quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E EXIGÊNCIAS DAS LIÇÕES DOS ACIDENTES, CULTURA ESG, BOA GOVERNANÇA, QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS, MUDANÇAS CLIMÁTICAS , TECNOLOGIAS E TRANSPARÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA CAMINHADA QUARESMAL, TEMPERANÇA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, PALAVRAS EDIFICANTES, JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE

“Reflexos de uma cultura de risco falha

       As imagens e manchetes que os acidentes na mineração despertam indignação, comoção e, inevitavelmente, a pergunta recorrente: por que isso continua acontecendo? No entanto, quando eventos semelhantes voltam a se repetir em territórios já conhecidos e em estruturas amplamente estudadas, a discussão deixa de ser sobre o acidente em si e passa a ser sobre o sistema de governança e as decisões que são tomadas.

         Esses eventos não são imprevisíveis. Chuvas intensas, falhas operacionais e instabilidades geotécnicas produzem sinais consistentes em séries históricas e padrões hidrológicos, geotécnicos e climáticos. Eles podem ser lidos com método e análise de cenários. Quando não são considerados, o problema deixa de ser técnico e passa a ser de decisão.

         Sob a ótica do ESG, a reincidência desses eventos escancara fragilidades nos três pilares que deveriam sustentar a gestão responsável. No campo ambiental, os riscos físicos e climáticos exigem estudos atualizados, projeções de cenários e avaliação de vulnerabilidade compatíveis com um regime de chuvas que já mudou em função das mudanças climáticas. No pilar social, estão trabalhadores, comunidades e cadeias produtivas que convivem com a incerteza, com alertas recorrentes e com impactos acumulados.

         É, porém, na governança que reside o ponto sensível e menos debatido: a forma como a alta liderança enxerga o risco revela a verdadeira cultura organizacional.

         Será que estamos tratando com a profundidade necessária ou como metro cumprimento regulatório? Cultura não se muda por meio de discurso e muito menos por marketing. A cultura de uma empresa muda quando um risco já conhecido passa a orientar todas as decisões de investimento, priorização de Capex, definição sobre modernização, descomissionamento ou continuidade de ativos, além de integração entre clima, engenharia, operação e finanças.

         Estudos de risco climático precisam deixar de ser relatórios formais e passar a alimentar matrizes de risco vivas, análises de cenários e planos de adaptação que realmente influenciam a estratégia – da base à alta liderança.

         Fala-se muito em mudança de cultura, mas ela só acontece quando quem decide também muda. Se as lideranças seguem operando com as mesmas referências em um contexto que já mudou, a transformação fica lenta. Cultura evolui quando há base técnica, leitura de cenário e disposição para corrigir rota, e muitas vezes com apoio de quem traz visão externa e experiência prática para esse tipo de decisão.

         A experiência mostra que respostas reativas não resolvem problemas estruturais. Comunicação focada em imagem, criação de estruturas pós-crise ou soluções emergenciais não atacam a causa raiz. ESG não se constrói com o simples uso de recursos financeiros depois do dano, mas com método, dados, transparência, responsabilização e coragem de rever escolhas técnicas e econômicas.

         Em muitos casos, insistir em ativos cuja relação custo-benfício técnico, operacional e socioambiental já não se sustenta, quando comparados a alternativas mais modernas e seguras, significa optar por conviver com o risco em vez de eliminá-lo. O velho hábito de postergar decisões, estender a vida útil de estruturas e tratar prevenção como custo apenas amplia a exposição e antecipa novas falhas.

         Quando um risco já foi vivido e, ainda assim, retorna, o problema deixa de ser apenas técnico e passa a ser cultural e de liderança. Vestir a camisa, nesse contexto, não é defender o indefensável, e sim reconhecer limites, assumir responsabilidades e mudar processos antes que o próximo evento aconteça.

         Em um cenário de intensificação dos eventos extremos, tratar o risco como eixo central da agenda ESG não é uma opção discursiva, mas condição essencial para proteger vidas, preservar a confiança da sociedade e garantir a perenidade dos negócios. Persistir no caminho da reação, em vez da antecipação, é repetir uma história cujo desfecho já conhecemos e cujas consequências o país não pode continuar a suportar.”.

(Talita Martins. Especialista em estudos de impacto e licenciamento de grandes empreendimentos; CEO da Equos Consultoria, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 17 de fevereiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 10).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 20 de fevereiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Tempo de jejuns

Quaresma é tempo de jejuns, orações intensificadas e olhar solidário na direção dos pobres e sofredores. Tempo indispensável para uma inadiável educação espiritual. A Liturgia da Igreja, tesouro inesgotável, proporciona pedagogicamente um itinerário que leva à qualidade espiritual e humanística, essencial para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. O Papa Leão XIV, na sua mensagem para este percurso quaresmal de 2026, focaliza a importância e a necessidade do jejum da língua, capaz de abrir caminhos para expressivas qualificações existenciais. A necessária abstinência de alimentos é importante, considerando o expressivo número daqueles que adoecem pelo excesso de comidas e bebidas, em contraste com tantos outros, mundo afora, que enfrentam a fome.  Mas o jejum da língua é também oportunidade para discernir e ordenar hábitos, cultivando a virtude da temperança, a fome de justiça e de paz.

Tudo deve concorrer para o desenvolvimento de grande sensibilidade espiritual, itinerário que salva o ser humano de suas mazelas, de escolhas contaminadas no relacionamento interpessoal. Essa sensibilidade leva ao desenvolvimento da competência humana para interpretar a realidade e nela interferir construtivamente. Sem sensibilidade espiritual perpetua-se o caos contemporâneo, com prejuízos às relações, agravados por uma reatividade acrítica que cresce no contexto de redes sociais.  Tudo se desdobra em falatório pouco construtivo, aliás eivado de perversidades que envenenam discernimentos indispensáveis à busca pela verdade. Sublinhe-se, pois, a importância da mensagem quaresmal do Papa Leão XIV, ao focalizar que o jejum permite não só disciplinar o desejo, no combate à sua intrínseca tirania, purificando-o para torná-lo mais livre, mas também ampliá-lo de tal modo que se volte para Deus e se oriente para o agir no bem.

Concretamente, o jejum da língua é um caminho de qualificação que capacita o ser humano a partir da abstinência de palavras que atingem e ferem o próximo, sobretudo de modo covarde e anônimo. Costuma-se falar sobre tudo e sobre todas as coisas, buscando conquistar atenção a partir de uma linguagem quase sempre perniciosa e fecundada pela maledicência. A fofoca é uma das expressões do linguajar mordaz, sustentadora de juízos temerários, particularmente pela prática comum de falar mal dos outros, alimentando preconceitos, obstruindo o direito de defesa, disseminando calúnias que dizimam vidas e processos institucionais. O jejum da língua é uma prática qualificante e essencial na aprendizagem da gentileza, desenvolvendo a habilidade para empregar palavras acertadas que fortalecem a convivência saudável na família, no trabalho, nas redes sociais, no debate político e nos meios de comunicação.

O jejum da língua é oportunidade de qualificado exercício relacional para que palavras de ódio deem lugar a palavras de esperança e de paz. E semear palavras de esperança e de paz é relevante compromisso cristão. Os discípulos de Jesus, conscientes de que são morada do Espírito Santo, o Consolador, devem se notabilizar pela competência humana e espiritual de sempre dizer uma palavra que leve a alegria da esperança aos seus interlocutores, infundindo forças para superar fraquezas. Essa capacidade de se expressar qualificadamente é aperfeiçoada pelo jejum proposto pelo Papa, abstendo-se dos excessos de comentários, exercitando o silêncio para uma escuta mais profunda e amorosa, especialmente da Palavra de Deus. O jejum de palavras multiplicadas e ditas a esmo pode viabilizar uma escuta qualificada, com o devido reconhecimento da importância de se sensibilizar diante dos clamores dos pobres e sofredores. A multiplicação de palavras, com a disputa entre os que expressam opinião sobre tudo, tem levado as pessoas a adotar um tom exageradamente alto, que prejudica a aptidão para escutar. Assim, o jejum disciplinar que leva a escutar mais, particularmente escutar Deus por sua Palavra Santa, é um corretivo terapêutico ao desejo doentio de querer dominar pela palavra pronunciada, ofuscando o brilho da nobreza que deve configurar cada pessoa. Compreende-se, pois, ser a quaresma um tempo especial, pois predispõe o ser humano a escutar Deus. Privar-se de ouvir Deus é optar por viver à mercê da escuta narcisista de si mesmo, o que leva ao caos relacional.

Importa levar a sério o jejum, que possibilita a adoção de uma vida sóbria, sem desperdícios e exageros, em respeito ao meio ambiente, de modo solidário aos pobres e desvalidos. Jejuar é um caminho no combate ao orgulho que ensoberbece e dá origem às disputas e ódios que se revelam de muitas maneiras, desqualificando o relacionamento humano. Jejuar de orgulhar-se demais e em todas as circunstâncias para aprender o valor da humildade como caminho do perdão e da reconciliação. O orgulho impede o conhecimento das próprias fraquezas e da reserva de maldades no mais recôndito do próprio coração, impedindo o ser humano de honrar Deus, seu Criador.

Do tesouro espiritual inesgotável da Igreja Católica, uma palavra de Isaac, o Sírio, pode inspirar a prática do jejum neste tempo quaresmal: “Deixa-te perseguir, mas não persigas. Deixa-te crucificar, mas não crucifiques. Deixa-te ultrajar, mas não ultrajes. Deixa-te caluniar, mas não calunies. Alegra-te com quem se alegra. E chora com quem chora. Este é o sinal da pureza. Sofre com os doentes. Aflige-te com os pecadores. Exulta com os que se arrependem. Sê amigo de todos. Porém, no teu espírito, permanece só. Estende o teu manto sobre o que caiu em pecado e cobre-o. Se não podes tomar sobre ti sua culpa e sofrer em seu lugar o castigo e a vergonha, não o censures”. Quaresma, delicadeza de Deus dedicada a cada peregrino, todo ser humano: tempo de jejuns para se conquistar qualidade de vida e nobreza no exercício da cidadania, itinerário para encontrar a reconciliação consigo mesmo, com o semelhante e com Deus.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em janeiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E O PODER DOS PRINCÍPIOS ÉTICO-MORAIS, TRANSPARÊNCIA, VOZES CONSTITUCIONAIS, CREDIBILIDADE E RESPEITABILIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, VISÃO OLÍMPICA, COMPAIXÃO, LIBERDADE, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, DIGNIDADE, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E CULTURAL NA SUSTENTABILIDADE

“Por um código de ética para o STF

       Volto a comentar com os amigos leitores a posição do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Estamos defendendo um código de ética para a Corte, além de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a ser aprovada pelo Congresso Nacional.

         Por meio dessa proposta, buscamos a publicidade de tudo o que acontece no Supremo, sem sigilos indefinidos; que as audiências sejam todas públicas – sem amesquinhar o papel dos advogados nas chamadas “sessões virtuais” – e, por fim, que os despachos proferidos monocraticamente sejam julgados, já na sessão ou semana seguinte, pelo plenário ou pela turma correspondente.

         Evidentemente, essa PEC não é um ataque aos ministros do Supremo, o que, aliás, nunca fiz, sempre me opondo a tal postura. O  objetivo é que voltemos a ter um STF com respeitabilidade nacional, para que se perceba, efetivamente, que sua função é ser guardião da Constituição, não um legislador positivo ou um administrador “ad hoc”.

         Assim, o que o Instituto dos Advogados de São Paulo – a Casa paulista do jurista – que congrega mais de mil juristas de diversos estados e é palco de debates sobre as grandes questões nacionais desde 1874 – está propondo, em nome de sua tradição, é uma solução efetiva para a atual crise de credibilidade da Suprema Corte.

         É necessário que nossos atuais ministros – que são ótimos juristas e cuja qualidade reconheço, tendo com muitos deles livros escritos e participado de bancas de doutoramento – atuem para que o STF volte a ser o que era na época daqueles magistrados que tornaram a Corte a instituição mais respeitável do Brasil.

         Portanto, reitero que não estamos fazendo nenhum ataque ao Supremo, mas sim agindo em defesa da instituição, de modo que os ministros percebam a necessidade de a Corte retomar o prestígio e a confiança que sempre a caracterizaram.

         Nessa esteira, sou contrário ao impeachment de ministros do STF. Defendo, contudo, que eles voltem a atuar estritamente como julgadores, e não como atores políticos, despojando-se de preferências ideológicas para decidir exclusivamente à luz de um direito que não lhes cabe criar.

         Significa dizer que não compete ao Supremo declarar que o Poder Legislativo é incapaz de exercer sua função para, a partir de então, assumir a tarefa de elaborar a lei. É imperativo que respeite as competências dos demais Poderes, ainda que discorde de suas decisões.

         Nesse sentido, destaco um julgamento específico que me impressionou profundamente pela sua relevância e desdobramentos. Já sob a égide da Constituição de 1988, discutia-se a demarcação de uma faixa de fronteira entre os estados do Acre e de Rondônia, tendo por relator do processo o ministro José Néri da Silveira. Naquela ocasião, fui consultado pelo governo para elaborar um parecer sobre a questão.

         Manifestei-me favoravelmente à tese de Rondônia com base em artigo do Ato das Disposições Transitórias, que resultara de um acordo prévio firmado entre Amazonas, Acre e Rondônia, estabelecendo que aquele território deveria ser destinado a Rondônia, por força da delimitação de uma comissão para isto designada.

         Já o ministro Néri entendia que a área deveria permanecer com o Acre, sob o argumento de que, à data da promulgação da Constituição, a região estava sob seu domínio.

         Contudo, diante da referida previsão constitucional, o ministro Néri manifestou-se da seguinte forma: embora mantivesse a sua convicção pessoal a favor do Acre, decidiu em conformidade com o meu parecer, o qual transcreveu integralmente em sua decisão. Declarou-se, naquele momento, um “escravo da Constituição”, decidindo em favor do estado de Rondônia, apesar de entender que seria mais justo o território continuar com o Acre. Ou seja, mesmo possuindo uma posição pessoal distinta, preferiu cumprir o texto constitucional a reescrevê-lo

É exatamente essa a postura que, em minha opinião, o Supremo Tribunal Federal deveria adotar de forma permanente. O ministro Néri foi, sem dúvida, um exemplo de integridade moral e intelectual na Suprema Corte e uma das figuras mais notáveis daquele tribunal.

Portanto, o público leitor há de compreender que, ao defender a posição do Iasp e das entidades coirmãs (OAB-SP, AASP, Conselho Superior de Direito da FecomercioSP, entre outras), não me manifesto contra os ministros – a quem respeito –, mas contra decisões com as quais não concordo por não estarem baseadas na Constituição.”.

(Ives Gandra da Silva Martins. Jurista, professor e presidente do Conselho Superior de Direito da FecomercioSP, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 16 de fevereiro de 2026, caderno O.PINIÃO, página 12).   

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 06 de fevereiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

 “Aposta antiga e nova

Ao lançar o olhar sobre a sociedade brasileira reconhece-se o inquietante contraste entre as suas muitas possibilidades e graves lacunas, apontando para a necessidade de novos marcos civilizatórios, alicerçados em tradições e valores que contribuam para a promoção do desenvolvimento integral. Trata-se de meta distante, pois não são poucos os obstáculos a serem superados. Subculturas medram por todo lado e comprometem o tecido social, consolidando uma infindável lista de situações que poderiam ser diferentes, com mais justiça, igualdade e bem-estar, livre de exageros, desperdícios ou luxos. Essas situações são facilmente reconhecidas pelo povo que sofre na pele as consequências dos descasos, das exclusões e das desigualdades. É necessário apostar em dinâmicas que promovam um novo ethos cultural, para livrar a sociedade brasileira de suas terríveis contradições – o país é “celeiro do mundo”, mas a fome é problema que constantemente ameaça significativa parcela de sua população; tem natureza pródiga, mas suas riquezas beneficiam apenas uma minoria, reúne muitos recursos, e convive com infraestrutura medíocre.

Muitas lacunas perpassam vários âmbitos - educação, saúde, cultura e bem-estar social – e a política poderia ser caminho para solucionar grande parte dos problemas, mas padece de graves contaminações. Nesse cenário, torna-se ainda mais urgente investir em uma aposta antiga, mas que sempre permanece nova: o caminho da fraternidade. Importa cuidar da aspiração que está na raiz do coração de cada homem e mulher: o anseio por uma vida plena, no horizonte da fraternidade. O ponto de partida é simples, mas altamente transformador. É o anseio inato do ser humano de estabelecer comunhão com seu semelhante, antídoto para a inimizade e a predatória concorrência. Deve-se promover sempre mais esse anseio ao reconhecimento de que todos são irmãos e irmãs, sempre prontos para um abraço cordial, solidário e de reconciliação. O grande investimento é, pois, no desenvolvimento da consciência de que cada pessoa é um verdadeiro irmão, verdadeira irmã. Eis a base para uma sociedade justa e garantia da conquista de uma paz sólida, duradoura.

Todos os cidadãos devem estar mobilizados para investir no caminho da fraternidade, reconhecendo que a família é a primeira escola educativa para uma vida mais fraterna. A fraternidade tem força para mudar dinamismos e as direções da história, promovendo uma semeadura do ethos do cuidado - irmãos e irmãs que se acolhem nutrindo o gosto pela construção de uma comunidade onde todos são acolhidos e cuidam uns dos outros. A fraternidade, quando adotada como princípio existencial, tem força para vencer o que fere a dignidade humana. O distanciamento dessa força explica as inúmeras situações de desigualdade, de pobreza e injustiça. É preciso deixar ecoar, no coração, a pergunta feita por Deus a Caim: “Onde está teu irmão?” A resposta não se esgota no patriotismo ou nas afinidades peculiares de torcedores de um time esportivo. Importa saber que todos têm um mesmo pai e todos são irmãos. Inadmissível, e primeiro passo rumo ao fracasso, é responder à interrogação de Deus com a insolência perversa de Caim: “Não sei dele. Sou porventura guarda do meu irmão?”.

Caim desrespeita a vocação original do ser humano de viver em fraternidade. E sem o adequado investimento na fraternidade são ampliadas as portas da indiferença, do egoísmo, do ódio. Esse investimento encontra fundamentos na paternidade de Deus e gera princípios ético-morais sempre favoráveis ao bem comum e ao desenvolvimento integral. A fraternidade dá à luz o mais relevante sentido de solidariedade, um degrau indispensável e sempre atual. É caminho para vencer a pobreza que dizima pessoas e dilacera o mundo. O princípio da fraternidade permite reconhecer a relevância do desapego, da adoção de estilos de vida sóbrios e essências, um contraponto à ganância que cega e confunde. A fraternidade impulsiona a partilha, é compromisso inegociável para quem quer seguir Jesus Cristo. Esse princípio deve nortear os mais diversos campos sociais, especialmente a economia, suas forças hegemônicas que causam impactos variados e, atualmente, desencadeiam crises pelo mundo.

Constata-se que a degradação das relações interpessoais impeliu as pessoas a buscarem, ilusoriamente, a felicidade e a segurança no consumo e no lucro desmedido. A Doutrina Social da Igreja faz admoestações preciosas sobre essa triste situação.  A fraternidade tem força para superar a degradação das relações, para acabar com guerras e restabelecer o diálogo, o perdão e a reconciliação. Assim, auxiliar na reconstrução da justiça e fazer a sociedade avançar. Bem expressou o Papa Francisco, em 2014, na sua primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz: fraternidade gera paz social, ao criar equilíbrio entre liberdade e justiça, entre responsabilidade pessoal e solidariedade, entre bem dos indivíduos e bem comum, contando, sobretudo, com uma comunidade política que age de forma transparente e responsável para favorecer o bem de todos.  Um autêntico espírito de fraternidade gesta novos hábitos e dinâmicas, renovando a cultura. Conclui o Papa Francisco: é necessário que a fraternidade seja descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada, certos de que só o amor dado por Deus é que permite acolher e viver plenamente a fraternidade.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em janeiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!