sexta-feira, 1 de maio de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E POTENCIALIDADES DA PRÓDIGA CRIAÇÃO, PRINCÍPIOS E VALORES ÉTICOS, VISÃO OLÍMPICA E QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA TENDA DO ENCONTRO, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, REALIDADES PLURAIS, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, COMUNHÃO, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE (111/59)

(Maio = mês 111; faltam 59 meses para a Primavera Brasileira)

“Uma oportunidade remota

       A literatura antiga descreve como conturbada a relação entre filhos homens e pais; já bem mais amena e cordial é aquela entre mãe e filhos, e melhor ainda com as filhas. Os laços com a mãe iniciam-se com fisiológicos. O filho é um desdobramento do corpo da mãe e, com a matéria, acaba em parte se transferindo a alma. O pai não participou, não viveu da criação física do ser humano, emprestou apenas uma semente que fecunda o óvulo. O sangue, o leite, os cuidados fundamentais vêm da mãe.

         Em determinadas espécies animais, o pai, depois da inseminação, desaparece. Também não existe casamento, apenas união nesse momento. Raras são as espécies que o pai tem participação no crescimento do filho. A família, é uma instituição humana, uma invenção relativamente recente.

         Já na gravidez a mãe desencadeia um crescimento de laços que se ampliam com o óvulo inseminado, crescendo para uma entidade que acaba num adulto em potencial, um ser excepcional. Nessa relação de trilhões de células vivas, de detalhes infinitesimais, de empréstimos e trocas incontáveis se dá o ser humano.

         Na expansão se realizam laços amorosos e sensações marcantes, tanto físicas como espirituais. Mãe é um ente diferente do pai; a função natural da mulher é conservadora, pois gera dentro de si. O homem, por natureza, é uma força criadora externa, é um doador em potencial.

         Nas circunstâncias da vida a mãe compreende o filho de forma sentimental: a ele deu um coração, e pela via do coração ela continua ligada a ele imperecivelmente. São inúmeros os casos descritos em que a mãe reage à distância à morte de um filho ou, ainda, num grave acidente, uma sensação ruim, às vezes a mesma dor, se abate simultaneamente sobre ela, no mesmo instante.

         Numa troca amorosa o homem perde energias, e a mulher as ganha. tem uma imensa inteligência natural atrás disso. Em várias espécies o pai serve apenas para dar o sêmen; em seguida, a mãe fecundada se recolhe até se afastar para cuidar da gestação e da formação de sua prole até o início da idade adulta.

         Os pais em muitas raças se tornam ameaças e, se deixados, suprimem as crias, especialmente os machos, pois se tornam ameaças futuras. Para a manutenção da espécie, são necessárias muitas mulheres e poucos machos. O macho tem que ser forte, esperto, guerreiro, naturalmente conquistador. O ser humano que não for educado pode pior que um animal.

         O animal, ao nascer, vem dotado de suas regras naturais, sem ensino, para alcançar num breve período a maturidade. O homem tem que construir suas condições. Terá que ser forçado a andar de pé, a estudar, a ler, a se relacionar com um mundo complexo e voltado aos desfrutes da matéria dos outros seres.

         O desafio de uma boa educação é humano. Qualquer menino criado num ambiente culturalmente avançado se transformará num ser avançado, e oi contrário também se torna cruelmente verdadeiro. E a sociedade precisa ter isso como desafio prioritário.

         É preciso evitar que a vida adulta se torne uma espécie de “iniciação” da criança em tudo aquilo que há de mais degradante: limitações impostas sem sentido, medos cultivados, brutalidade, perversões, repressões, desvios éticos, corrupção, vulgaridade, e os vícios de adultos já corroídos. A criança não nasce criminosa, torna-se preparada para o crime.

         Este é um grave entrave do nosso “mundo”, inicialmente pelo abandono de exemplos, em seguida pela “educação ao crime”. Se na selva existe uma equanimidade, no mundo civilizado tudo depende de decisões comunitárias de alto nível. Com a política contaminada por interesses e a comunidade ofuscada por uma educação ainda “bárbara” nas ruas, e de baixo nível nas escolas, bem pouco se pode esperar.

         Separar o joio do trigo não é fácil. A democracia é simulacro de suposta justiça social, explorada exatamente pelos mais corruptos e criminosos, infiltrados despudoradamente em todos os níveis das instituições apodrecidas. A eleição seria um momento de avanços, mas se tornou uma oportunidade remota. Como acreditar na escolha que realizará um povo frustrado, sem educação, sem apreço às regras da convivência?”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 27 de abril de 2026, caderno A.PARTE, página 2; vittorio.medioli@otempo.com.br).

 Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 24 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Tenda do encontro

Os bispos da Igreja Católica no Brasil concluem, hoje, a sua 62ªAssembleia Geral, com a tarefa missionária de consolidar, cada vez mais, a Igreja como “Tenda do Encontro”. No horizonte inspirador da riqueza bimilenar da Igreja, os bispos consolidam as Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil, com tônica forte na ação missionária, para continuamente qualificar o serviço dedicado às realidades plurais de um país com dimensões continentais. O foco principal é evangelizar anunciando Jesus Cristo, razão primeira e insubstituível da missão, a partir do que define a Igreja sinodal, isto é, de comunhão e participação, com força mística e profética, sustentada pela Palavra e pelos Sacramentos; em comunidades de discípulos missionários, fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres, a caminho da plenitude do Reino de Deus. Longe de proselitismos, a Igreja, querida por Jesus, é envolvida por uma espiritualidade que engaja o ser humano em experiências qualificadoras da cidadania civil, com incidências fortes e transformadoras na sociedade, sem perder jamais o que é singular à cidadania do Reino de Deus.

No conjunto de riquezas e experiências, reflexões e debates, discernimentos e decisões sobre variados temas, de interesse interno e na configuração da presença pública da Igreja Católica, a Assembleia Geral definiu as Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil, mirando os dias vindouros. Trata-se de tarefa essencial e estruturante, que ocorre a partir da rica Tradição da Igreja, em seus mais de dois mil anos, também no horizonte dos sólidos ensinamentos do Concílio Vaticano II e, na contemporaneidade, acolhendo as considerações conclusivas do percurso sinodal iniciado a partir de convocação do saudoso Papa Francisco. Oportuno lembrar que o percurso do Sínodo convocou a Igreja do mundo inteiro a promover amplos processos de escuta e, assim, construir novos caminhos para fortalecer, sempre mais, a comunhão e a participação, consolidando continuamente a ação missionária. Justamente o Sínodo sobre a Sinodalidade inspira a Igreja Católica a ser uma Tenda sempre aberta.

As mais recentes Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil expressam esta premissa: a Igreja Católica é Tenda sempre aberta, capaz de ampliar a escuta e o acolhimento, sustentada por estacas firmes na fé diante dos desafios atuais.  Ao aprovar as novas diretrizes, os bispos respondem ao convite do Papa Leão XIV:  pôr em prática, em cada Igreja local, as conclusões do Sínodo e, desse modo, consolidar práticas pastorais capazes de oferecer respostas às rápidas e muitas mudanças sociais, religiosas e culturais no mundo contemporâneo. Portanto, a lucidez é o acolhimento da necessidade de rever métodos do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, a transmissão da fé e o necessário fortalecimento do sentido de pertença à Igreja Católica. Nesta mesma direção, incluem-se as preocupações com o “grito” da Terra, a casa comum, e o clamor dos pobres, urgindo da comunidade dos discípulos de Jesus uma postura mais coerente e audaz, em conformidade com os ensinamentos do Mestre.  Todos os discípulos de Jesus são chamados a protagonizar novos processos transformadores, em corresponsável compromisso diante das urgências de preservação dos recursos naturais, do respeito à dignidade humana e da promoção da paz. Para bem viver esse compromisso pastoral, a Igreja no Brasil se percebe como tenda do encontro, uma imagem forte apontando na direção de se compreender os sinais dos tempos. Tenda é lugar do acolhimento de todos para que façam a experiência consoladora de acolher os valores e os sinais do Reino de Deus.

Importante é compreender que a tenda é especialmente acolhedora para os pequenos, abrigo dos estrangeiros, dos expatriados, dos miseráveis. Efetivamente aberta a todos os homens e mulheres de boa vontade, aos carentes de um novo rumo em suas vidas. Tenda do encontro com Jesus, abrigo seguro em meio às tempestades da vida. A tenda lembra também a condição de peregrinos: todos que passam por este mundo são peregrinos. Não permanecem definitivamente nele. Cada peregrino é chamado a aprender lições enquanto caminha, desenvolvendo projetos que promovam a vida e dão rumos novos à sociedade. Com suas Diretrizes Gerais para a Evangelização, considerando-se Tenda do Encontro, a Igreja reafirma a sua missão de servidora do Evangelho junto ao povo, escola e promotora da vida em todas as suas etapas.

Cabe, agora, conhecer e aplicar as Diretrizes aprovadas pelos bispos do Brasil, compromisso de renovar as relações e os processos internos na Igreja, segundo a tônica da comunhão e da participação, contribuindo com um mundo mais justo e solidário, meta da cidadania civil e do Reino de Deus. Discípulos e discípulas de Jesus, “mãos à obra”! O desafio é grande, mas a esperança é ainda maior. A fé é o grande tesouro, a graça de Deus é inesgotável, assim ensina a Igreja – a Tenda do Encontro.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 

Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 

I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em março, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,14%);

 

II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 

III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 

São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

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