“Reflexos de uma cultura de risco falha
As
imagens e manchetes que os acidentes na mineração despertam indignação, comoção
e, inevitavelmente, a pergunta recorrente: por que isso continua acontecendo?
No entanto, quando eventos semelhantes voltam a se repetir em territórios já
conhecidos e em estruturas amplamente estudadas, a discussão deixa de ser sobre
o acidente em si e passa a ser sobre o sistema de governança e as decisões que
são tomadas.
Esses
eventos não são imprevisíveis. Chuvas intensas, falhas operacionais e
instabilidades geotécnicas produzem sinais consistentes em séries históricas e
padrões hidrológicos, geotécnicos e climáticos. Eles podem ser lidos com método
e análise de cenários. Quando não são considerados, o problema deixa de ser
técnico e passa a ser de decisão.
Sob a
ótica do ESG, a reincidência desses eventos escancara fragilidades nos três
pilares que deveriam sustentar a gestão responsável. No campo ambiental, os
riscos físicos e climáticos exigem estudos atualizados, projeções de cenários e
avaliação de vulnerabilidade compatíveis com um regime de chuvas que já mudou
em função das mudanças climáticas. No pilar social, estão trabalhadores,
comunidades e cadeias produtivas que convivem com a incerteza, com alertas
recorrentes e com impactos acumulados.
É,
porém, na governança que reside o ponto sensível e menos debatido: a forma como
a alta liderança enxerga o risco revela a verdadeira cultura organizacional.
Será que
estamos tratando com a profundidade necessária ou como metro cumprimento
regulatório? Cultura não se muda por meio de discurso e muito menos por
marketing. A cultura de uma empresa muda quando um risco já conhecido passa a
orientar todas as decisões de investimento, priorização de Capex, definição
sobre modernização, descomissionamento ou continuidade de ativos, além de
integração entre clima, engenharia, operação e finanças.
Estudos
de risco climático precisam deixar de ser relatórios formais e passar a
alimentar matrizes de risco vivas, análises de cenários e planos de adaptação
que realmente influenciam a estratégia – da base à alta liderança.
Fala-se
muito em mudança de cultura, mas ela só acontece quando quem decide também
muda. Se as lideranças seguem operando com as mesmas referências em um contexto
que já mudou, a transformação fica lenta. Cultura evolui quando há base
técnica, leitura de cenário e disposição para corrigir rota, e muitas vezes com
apoio de quem traz visão externa e experiência prática para esse tipo de
decisão.
A
experiência mostra que respostas reativas não resolvem problemas estruturais.
Comunicação focada em imagem, criação de estruturas pós-crise ou soluções
emergenciais não atacam a causa raiz. ESG não se constrói com o simples uso de
recursos financeiros depois do dano, mas com método, dados, transparência,
responsabilização e coragem de rever escolhas técnicas e econômicas.
Em
muitos casos, insistir em ativos cuja relação custo-benfício técnico,
operacional e socioambiental já não se sustenta, quando comparados a
alternativas mais modernas e seguras, significa optar por conviver com o risco
em vez de eliminá-lo. O velho hábito de postergar decisões, estender a vida
útil de estruturas e tratar prevenção como custo apenas amplia a exposição e
antecipa novas falhas.
Quando
um risco já foi vivido e, ainda assim, retorna, o problema deixa de ser apenas técnico
e passa a ser cultural e de liderança. Vestir a camisa, nesse contexto, não é
defender o indefensável, e sim reconhecer limites, assumir responsabilidades e
mudar processos antes que o próximo evento aconteça.
Em um
cenário de intensificação dos eventos extremos, tratar o risco como eixo
central da agenda ESG não é uma opção discursiva, mas condição essencial para
proteger vidas, preservar a confiança da sociedade e garantir a perenidade dos
negócios. Persistir no caminho da reação, em vez da antecipação, é repetir uma
história cujo desfecho já conhecemos e cujas consequências o país não pode continuar
a suportar.”.
(Talita Martins. Especialista em estudos de
impacto e licenciamento de grandes empreendimentos; CEO da Equos Consultoria,
em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 17 de
fevereiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 10).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 20 de fevereiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Tempo de jejuns
Quaresma é tempo de
jejuns, orações intensificadas e olhar solidário na direção dos pobres e
sofredores. Tempo indispensável para uma inadiável educação espiritual. A
Liturgia da Igreja, tesouro inesgotável, proporciona pedagogicamente um
itinerário que leva à qualidade espiritual e humanística, essencial para
enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. O Papa Leão XIV, na sua mensagem
para este percurso quaresmal de 2026, focaliza a importância e a necessidade do
jejum da língua, capaz de abrir caminhos para expressivas qualificações
existenciais. A necessária abstinência de alimentos é importante, considerando
o expressivo número daqueles que adoecem pelo excesso de comidas e bebidas, em
contraste com tantos outros, mundo afora, que enfrentam a fome. Mas o
jejum da língua é também oportunidade para discernir e ordenar hábitos,
cultivando a virtude da temperança, a fome de justiça e de paz.
Tudo deve concorrer para
o desenvolvimento de grande sensibilidade espiritual, itinerário que salva o
ser humano de suas mazelas, de escolhas contaminadas no relacionamento
interpessoal. Essa sensibilidade leva ao desenvolvimento da competência humana
para interpretar a realidade e nela interferir construtivamente. Sem
sensibilidade espiritual perpetua-se o caos contemporâneo, com prejuízos às
relações, agravados por uma reatividade acrítica que cresce no contexto de
redes sociais. Tudo se desdobra em falatório pouco construtivo, aliás
eivado de perversidades que envenenam discernimentos indispensáveis à busca
pela verdade. Sublinhe-se, pois, a importância da mensagem quaresmal do Papa
Leão XIV, ao focalizar que o jejum permite não só disciplinar o desejo, no
combate à sua intrínseca tirania, purificando-o para torná-lo mais livre, mas
também ampliá-lo de tal modo que se volte para Deus e se oriente para o agir no
bem.
Concretamente, o jejum da
língua é um caminho de qualificação que capacita o ser humano a partir da
abstinência de palavras que atingem e ferem o próximo, sobretudo de modo
covarde e anônimo. Costuma-se falar sobre tudo e sobre todas as coisas,
buscando conquistar atenção a partir de uma linguagem quase sempre perniciosa e
fecundada pela maledicência. A fofoca é uma das expressões do linguajar mordaz,
sustentadora de juízos temerários, particularmente pela prática comum de falar
mal dos outros, alimentando preconceitos, obstruindo o direito de defesa,
disseminando calúnias que dizimam vidas e processos institucionais. O jejum da
língua é uma prática qualificante e essencial na aprendizagem da gentileza,
desenvolvendo a habilidade para empregar palavras acertadas que fortalecem a
convivência saudável na família, no trabalho, nas redes sociais, no debate
político e nos meios de comunicação.
O jejum da língua é
oportunidade de qualificado exercício relacional para que palavras de ódio deem
lugar a palavras de esperança e de paz. E semear palavras de esperança e de paz
é relevante compromisso cristão. Os discípulos de Jesus, conscientes de que são
morada do Espírito Santo, o Consolador, devem se notabilizar pela competência
humana e espiritual de sempre dizer uma palavra que leve a alegria da esperança
aos seus interlocutores, infundindo forças para superar fraquezas. Essa
capacidade de se expressar qualificadamente é aperfeiçoada pelo jejum proposto
pelo Papa, abstendo-se dos excessos de comentários, exercitando o silêncio para
uma escuta mais profunda e amorosa, especialmente da Palavra de Deus. O jejum
de palavras multiplicadas e ditas a esmo pode viabilizar uma escuta
qualificada, com o devido reconhecimento da importância de se sensibilizar
diante dos clamores dos pobres e sofredores. A multiplicação de palavras, com a
disputa entre os que expressam opinião sobre tudo, tem levado as pessoas a
adotar um tom exageradamente alto, que prejudica a aptidão para escutar. Assim,
o jejum disciplinar que leva a escutar mais, particularmente escutar Deus por
sua Palavra Santa, é um corretivo terapêutico ao desejo doentio de querer
dominar pela palavra pronunciada, ofuscando o brilho da nobreza que deve
configurar cada pessoa. Compreende-se, pois, ser a quaresma um tempo especial,
pois predispõe o ser humano a escutar Deus. Privar-se de ouvir Deus é optar por
viver à mercê da escuta narcisista de si mesmo, o que leva ao caos relacional.
Importa levar a sério o
jejum, que possibilita a adoção de uma vida sóbria, sem desperdícios e
exageros, em respeito ao meio ambiente, de modo solidário aos pobres e
desvalidos. Jejuar é um caminho no combate ao orgulho que ensoberbece e dá
origem às disputas e ódios que se revelam de muitas maneiras, desqualificando o
relacionamento humano. Jejuar de orgulhar-se demais e em todas as
circunstâncias para aprender o valor da humildade como caminho do perdão e da
reconciliação. O orgulho impede o conhecimento das próprias fraquezas e da
reserva de maldades no mais recôndito do próprio coração, impedindo o ser
humano de honrar Deus, seu Criador.
Do tesouro espiritual
inesgotável da Igreja Católica, uma palavra de Isaac, o Sírio, pode inspirar a
prática do jejum neste tempo quaresmal: “Deixa-te perseguir, mas não persigas.
Deixa-te crucificar, mas não crucifiques. Deixa-te ultrajar, mas não ultrajes.
Deixa-te caluniar, mas não calunies. Alegra-te com quem se alegra. E chora com
quem chora. Este é o sinal da pureza. Sofre com os doentes. Aflige-te com os
pecadores. Exulta com os que se arrependem. Sê amigo de todos. Porém, no teu
espírito, permanece só. Estende o teu manto sobre o que caiu em pecado e
cobre-o. Se não podes tomar sobre ti sua culpa e sofrer em seu lugar o castigo
e a vergonha, não o censures”. Quaresma, delicadeza de Deus dedicada a cada
peregrino, todo ser humano: tempo de jejuns para se conquistar qualidade de
vida e nobreza no exercício da cidadania, itinerário para encontrar a
reconciliação consigo mesmo, com o semelhante e com Deus.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e
desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer;
turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e
operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade
– “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e
povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...
- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na
reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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