(Junho = mês 112; faltam 58 meses para a Primavera Brasileira)
“Explosão demográfica
Quando
nasci, na década de 1950, na Terra se contavam cerca de 2,5 bilhões de seres
humanos. Atualmente, a ONU calcula estarem povoando nosso planeta 8,29 bilhões.
Desse total, 10%, ou 830 milhões, sã idosos, com idade acima de 65 anos. Quando
se investiga o contingente acima de 75 anos, a resposta da IA diz que a vida
média da humanidade é de 73,5 anos, com as mulheres conseguindo uma expectativa
média de cinco anos a mais que a dos homens.
Os
idosos de sexo masculino representam menos de 40% dessa faixa etária, vivendo,
em média, 70-71 anos, e as mulheres, 76-77.
Desses
830 milhões de idosos, cerca de 330 milhões e 500 milhões são mulheres.
Tentando entender quantos deles passam de 75, não há uma estatística precisa.
As informações mais confiáveis sugerem que de 15% a 20% dos idosos do mundo
ultrapassam os 75 anos, sendo 35-40 milhões de homens e 50-55 milhões de
mulheres. Apenas 1% dos seres humanos tiveram a oportunidade de viver e
aprender por mais de sete décadas. Desse total, quem manteve funções ativas e
lucidez plenas são poucos, mas abençoados. Viveram e aprenderam o que muitas
vezes é complicado de transmitir. O silêncio acompanha a sabedoria.
Podemos
afirmar que a humanidade é relativamente jovem e que a população mais idosa se
concentra na Europa e América do Norte, onde os cuidados sanitários e
alimentares garantem uma melhor qualidade de vida e longevidade.
A
participação de idosos é sempre proporcional à qualidade de vida; onde há
idosos a qualidade é melhor, provavelmente porque, para chegar a essa idade,
passar por tantas situações, é preciso desenvolver habilidades e resistência.
Os idosos, muitos largados em asilos ou abandonados, efetivamente tiveram mais
oportunidades de ver e aprender como as estações da vida agem e marcam a
personalidade.
No
continente asiático contam-se 4,65 bilhões de pessoas, 56% da humanidade. A
África é o segundo continente no ranking, com 1,35 bilhão de seres humanos, 16%
da humanidade. Os dois continentes abrigam 72% do total.
A
questão demográfica mostra que, nos últimos 75 anos, aos 2,5 bilhões de seres
humanos se juntaram mais 5,5 bilhões. Num período tão curto, menos de um
século, mais que triplicamos.
São,
assim, relativamente poucos os idosos, aqueles que tiveram oportunidade de
viver e aprender, e ainda mais escassos são aqueles que preservaram a saúde e a
lucidez, além de uma vida ativa. Como um dos membros dessa parcela com fôlego
para gastar horas no fim de semana para escrever, vejo que minha escrita pode
não ser mais atraente do que há 20 anos; meus textos se alongam porque minha
visão se torna a cada dia mais ampla, como o horizonte que abrange.
Ter
vivido e aprendido por tanto tempo tem seu peso, ampliou meu arquivo com
capacidade ainda de processá-lo. Certamente não se enxerga atrás das paredes,
apenas se notam com clareza mais detalhes, piscar dos olhos, pequenas rugas,
brilhos e opacidades, repressões e alegrias.
É
permitido deduzir com mais confiabilidade onde a corda vai arrebentar. Isso
porque já se viu ao longo dos muitos anos vividos situações parecidas,
aprendeu-se que nada fica escondido o tempo todo, que o tempo é inexorável. A
certeza apenas a Deus pertence, mas idoso, no final, se aproxima de Deus e d’Ele
ganha um pouco daquilo que sempre sonhou.
Nas
antigas cidades gregas a última instância decisória era dada ao conselho dos
idosos, e isso deu origem ao senado, instância senil dos homens.
Ao jovem
são dadas a força, a energia, a resistência física, a coragem de movimentar o
mundo; ao idoso, por sua vez, são concedidas as virtudes provenientes da
experiência, a visão profunda, a intuição, o silêncio para aceitar vitórias e
derrotas como parte de ciclos que necessitam das duas.
A vida
passa, as circunstâncias se repetem, pois a humanidade de hoje, apesar das
aparências extraordinariamente diferentes, continua a mesma. Os princípios e as
regras não mudaram. Bem por isso a parte idosa, mais que em asilos, deveria ser
aproveitada com mais frequência para orientar escolhas.
O mundo
seria melhor.”.
(VITTORIO MEDIOLI, vittorio.medioli@otempo.com.br,
em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 1 de junho de 2026, caderno A.PARTE, página 2).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalh Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo
publicado no site www.arquidioicesebh.org.br,
edição de 29 de maio de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“A Carta de Leão
A expansão das diferentes
formas de inteligência artificial impacta a sociedade em seus muitos campos,
reconfigurando as relações humanas, modos de pensar e agir, com possibilidades
de gerar oportunidades singulares de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, graves
ameaças ao bem comum. Um fenômeno complexo que inspirou o Papa Leão XIV a
publicar a Carta Encíclica Magnifica Humanitas – sobre a
salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial.
Diferentes segmentos têm expressado admiração à oportuna Carta Encíclica que
convoca a civilização humana à reflexão e, consequentemente, ao agir, partindo
da premissa de que o desenvolvimento tecnológico não é neutro, não pode ser
inocentemente considerado bom ou ruim, mas devidamente refletido em todos os
seus aspectos. Há quem possa se perguntar: inteligência artificial é assunto a
ser tratado pela Igreja? Tem relação com a fé? O próprio Papa Leão XIV responde
na Carta Encíclica, ao pontuar que a Igreja, na sua tradição, sempre articulou
fé e vida, constituindo uma rica Doutrina Social a partir da análise da
sociedade à luz da fé.
Ora, analisar no mundo
contemporâneo a sociedade, à luz da fé, implica dedicar-se, também, aos
impactos reais e possíveis da inteligência artificial na vivência da
espiritualidade e, especialmente, no respeito à dignidade humana, pois, para os
cristãos, fé e cotidiano se relacionam: não há como amar Deus e desconsiderar
os irmãos que sofrem. Essa é uma premissa da Doutrina Social da Igreja, “um
património de sabedoria, onde encontramos princípios para pensar, critérios
para discernir e julgar, orientações concretas para agir. Ela baseia-se na
Sagrada Escritura e na Tradição e, em diálogo com as ciências, ajuda-nos a ler
os desafios do presente com lucidez, identificando caminhos adequados para
viver, com alegria e a serviço do mundo, um límpido testemunho cristão”,
descreve o Papa Leão XIV na sua Carta Encíclica. Justamente com a
recém-publicada Carta, o Papa oferece sua contribuição à Doutrina Social da
Igreja, partilhando com o mundo critérios objetivos, à luz da fé, para tratar o
desenvolvimento da inteligência artificial.
O Papa Leão XIV alerta
para as formas de apropriação da inteligência artificial que acentuam cenários
de exclusão, com a concentração de riquezas nas mãos de poucos, impondo
sacrifícios a quem já padece na extrema pobreza. O Pontífice lembra que, pela
primeira vez na história, os estados já não são mais os principais vetores do
desenvolvimento tecnológico. “Os principais motores do desenvolvimento são
sujeitos privados, frequentemente transnacionais, dotados de recursos e
capacidades de intervenção superiores aos de muitos governos. O poder
tecnológico assume, destarte, uma identidade inédita, predominantemente
‘privada’ e, portanto, ainda mais difícil de discernir, gerir e orientar para o
bem comum”. Assim, uma das perguntas centrais a inspirar reflexões sobre a
inteligência artificial seria: a quem essas tecnologias servem e quais são os
seus propósitos?
Alguns sinais apontam
para um perigoso caminho. Há notícias de adolescentes e jovens que preferem
“conversar” com os chamados chatbots, sistemas simuladores de
interações, do que com seres humanos. Substituem até mesmo métodos terapêuticos
cientificamente comprovados por simulacros desenvolvidos via sistemas
automatizados. Outro fenômeno especialmente grave é tratado na Carta Encíclica:
o Papa Leão XIV denuncia a “cultura do poder”, o crescimento da indústria
bélica, que se tornou um setor-chave na economia de alguns países. Neste
cenário, cresce o emprego da inteligência artificial no desenvolvimento de
armas. Chega-se ao absurdo de confiar às máquinas a tarefa de decidir sobre
questões morais. “Fala-se por vezes de ‘agentes morais artificiais’, como
se uma máquina pudesse garantir, com maior coerência do que um ser humano, a
distinção entre o bem e o mal. Ora, o juízo moral não se reduz a um cálculo:
implica consciência, responsabilidade pessoal e reconhecimento do outro como
pessoa”, alerta a Carta Encíclica.
Da aparente interação
inofensiva entre um adolescente com um chatbot à ameaçadora
escalada armamentista impulsionada pela inteligência artificial percebe-se um
perigoso contexto de desconsideração da dignidade humana, agredida também por
inadequadas aplicações das novas tecnologias. Principalmente aqueles que
patrocinam o avanço da técnica são chamados a refletir sobre as desastrosas
consequências de um desenvolvimento alimentado pelo egoísmo. Eis o que pede a
Carta de Leão: salvaguardar o humano, pois a técnica pode ser importante, mas,
criada por Deus, magnífica é a humanidade.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo
Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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