(Agosto = mês 114; faltam 56 meses para a Primavera Brasileira)
“Educação política na escola
A
aprovação da Lei 15.468/2026 reforça que a educação brasileira deve contribuir
para a formação cidadã dos estudantes. Embora a Constituição Federal já
estabeleça esse princípio desde 1988, transformá-lo em realidade nas escolas
ainda continua sendo um desafio. É justamente nesse ponto que s nova legislação
merece reflexão.
A nova
lei altera o texto do artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) – 9.394/1996, e estabelece a obrigatoriedade da abordagem de
conteúdos relacionados à educação política e aos direitos da cidadania. Não
significa que seja necessária uma nova disciplina, mas a lei define a inclusão
desses conteúdos específicos ao currículo da educação básica.
O
desafio não reside apenas em inserir conteúdos sobre política no currículo, mas
a verdadeira questão dessa discussão é saber se as escolas estão preparadas
para formar sujeitos críticos em um contexto marcado pela desinformação, pela
polarização social e pela baixa participação dos jovens nos espaços coletivos
de decisão. Não acredito que uma mudança legislativa, por si só, será capaz de
produzir modelo de cidadania mais ativa.
A
formação política não se constrói apenas pelo acesso a conceitos sobre
democracia, direitos ou instituições públicas. Ela se desenvolve no cotidiano,
ou seja, quando os estudantes aprendem a dialogar, argumentar, participar de
decisões coletivas e conviver com a diversidade. Essa necessidade torna-se
ainda mais evidente ao observarmos os jovens e sua relação com a política.
Segundo
a pesquisa Juventudes Brasil, da Fundação Friedrich Ebert, 66% defendem a
democracia como a melhor forma de governo, mas 58% consideram lideranças fortes
mais eficazes do que partidos e instituições na solução de problemas sociais.
Esse contraste reforça a importância de uma educação política que vá além dos
conteúdos e promova experiências concretas de participação democrática.
Além
disso, para tornar essa nova lei realidade educacional, é preciso que haja
investimento na formação docente. Não se trata apenas de preparar professores
para abordar temas políticos, mas de formá-los propor a análise de diferentes
perspectivas e o respeito ao pluralismo, que são elementos indispensáveis em
qualquer sociedade democrática.
A
inclusão da educação política no currículo escolar como abordagem obrigatória
pode representar um passo importante na direção de fortalecer a democracia
brasileira. Mas seu impacto será ineficaz se não tivermos mudanças mais
profundas na cultura escolar.
Portanto,
a formação de cidadãos democráticos e pensantes não se resume ao estudo de
conteúdos, mas, sim, por experiências democráticas que são e devem ser vividas
dentro e fora das escolas.”.
(Luciana da Silva Rodrigues. Mestre em educação
profissional e tecnológica (*), em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 28 de julho de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).
(*) Professora de pós-graduação na área educacional do
Centro Universitário Internacional Uninter”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 24 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Verdade e democracia
Cada ano eleitoral coloca
em evidência o desafio de se construir candidaturas com credibilidade, à altura
das demandas e dos cargos. Mas, há uma grave crise de credibilidade provocada
pela falta de respeito à verdade, escanteada por mediocridades nos planejamentos
estratégicos. Consequentemente, não se consegue oferecer respostas rápidas e
condizentes com as necessidades da população. Essa carência de respostas
adequadas é também em razão da habitual corrupção de princípios e finalidades
que atinge frontal e destrutivamente o tecido social. Desconsiderada a verdade,
desfere-se um golpe no bem comum, há grande perda para a democracia. Por isso,
neste ano eleitoral, torna-se ainda mais oportuno retomar reflexão importante
feita pelo Papa Leão XIV, na sua Carta Encíclica Magnifica Humanitas: as
grandes transformações do momento atual têm repercussões nos gestos cotidianos
e nas relações sociais. Consequentemente, é preciso redescobrir a verdade como
bem comum, tutelar a dignidade do trabalho e salvaguardar a liberdade contra
todas as formas de dependência e mercantilização.
Atenção especial há de se
dar à comunicação política, em razão de plataformas digitais e de sistemas de
inteligência artificial, para evitar a lamentável perda de oportunidades na
promoção de um debate qualificado, com força construtiva e capaz de contribuir
para formar lideranças mais preparadas. Ao invés de oportunidades, convive-se
com narrativas distorcidas e mecanismos que buscam dificultar a distinção entre
o verdadeiro e o falso, configurando uma verdadeira “babel” no mundo da
política. Multiplica-se, assim, o poder de mentiras e de ilusões. São
manipulados conteúdos, imagens, disseminando desinformações, expondo os
cidadãos a perspectivas parciais e enganosas, adverte o Papa Leão XIV. Um modo
de agir que ameaça a própria comunicação, dependente da confiança social.
Na Carta Encíclica, o
Papa lembra que o discurso público contempla uma dimensão racional, ou seja,
requer averiguação, correspondência com as fontes e responsabilidade
argumentativa. Na contramão dessa compreensão está o desserviço prestado à
sociedade em razão de narrativas manipuladas e falsas. Um modo de se expressar
que, enganosamente, é considerado o caminho fácil para se alcançar objetivos,
inclusive sucesso eleitoral. Comprometida a verdade, os vínculos de confiança
ficam estremecidos, com incidência negativa sobre o bem comum. Alerta o Papa
Leão XIV: quem dispõe de importantes recursos técnicos e econômicos, e contando
também com recursos humanos abundantes, tem grande capacidade de desencadear
mudanças culturais, convencer um número significativo de pessoas sobre qual é a
verdade a respeito do ser humano, do mundo, do sentido da existência, da
família e até de Deus. Quando se busca, simplesmente, impor o que se deseja ou
considera interessante, configura-se um poder desprovido de verdade.
A falta de compromisso
com a verdade, restringindo-a a perspectivas egoístas, é uma raiz maligna e
difícil de se reconhecer. Leão XIV explica que o homem moderno se convence,
erroneamente, de que é o único autor de si mesmo, da sua vida e da sociedade. Trata-se
de uma presunção produzida e alimentada pelo enjaular-se em si mesmo. O
Pontífice cita o Papa Francisco, que sublinhava a capital importância de se
amadurecer um vivo respeito pela verdade da dignidade humana. Esta dimensão
deve se tornar uma convicção para garantir a nobreza da sociedade e sua
respeitabilidade, com incidências sociais e políticas de grande relevância. Sem
buscar a verdade uma sociedade não tem nobreza e convive com o enfraquecimento
da democracia. Afinal, bem afirma o Papa, o desinteresse pela verdade leva,
lenta, mas inexoravelmente, ao totalitarismo, segundo o qual o súdito ideal,
como escreveu a filósofa Hannah Arendt, não é tanto aquele ideologicamente
convencido, mas aquele para quem já não existe a diferença entre o fato e a ficção,
nem a diferença entre verdadeiro e falso.
O compromisso com a
verdade constitui, pois, o único caminho para que não sejam perdidas conquistas
democráticas. Vale lembrar o que disse Jesus, uma promessa e um compromisso:
conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Avança no conhecimento da verdade
quem se radica na escuta, remédio que cura a vanglória, a soberba e a
arrogância, predicados negativos que atrasam processos, comprometem o
desabrochar de instituições e enjaula pessoas na mediocridade. A busca pela
verdade possibilitará um novo ciclo na vida política e social. Na direção
oposta, a sociedade continuará, política e culturalmente, submissa a
partidarismos, polarizações e manipulações, particularmente refém do poderio
econômico que desconsidera o bem comum, que mesquinhamente desconsidera a luta
por uma sociedade justa e igualitária.
Sem o compromisso com um
agir iluminado pela verdade não se edifica a democracia, atenta-se contra ela.
Buscar amar sempre mais a verdade é desafio que contribui para um terapêutico
equilíbrio humano, expressa compromisso indefectível com o bem comum, selo de
qualidade de toda cidadania. Um exercício que ajuda a alicerçar a sociedade em
promissoras bases socioculturais, capazes de possibilitar o surgimento de
qualificadas lideranças, pessoas com adequado discernimento para reconhecer o
profundo vínculo entre verdade e democracia.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade,
da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!