sexta-feira, 3 de julho de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES, DESAFIOS E POTENCIALIDADES DOS VALORES TRANSFORMADORES, VISÃO OLÍMPICA, QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS E O PRIMADO DA ÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, COMPAIXÃO, EMPATIA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE (113/57)

(Julho = mês 113; faltam 57 meses para a Primavera Brasileira)

“A queda das ideologias

       ‘Ideologia’ é um termo relativamente recente, abstrato e residual; não existia até final do século XVIII. É uma sofisticação dialética mais que filosófica – surgiu para ‘justificar’ interesses e planos de dominação de ou decisões decorrentes de atitudes consumadas.

         Ideologias colheram sucesso por quase dois séculos, até surgirem seus críticos e algozes.

         Com o italiano Vilfredo Pareto e o alemão Karl Mannheim, no início do século XX, a noção de ideologia evoluiu no campo da análise social. Segundo Pareto, a ideologia explora o poder dos instintos irracionais, que levam os homens a agir segundo explicações aparentemente lógicas para validar suas ações egoístas.

         Mannheim, por sua vez, distingue entre ideologia particular, como uma mentira deliberada para ocultar interesses específicos, e ideologia total, aquele tipo de ideologia que não surge de um esforço para enganar, mas se revela ao sujeito como consequência de sua posição social.

         São visões aparentemente complexas de forma de justificar interesses de cima para baixo ou de baixo para cima, esquecendo situações de fato e dominantes em agrupamentos sociais. Ideologias se fundaram por interesses e deram poder aos demagogos, que entenderam seus mecanismos como chave de entrada nas simpatias mórbidas dos oprimidos.

         O liberalismo e o socialismo por si sós fracassaram, alcançando seu ápice, amargaram derrotas e quedas. A diferença é que o liberalismo atingiu o enriquecimento de alguns, que se estendeu, em seguida, à nação. Mas as ideologias contrapostas se equilibram, como doce e salgado. Precisam de uma dose de oposto para fazer sucesso.

         A ideologia total, segundo Mannheim, é essencialmente uma “visão do mundo” com a qual certos grupos, mesmo inconscientemente, ocultam a verdadeira precariedade da sociedade. Dessa forma, a ideologia desempenha uma função “conservadora”, escondendo as possibilidades que se têm por meio de mudanças para melhorar a situação dos oprimidos. O ocultamento dos males sociais não provoca equilíbrio na sustentabilidade de uma nação.

         Aos oprimidos deve ser dada uma razão para crer que as condutas de opressão serão vencidas.

         A vitória, no século XIX, das tendências progressistas do Norte sobre as conservadoras do Sul tem deixado nos Estados Unidos um exemplo de desenvolvimento e de progresso sem precedentes.

         A China, para alcançá-lo, depois de décadas de marxismo radical, sem liberdades individuais – submissas ao interesse do Estado –, adotou o ultraliberalismo nos setores econômicos. Possibilitou o trabalho de multidões e, por outro lado, deu suporte para investimentos enormes em tecnologia. Carrega agora uma dívida social explosiva. Enfrentará outras revoluções, pois o anseio de liberdade se encontra amordaçado e represado como numa panela de pressão.

         O Brasil, distante das áreas de sucesso social e econômico do planeta, vive mergulhado entre ideologias ultrapassadas. Uma alimentando outra. Quanto mais a esquerda cresce, mais arrasta a direita, como procura orgânica de equilíbrio. Assim se comporta o universo, e a sociedade vai atrás.

         Na América do Norte, as ideologias têm se tornado neutras, ou seja, como um sistema de ideias, crenças e valores capaz de orientar a conduta de grupos e indivíduos, sem perder de vista os valores fundamentais de liberdade e progresso.

         A partir da década de 1960 surgiram discussões sobre a “morte”, o “fim” ou o “declínio” da ideologia, partindo exatamente dos Estados Unidos (D. Bell, “The End of Ideology. On the Exhaustion of Political Ideas in the Fifties”, 1960), e mais tarde na Europa (R. Dahrendorf, “Arbeiten zur Theorie und Methode der Soziologie”, 1967), em seguida G.M. Cottier, “La Mort des Idéologies et l’Espérance”, 1970), e o notável livro de L. Colletti, “Tramonto dell’Ideologia”, 1980).

         Com essas ideias circulando no hemisfério norte, laboratório de avanços sociais, acabou se dissolvendo a radicalização e se passou por um movimento de homogeneização das ideias. Os partidos radicais perderam relevância, os métodos e princípios substituíram as ideologias. Ideais de honestidade, transparência, responsabilidade, inclusão, sustentabilidade passaram a substituir as teses ideológicas, quando se materializaram relevantes avanços econômicos das famílias.

         O Brasil, em sua solidão, garantida por uma distância oceânica, confirma estar distante 50 anos da compreensão dos avanços sociais que ocorrem no planeta.

         Ideologia socialista surge e se alimenta da miséria; quando erradicada, decreta a morte da ideologia extremista. Os avanços econômicos anulam a necessidade de extremismos e rebeldias, passam a dar espaço à distribuição dos bens.

         Assistimos aos espasmos e delírios que antecedem o colapso de um sistema ultrapassado. Um país tem que criar uma classe política voltada à defesa e à prática de valores transformadores por meio da educação, austeridade nos gastos públicos, honestidade, competência na escolha dos administradores. As ideologias e os elementos tóxicos têm seus dias contados. Assim seja!”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 29 de junho de 2026, caderno A.PARTE, página 2).

 Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 26 de junho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Competição humana

São Paulo VI, Papa da Igreja entre 1963 e 1978, compôs uma oração ao Espírito Santo, terceira pessoa da Santíssima Trindade, mestre de santidade e sabedoria. Entre as súplicas expressas na oração, pediu ao Espírito Santo para conceder-lhe um coração alheio a qualquer desprezível competição humana. De fato, distanciar-se de toda desprezível competição é uma graça que qualifica a interioridade e capacita o ser humano para uma vivência com liberdade interior: conquista exigente e, por isso mesmo, rara. A raridade se deve à lógica estabelecida por um mercado que dita nomas capazes de configurar também a existência humana, alimentando disputas fratricidas. Em nome de conquistas financeiras, as pessoas engajam-se em disputas que atingem núcleos relevantes de convivência. Há uma saudável competição humana, vinculada à lógica esportiva, que inspira a superação de limites, em uma dinâmica que caracteriza a vida de atletas. Mas essa competição pode também se contaminar por muitas abordagens que vão revelando e desmascarando funcionamentos e articulações que simplesmente ambicionam cifras bilionárias, se sobrepondo à fidelidade a uma nação, ao chamado “amor à camisa”, ao sentido de defesa da pátria.

Cresce um sentimento nostálgico, saudade de gerações que enquadravam a competição esportiva no sonho de se praticar bem uma “arte” e, assim, alcançar a vitória. Torna-se cada vez mais comum um jeito de competir que é desrespeitoso, com perversidade estampada em rostos cínicos e indiferentes. Alimenta-se um egoísmo que faz o ser humano interessar-se somente pelas próprias coisas, sem considerar o importante sentido de participação corresponsável na construção de uma sociedade justa e solidária. Esse sentido de participação corresponsável precisa incidir, inclusive, no âmbito político, para interromper o crescimento de exclusões e misérias que deveriam envergonhar a sociedade. As mudanças necessárias, profundas, pedem o permanente cultivo da corresponsabilidade, na contramão da grave semeadura das disputas. No mundo contemporâneo, porém, todos os funcionamentos e metas traçadas, em qualquer âmbito, são contaminados pela lógica da competição que fere a nobreza do sentido social e espiritual. Uma nobreza importante para edificar sociedades justas e solidárias, convencendo corações a priorizar o bem comum.

A competição alimenta a vaidade, impulsiona o perverso consumismo. Forma-se, assim, um ciclo, pois o consumismo acentua ainda mais a lógica da disputa. Esse contexto faz com que o ser humano considere tudo a partir do prisma de seu próprio interesse e bem estar. Uma perspectiva narcisista. Muitos sentimentos nobres são desconsiderados, enfraquece-se o sentido de gratidão. Crescem as inimizades, as maledicências, a ingratidão desencadeada por pequenas contrariedades, restando a ânsia por competir, sob a falsa compreensão de que não se tem nada a perder. Constata-se o distanciamento da hospitalidade, na casa e, sobretudo, no coração. As portas são fechadas, as leituras da realidade, dos acontecimentos e dos desdobramentos institucionais ficam emolduradas pelos ressentimentos e pela doentia necessidade de conquistar reconhecimentos por titulações, cargos e exercícios do poder.

Nesse cenário de extrema competição busca-se, de qualquer modo, impor a própria palavra, incapacitando-se para escutar. Uma verdadeira guerra de narrativas se instala, comprometendo o diálogo e, por consequência, a qualidade de discernimentos e escolhas. As instituições sofrem com algozes que manipulam e justificam injustiças. Não há sadia competitividade, aquela que, entre outros frutos, poderia gerar serviços mais qualificados. Prevalecem as guerras, entre pessoas, nas famílias, em ambientes que deveriam testemunhar os princípios da espiritualidade da comunhão.  Revela-se desmedidamente a vaidade pessoal, fecundada pelo desejo de poder, com distanciamento do apreço pelo silêncio e do respeito incondicional ao semelhante. A ilusão do poder, com todas as artimanhas para conquistá-lo, alicerça a mediocridade. Por isso mesmo, muitos que ocupam lugares de destaque são pouco ouvidos. Apegam-se a uma falsa e doentia convicção relacionada à própria imagem, julgando-se os mais importantes entre todos.

A desprezível competição humana consolida inimizades, mágoas e ressentimentos que levam até mesmo pessoas próximas a se entrincheirar em “fronts” sanguinários, mortais. A hospitalidade dá lugar à violência de todo tipo. Vale apenas o que corresponde a interesses egoístas, mesquinhos. É urgente caminhos e experiências espirituais que proporcionem reconciliações, leituras mais civilizadas e, efetivamente, condutas mais humanísticas, superando as fratricidas disputas. O remédio espiritual é indispensável, independentemente da prática religiosa e confessional. A espiritualidade é capaz de resgatar o ser humano de suas perversidades e fragilidades, conduzindo-o a viver a nobreza da fraternidade e a superar preconceitos que alimentam posturas na contramão da solidariedade.

A espiritualidade tem ensinamentos preciosos, com indicações pertinentes para se vencer a desprezível competição humana, gestando a nobreza da cidadania que é essencial para edificar um outro mundo possível. Dentre as indicações esperançosas apresentadas pelo caminho espiritual, merece atenção aquela ditada pelo padre Matta el Meskin, no horizonte de sua mística contemplativa, quando aponta a exigência de entrar na oração, cada dia mais urgente, não para salvar a própria vida, isolada do mundo que se perde, e sim para bloquear o perigo que o ameaça, e resgatá-lo. Ao invés de competição humana desprezível, a oração: os joelhos dobrados, ensina o sacerdote, podem modificar não somente as almas, mas também o futuro do mundo.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em maio, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,72%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 



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