sexta-feira, 15 de maio de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E POTENCIALIDADES DA CRIAÇÃO, SACRALIDADE DAS MÃES E DA CULTURA DO EXTREMO ZELO COM A CASA COMUM PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, VERDADE LIBERTADORA, MUNDIVIDÊNCIA DIALOGAL, QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS, ACRISOLAMENTO POLÍTICO, JUSTIÇA, IGUALDADE, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Às mães

       Teorias equivocadas não resistirão.

         Enganos, intrigas, falsidades cederão à evidência dos fatos.

         A injustiça não prevalecerá eternamente, ela não tem raízes, é mera ilusão.

         Ninguém detém a água que rola para o mar, nem o tempo que avança, nem o carro do progresso que esmaga sob suas rodas os recalcitrantes e descontentes – aqueles que da vida pretendem o prazer egoísta.

         Os poderosos envelhecerão e serão esquecidos.

         Os cemitérios se encherão de pessoas que, enquanto vivas, pareciam insubstituíveis.

         Nem a lembrança em alguns anos permanecerá.

         Reis rolarão do trono e não deixarão saudade.

         O dinheiro tão cobiçado se transformará em pó.

         Apenas o amor e a verdade permanecerão inalteráveis frente ao olhar severo do tempo.

         Dentro de qualquer ser humano, em breve, todas as ilusões se farão cinzas, os sonhos se desvanecerão, os confrontos se transformarão em farinha levada pelos ventos.

         Bem por isso, homem, não te arredes do que for bom nem te afastes do que for justo!

         Sê benevolente, e faze da humildade, da compaixão, da caridade seus auxiliares nesta vida, tão breve e incerta.

         Às derrotas morais da alma, apenas o amor e a verdade te ajudarão a sobreviver.

         Olha, por rico ou miserável que tu sejas, para a grandeza do sentimento mais poderoso, há aquele que ninguém pode desmentir, criticar, condenar, aquele que ampara, perdoa, acalenta, benevolente e terno, resistente ao desafio mais penoso, que sabe silenciar na dor, como pode gritar contra as injustiças, sem medo e receio da própria vida.

         A mais valiosa dádiva que Deus concedeu à tua raça: o Amor de Mãe.

         A todas as mães, dispensadoras do sentimento mais forte, puro, doce, eterno:

         “Obrigado por existirem”.

         Meus parabéns para todas as mães neste dia tão especial.”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 11 de maio de 2026, caderno A.PARTE, p0ágina 2).  

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 08 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Cidadania na verdade

Os conterrâneos de Jesus sempre altercavam com Ele, particularmente os religiosos cristalizados na própria mundividência. Agiam apenas por interesses, permaneciam aprisionados por não conseguir estabelecer diálogos capazes de gerar entendimentos. Ilustrativa é a passagem narrada pelo evangelista João, quando, nos arredores do templo de Jerusalém, Jesus revela que Ele é a luz do mundo, assegurando que quem o segue não andará na escuridão. Aos que creram Nele, garantiu: se permanecerem na Sua palavra conhecerão a verdade, e pela verdade experimentarão a verdadeira liberdade. Ao revelar-se como a verdade, Jesus aponta para além de conceitos especulativos.  Ensina o que significa segui-Lo: compreender a própria vida como oferta de si mesmo, a exemplo do que fez Jesus, no alto da cruz. Conhecer, pois, a verdade ensinada por Cristo remete cada discípulo a avaliar a própria conduta, qualificando-se, sempre mais, no exercício da cidadania.

Avaliar a própria conduta é enorme desafio no contexto da vida familiar, nos ambientes das instituições e, especialmente, no mundo da política. A esfera política tem importância determinante no desenvolvimento integral da sociedade, mas se perverteu em arena de posicionamentos e interesses que desconsideram o bem comum. Constitui dever cristão resgatar e promover formas de exercício da cidadania que priorizem o bem comum, desautorizando jogos ideológicos que somente alimentam polarizações. A escalada das polarizações chega ao lastimável ponto de prejudicar o adequado tratamento de assuntos que são de interesse da população, com prejuízos ao exercício da representatividade, tornando-a contaminada por vícios e, consequentemente, sem qualidade.  Gesta-se, assim, um contexto de poucas opções, diante do desafio de se escolher representantes para o exercício do poder.

O resultado é um cenário desolador também nos contextos eleitorais. Diante de discursos e de razões, a sociedade responde com uma descrença perigosa. A disputa entre siglas partidárias comprova essa situação desoladora. Essas legendas costumam oferecer ao eleitor nomes com atuações pouco relevantes nas instâncias de representação. Pessoas carentes de relevância também por não cumprirem o que disseram, ou por estarem envolvidas em atos de corrupção, por considerarem apenas os próprios interesses. Por isso mesmo, fala-se do alto custo para manutenção da máquina: são concedidas benesses inexplicáveis e inaceitáveis aos que ocupam cargos no poder, um peso para o bolso do cidadão. No exercício do poder, o interesse, frequentemente, restringe-se ao que leva a ganhos pessoais, em detrimento claro do bem comum. As consequências se manifestam de muitas formas, nas fragilidades de infraestrutura e de logística, com atrasos em obras, superfaturamentos e outros males.

Quando impera o egoísmo no exercício do poder, as ações são em favor de quem já tem muito, com o sacrifício dos pobres e evidente descaso em relação ao compromisso de ajudar a sociedade a avançar no desenvolvimento integral, sustentável. Por isso, convive-se com esta realidade: uma nação rica e pujante empobrecida pela incompetência de governos, daqueles que deveriam promover o direito e a justiça. Há evidente carência de uma cidadania qualificada, em todas as esferas, pela falta de competência humanística, chegando ao descalabro de se fazer política por meio de bate-boca, alimentando preconceitos, buscando validar a própria imagem por discursos iconoclastas, sem respeito ao semelhante. As condutas não são pautadas pelas razões que alicerçam a vida, compreendida como dom oferecido ao semelhante. Com a cidadania fragilizada, campeia um verdadeiro deboche no funcionamento das instituições, na formulação dos discursos e, sobretudo, no modo de agir. Valida-se como modelo a abominável e desastrosa conduta de fazer valer somente o próprio interesse.

Outro deboche em relação à sociedade, com riscos cidadãos, é o populismo que aprisiona os pobres na condição de reféns, pontualmente oferecendo-lhes ajuda, mas sem o devido cuidado com seu desenvolvimento integral, comprometendo a cidadania qualificada, que busca garantir liberdade a todos. Compreende-se, portanto, que socorros emergenciais, necessários e inadiáveis, não podem ser instrumentos para retardar processos que, verdadeiramente, gerem a inclusão de todos no exercício da cidadania, permitindo que cada pessoa contribua na construção de uma sociedade justa e igualitária. Qualificar sempre mais a cidadania, no horizonte da verdade, é o caminho para que a sociedade possa discernir sobre líderes que tenham credibilidade, se capacitando para avançar rumo ao desenvolvimento integral.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em abril, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,39%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!