quinta-feira, 17 de setembro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA INDEPENDÊNCIA, SINERGIA DA SAÚDE E EDUCAÇÃO BÁSICA, COMBATE IMPLACÁVEL E SEM TRÉGUAS À INFLAÇÃO, CORRUPÇÃO, DESPERDÍCIO E DÍVIDA PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ÉTICA NA POLÍTICA, CRISTALIZAÇÃO DO BEM COMUM, DIGNIDADE HUMANA, DIREITO E JUSTIÇA, BOA GOVERNANÇA, VERDADE, VISÃO OLÍMPICA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA CONSTRUÇÃO DA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor

No marco solene dos 204 anos de nossa Independência, movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as nossas riquezas e ferem a dignidade humana:

  • I — A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.
  • II — A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética, afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
  • III — O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
  • IV — A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde 1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso orçamento nacional.
  • V — A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano.

O Elo Dourado: A Resposta na Civilização do Amor

Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor, conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.

O caminho para essa redenção histórica começa no Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.

Sob o influxo do "gênio feminino", essas jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua maturidade aos 17 anos.

A urgência de um novo Farol de Alexandria para a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança. Ao educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que herdarão esta terra.

Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria, convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa, e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!

(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 11 de setembro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Instituições feridas

Afirma-se que uma nação precisa ter instituições fortes, capazes de alavancar o desenvolvimento integral, sempre preservando a moralidade, especialmente na gestão pública, e o respeito às leis e ao bem comum. Quando as instituições são fragilizadas, por diversas razões, todo o tecido social sofre. Não se consegue exercer adequadamente as responsabilidades políticas, nem garantir a sustentação de princípios culturais que alicerçam o respeito à dignidade de todos os seres humanos. As consequências são desastrosas: a multiplicação de cenários de pobreza e violência, o crescimento de discriminações e exclusões são alguns prejuízos facilmente constatáveis. Essas situações expressam também golpes desferidos contra instituições, motivados por questões pessoais e políticas. Há, pois, o desafio de se conquistar adequada compreensão e juízo crítico a respeito das próprias responsabilidades na preservação das instituições.

Pode-se elencar incontáveis razões que produzem a fragilização das instituições: da falta de ética, em diferentes níveis e proporções, até o cinismo de se dizer uma coisa e fazer valer outra. Não menos relevante é a irresponsabilidade de se misturar interesses particulares e cartoriais com a gestão do erário público. Trata-se de um assalto violento que fere a verdade e a dignidade humana. Aqueles que não exercem com zelo as suas responsabilidades são os que fragilizam as instituições, condenando-as à superficialidade ou à morte. Conta muito, pois, a competência humana, que precisa contemplar o domínio de técnicas indispensáveis para que as instituições cumpram com sua função social. Além disso, a competência humana vincula-se à fidelidade a princípios éticos. Preocupa, pois, quando a credibilidade passa a ser rifada e os escândalos sinalizam feridas no sagrado núcleo identitário das instituições.

Fica evidente a urgência de se investir na credibilidade, o que significa trabalhar para que todos busquem exercer suas responsabilidades com qualidade, na fidelidade à missão de cada contexto institucional.  Lamentável e perversa é a submissão do ser humano aos interesses pecuniários, com seduções infernais que destroem a honestidade, o nobre propósito de buscar ser credível, livre de mesquinhez e de soberba. No cuidado com as instituições, vale revisitar as indicações da Carta Encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV. O investimento na cura e no fortalecimento de contextos institucionais pode começar pelo reconhecimento de limites e, ao mesmo tempo, da grandeza do ser humano. Afirma o Papa: a relação com a vida parece estar hoje em crise, por se apresentar tudo como limite – incapacidade, doença, velhice, sofrimento, vulnerabilidade – e não como espaço onde o ser humano amadurece e se abre à relação. Faz-se necessária uma visão da realidade iluminada pela fé, com uma interpretação que indique caminhos na contramão da soberba e da mesquinhez.

A fé cristã apresenta a finitude como caminho que contribui para alimentar o ajustado entendimento sobre a real grandeza do ser humano, à luz da relação original e fundamental com Deus. O orgulho e a soberba, que neutralizam a necessária e sincera preocupação com a necessidade dos semelhantes, estão, pois, na contramão de um olhar para a finitude iluminado pela fé cristã. Sem essa luminosidade, corre-se o risco de um distanciamento da própria realidade, com camuflagens e justificativas que empanam os limites concretos da vida, na doença ou na morte, no sentimento de impotência ou de fracasso. Há de se buscar sempre a sabedoria que liberta o ser humano dessas camuflagens e justificativas, para que não se negocie a insubstituível moralidade. Assim, pode-se também evitar a fragilização das instituições, causada pela falta de decoro e de ética. Os golpes que incidem nos contextos institucionais se ancoram no ilusório desejo de não se passar por provações e sofrimentos inevitáveis. Um desejo que se desdobra na ilimitada busca por riqueza e poder, abrindo caminho para a corrupção moral que ameaça a vida e leva à desumanidade, conforme diz o Papa Leão XIV. A finitude, ensina o Papa, quando é acolhida na verdade, não empobrece o ser humano, mas abre-o ao reconhecimento do rosto de Deus e do semelhante.

Desconsiderar os limites e a própria finitude, tentando superá-los a partir da desmedida ambição, cria contextos de manipulações e de artimanhas políticas que atingem frontalmente as instituições, ora por omissão, ora por imposição. Cenários em que prevalecem as lógicas perversas alinhadas a interesses partidários que buscam desacreditar, maldosamente, o que é credível, instaurando, assim, o caos. Sem reconhecer os limites e a finitude humana, negocia-se a honestidade em favor de opções político-partidárias. O resultado é nefasto, merecendo uma reação daqueles que se comprometem com a bondade. O fortalecimento das instituições depende de pessoas com visão lúcida, dedicadas à promoção do bem comum, capazes de exercer a cidadania adequadamente. A sociedade não pode se contentar com a mediocridade daqueles que, de modo incoerente, dizem querer edificar o bem, mas buscam validar-se assentados nos escombros dos outros. A inteireza das instituições se conquista com a fidelidade e a coerência de todos que as integram, chamados a agir alinhados à identidade e à missão de seus respectivos contextos institucionais.  Esse agir coerente e fiel é capaz de recuperar instituições feridas, ajudando a construir um novo tempo na sociedade brasileira.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a)     a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (0 – 17 anos) – e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental (6 – 14 anos), independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em agosto, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,22%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- A transcendental convergência entre o Hospital da Criança – no  atendimento desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos), em Governança Tripartite:

Aos MUNICÍPIOS: a gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);

Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;

À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e recursos materiais,  financeiros, logísticos e patrimoniais!

 

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

 

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