francisco, ninguém pode exigir que a religião seja relegada ao santuário da vida pessoal, sem influência na vida social e nacional, sem preocupação com a solidez das instituições civis, sem o direito de opinar sobre acontecimentos que afetam a sociedade. O anúncio do Evangelho, por mandato de Jesus, esposo da Igreja, incide nas circunstâncias concretas da vida cotidiana, reconhecendo que cada realidade terrena tem singularidades em suas características e ordenamentos. As realidades terrenas têm, pois, identidade própria, que não pode ser desvirtuada. Respeitando singularidades, a Igreja se faz presente para ajudar e incrementar processos de restauração do ser humano.

As verdades fundamentais que alicerçam a missão da Igreja podem e devem contribuir na interpretação da realidade, resgatando valores e sentidos inegociáveis. Um exemplo concreto está na firmeza com que a Igreja defende e promove a dignidade de cada pessoa, a edificação de comunidades coesas na busca do bem de todos, prioridade e compromisso. Sem subjugar o mundo, a Igreja caminha com a humanidade para que a promessa de justiça e paz, sustentada pelo Espírito Santo, se realize nos empreendimentos da civilização contemporânea, conforme sublinha o Papa Leão. Oportuno lembrar o que a Igreja frisou no Concílio Vaticano II: o reconhecimento de que Deus defende a liberdade de homens e mulheres no desenrolar da história. Trata-se de um fundamento para que se reconheça a distinção entre política e comunidade eclesial, enfatizando que cada um desses campos deve atuar com plena autonomia.

O papel e o lugar das realidades sociopolíticas recebem reconhecimento da Igreja quando promovem o bem-estar das pessoas e fortalecem o tecido social. Esse reconhecimento e as contribuições da comunidade eclesial não se misturam e jamais assumem funções que deveriam ser exclusivas do Estado. Nesse sentido, a Igreja preza e incentiva aqueles que servem ao bem comum, com lúcido reconhecimento da responsabilidade que as instituições civis exercem na sociedade. Buscando contribuir com o bem comum, à luz da fé que professa, a Igreja é solidária e se une aos sofredores, na condição de Igreja Samaritana. Debruça-se sobre as feridas da humanidade sem a pretensão de incorporar, para si, responsabilidades institucionais próprias da comunidade civil: não se misturam e nem se substituem as competências específicas das esferas eclesial e política.

Na Igreja, há uma escuta da realidade que não se esgota na leitura sociológica, para avançar a partir de um adequado discernimento espiritual. No horizonte do Concílio Vaticano II, o Papa Leão XIV lembra que o Povo de Deus, guiado pelo Espírito Santo, reconhece nas transformações sociais e culturais, tanto os sinais da presença de Cristo, bem como aquilo que obscurece a face do Mestre.  A verdade revelada em Jesus é núcleo e critério na orientação de escolhas concretas, inspirando conversão pessoal e comunitária. São sinais dessa conversão as reformas estruturais capazes de qualificar a sociedade. Aqueles que promovem essas reestruturações oferecem vivo testemunho de fé no exercício da vida pública. O Papa acrescenta que a Igreja dedica reverência a todos os que buscam, sinceramente, a verdade, a bondade e a beleza, considerados como companheiros de caminhada da Igreja, seus preciosos aliados.

A jornada da Igreja é iluminada e alimentada pela Palavra de Deus, seu anúncio e testemunho, criando condições de interlocução com diferentes segmentos sociais, sem buscar colisões. O Evangelho é, na jornada da Igreja, uma preciosa lupa que permite identificar tudo que promove o dom sagrado da vida humana. Por meio do diálogo entre o Evangelho e diferentes saberes humanos, a Igreja desenvolveu sua Doutrina Social, um grande patrimônio com força de diálogo, interpretação e indicação de soluções que ultrapassam aspectos meramente técnicos, para alcançar um horizonte ético inspirador, com força para ajudar a sociedade na solução de problemas, na correção de rotas. Assim, ensina o Papa Leão XIV, a Doutrina Social da Igreja, respeitando o papel da política e das instituições, oferece elementos indispensáveis para que se reconheça e se promova tudo que esteja a serviço da dignidade das pessoas, da vitalidade das comunidades e do bem comum. Os cidadãos, também aqueles que submetem seus nomes ao sufrágio nas urnas e as autoridades devem buscar conhecer a Doutrina Social, rico fruto da Igreja em jornada, que busca efetivar, no mundo, o Reino de Deus.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, honestidade, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, do respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!