“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor
No marco solene dos 204 anos de nossa Independência,
movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico
e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus
maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as
nossas riquezas e ferem a dignidade humana:
- I
— A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o
pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.
- II
— A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética,
afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
- III
— O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do
trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
- IV
— A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde
1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o
patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso
anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso
orçamento nacional.
- V
— A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o
nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano.
O Elo Dourado: A Resposta na Civilização
do Amor
Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz
de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o
materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a
ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor,
conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.
O caminho para essa redenção histórica começa no
Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não
virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos
diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.
Sob o influxo do "gênio feminino", essas
jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de
acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua
maturidade aos 17 anos.
A urgência de um novo Farol de Alexandria para
a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado
integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança. Ao
educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra
o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que
herdarão esta terra.
Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria,
convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O
Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa,
e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!
(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no
blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 11 de setembro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Instituições feridas
Afirma-se que uma nação
precisa ter instituições fortes, capazes de alavancar o desenvolvimento
integral, sempre preservando a moralidade, especialmente na gestão pública, e o
respeito às leis e ao bem comum. Quando as instituições são fragilizadas, por diversas
razões, todo o tecido social sofre. Não se consegue exercer adequadamente as
responsabilidades políticas, nem garantir a sustentação de princípios culturais
que alicerçam o respeito à dignidade de todos os seres humanos. As
consequências são desastrosas: a multiplicação de cenários de pobreza e
violência, o crescimento de discriminações e exclusões são alguns prejuízos
facilmente constatáveis. Essas situações expressam também golpes desferidos
contra instituições, motivados por questões pessoais e políticas. Há, pois, o
desafio de se conquistar adequada compreensão e juízo crítico a respeito das
próprias responsabilidades na preservação das instituições.
Pode-se elencar
incontáveis razões que produzem a fragilização das instituições: da falta de
ética, em diferentes níveis e proporções, até o cinismo de se dizer uma coisa e
fazer valer outra. Não menos relevante é a irresponsabilidade de se misturar
interesses particulares e cartoriais com a gestão do erário público. Trata-se
de um assalto violento que fere a verdade e a dignidade humana. Aqueles que não
exercem com zelo as suas responsabilidades são os que fragilizam as
instituições, condenando-as à superficialidade ou à morte. Conta muito, pois, a
competência humana, que precisa contemplar o domínio de técnicas indispensáveis
para que as instituições cumpram com sua função social. Além disso, a
competência humana vincula-se à fidelidade a princípios éticos. Preocupa, pois,
quando a credibilidade passa a ser rifada e os escândalos sinalizam feridas no
sagrado núcleo identitário das instituições.
Fica evidente a urgência
de se investir na credibilidade, o que significa trabalhar para que todos
busquem exercer suas responsabilidades com qualidade, na fidelidade à missão de
cada contexto institucional. Lamentável e perversa é a submissão do ser
humano aos interesses pecuniários, com seduções infernais que destroem a
honestidade, o nobre propósito de buscar ser credível, livre de mesquinhez e de
soberba. No cuidado com as instituições, vale revisitar as indicações da Carta
Encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV. O investimento na cura e no
fortalecimento de contextos institucionais pode começar pelo reconhecimento de
limites e, ao mesmo tempo, da grandeza do ser humano. Afirma o Papa: a relação
com a vida parece estar hoje em crise, por se apresentar tudo como limite –
incapacidade, doença, velhice, sofrimento, vulnerabilidade – e não como espaço
onde o ser humano amadurece e se abre à relação. Faz-se necessária uma visão da
realidade iluminada pela fé, com uma interpretação que indique caminhos na
contramão da soberba e da mesquinhez.
A fé cristã apresenta a
finitude como caminho que contribui para alimentar o ajustado entendimento
sobre a real grandeza do ser humano, à luz da relação original e fundamental
com Deus. O orgulho e a soberba, que neutralizam a necessária e sincera preocupação
com a necessidade dos semelhantes, estão, pois, na contramão de um olhar para a
finitude iluminado pela fé cristã. Sem essa luminosidade, corre-se o risco de
um distanciamento da própria realidade, com camuflagens e justificativas que
empanam os limites concretos da vida, na doença ou na morte, no sentimento de
impotência ou de fracasso. Há de se buscar sempre a sabedoria que liberta o ser
humano dessas camuflagens e justificativas, para que não se negocie a
insubstituível moralidade. Assim, pode-se também evitar a fragilização das
instituições, causada pela falta de decoro e de ética. Os golpes que incidem
nos contextos institucionais se ancoram no ilusório desejo de não se passar por
provações e sofrimentos inevitáveis. Um desejo que se desdobra na ilimitada
busca por riqueza e poder, abrindo caminho para a corrupção moral que ameaça a
vida e leva à desumanidade, conforme diz o Papa Leão XIV. A finitude, ensina o
Papa, quando é acolhida na verdade, não empobrece o ser humano, mas abre-o ao
reconhecimento do rosto de Deus e do semelhante.
Desconsiderar os limites
e a própria finitude, tentando superá-los a partir da desmedida ambição, cria
contextos de manipulações e de artimanhas políticas que atingem frontalmente as
instituições, ora por omissão, ora por imposição. Cenários em que prevalecem as
lógicas perversas alinhadas a interesses partidários que buscam desacreditar,
maldosamente, o que é credível, instaurando, assim, o caos. Sem reconhecer os
limites e a finitude humana, negocia-se a honestidade em favor de opções
político-partidárias. O resultado é nefasto, merecendo uma reação daqueles que
se comprometem com a bondade. O fortalecimento das instituições depende de
pessoas com visão lúcida, dedicadas à promoção do bem comum, capazes de exercer
a cidadania adequadamente. A sociedade não pode se contentar com a mediocridade
daqueles que, de modo incoerente, dizem querer edificar o bem, mas buscam
validar-se assentados nos escombros dos outros. A inteireza das instituições se
conquista com a fidelidade e a coerência de todos que as integram, chamados a
agir alinhados à identidade e à missão de seus respectivos contextos
institucionais. Esse agir coerente e fiel é capaz de recuperar
instituições feridas, ajudando a construir um novo tempo na sociedade
brasileira.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos)
– e da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização,
mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade
absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da
qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o
que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução
educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um
país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura
das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência,
responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança,
compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas
relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da
democracia, da paz, da solidariedade e
da fraternidade universal na sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da
Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- A transcendental convergência entre o
Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o
Farol de Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde
a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança
Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil –
em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental
(6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global
e recursos materiais, financeiros,
logísticos e patrimoniais!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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