“Páscoa
Se
você não sabe a fórmula correta para calcular o dia da Páscoa, anote: ‘É o
primeiro domingo após o plenilúnio sucessivo ao equinócio de 21 de março’. No
hemisfério norte, trata-se do domingo imediatamente sucessivo à primeira lua
cheia de primavera; no hemisfério sul, obviamente, à de outono, entretanto,
para entender a simbologia, devemos ficar no hemisfério norte, berço da cultura
ocidental.
A
Páscoa, antes de ser uma data do calendário cristão, era adotada desde os
primórdios por outras civilizações para comemorar o herói solar, que era
venerado como Hórus, Tamuz, Mercúrio, seguindo as tradições egípcias,
babilônicas e gregas, respectivamente. Ou, ainda, Hércules, Perseias,
Zaratustra, Mitras. Entretanto, essas divindades, de nomes variados e de
aspectos parecidos, tinham em comum o sexo masculino e a função de elo entre a
humanidade e o Supremo.
A Páscoa
resultante da posição do Sol e da Lua, no hemisfério norte, coincide com o
início da primavera, das semeaduras, do renascimento da natureza. De um
equinócio a outro, o Sol, força masculina por excelência, terá predominância
(dias mais longos que as noites), fornecerá luz e calor, crescimento e
colheitas.
A Igreja
Católica decidiu manter a fórmula da data variável sobrepondo o Cristo ao herói
solar, que ilumina a humanidade.
Nada
melhor que as palavras da teósofa Annie Besant para compreender sua
importância: “É Ele que dá a tantas almas a força para superar as trevas e de
enxergar piedosamente a centelha da inspiração mística, a sede de alcançar o
Deus oculto. É Ele que derrama ondas de verdade nas inteligências aptas a
recebe-la. É Ele a Figura consoladora que se encontrava ao lado de seus
mártires, enchendo o coração deles com sua paz. Era Ele que avolumava a
eloquência dominadora de Savonarola, guiava a sabedoria de Erasmo, inspirava a
ética profunda de Espinosa, na sua divina embriaguez.”.
“Era sua
energia que impelia Roger Bacon, Galileu, Paracelso a sondar a natureza. Era
Sua beleza que atraía Fra Angelico, Rafael e Leonardo da Vinci, que inspirava o
gênio de Michelangelo, permitindo-lhes levantar essas maravilhas do mundo, como
o Domo de Milão, São Marcos em Veneza e a catedral de Florença.”.
“São
Suas harmonias que se cantam nas missas de Mozart, nas sonatas de Beethoven,
nos oratórios de Handel, nas fugas de Bach, no austero esplendor de
Brahms”. “Foi Sua presença que amparou os músicos solitários, os ocultistas
perseguidos, os investigadores pacientes no caminho da verdade”.
“Foi Ele
que se esforçou em instruir e despertar a santidade. Ele ainda procura no seio
das igrejas homens capazes de ouvir Sua sabedoria...”.
A Páscoa
é, por excelência, o momento em que se reverencia a força crística – a força
que estimula o homem a superar seus vícios, seus defeitos, suas limitações e
que o leva para mais perto de Deus.”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 6 de abril de 2026, caderno A.PARTE,
página 2).
Mais uma
importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho Mobilização para a
Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 03 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Jardim das Oliveiras
O ápice dramático e
doloroso da morte de Jesus, no alto da cruz, inicia-se no jardim do Monte das
Oliveiras, com lições singulares para compreender e encharcar-se da verdade
redentora que vem da oferta obediente e amorosa do Filho de Deus-Pai. Todos que
se colocam diante de Jesus, de seu seguimento, são tocados por seus raios de
luz que dissipam as trevas sobre a condição humana. Assumir o discipulado de
Jesus é um grande desafio existencial. Inclui uma adequada compreensão sobre
aquilo que o Mestre viveu no Jardim das Oliveiras. Esse entendimento exige
contemplação silenciosa para alcançar um sentido que está além da razão, que
tem a sua importante luz, mas insuficiente para enxergar a verdade chamada
amor. Configura, assim, a disposição para uma obediência que gere a oferta
corajosa, efetiva, da própria vida. Essa disposição não pode ser confundida com
a defesa de bandeiras, a partir de discursos inflamados. Trata-se de oferta
que, efetivamente, muda cursos de rios. Aliás, os discursos inflamados, os alardes,
muitas vezes confundidos com profecias transformadoras, estão bem distantes da
experiência de contemplação, essencial para construir consistência interior,
alicerce que pode sustentar amplamente, sem preconceitos e discriminações
odiosas, a oportunidade de ser o discípulo espelho testemunhal do Mestre Jesus.
O Mestre é o Filho de
Deus, acompanhado pelos discípulos, inebriados pela experiência da última Ceia,
concluída com o canto de salmos, efetivando os temperos da oração, da gratidão
e do louvor como ingredientes indispensáveis para se viver na coragem amorosa
de Jesus. A coragem do Mestre é expressa pela oferta que Ele faz de si, lição e
caminho para todo discípulo na sua fraqueza humana e nos limites da sua
capacidade de amar. Jesus sai com aqueles que o seguem em plena noite com a
disposição de assumir sobre si, amorosamente, obedientemente, a condição de
cordeiro imolado para operar a verdadeira, única e completa redenção da
humanidade, povo de Deus. O que Cristo expressou com seus discípulos era
agradecimento e reconhecimento pela libertação do povo alcançada por Deus, Seu
Pai. No Jardim das Oliveiras, a oferta de Jesus é inaugurada sem gritos de
ódio, sem mágoas de ninguém. O Mestre não se restringe a ser apenas porta-voz
de revoltas, encurralado pelas estreitezas emocionais comuns aos seres humanos.
Não há espaço para manifestações odiosas ou rancorosas, sem gratidão, sem
considerar o semelhante, particularmente aqueles que experimentam a exclusão.
Envolvido pela agonia,
Jesus responde às ameaças e tribulações com obediência amorosa ao seu Pai,
permitindo uma reviravolta na compreensão da vida e do seu tratamento pela
realidade da cruz. A oferta de Cristo tem força para gerar a verdadeira
libertação, permitindo à humanidade conquistar uma sabedoria que reorienta a
vida com o vigor de autêntica profecia. A escuridão da noite de agonia no
Cedron se ilumina pelo sentido inesgotável do amor perene revelado na oferta da
cruz. Com o gesto extremo de Jesus alcança-se a linguagem do verdadeiro amor,
por sua singularidade desafiadora: ganha quem perde e perde quem ganha, lógica
explicitada fartamente nas páginas do Evangelho. Os discípulos são desafiados a
aprender, fielmente, essa lição que é plena de novidade e se contrapõe à
mesquinhez humana. Jesus é fidelidade e novidade o tempo todo. Essa novidade e
fidelidade são magistralmente expressas naquele lugar, o jardim da torrente do
Cedron.
Iluminada é a profecia
que vem da cena em que Jesus repreende Pedro, na ceia derradeira quando o
discípulo, enquadrado em lógicas humanas de poder, não aceitou que o Mestre
lavasse os seus pés. Ali, a partir da discriminação alimentada pelo raciocínio
humano, Pedro não conseguiu compreender que todos são, igualmente, merecedores
da fraternidade solidária, sem preconceitos e qualquer discriminação. Jesus
convence que o verdadeiro sucesso se conquista com a cruz. Ilustrativa portanto
é a oração de Jesus no Jardim das Oliveiras. O Mestre compartilha com os
discípulos a sua grande tristeza, especialmente com Pedro, Tiago e João. E
chama à vigilância. No entanto, sobressai a sonolência dos discípulos,
configurando ocasião favorável ao poder do mal. O poder do mal que domina,
enche os olhos daqueles que denunciam a partir de incoerências. Gente que,
inclusive, pode estar com vestes sacras, mas seduzida pela astúcia de Judas,
que se aproxima e entrega Jesus à morte com um beijo, gesto de afeição
transformado em instrumento de traição.
A alma entorpecida pelo
sono significa a incapacidade para alarmar-se com o poder do mal no mundo. Essa
incapacidade torna o ser humano conivente com as injustiças, contentando-se com
discursos que apenas formulam pensamentos nos quadros da hipocrisia de Judas, o
traidor, quando, por exemplo, critica a mulher por usar perfume caro na unção
dos pés de Jesus, mas, ao mesmo tempo, revela desconsideração em relação aos
pobres quando roubava o dinheiro da bolsa comum do grupo de
discípulos. Jesus afasta-se para orar, prostrando-se para acolher e
obedecer a vontade do Pai, suando sangue. Na cruz, derramando o sangue
todo para operar a obra da Salvação. A agonia intensa pode gerar medo diante do
poder da morte. Como Filho de Deus, o Mestre vê com clareza a força da morte a
ser vencida com a sua oferta de amor na cruz, obedientemente ao Pai.
Angustiado, mesmo com a consciência clara de sua força redentora, pede ao Pai
que “afaste o cálice”. Supera a dor e não dá lugar à covardia, testemunhando
sua confiança amorosa no amor de Deus.
Seja feita a vontade do
Pai! Jesus assim faz a sua oferta traçando o único caminho com força de superar
o lamaçal do mal que respinga em toda pessoa. O itinerário delineado pelo
Mestre é o único capaz de dissipar e vencer a soberba, o orgulho e derrubar máscaras, fazendo
com que o amor vença o horror da astúcia e da atrocidade do mal. Beba do cálice
da agonia, sem medo, para vencer as sonolências da condição de discípulo e
permanecer de pé, junto à cruz, participando da hora maior, quando Jesus morre
e abre a página nova, definitiva, da história da salvação humana. Graças a
ela, o mundo foi remido: seja adorada e bendita a cruz de Cristo!”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação de Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da
paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!