“Nova ordem mundial ou desordem generalizada?
Muitas
pessoas se perguntam: está surgindo uma nova ordem mundial ou há uma desordem
generalizada? No primeiro caso, propõe-se a criação de novos organismos
internacionais ou mesmo a reforma da Organização das Nações Unidas (ONU). No
segundo caso, destaca-se que há uma desordem em curso, pois grandes potências
têm acirrado a competição, a disputa de poder e o uso de mecanismos
coercitivos.
Para
muitos especialistas, uma nova ordem mundial está em andamento. Alegam que a
ONU não tem cumprido seu papel, pois não soluciona situações de conflito, das
quais resultam sérios problemas sociais, nem evita que países-potências deem as
“cartas” com base em seus interesses. Outros estudiosos concordam com as
transformações em curso, mas acham que ainda prevalece, com limites, a ordem
anterior vigente.
O
direito internacional tem sido violado com frequência e disso resultam
tragédias que afetam milhões de pessoas. Nos últimos anos, aumentou o fluxo de
cidadãos que se deslocam para outras nações. Os problemas são gravíssimos, como
fome, falta de moradia e risco de morte.
Var ser
“necessário” acontecer uma terceira guerra mundial para que se criem novas
regras de convivência? Quais países vão respaldar as mudanças? Nada parece
apontar nessa direção. Os governos de Brasil, México e Colômbia têm cobrado da
comunidade internacional o compromisso de lutar por uma ordem mundial
democrática.
No
entanto, grandes potências vêm solapando a ONU e suas agências com o não
pagamento de suas cotas. Os Estados Unidos são o maior exemplo. Deixaram a
Organização Mundial de Saúde (OMS) em 22 de janeiro. As justificativas do
governo Trump foram supostas falhas de gestão da entidade durante a pandemia da
Covid-19.
Por sua
vez, a Organização Mundial do Comércio (OMC) está abalada pela paralisação do
seu mecanismo de solução de controvérsias e o avanço do protecionismo
comercial. Entre os limites impostos à Organização Internacional do Trabalho
(OIT), incluem-se o atraso nos pagamentos por EUA, China e Alemanha e os
desafios do novo mundo do trabalho, que exigem novas regulações.
Muitos
olhares se voltam para o Conselho de Segurança da ONU. Desde a sua criação, os
países vencedores da Segunda Guerra mantêm o poder de veto. Para mudar as
regras, precisa-se de uma articulação complexa. Não obstante, a China rejeita a
entrada do Japão no organismo em razão de retaliações anteriores; a Rússia não
apoia a inclusão de mais países europeus. O impasse é grande e não tem havido
espaço para negociações enquanto perdurar a guerra na Ucrânia.
No caso
do Tribunal Penal Internacional (TPI), por causa dos conflitos no Oriente
Médio, alguns promotores e juízes que fizeram investigações e emitiram mandados
de prisão contra autoridades dos EUA e Israel vêm sofrendo retaliações, como a
dificuldade em acessar benefícios de seus planos de saúde e em usar cartões de
crédito.
Em
princípio há a compreensão geral de que é preciso mudar as formas de governança
mundial. Ambientalistas alertam que a regra que prevê que os países tomem
decisões somente por consenso nas conferências internacionais de meio ambiente,
as COPs, está impedindo avanços.
Propõe-se
que novas instituições ocupem o lugar das atuais ou que as atuais sejam
reformadas para que se adaptem à nova realidade geopolítica. Mas quando essa
realidade será possível, se muitos países têm agido mais para esvaziar as entidades
do que cooperar? Como as organizações vão atuar de forma democrática, incluindo
países do Sul Global nas decisões?”.
(Ana Maria Oliveira. Jornalista, doutora em
ciências sociais pela PUC Minas, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 15 de junho de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 12 de junho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Uma Igreja que caminha
‘Uma Igreja que caminha
na história da humanidade’, assim sublinha o Papa Leão XIV, na Carta Encíclica
Magnifica Humanitas, sobre a identidade e a missão da Igreja Católica, que não
pode ser confundida com um clube de amigos, não pode ser considerada uma
organização não-governamental e nem simplesmente uma associação beneficente.
Trata-se de instituição bimilenar presente no mundo todo, sinal de unidade para
a família humana. A Igreja reconhece nas questões e desafios da atualidade o
lugar onde deve exercer a sua vocação à escuta, ao diálogo e ao serviço,
deixando-se interpelar por tudo o que diz respeito à existência dos homens e
das mulheres na contemporaneidade. Reconhecer a identidade e a missão da Igreja
ajuda a compreender o horizonte largo, luminoso e desafiador confiado por Jesus
a seus discípulos: o Mestre quis a sua Igreja, por ela se imolou no alto da
cruz para regenerar o gênero humano e iluminar o sonho de Deus, uma magnífica
humanidade. A missão da Igreja tem, pois, alcance histórico e ajuda a definir a
maneira como são tecidas as relações sociais.
O ensinamento papal
ressalta, pois, que a missão da Igreja não pode fazer-se alheia às dinâmicas
que moldam o rosto da sociedade. Ao invés disso, precisa se sensibilizar com as
alegrias, os sofrimentos e as angústias que afligem a sociedade. O Pontífice lembra
o Papa Francisco que, por várias vezes, recordava, com veemência, a dimensão
histórica da missão eclesial. Francisco advertia que a religião não pode ser
relegada à intimidade secreta das pessoas ou, como se diz, “ao escondido das
sacristias”. A Igreja é perita em humanidade, mesmo quando sofreu consequências
de vicissitudes humanas e limites históricos. Por isso, a partir do Evangelho
de Jesus, com sólidos fundamentos e ensinamentos, deve sempre promover uma ação
incisiva na vida social, interpelada a se pronunciar sobre os acontecimentos
que interessam aos cidadãos. O ponto de partida da ação eclesial não é
partidário ou restrito a âmbitos ideológicos. É a disponibilidade para
caminhar com a humanidade, a humanidade magnífica, imagem e semelhança de Deus
criador. Humanidade que, para a sua regeneração e salvação, foi derramado o
sangue do Filho Amado de Deus.
A participação e inserção
missionária da Igreja, obviamente, não fere a legítima autonomia da sociedade
civil. Ao contrário, colabora para que essa autonomia seja qualificada e
promova o bem comum, com um olhar especial e preferencial pelos pobres e deserdados,
vítimas de violências, exclusões e discriminações. Sabe-se que a Igreja,
relembra o Papa Leão, está ao lado do mundo sem lhe sobrepor, para que cada
circunstância humana possa germinar a promessa de justiça e paz que o Espírito
Santo continua a suscitar no coração da humanidade. O posicionamento da Igreja
é, assim, iluminado pelo reconhecimento que Deus acompanha a liberdade dos
seres humanos no desenrolar da história, conforme bem ensina o Concílio
Vaticano II, sublinhando a distinção entre comunidade eclesial e comunidade
política. O Concílio salienta que cada uma delas deve agir em completa
autonomia. Quando há mistura, corre-se risco de confusão e enfraquecimento,
seja da comunidade eclesial, seja da comunidade política.
A Igreja não busca
assumir as funções que competem ao Estado. Ao contrário, reconhece a sua
autonomia que deve ser exercida a partir do compromisso fundamental com o bem
comum. Reconhecendo essa autonomia, quando necessário, denuncia negligências e
parcialidades. Por missão, a Igreja não pode distanciar-se dos sofrimentos
humanos e do compromisso de partilhar tesouros humanísticos, contribuindo para
consolidar valores e princípios essenciais à humanidade. A história comprova
que a presença eclesial ajuda instituições, governos e segmentos da sociedade a
se aproximar e a cuidar das feridas que afligem homens e mulheres. O Papa Leão
focaliza esse aspecto essencial da missão da Igreja: o dever de inspirar
caminhos de conversão pessoal e comunitária, apoiar a promoção de reformas de
estruturas e novas formas de testemunho na vida pública.
São muitos os caminhos
para efetivação da missão da Igreja, como aponta a Carta Encíclica citando, por
exemplo, o diálogo com as ciências humanas, à luz da Palavra de Deus, fonte
inesgotável e inspiradora de sabedoria. Afirma, pois, que a Palavra de Deus
oferece critérios confiáveis para orientar os caminhos da justiça e abrir vias
de reconciliação e paz entre os seres humanos. Reconhece-se que, por meio do
diálogo fecundo entre Evangelho e ciências humanas, a Igreja aprofundou a sua
Doutrina Social, arcabouço de indicações éticas e morais com força de
reorientar os rumos da sociedade, ajudando-a na superação de injustiças e de
cenários que maculam a magnífica humanidade. Ao caminhar com a humanidade, a
partir de razões alicerçadas na fé, a Igreja contribui, inspira e se compromete
com a inegociável busca por uma humanidade renovada. Uma humanidade movida por
seu peregrinar rumo ao reino definitivo, capaz de edificar uma sociedade mais
justa e solidária. Aprofundar a compreensão sobre a importância da missão da
Igreja no coração do mundo é ajudar a cidadania civil a se qualificar
inspirando-se pela cidadania do reino de Deus. Possibilita, desse modo, um
alinhamento de propósitos e a conquista de indispensável lucidez, a partir da
contribuição da comunidade eclesial, a Igreja que caminha com a humanidade.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a
grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne
Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na
sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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