sexta-feira, 11 de setembro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA INDEPENDÊNCIA, SINERGIA DA SAÚDE E EDUCAÇÃO BÁSICA, COMBATE IMPLACÁVEL E SEM TRÉGUAS À INFLAÇÃO, CORRUPÇÃO, DESPERDÍCIO E DÍVIDA PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO EXTREMO ZELO COM A CASA COMUM, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, COP30, VERDADE, JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA CONSTRUÇÃO DA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor

No marco solene dos 204 anos de nossa Independência, movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as nossas riquezas e ferem a dignidade humana:

  • I — A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.
  • II — A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética, afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
  • III — O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
  • IV — A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde 1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso orçamento nacional.
  • V — A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano.

O Elo Dourado: A Resposta na Civilização do Amor

Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor, conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.

O caminho para essa redenção histórica começa no Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.

Sob o influxo do "gênio feminino", essas jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua maturidade aos 17 anos.

A urgência de um novo Farol de Alexandria para a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança. Ao educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que herdarão esta terra.

Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria, convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa, e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!

(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 04 de setembro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Curar um mundo ferido

A Igreja Católica, no mundo inteiro, celebrou o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado com a criação, na abertura do mês de setembro. Instituído pelo Papa Francisco, o Dia de Oração tem um tom convocatório e um propósito de sensibilização: o ser humano, eleito regente da criação e o amor maior do Criador, é chamado a rever os descompassos no tratamento dedicado ao planeta e a corrigir rumos. Curar um mundo ferido é projeto desafiador que exige grandes mudanças nas lógicas regentes da sociedade, responsáveis pelas feridas impostas à casa comum e por suas consequências. Um relevante ponto de partida é o encontro dialogal e místico entre a criatura regente e o autor da criação, capaz de ajudar na geração de uma indispensável consciência ecológica. Esse encontro ilumina o desenvolvimento de processos e dinâmicas essenciais à cura de um mundo ferido.

Especialmente preocupante é a ausência da temática ecológica-ambiental na discussão política envolvendo aqueles que se candidatam a cargos executivos e legislativos. O desenvolvimento sustentável é um desafio permanente na sociedade brasileira, pois aqueles que ocupam as instâncias de poder atrelam e submetem essa temática, muitas vezes cegamente, a lógicas perversas de interesses econômicos. Urge-se, assim, o que propõe o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação: contemplar o dom da vida e valorizar a terra que a sustenta, pois essas são formas concretas de louvar o Criador, explica o Papa Leão XIV, em sua mensagem para celebrar a data. Essa contemplação e valorização levam a um melhor entendimento sobre a realidade sociopolítica. Há iniciativas semelhantes que buscam inspirar sensibilização ecológica, com o propósito de incidir na realidade, com repercussões na economia, no desenvolvimento integral e na agenda sociopolítica. Um dos destaques é o Junho Verde, Lei aprovada e sancionada pelas instâncias competentes, que convoca a sociedade a investir na educação ecológica. No entanto, ainda há pouco investimento nessa direção.

Prescindir do itinerário que leva à educação ecológica tem como consequência o enfraquecimento da humanidade para enfrentar muitas crises e para tratar tantos sofrimentos da atualidade. A falta da sensibilidade ecológica explica a perturbação acelerada do equilíbrio harmonioso da criação. Essa situação, explicitada na degradação ambiental, pede um forte apelo à cura e à paz. O Papa Leão XIV, na sua mensagem, se refere ao Profeta Isaías, que anunciava um tempo em que as nações “transformarão as suas espadas em relhas de arados”, tornando tudo que destrói a vida naquilo que a sustenta. Adverte o Pontífice que se vê o contrário no mundo contemporâneo: os esforços são direcionados à violência e à guerra. Os confrontos bélicos deixam feridas que vão além do campo de batalha, lembra o Papa, por ceifar vidas, separar famílias e obrigar milhões de pessoas a fugir para longe de seus lares, aumentando, assim, o medo, a injustiça e a divisão, além de, gravemente, provocar destruição social e a degradação ecológica que perdura por gerações.

A interação entre conflitos armados e a degradação ambiental cria um ciclo vicioso que destrói ecossistemas, contamina recursos essenciais como o ar e a água, comprometendo a segurança alimentar, um direito humano que deve ser tratado como prioridade. Tudo isso faz crescer a pobreza, a desigualdade e novas tensões sociais, contribuindo para o surgimento de mais conflitos, assevera a mensagem pelo XI Dia Mundial de Oração pelo Cuidado com a Criação. Afirma o Papa que os conflitos armados e a degradação ambiental revelam a incapacidade humana de se reconhecer imagem e semelhança de Deus, com o dever de respeitar a vida e de cuidar da terra dada por Deus. Sinalizam, assim, para um fracasso político, também moral e espiritual. As guerras são uma negação dos princípios do Evangelho da paz.

Curar o mundo ferido exige responsabilidade e a conversão do coração, a partir da fidelidade a Deus, cultivando o amor mútuo e o respeito pelo dom da criação. As discórdias, as violências, as injustiças e a degradação ambiental não são o resultado apenas de sistemas ou estruturas insuficientes, também têm relação com o desequilíbrio que se radica no coração humano, lugar onde acontecem as lutas fundamentais e se revela a condição humana decaída. O coração não é apenas a sede das emoções, mas o centro da pessoa, lugar onde convergem razão, desejo, vontade e consciência.  A mensagem do Papa afirma assertivamente que a luta entre desejos contraditórios fecundados pelo amor e pela indiferença, verdade e ilusão, justiça e injustiça habita o coração. Consequentemente, diz que as feridas da guerra e da degradação da terra estão intimamente ligadas à condição do coração humano.

Os conflitos que atormentam a humanidade são expressão exterior da divisão e das discórdias interiores. Quando o coração está deformado, adverte Papa Leão XIV, as relações sofrem e as estruturas exteriores começam a refletir essa desordem. Conclui o Pontífice: para construir uma sociedade pacífica é preciso não apenas reformar as estruturas, mas renovar os corações. Completa afirmando que as causas profundas dos conflitos e da exploração da Criação têm origem em uma crise ética e cultural que inclui a perda do sentido de limites, a vontade de exercer dominação, a busca do lucro imediato e ilimitado, a incapacidade de reconhecer a dignidade concedida por Deus a cada pessoa. É hora de transformar relhas em arados, começando pelas mudanças no coração, para se poder curar um mundo ferido.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a)     a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos) – e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental (6 – 14 anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- A transcendental convergência entre o Hospital da Criança – no  atendimento desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança Tripartite:

Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);

Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;

À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e recursos materiais,  financeiros, logísticos e patrimoniais!

 

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!