“Transformar crianças em adultos independentes
Nas
salas de aula e nos pátios escolares, testemunho diariamente o grande potencial
de desenvolvimento das crianças. O papel do educador é fornecer ferramentas
para que elas se tornem pessoas adultas seguras, autônomas e prontas para o
mundo. A escolha de uma educação bilíngue vai muito além de garantir uma
carreira promissora.
A
International Baccalaureate (IB), que reúne mais de 6.200 escolas em 163
países, documenta que estudantes em ambientes multilíngues integrados
desenvolvem maior capacidade de liderança, empatia e independência. O
aprendizado que conecta diferentes culturas e disciplinas estimula o pensamento
crítico, preparando os jovens para solucionar problemas com muito mais
facilidade.
O
bilinguismo real é um fenômeno amplo e multidimensional. Ele não se resume a
memorizar vocabulário ou traduzir frases em aulas isoladas. Afinal, a base de
uma verdadeira educação bilingue se dá por meio de línguas. Na prática, isso
significa que a criança vivencia a matemática, as ciências, a história e as
artes em ambos os idiomas.
Ao
conviver com as línguas de forma integrada, os alunos mergulham nas dimensões
emocionais e culturais de cada idioma, construindo uma visão de mundo muito
mais rica.
Toda
essa vivência prática e natural dá origem a transformações que a própria
neurociência nos ajuda a compreender. Estudos conduzidos por neurocientistas
mostram que o cérebro das crianças que crescem em ambientes bilíngues é
altamente flexível e adaptável. Na rotina escolar, para se comunicar em uma
língua, a criança aprende naturalmente a deixar a outra em “espera”, um
exercício constante que os cientistas chamam de “controle inibitório” e que
fortalece a atenção, o foco e a agilidade mental. Eles se tornam mais rápidos
para alternar entre diferentes tarefas e desenvolvem um raciocínio lógico
avançado, pois o cérebro se acostuma a gerenciar caminhos diferentes para
expressar a mesma ideia.
Além do
ganho cognitivo, esse processo molda diretamente o comportamento social e
emocional dos nossos alunos. Como a lógica e a emoção caminham juntas na
escola, o autocontrole exercido no uso das línguas ajuda a criança a
desenvolver uma maior regulação emocional.
Educacionalmente,
percebemos que os alunos bilíngues são consideravelmente mais empáticos e
tolerantes. Como são expostos desde cedo a uma dupla cultura por meio do método
de imersão, eles entendem que existem maneiras diferentes e igualmente válidas
de enxergar a mesma situação e aprendem a respeitar a diversidade não como um
conceito abstrato, mas como algo natural de suas vidas.
É essa
bagagem que fortalece o caminho para a independência na vida adulta. O aluno
que cresce em um ambiente bilíngue estruturado e acolhedor torna-se um cidadão
global, capaz de transitar por qualquer país, interagir com falantes nativos de
forma segura e liderar projetos com plena autonomia. São jovens que compreendem
os contextos, os sentimentos e as intenções por trás das palavras, o que lhes
confere uma autoconfiança única para assumir responsabilidades e transformar a
sua própria realidade.
Esse
modelo de bilinguismo real, focado na imersão genuína e no aprendizado ativo, é
a base do trabalho do Grupo SIS Swiss International School. Nas nossas escolas,
aplicamos o conceito “One person, one language”, no qual os alunos associam
naturalmente cada idioma ao seu interlocutor em um ambiente repleto de
estímulos. No próximo ano, a escola chegará a Belo Horizonte, no Belvedere, com
o mesmo padrão internacional de excelência, trazendo para a região um espaço
dedicado a formar cidadãos prontos para os desafios e oportunidades da
realidade global.
Acredito
que educar exige coragem para ir além do ensino tradicional. Ao proporcionarmos
um ambiente em que as línguas e o conhecimento se integram de forma natural e
prazerosa, não estamos apenas ensinando nossas crianças a falar com o mundo,
estamos formando adultos independentes, empáticos e conscientes de que vão
transformá-lo.”.
(Giulia Schneider. Diretora da SIS Swiss
International School Belo Horizonte, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 29 de junho de 2026, caderno OPINIÃO, página 13).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição 03 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Falimentos na política
O ano eleitoral coloca em
evidência, de modo mais forte, os muitos falimentos na política. Mesmo que esse
âmbito reúna também gente séria, acentua-se o descrédito em relação à política
no Brasil. Uma desconfiança que gera distanciamento do sentido filosófico e
antropológico da política: meio indispensável na edificação de uma sociedade
justa e igualitária. Quando esse meio é desconsiderado, as perdas são
muitas. Há especial prejuízo para os cristãos, que deveriam viver a política
como um nobre modo de se exercer a caridade, coração da fé. Ao agir de modo
indiferente em relação à política, passa-se a reduzi-la aos interesses
partidários, tornando-se refém daqueles que a instrumentalizam com o objetivo
de agir de modo cartorial, favorecendo as oligarquias, as forças dominantes,
mesmo que isso signifique sacrificar o bem comum, os mais pobres e excluídos.
Sem adequado envolvimento
cidadão, a força política se desenha como instrumentalização, até mesmo
legislativa, em favor de quem menos precisa, mas que quer ter sempre mais e
muito mais. O distanciamento em relação à política tem incidência no grupo de
representantes políticos, apequenando as atuações e impedindo o surgimento de
novos nomes com envergadura moral, competências e confiabilidade.
Representantes dedicados à promoção e à defesa do bem comum, com atuações que
comprovam a opção pelo tecido social e cultural igualitário. Ao invés desse
contexto de qualificada participação cidadã, com reflexões no campo da
representação, tudo se transforma em disputa polarizada, alicerçada na cegueira
que se expressa no ato de idolatrar figuras, por simpatias, por populismos, ou
por fidelidade a interesses meramente partidários. A pequenez que se instala
acentua ainda o distanciar-se da política, o que ameaça o bem de todos.
Privilegia-se a exaltação
de figuras, desconsiderando propósitos com relevância social, favorece-se o uso
manipulado e proposital da máquina pública e de outras estruturas que deveriam
estar submetidas ao bem comum, para o atendimento de interesses econômicos dos
empoderados. Esse encurtamento prático da visão política aprisiona a sociedade,
impedindo-a de ser oxigenada por novas formas de se exercer o poder, capazes de
dar mais velocidade aos necessários consertos, de toda ordem, no tecido social,
para se alcançar, sem retardos, um desenvolvimento integral e estrutural. A
sociedade não deve se conformar com representações políticas que trabalhem,
prioritariamente, para o bem de quem é privilegiado, de quem menos precisa. Os
falimentos na política têm como consequência sedimentar uma cultura determinada
pelos interesses exclusivamente pecuniários – que estreitam horizontes, fazem
perder oportunidades para alcançar uma nação que poderia ser edificada se
houvesse mais gente de envergadura no exercício do poder. Necessário é, pois,
explicitar esses falimentos para se tomar novos rumos, distanciando-se de rotas
que impõem atrasos à sociedade, validam cenários de exclusão e impõem a
mediocridade de não se incomodar, não se envergonhar, das misérias sociais e
humanas.
Os falimentos na política
são obstáculos ao exercício da representação nas instâncias do poder, tornando
cada vez menos frequente o agir político que é expressão qualificada de
irrenunciável compromisso cristão: estar a serviço dos outros, especialmente dos
pobres. A política é indispensável contributo para que se instaure um
ordenamento social mais justo e coerente com a dignidade humana. Assim,
impactados com os falimentos na política, se torna urgente investir na força
moral das autoridades políticas. Isso significa exigir daqueles que estão no
exercício do poder um agir ético, com força transformadora. Assim surgirão
políticos credíveis e se tecerá um novo forro para a sociedade, alicerçando a
autoridade da representação nos valores humanos e morais, sem artimanhas ou
manipulações populistas e interesseiras.
É preciso adequadamente
tratar os falimentos na política para curar um progressivo e trágico
obscurecimento da consciência coletiva, que favorece um ceticismo capaz de
duvidar, até mesmo, dos princípios fundamentais da lei moral. Esse descrédito
pode precipitar, paulatinamente, a sociedade em um doloroso caos sociopolítico.
Essa realidade caótica poderia ameaçar, até mesmo, o próprio ordenamento
estatal. Sem pessimismos ou agouros, a preparação para a ida às urnas deve
contemplar o reconhecimento dos falimentos na política para superá-los. Um
itinerário que possibilitará o aprendizado de novas lições, oportunidade para
uma qualificação social e política na sociedade brasileira, gestando, a médio e
longo prazos, renovada consciência cidadã, além de novas e adequadas
lideranças, capazes de estar a serviço da nação, dedicadas a construir um
adequado patamar de convivência e de justiça social.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade,
da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência,
eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –,
criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a
grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne
Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na
sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
Nenhum comentário:
Postar um comentário