sexta-feira, 10 de julho de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E O PODER TRANSFORMADOR DO ENSINO DE LÍNGUAS, PENSAMENTO CRÍTICO, EMPATIA, VISÃO OLÍMPICA, AUTONOMIA E AGILIDADE MENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, VIRTUDES CÍVICAS, ALTRUÍSMO, QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS, IMPÉRIO DA ÉTICA, IGUALDADE, BEM COMUM, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA CIVILIZAÇÃO DO AMOR NA SUSTENTABILIDADE

“Transformar crianças em adultos independentes

       Nas salas de aula e nos pátios escolares, testemunho diariamente o grande potencial de desenvolvimento das crianças. O papel do educador é fornecer ferramentas para que elas se tornem pessoas adultas seguras, autônomas e prontas para o mundo. A escolha de uma educação bilíngue vai muito além de garantir uma carreira promissora.

         A International Baccalaureate (IB), que reúne mais de 6.200 escolas em 163 países, documenta que estudantes em ambientes multilíngues integrados desenvolvem maior capacidade de liderança, empatia e independência. O aprendizado que conecta diferentes culturas e disciplinas estimula o pensamento crítico, preparando os jovens para solucionar problemas com muito mais facilidade.

         O bilinguismo real é um fenômeno amplo e multidimensional. Ele não se resume a memorizar vocabulário ou traduzir frases em aulas isoladas. Afinal, a base de uma verdadeira educação bilingue se dá por meio de línguas. Na prática, isso significa que a criança vivencia a matemática, as ciências, a história e as artes em ambos os idiomas.

         Ao conviver com as línguas de forma integrada, os alunos mergulham nas dimensões emocionais e culturais de cada idioma, construindo uma visão de mundo muito mais rica.

         Toda essa vivência prática e natural dá origem a transformações que a própria neurociência nos ajuda a compreender. Estudos conduzidos por neurocientistas mostram que o cérebro das crianças que crescem em ambientes bilíngues é altamente flexível e adaptável. Na rotina escolar, para se comunicar em uma língua, a criança aprende naturalmente a deixar a outra em “espera”, um exercício constante que os cientistas chamam de “controle inibitório” e que fortalece a atenção, o foco e a agilidade mental. Eles se tornam mais rápidos para alternar entre diferentes tarefas e desenvolvem um raciocínio lógico avançado, pois o cérebro se acostuma a gerenciar caminhos diferentes para expressar a mesma ideia.

         Além do ganho cognitivo, esse processo molda diretamente o comportamento social e emocional dos nossos alunos. Como a lógica e a emoção caminham juntas na escola, o autocontrole exercido no uso das línguas ajuda a criança a desenvolver uma maior regulação emocional.

         Educacionalmente, percebemos que os alunos bilíngues são consideravelmente mais empáticos e tolerantes. Como são expostos desde cedo a uma dupla cultura por meio do método de imersão, eles entendem que existem maneiras diferentes e igualmente válidas de enxergar a mesma situação e aprendem a respeitar a diversidade não como um conceito abstrato, mas como algo natural de suas vidas.

         É essa bagagem que fortalece o caminho para a independência na vida adulta. O aluno que cresce em um ambiente bilíngue estruturado e acolhedor torna-se um cidadão global, capaz de transitar por qualquer país, interagir com falantes nativos de forma segura e liderar projetos com plena autonomia. São jovens que compreendem os contextos, os sentimentos e as intenções por trás das palavras, o que lhes confere uma autoconfiança única para assumir responsabilidades e transformar a sua própria realidade.

         Esse modelo de bilinguismo real, focado na imersão genuína e no aprendizado ativo, é a base do trabalho do Grupo SIS Swiss International School. Nas nossas escolas, aplicamos o conceito “One person, one language”, no qual os alunos associam naturalmente cada idioma ao seu interlocutor em um ambiente repleto de estímulos. No próximo ano, a escola chegará a Belo Horizonte, no Belvedere, com o mesmo padrão internacional de excelência, trazendo para a região um espaço dedicado a formar cidadãos prontos para os desafios e oportunidades da realidade global.

         Acredito que educar exige coragem para ir além do ensino tradicional. Ao proporcionarmos um ambiente em que as línguas e o conhecimento se integram de forma natural e prazerosa, não estamos apenas ensinando nossas crianças a falar com o mundo, estamos formando adultos independentes, empáticos e conscientes de que vão transformá-lo.”.

(Giulia Schneider. Diretora da SIS Swiss International School Belo Horizonte, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 29 de junho de 2026, caderno OPINIÃO, página 13).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição 03 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Falimentos na política

O ano eleitoral coloca em evidência, de modo mais forte, os muitos falimentos na política. Mesmo que esse âmbito reúna também gente séria, acentua-se o descrédito em relação à política no Brasil. Uma desconfiança que gera distanciamento do sentido filosófico e antropológico da política: meio indispensável na edificação de uma sociedade justa e igualitária.  Quando esse meio é desconsiderado, as perdas são muitas. Há especial prejuízo para os cristãos, que deveriam viver a política como um nobre modo de se exercer a caridade, coração da fé. Ao agir de modo indiferente em relação à política, passa-se a reduzi-la aos interesses partidários, tornando-se refém daqueles que a instrumentalizam com o objetivo de agir de modo cartorial, favorecendo as oligarquias, as forças dominantes, mesmo que isso signifique sacrificar o bem comum, os mais pobres e excluídos.

Sem adequado envolvimento cidadão, a força política se desenha como instrumentalização, até mesmo legislativa, em favor de quem menos precisa, mas que quer ter sempre mais e muito mais. O distanciamento em relação à política tem incidência no grupo de representantes políticos, apequenando as atuações e impedindo o surgimento de novos nomes com envergadura moral, competências e confiabilidade. Representantes dedicados à promoção e à defesa do bem comum, com atuações que comprovam a opção pelo tecido social e cultural igualitário. Ao invés desse contexto de qualificada participação cidadã, com reflexões no campo da representação, tudo se transforma em disputa polarizada, alicerçada na cegueira que se expressa no ato de idolatrar figuras, por simpatias, por populismos, ou por fidelidade a interesses meramente partidários. A pequenez que se instala acentua ainda o distanciar-se da política, o que ameaça o bem de todos.

Privilegia-se a exaltação de figuras, desconsiderando propósitos com relevância social, favorece-se o uso manipulado e proposital da máquina pública e de outras estruturas que deveriam estar submetidas ao bem comum, para o atendimento de interesses econômicos dos empoderados. Esse encurtamento prático da visão política aprisiona a sociedade, impedindo-a de ser oxigenada por novas formas de se exercer o poder, capazes de dar mais velocidade aos necessários consertos, de toda ordem, no tecido social, para se alcançar, sem retardos, um desenvolvimento integral e estrutural. A sociedade não deve se conformar com representações políticas que trabalhem, prioritariamente, para o bem de quem é privilegiado, de quem menos precisa. Os falimentos na política têm como consequência sedimentar uma cultura determinada pelos interesses exclusivamente pecuniários – que estreitam horizontes, fazem perder oportunidades para alcançar uma nação que poderia ser edificada se houvesse mais gente de envergadura no exercício do poder. Necessário é, pois, explicitar esses falimentos para se tomar novos rumos, distanciando-se de rotas que impõem atrasos à sociedade, validam cenários de exclusão e impõem a mediocridade de não se incomodar, não se envergonhar, das misérias sociais e humanas.

Os falimentos na política são obstáculos ao exercício da representação nas instâncias do poder, tornando cada vez menos frequente o agir político que é expressão qualificada de irrenunciável compromisso cristão: estar a serviço dos outros, especialmente dos pobres. A política é indispensável contributo para que se instaure um ordenamento social mais justo e coerente com a dignidade humana. Assim, impactados com os falimentos na política, se torna urgente investir na força moral das autoridades políticas. Isso significa exigir daqueles que estão no exercício do poder um agir ético, com força transformadora. Assim surgirão políticos credíveis e se tecerá um novo forro para a sociedade, alicerçando a autoridade da representação nos valores humanos e morais, sem artimanhas ou manipulações populistas e interesseiras.

É preciso adequadamente tratar os falimentos na política para curar um progressivo e trágico obscurecimento da consciência coletiva, que favorece um ceticismo capaz de duvidar, até mesmo, dos princípios fundamentais da lei moral. Esse descrédito pode precipitar, paulatinamente, a sociedade em um doloroso caos sociopolítico. Essa realidade caótica poderia ameaçar, até mesmo, o próprio ordenamento estatal. Sem pessimismos ou agouros, a preparação para a ida às urnas deve contemplar o reconhecimento dos falimentos na política para superá-los. Um itinerário que possibilitará o aprendizado de novas lições, oportunidade para uma qualificação social e política na sociedade brasileira, gestando, a médio e longo prazos, renovada consciência cidadã, além de novas e adequadas lideranças, capazes de estar a serviço da nação, dedicadas a construir um adequado patamar de convivência e de justiça social.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em maio, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,72%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 



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