“O verdadeiro sentido da vida
Na
estúpida corrida para bater recordes de acumulação de riquezas, o verdadeiro
sentido da vida tende a ficar para trás. Continua gozando de maior respeito um
homem rico do que um sábio. O primeiro é mais visível, possui acessórios caros;
impõe-se pela capacidade de comprar soluções; o segundo, por evitar comprá-las,
pois não gera problemas. Um mede seu êxito pelo tamanho da inveja que suscita;
o outro, pela arte de insuflar satisfação, pois ele compreendeu que não é feliz
quem mais tem, mas quem mais se satisfaz com o que tem.
A
felicidade, em si, não é algo exterior, não vive fora do indivíduo nem se pode
comprar na feira. Ela gera bem no tabernáculo humano, num recinto pessoal e
intocável, como um sentimento de plena harmonia, e não de superioridade.
Engana-se, portanto, quem desfila entre seus semelhantes recolhendo olhares
invejosos ou medindo sua importância pela riqueza. Será um Sísifo empurrando
eternamente a pedra e recomeçando sempre do princípio.
O novo
milênio, saudado pelos arautos da Era de Aquário como o início de uma fase de
grandes transformações, deverá promover o resgate da sabedoria entre os seres
humanos e, portanto, a capacidade de viver de forma harmoniosa em relação tanto
aos semelhantes quanto à natureza. Sinais dessa mudança se notam pela
preocupação ainda tímida, mas já evidente, da “responsabilidade social”, algo
humano e ambientalmente correto que começa a ser compreendido como fator
fundamental e indissociável das atividades econômicas.
Embora o
lucro continue a ser condição básica, pois sem ele nenhuma empresa consegue
permanecer em atividade, surge com vigor nas grandes corporações, e até nas
pequenas empresas, a necessidade da ação correta, aquele que distribui não
apenas dividendos, mas ajudas ao desenvolvimento humano.
O
desempenho de uma empresa passou a ser avaliado, com intensidade crescente nos
meios mais atentos, por um conjunto de valores não apenas econômicos e não
necessariamente materiais. Hoje, e ainda mais no futuro, a importância e as
perspectivas de longevidade da empresa se atrelam ao respeito de interesses
difusos e à superação de sofrimentos humanos.
Mais
vale uma empresa com um lucro modesto, mas com papel definido de utilidade social,
do que uma empresa com um monumental lucro sem méritos sociais. A primeira terá
vida mais fácil que a outra, gozando de simpatia, de apoio, de gratidão –
valores imateriais que conspiram hoje, e conspirarão ainda mais no futuro, para
o sucesso.
Quem
compreender isso é um afortunado que distribui meios para uma vida melhor.”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 22 de junho de 2026, caderno A.PARTE,
página 2).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 19 de junho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Princípios inegociáveis
O Papa Leão XIV interpela
a civilização contemporânea sobre a magnificência da humanidade com a sua
primeira Carta Encíclica: interpelação pertinente neste mundo desembestado que
precisa se ancorar em princípios inegociáveis. Luminosa é a evocação de princípios
que configuram a Doutrina Social da Igreja, magistério de alta relevância com
força para qualificar governos, segmentos variados da sociedade e
relacionamentos interpessoais em uma sociedade multicultural. A Doutrina Social
da Igreja deveria ser um vade-mécum orientador de posturas, discernimentos e
tomadas de decisão, reunindo cinco princípios inegociáveis: a priorização do
bem comum, a destinação universal dos bens, a subsidiariedade, a solidariedade
e a justiça social. Cada princípio reza indicações e horizontes que, seguidos,
têm propriedades para qualificar cidadanias, nortear atitudes e construir
relações que levem em conta importante verdade: todo ser humano é imagem e
semelhança de Deus-Criador, cada pessoa é admiravelmente restaurada pela morte
e ressurreição de Jesus Cristo, o Salvador. Uma verdade doutrinal que alicerça
o sentido de irmandade solidária, necessário para se poder buscar um outro
mundo possível.
A imagem e semelhança das
criaturas em relação a seu Criador é uma verdade que não declina, com
propriedades que orientam, de forma sábia e com lucidez, a vida dos fiéis. Mas
interpretar “as coisas novas da atualidade à luz da dignidade fundamental da pessoa
humana é um enorme desafio contemporâneo”, sublinha o Papa Leão. Por isso, é
importante sempre retomar os princípios da Doutrina Social da Igreja, capazes
de inspirar urgentes transformações na sociedade. O Papa convoca,
especialmente, as instituições acadêmicas a dar novo impulso a esses princípios
neste contexto de mudanças radicais. Um ponto de partida determinante é
reconhecer que todos precisam ser respeitados, indistintamente, pois partilham
a mesma dignidade inalienável, com direitos que nenhum poder humano deve ferir
ou eliminar. A partir desse reconhecimento, percebe-se a necessidade de se
reconfigurar modos de convivência, respeitando, de forma mais efetiva e
abrangente, o bem comum. Isso significa sair do mundo estreito dos próprios
interesses e engajar-se na luta pela superação das inaceitáveis desigualdades
sociais, considerando especialmente as dores dos pobres.
O Concílio Vaticano II
orienta sobre o significado do bem comum: consiste no conjunto das condições da
vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada pessoa, alcançar mais
plena e facilmente a própria perfeição. Trata-se de um bem que pertence a todos,
construído em conjunto salvaguardando direitos e necessidades básicas de todos
os cidadãos. A meta da ação social é fazer com que o bem comum seja
verdadeiramente partilhado e promovido, para além de interesses meramente
individuais, procurando o progresso de todos em uma ação interdependente, com
força de incidir para além da organização social igualitária até se atingir uma
reconfiguração das circunstâncias sociais sem discriminações, exclusões e
esbanjamentos inócuos e reveladores de vazio existencial. A busca do bem comum
dá vida nova à sociedade fomentando o ethos da
corresponsabilidade: cada cidadão assume a responsabilidade de contribuir na
construção de seu contexto social.
Papa Leão lembra que a
prioridade é trabalhar em conjunto na busca do bem de todos, por meio de um
projeto partilhado. Exige-se e supõe-se um permanente e aberto diálogo, sem
artimanhas, para que todos caminhem juntos. Importante é ressaltar a responsabilidade
do Estado na promoção da unidade e na organização justa da sociedade civil. O
Papa ressalta a tarefa do poder público de cuidar da delicada harmonização da
justiça, considerando os diferentes interesses em jogo, a busca de equilíbrio
entre bens particulares e os bens da coletividade. Neste horizonte, o Pontífice
também adverte quanto ao risco de a política renunciar a uma visão de longo
prazo, reduzindo-se a cálculos de curto alcance ou a estéreis polarizações.
Essa renúncia faz com que discursos percam credibilidade, ajuda a acentuar
desigualdades e fraturas sociais. A advertência de Leão XIV vai mais longe
quando se considera a política internacional que, muitas vezes, alimenta
lógicas de contraposição e de agressividades. Consequentemente, contribui para
acentuar a distância entre os povos.
A construção do bem comum
exige cooperação de muitas formas, salvaguardando o bem de todos, sem anular
pluralidades de povos e Estados. Não se pode perder o respeito pelo semelhante,
deixando-se dominar pela irracionalidade que, entre outros males, sustenta
tentativas de subjugar ou eliminar nações. O exacerbado individualismo,
alimentado por uma concepção de economia dominada pela idolatria do dinheiro,
promove revezes na tarefa de se promover o bem comum. Quando o dinheiro domina,
sem deixar lugar para parâmetros éticos, desconsidera-se o bem comum. Não se
consegue mais reconhecê-lo como princípio moral primário, perdendo sua
incidência na cultura, com repercussões no conjunto de ações e práticas que
definem a vida de um povo, de uma nação. Deve-se investir justamente para que o
bem comum se torne base capaz de definir a cultura em seu conceito mais
abrangente, relacionado ao conjunto de valores, princípios e modos de viver que
constituem a vida de um povo. Assim, abre-se o horizonte para buscar um mundo
novo possível, articulado com os demais princípios da Doutrina Social a serem
aprofundados e bem estudados. Um mundo em que são respeitados os fundamentos
reunidos na Doutrina Social da Igreja: princípios inegociáveis.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a
grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne
Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na
sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!