quinta-feira, 18 de junho de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS POTENCIALIDADES E DESAFIOS DO CONCERTO DAS NAÇÕES, PRIMADO DO DIREITO INTERNACIONAL, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA E BOA GOVERNANÇA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DOS CAMINHOS DA IGREJA, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, BEM COMUM, JUSTIÇA, LIBERDADE, COMPAIXÃO, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“Nova ordem mundial ou desordem generalizada?

       Muitas pessoas se perguntam: está surgindo uma nova ordem mundial ou há uma desordem generalizada? No primeiro caso, propõe-se a criação de novos organismos internacionais ou mesmo a reforma da Organização das Nações Unidas (ONU). No segundo caso, destaca-se que há uma desordem em curso, pois grandes potências têm acirrado a competição, a disputa de poder e o uso de mecanismos coercitivos.

         Para muitos especialistas, uma nova ordem mundial está em andamento. Alegam que a ONU não tem cumprido seu papel, pois não soluciona situações de conflito, das quais resultam sérios problemas sociais, nem evita que países-potências deem as “cartas” com base em seus interesses. Outros estudiosos concordam com as transformações em curso, mas acham que ainda prevalece, com limites, a ordem anterior vigente.

         O direito internacional tem sido violado com frequência e disso resultam tragédias que afetam milhões de pessoas. Nos últimos anos, aumentou o fluxo de cidadãos que se deslocam para outras nações. Os problemas são gravíssimos, como fome, falta de moradia e risco de morte.

         Var ser “necessário” acontecer uma terceira guerra mundial para que se criem novas regras de convivência? Quais países vão respaldar as mudanças? Nada parece apontar nessa direção. Os governos de Brasil, México e Colômbia têm cobrado da comunidade internacional o compromisso de lutar por uma ordem mundial democrática.

         No entanto, grandes potências vêm solapando a ONU e suas agências com o não pagamento de suas cotas. Os Estados Unidos são o maior exemplo. Deixaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) em 22 de janeiro. As justificativas do governo Trump foram supostas falhas de gestão da entidade durante a pandemia da Covid-19.

         Por sua vez, a Organização Mundial do Comércio (OMC) está abalada pela paralisação do seu mecanismo de solução de controvérsias e o avanço do protecionismo comercial. Entre os limites impostos à Organização Internacional do Trabalho (OIT), incluem-se o atraso nos pagamentos por EUA, China e Alemanha e os desafios do novo mundo do trabalho, que exigem novas regulações.

         Muitos olhares se voltam para o Conselho de Segurança da ONU. Desde a sua criação, os países vencedores da Segunda Guerra mantêm o poder de veto. Para mudar as regras, precisa-se de uma articulação complexa. Não obstante, a China rejeita a entrada do Japão no organismo em razão de retaliações anteriores; a Rússia não apoia a inclusão de mais países europeus. O impasse é grande e não tem havido espaço para negociações enquanto perdurar a guerra na Ucrânia.

         No caso do Tribunal Penal Internacional (TPI), por causa dos conflitos no Oriente Médio, alguns promotores e juízes que fizeram investigações e emitiram mandados de prisão contra autoridades dos EUA e Israel vêm sofrendo retaliações, como a dificuldade em acessar benefícios de seus planos de saúde e em usar cartões de crédito.

         Em princípio há a compreensão geral de que é preciso mudar as formas de governança mundial. Ambientalistas alertam que a regra que prevê que os países tomem decisões somente por consenso nas conferências internacionais de meio ambiente, as COPs, está impedindo avanços.

         Propõe-se que novas instituições ocupem o lugar das atuais ou que as atuais sejam reformadas para que se adaptem à nova realidade geopolítica. Mas quando essa realidade será possível, se muitos países têm agido mais para esvaziar as entidades do que cooperar? Como as organizações vão atuar de forma democrática, incluindo países do Sul Global nas decisões?”.

(Ana Maria Oliveira. Jornalista, doutora em ciências sociais pela PUC Minas, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 15 de junho de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 12 de junho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Uma Igreja que caminha

‘Uma Igreja que caminha na história da humanidade’, assim sublinha o Papa Leão XIV, na Carta Encíclica Magnifica Humanitas, sobre a identidade e a missão da Igreja Católica, que não pode ser confundida com um clube de amigos, não pode ser considerada uma organização não-governamental e nem simplesmente uma associação beneficente. Trata-se de instituição bimilenar presente no mundo todo, sinal de unidade para a família humana. A Igreja reconhece nas questões e desafios da atualidade o lugar onde deve exercer a sua vocação à escuta, ao diálogo e ao serviço, deixando-se interpelar por tudo o que diz respeito à existência dos homens e das mulheres na contemporaneidade. Reconhecer a identidade e a missão da Igreja ajuda a compreender o horizonte largo, luminoso e desafiador confiado por Jesus a seus discípulos: o Mestre quis a sua Igreja, por ela se imolou no alto da cruz para regenerar o gênero humano e iluminar o sonho de Deus, uma magnífica humanidade. A missão da Igreja tem, pois, alcance histórico e ajuda a definir a maneira como são tecidas as relações sociais.

O ensinamento papal ressalta, pois, que a missão da Igreja não pode fazer-se alheia às dinâmicas que moldam o rosto da sociedade. Ao invés disso, precisa se sensibilizar com as alegrias, os sofrimentos e as angústias que afligem a sociedade. O Pontífice lembra o Papa Francisco que, por várias vezes, recordava, com veemência, a dimensão histórica da missão eclesial. Francisco advertia que a religião não pode ser relegada à intimidade secreta das pessoas ou, como se diz, “ao escondido das sacristias”. A Igreja é perita em humanidade, mesmo quando sofreu consequências de vicissitudes humanas e limites históricos. Por isso, a partir do Evangelho de Jesus, com sólidos fundamentos e ensinamentos, deve sempre promover uma ação incisiva na vida social, interpelada a se pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos. O ponto de partida da ação eclesial não é partidário ou restrito a âmbitos ideológicos.  É a disponibilidade para caminhar com a humanidade, a humanidade magnífica, imagem e semelhança de Deus criador. Humanidade que, para a sua regeneração e salvação, foi derramado o sangue do Filho Amado de Deus.

A participação e inserção missionária da Igreja, obviamente, não fere a legítima autonomia da sociedade civil. Ao contrário, colabora para que essa autonomia seja qualificada e promova o bem comum, com um olhar especial e preferencial pelos pobres e deserdados, vítimas de violências, exclusões e discriminações. Sabe-se que a Igreja, relembra o Papa Leão, está ao lado do mundo sem lhe sobrepor, para que cada circunstância humana possa germinar a promessa de justiça e paz que o Espírito Santo continua a suscitar no coração da humanidade. O posicionamento da Igreja é, assim, iluminado pelo reconhecimento que Deus acompanha a liberdade dos seres humanos no desenrolar da história, conforme bem ensina o Concílio Vaticano II, sublinhando a distinção entre comunidade eclesial e comunidade política. O Concílio salienta que cada uma delas deve agir em completa autonomia. Quando há mistura, corre-se risco de confusão e enfraquecimento, seja da comunidade eclesial, seja da comunidade política.

A Igreja não busca assumir as funções que competem ao Estado. Ao contrário, reconhece a sua autonomia que deve ser exercida a partir do compromisso fundamental com o bem comum. Reconhecendo essa autonomia, quando necessário, denuncia negligências e parcialidades. Por missão, a Igreja não pode distanciar-se dos sofrimentos humanos e do compromisso de partilhar tesouros humanísticos, contribuindo para consolidar valores e princípios essenciais à humanidade. A história comprova que a presença eclesial ajuda instituições, governos e segmentos da sociedade a se aproximar e a cuidar das feridas que afligem homens e mulheres. O Papa Leão focaliza esse aspecto essencial da missão da Igreja: o dever de inspirar caminhos de conversão pessoal e comunitária, apoiar a promoção de reformas de estruturas e novas formas de testemunho na vida pública.

São muitos os caminhos para efetivação da missão da Igreja, como aponta a Carta Encíclica citando, por exemplo, o diálogo com as ciências humanas, à luz da Palavra de Deus, fonte inesgotável e inspiradora de sabedoria. Afirma, pois, que a Palavra de Deus oferece critérios confiáveis para orientar os caminhos da justiça e abrir vias de reconciliação e paz entre os seres humanos. Reconhece-se que, por meio do diálogo fecundo entre Evangelho e ciências humanas, a Igreja aprofundou a sua Doutrina Social, arcabouço de indicações éticas e morais com força de reorientar os rumos da sociedade, ajudando-a na superação de injustiças e de cenários que maculam a magnífica humanidade. Ao caminhar com a humanidade, a partir de razões alicerçadas na fé, a Igreja contribui, inspira e se compromete com a inegociável busca por uma humanidade renovada. Uma humanidade movida por seu peregrinar rumo ao reino definitivo, capaz de edificar uma sociedade mais justa e solidária. Aprofundar a compreensão sobre a importância da missão da Igreja no coração do mundo é ajudar a cidadania civil a se qualificar inspirando-se pela cidadania do reino de Deus. Possibilita, desse modo, um alinhamento de propósitos e a conquista de indispensável lucidez, a partir da contribuição da comunidade eclesial, a Igreja que caminha com a humanidade.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em maio, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,72%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

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