“O exemplo de um copo d’água
Qualquer atitude tem o
seu tempo, e o tempo não espera, continua seu curso. O STF já teve tempo de
sobra para corrigir seus excessos. Agora uma longa conta chegou para complicar
os ministros e assustar. “Qui gladio ferit, gladio perit (Quem fere com a
espada, pela espada morre).
Disse o menestrel: “O
poder é uma droga”, altera, entorpece, especialmente quem não percebe que
continua sendo um homem comum no meio de bajuladores e pedintes. Por isso um
toque de cinza depois do Carnaval: “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó
voltarás”.
Esquecer-se de que o
momento é fugaz pode ser fatal. O “gladio” não tem relógio nem alma.
O poder inebria quem não
se preparou. O poder não diminui as responsabilidades, antes as aumenta
exponencialmente. Trata-se, na prática, de um empréstimo de prerrogativas,
concedido temporariamente a um simples ser humano. Algum mérito teve para
chegar, mas deve considerar que qualquer gesto ou exemplo em cargo de poder se
reflete numa cadeia de consequências, positivas e negativas, que deixam um
saldo.
O patrimônio moral e
intelectual no poder tem como se ampliar ou até se aniquilar em caso de
excessos. O resultado depende da dedicação sincera e, muito, da humildade
adotada. As teorias do bem de Marco Aurélio, duradouras, mais que do proveito
de Maquiavel, fugazes, consolidam as ações de uma figura na história, que pode
passar como portador de evolução ou de desgraça. Pode deixar saudades ou raiva.
Apenas depende dele.
O poder é uma roupagem,
um manto precisa vestir com sobriedade, naturalidade e genuinidade. A
sofisticação pode embasbacar alguns, mas é mortal para os resultados, pois o
bizantinismo se torna motivo de atraso nas entregas e gastos desnecessários.
Com a sofisticação o
poder se enrola nas formas e se exaure nelas, enquanto os componentes do bolo
precisam de essencialidade, com o sal, o açúcar e a farinha em dose coerentes.
O poder não tem princípios antigos ou modernos, eles são universais.
Eu tive o privilégio e a
bênção especial de participar de um encontro, improvisado de última hora, com o
dalai-lama em Brasília. Cerca de 300 pessoas num salão do Congresso Nacional,
há muitos anos, cobravam um contato com ele.
As cadeiras eram
suficientes para cerca de cem pessoas, o restante dos presentes se apinhava nas
escadarias e onde sobrava espaço. O calor do dia ensolarado e o local lotado
não eram dos mais agradáveis.
Vestindo seu simples
manto monacal e calçando sandálias, igual aos demais monges tibetanos, chegou
sorrindo, tomou o lugar reservado, quando chegou de imediato um copeiro da casa
e lhe serviu um copo d’água. Ele o recebeu, olhou para o copeiro, para a plateia
e hesitou por alguns segundos. Em seguida, ele o ofereceu a um fotógrafo à sua
frente, que, obviamente, não o aceitou e passou a oferecê-lo insistentemente
aos outros mais próximos, até deixá-lo de lado.
Poderia parecer
inusitado, mas um iluminado não age inconscientemente em momento nenhum, como
um mísero mortal que vive adormecido a vida inteira. Tem plena consciência de
cada instante, de cada detalhe e gesto. Evita pisar em formigas, vive
integralmente desperto. Sua esfera se expande e, por onde circula, sua aura
solar brilha.
No budismo os grandes
mestres são aqueles que reconhecem, mais que os outros, a própria ignorância e
trabalham para transformá-la em sabedoria, desapegando-se de qualquer premissa
de superioridade em relação a quem quer que seja. Eles não satisfizeram a própria
sede, deixando outros com sede.
Os gestos desse santo
homem são declarações e, apesar de enigmáticos, se tornaram inesquecíveis.
Quando passei a ter vislumbres da iluminação e seus efeitos nos seres humanos,
compreendi que não podia ser diferente a atitude de um “santo” iluminado. Seus
gestos carregavam a explicação da “compaixão”.
Com a oferta reiterada,
com sorriso radiante, queria “apenas” dizer: “Se há um só copo d’água para
matar a sede de tantas pessoas, a maior autoridade tem que ser a última a se
servir...”.
Exatamente o contrário
daquilo que nós vimos em nosso país, com autoridades brindadas com todas as
mordomias, em contraponto a uma população excluída do essencial.
O dever do exemplo é
irrenunciável para adquirir para a verdadeira autoridade, é orgânico, não
fabricado. Respeitar a regra áurea do Reino de Deus: “Os últimos serão os
primeiros, ou os primeiros serão os últimos”.
Se a autoridade máxima
não der naturalmente o exemplo, será uma flor de plástico, uma enganação sem
perfume e vida. Pior, o que acontecerá debaixo dele, nas camadas mais carentes
de educação e de saber? A miséria, o caos, o conflito permanente. O mal, o egoísmo,
as perversões se ampliarão.
O iluminado desenvolveu
uma consciência oceânica, que o faz viver cada instante como fosse o mais
importante e o último de sua passagem terrena, pois sabe que qualquer instante
é igualmente importante, que sua existência é eterna neste universo.
Infelizmente vivemos numa
sociedade ainda primitiva. O egoísmo impera onde deveria ser proibido e adquire
seu ápice em líderes que abusam do desperdício e dos supérfluos. Isso é pago
diretamente pelos inocentes, ao quais se deveria dar o exemplo, como o dalai-lama
sabe oferecer até num copo de água fresca.”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 9 de fevereiro de 2026, caderno
A.PARTE, página 2).
Mais uma
importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para
a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 30 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Entraves culturais
As dinâmicas culturais
podem ser vetor de impulso, ou de retrocessos, na busca pelo desenvolvimento
integral da sociedade, compromisso com a vida de todos. O risco maior é quando
subculturas assumem o comando de processos decisivos à promoção do desenvolvimento
integral. Subculturas são aquelas constituídas por processos que buscam o
atendimento de interesses particulares, em prejuízo aos anseios da sociedade.
Elas promovem a relativização do bem comum, fazendo com que os pobres e
vulneráveis paguem preço ainda mais alto. Subculturas têm força para impedir
conquistas importantes para a vida de todos. Um mal que se torna evidente
quando os debates políticos, ao invés de buscar discernir a melhor escolha para
o bem de todos, se reduzem a disputas ideológicas, fecundadas por embates que
formatam a polarização, promovendo retrocessos e estagnações.
O mundo da política,
distanciado da nobreza do diálogo e da priorização do bem comum, se torna lugar
de hostilidades, orientado aos interesses hegemônicos do lucro, longe de buscar
contemplar o bem-estar de todos. Aqueles que estão no exercício do poder envolvem-se,
facilmente, em um bate-boca estéril, colocando em evidência quem, de modo mais
figadal, faz ataques. Esse cenário contribui para constituir um vício terrível:
a mobilização da linguagem para construir uma autoimagem a partir da atitude
iconoclasta de destruir a imagem do semelhante. A linguagem deixa, assim, de
ser mobilizada para ajudar na construção de discernimentos essenciais ao
desenvolvimento. Torna-se instrumento no contexto de disputas que consomem
muita energia. Essa subcultura alicerçada na busca pela destruição de quem
pensa diferente é alimentada pelo desejo de ser sempre maior que o semelhante.
Um desejo que cega o ser humano para as reais necessidades de seu contexto
social.
Quando se importa somente
com o que é do próprio interesse, vira-se as costas para o bem comum de todos.
E as sociedades mais desenvolvidas mundo afora partilham uma característica:
seus cidadãos não se interessam apenas pelo próprio bem, mas incluem no
próprio horizonte o bem-estar de cada um. Não basta que uma pessoa ou pequeno
grupo tenha moradias dignas, com muito luxo, enquanto tantos outros sofrem em
lugares inadequados, insalubres. Não são suficientes medidas que melhoram a
mobilidade urbana de alguns privilegiados, insensivelmente tratando os anseios
dos mais pobres. Igualmente grave é deixar-se aprisionar no propósito da
autopromoção, buscando trunfos em disputas eleitorais, ou mesmo reconhecimento
social. A cegueira em relação à importância do semelhante gera um
distanciamento da compreensão sobre a importância de se saber administrar as
diferenças, reconhecendo que todas as pessoas partilham a mesma dignidade. Essa
compreensão promove equilíbrio social.
Sociedades mais
desenvolvidas, obviamente, também são cenário de embate entre suas diferenças,
mas seguem parâmetros nos quais o bem comum é prioridade. Sem esses parâmetros,
os esforços se concentram nos embates, distanciando as ações governamentais do bem
de todos. São desperdiçados recursos a partir das dinâmicas da corrupção e
tantas outras que ameaçam o bem comum. O desarvorado desejo de possuir sempre
mais, acumulando bens ilimitadamente, precipita pessoas, segmentos da sociedade
e instituições no abismo da imoralidade e da falta de ética. As consequências
são sentidas no dia a dia, com inadequações no tratamento da infraestrutura
urbana, viária e de outras prioridades quando se busca o equilíbrio social. A
vida simples, vivida com qualidade, é substituída pelo esbanjamento, fecundado
por vaidades. A sede de possuir sempre mais alimenta a crescente violência e
acentua diferentes tipos de adoecimento.
Importante lembrar que o
mundo contemporâneo enfrenta uma epidemia de depressão, enfermidade que ameaça
a vida de muitas pessoas. Padece também com a depressão social, consequência do
crescente abismo que divide ricos e pobres. Para vencer esses males,
deve-se também buscar construir uma cultura da paz, a partir de relações
sociais mais igualitárias e do enfrentamento de subculturas que minam a unidade
e a comunhão na vivência da fé, que subtraem da política o seu sentido nobre,
que produzem miopias. Subculturas que estagnam governantes, reduzem o
patriotismo ao mundo esportivo, impedem investimentos em patrimônios culturais
duradouros que ancoram identidades, memórias e valores. A lista de subculturas
é enorme. Urge-se, permanentemente, um deliberado e vigoroso processo de tomada
de consciência, adoção de novas dinâmicas, correção de procedimentos para não
enjaular uma sociedade no atraso, desperdiçando seus muitos recursos. O combate
aos entraves das subculturas tem, mundo afora, referências inspiradoras, que
podem ajudar a promover o desenvolvimento integral. Sejam superados esses
entraves, por uma sociedade ancorada na justiça e na solidariedade.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e
desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer;
turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e
operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade
– “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e
povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão
...
- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na
reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, povos, línguas, cidades e nações na sustentabilidade, segundo os
fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena
Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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