“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor
No marco solene dos 204 anos de nossa Independência,
movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico
e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus
maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as
nossas riquezas e ferem a dignidade humana:
- I
— A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o
pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios.,
além de juros abusivos que recrudescem a desigualdade.
- II
— A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética,
afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
- III
— O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do
trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
- IV
— A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde
1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , já atinge o
patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso
anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso
orçamento nacional.
- V
— A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o
nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano, apontando para
a sublime Sinergia da Saúde e Educação, através do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão da sua conclusão
(concepção – 17 anos).
- VI
– A Estrutura Política e Eleitoral: E, para ampliar fontes de
recursos e coroar de pleno êxito todas essas profundas transformações, à
luz da Constituição Cidadã, as robustas primícias de uma urgente,
necessária e frutuosa reforma política e eleitoral, em absoluta sintonia
com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação das eleições;
b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da reeleição
para o Executivo.
O Elo Dourado: A Resposta na Civilização
do Amor
Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz
de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o
materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a
ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor,
conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.
O caminho para essa redenção histórica começa no
Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não
virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos
diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.
Sob o influxo do "gênio feminino", essas
jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de
acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua
maturidade aos 17 anos.
A urgência de um novo Farol de Alexandria para
a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado
integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos). Ao
educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra
o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que
herdarão esta terra.
E, para ampliar fontes de recursos e coroar de pleno
êxito todas essas profundas transformações, à luz da Constituição Cidadã, as
robustas primícias de uma urgente, necessária e frutuosa reforma política, em
absoluta sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação
das eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da
reeleição para o Executivo.
Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria,
convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O
Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa,
e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade!
(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no
blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 2 de outubro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Desafio eleitoral
O maior desafio no pleito
eleitoral relaciona-se a cada cidadão, considerada a responsabilidade
sociopolítica do voto, instrumento para escolher representantes para o
exercício de mandatos nas instâncias do poder. O voto define rumos, abre ciclos
que podem, ou não, levar a novas respostas. É instrumento insubstituível na
escritura de uma nova página na história de uma nação. Aos candidatos compete o
desafio de convencer o eleitor e, encontrando êxito, exercer seus mandatos com
responsabilidade moral, correspondendo às exigências do ofício. Aqueles que se
submetem às urnas costumam ter certa facilidade narrativa para compor um
discurso com promessas e propósitos. Mas, quando se busca quem é realmente
capaz de intervir na realidade social, abrindo caminho para novas respostas,
percebe-se uma realidade diferente: significativa parte da classe política
busca simplesmente validar a própria imagem, inclusive a partir de falácias ou
do costumeiro ato de promover a desmoralização do adversário. Consolida-se, com
isso, um contexto em que a política perde a sua propriedade de construir
entendimentos, enquanto se adota a demolição moral do semelhante em busca de se
obter dividendos eleitorais. Em consequência, a credibilidade do mundo
político-partidário se enfraquece e os cidadãos não conseguem mais reconhecer
referências indispensáveis para o qualificado discernimento do voto.
A credibilidade no
universo político torna-se especialmente ameaçada quando a ideologia de cada
partido ocupa o centro das atenções, com os parâmetros essenciais do sistema
democrático perdendo espaço. É preciso, pois, dedicar especial atenção à
democracia que, conforme sublinha São João Paulo II, na Carta Encíclica
“Centesimus annus”, assegura a participação dos cidadãos nas opções políticas,
oferece uma engenharia que garante aos governados a possibilidade de escolher e
controlar os próprios governantes, seus representantes, e até de os substituir
pacificamente, quando necessário. A Doutrina Social da Igreja
Católica ensina que a democracia não pode favorecer a formação de grupos
restritos de dirigentes que usurpam o poder do Estado a favor dos seus
interesses particulares ou de seus objetivos ideológicos. Os dirigentes
merecedores do voto popular são chamados a respeitar, no sistema democrático, o
Estado de direito, assentando-se sobre os alicerces de uma reta compreensão do
ser humano.
Quem manipula estruturas
de participação e de corresponsabilidade não possui autoridade representativa e
governamental. Uma autêntica democracia, também ensina a Doutrina Social da
Igreja, não é somente resultado de um respeito formal de regras, mas é fruto da
convicta aceitação dos valores que inspiram os procedimentos democráticos.
Aceitar esses valores é reconhecer e promover a dignidade humana, não ferindo
jamais sua magnificência, promovendo o respeito aos direitos fundamentais e o
compromisso com o bem comum. Esses valores constituem o critério regulador da
vida política. O exercício do poder não se relaciona, portanto, à simples
gerência de uma máquina, permitindo ou promovendo um funcionamento manipulado
por interesses oligárquicos em detrimento do bem comum. Quando se exerce o
poder a partir de interesses pouco nobres, abre-se caminho para a corrupção,
sinalizando desrespeito a valores ético-morais inegociáveis. O
resultado disso aponta para uma realidade caótica que valida cenários de
miséria com graves consequências para a maior parte da população.
O relativismo ético é um
veneno que corrompe muitas pessoas, com repercussão em funcionamentos
institucionais, pela sedução do dinheiro fácil e abundante. Mina ideais
democráticos, contribuindo para que incompetentes, manipuladores e até mesmo
organizações criminosas ocupem, cada vez mais, instâncias de poder. Uma
realidade exaustivamente apresentada na mídia. São João Paulo II assevera que
uma democracia sem valores se converte em um totalitarismo aberto ou
dissimulado. A história mostra que a democracia é um ordenamento, um
instrumento, e não um fim. A Doutrina Social da Igreja ressalta que o
ordenamento democrático precisa ser efetivado em conformidade com a lei moral,
à qual se deve submeter, como qualquer outro comportamento humano. O
ordenamento democrático depende da moralidade dos fins perseguidos e dos
meios usados. A democracia requer irrestrito respeito ao Estado de direito no
qual é soberana a Lei, e não a vontade arbitrária dos que ocupam cargos,
preservando o equilíbrio entre poderes.
Encontrar nomes capazes
de corresponder às necessidades do corpo social é o grande desafio no contexto
das eleições. Uma escolha decisiva, quando se considera que a representação
política não deveria ser de competência dos aventureiros. Os nomes que alcançarem
êxito nas urnas têm o dever de se dedicar ao bem comum, exercendo a
representação com fidelidade a princípios morais, o que contempla compartilhar
as dores do povo e, consequentemente, dedicar-se à busca por soluções para
problemas sociais. O voto consciente contribui para que prevaleçam, entre os
eleitos, aqueles que reúnem virtudes fundamentais, como a paciência, a
caridade, a modéstia, a moderação e a consciência de que o exercício do poder é
uma forma de serviço. O Estado precisa de uma administração pública
qualificada, gestora eficaz dos bens do povo, tudo fazendo para servir aos
cidadãos. Pesa a escassez de nomes que reúnem as virtudes essenciais para bem
exercer essa missão. É justamente essa escassez que torna ainda mais importante
o exercício da cidadania neste momento: neste desafio eleitoral que
envolve todos na sociedade brasileira não se pode perder a chance de dar um
passo adiante, a partir de discernimentos e de escolhas qualificadas. Um passo
que possibilite escrever novas e exitosas páginas na história da nação.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a)
a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança –
no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (concepção –
17 anos) – e da excelência educacional (0
a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão
sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental (6 – 14
anos), independentemente do mês de seu nascimento; mais o ensino médio
(15 – 17 anos) –, às portas do mercado de trabalho e da Universidade,
abrindo iluminados caminhos até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando
de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas
– disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade
do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito
mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do
direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade e da fraternidade universal na
sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da
Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- A transcendental convergência entre o
Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o
Farol de Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde
a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas
políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no
atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos), em
competente Governança Tripartite:
Aos MUNICÍPIOS – célula-máter da Nação: a
gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5
anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);
Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do
Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;
À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global
e os recursos materiais, financeiros, logísticos e patrimoniais!
Afinal, a pedra rejeitada pelos construtores se
tornou a pedra angular! ...
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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