sexta-feira, 17 de julho de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E SOMBRAS NO EXTREMO ZELO COM A CASA COMUM, MUDANÇAS CLIMÁTICAS, ECOANSIEDADE, AMOROSA CONEXÃO COM A NATUREZA E O PLANETA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO ESPORTE, SENTIMENTO PÁTRIO, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, PAIXÃO CÍVICA, LAÇOS CULTURAIS, ENTRELAÇAMENTO DOS POVOS, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“Ecoansiedade é real e difícil de ser controlada

       O meio em que se vive influencia profundamente a qualidade de vida, por isso é tão importante procurar ambientes com maior conforto e dignidade. Entretanto, a procura é desafiadora quando a natureza passa por mudanças que afetam até mesmo a saúde mental.

         A Associação Americana de Psicologia (APA) denomina o medo crônico de uma catástrofe ambiental de “ecoansiedade”. A condição não deve ser considerada uma doença, e sim a constante sensação de ansiedade, frustração e pessimismo com o futuro climático.

         As mudanças climáticas estão cada vez mais comuns; somadas à evolução tecnológica e à desastrosa influência humana, fica praticamente impossível reverter as consequências sem a implementação de medidas globais. A natureza não pode ser controlada e cobra o preço sobre as ações humanas. A verdade é que, nos últimos anos, os fenômenos naturais causaram bastante insegurança e, consequentemente, medo e ansiedade em relação à possibilidade de um desastre natural.

         O Brasil tem sofrido, principalmente, durante os períodos de chuva. Milhares de pessoas chegam a perder noites de sono com a expectativa de devastação, como deslizamentos de terra em cidades serranas, como Petrópolis, ou enchentes históricas vivenciadas no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Amazonas e, atualmente, em São Paulo.

         A crise climática é preocupação frequente entre jovens, conforme resultado de pesquisa publicada pela “The Lancet Planet Health”. O estudo de 2021 envolveu mais de 10 mil adolescentes e jovens, de 16 a 25 anos, do Brasil e de outros nove países. Os resultados mostraram que 59% deles se consideravam extremamente preocupados com o futuro em relação ao clima e89%, moderadamente preocupados.

         Os sentimentos mais expostos, que metade afirmou, foram, destacadamente, tristeza, ansiedade, raiva e impotência, diante de todas as mudanças, e 45% deles confirmam que essas sensações afetam suas vidas negativamente.

         O termo “ecoansiedade” é relativamente novo, porém a psicologia possui o ramo da “ecopsicologia” desde os anos 1980, trabalhando exatamente a relação do ser humano com a natureza e como estes estão diretamente conectados, em unidade, e não de forma independente.

         Essa área estuda a conexão para estabelecer a responsabilidade humana com a natureza e o planeta. Assim, os indivíduos entenderão como suas ações afetam o meio ambiente, provocando a perda de vínculos e o desequilíbrio emocional.

         Entre os fatores mais intensificadores da ecoansiedade estão o aumento da periodicidade de desastres ambientais, o fato de morar em locais de risco, o consumo constante de informações sobre o tema, o sentimento de impotência e experiências pessoais com tragédias.

         A convivência com essas condições é desafiadora, notadamente por ser uma realidade fora de controle individual; contudo, felizmente, existem técnicas para melhorar a sensação.

         A recomendação é se reconectar com a natureza em atividades ao ar livre, evitar um grande consumo de notícias e adotar hábitos positivos para o planeta, por meio de ações voluntárias e pessoais. Mesmo a proposta parecendo fazer pouca diferença, a ajuda a pessoa a se sentir bem consigo mesma, afinal, pelo menos, está fazendo sua parte.

         Vale ainda lembrar que é sempre importante buscar ajuda especializada para saber como controlar esses sintomas e conseguir melhor a qualidade de vida. A ação é necessária, sobretudo, para quem percebe uma transformação de caráter incapacitante.”.

(Ângela Mathylde Soares. Neurocientista, psicanalista e psicopedagoga, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 11 de julho de 2026, caderno OPINIÃO, página 18).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 10 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Luzes e sombras da Copa

O mundo dos esportes mobiliza, de modo impressionante e singular, mentes e corações, com a paixão que toca o mais fundo da alma. Assim, nestas últimas semanas, vive-se a Copa do Mundo de futebol, com suas luzes e sombras que podem se tornar lições indispensáveis. Ultrapassa-se os limites dos campos de disputa futebolística para alcançar culturas, proporcionando análises que revelam escolhas, oportunidades, forças e fragilidades. A paixão pelo esporte, com estádios repletos, desdobra-se em um olhar analítico e crítico, como tem acontecido especialmente nestes dias após a eliminação da seleção brasileira. São variados os tipos de análise e mesmo os mais curtos, ao modo “tiktok”, podem levar a aprendizados, essenciais para conquistar posturas cidadãs mais adequadas, capazes de contribuir com o crescimento da nação.

A competição esportiva, mesmo sem alcançar a totalidade da população brasileira, resgatou, pelas cores verde e amarelo, o sentido de pertencimento a uma nação, pátria amada e idolatrada, para além de usurpações partidárias e excludentes. Percebe-se, assim, que há urgência em investir, sempre mais, na consolidação desse sentido de pertencimento, vencendo interesses mesquinhos ditados pela força diabólica do dinheiro. Uma força que ameaça o bem comum, alimenta a desigualdade social, com uma pequena parcela da população muito rica, enquanto significativo número de pessoas enfrenta a extrema pobreza. O domínio do dinheiro contamina até mesmo o âmbito esportivo, alimentando um imaginário e narrativas que restringem a competição em campo à lógica do enriquecimento. Rifa-se o amor à pátria, com reflexos percebidos em apatias dentro do campo. Consequentemente, talentos seduzidos pela ambição desmedida por dinheiro se enfraquecem e perdem a “garra” necessária para alcançar as vitórias no esporte.

Para além do direito à remuneração condizente com as relações econômicas inerentes ao esporte, é preciso priorizar o desempenho essencial para alcançar êxito e evitar certas frustrações. Dentro desse domínio do dinheiro que distorce mentalidades, inclui-se a dominação patológica e sedutora dos esquemas de apostas, ameaça à construção de uma sociedade solidária e igualitária. Nesse contexto esportivo tão tristemente obscurecido por interesses pouco nobres, brilharam fortemente aqueles que estabeleceram um contraponto e lutaram com galhardia, sem fama, sem somas bilionárias, mas alavancados por um sentido de respeito à sua nação. Um desempenho esportivo que sinaliza para as potencialidades que agigantam nações, mesmo aquelas pequeninas.  Performances que deveriam mexer com os brios de quem é “gigante pela própria natureza”, mas carece de agigantar-se a partir de uma política exercida com autoridade moral, alicerçada no sentido genuíno de justiça. Um jeito nobre de se exercer o poder, que não se restrinja aos interesses cartoriais, e efetivamente busque consolidar significativos resultados, mais igualdade social. Trata-se de exigência para evitar manipulações espúrias que distorcem instituições e, também, o mundo dos esportes.

Se não houver mais investimento em um modo novo de agir, prevalecerão, entre outros males, os autoritarismos sustentados pela subserviência interesseira e escrava do dinheiro. Uma submissão que produz fragilidades que alargam o tempo de jejum das vitórias, não somente no campo, também em desempenhos políticos e cidadãos.  Urge-se a recuperação do sentido de pertença e de responsabilidade social, inclusive no mundo dos esportes, para inspirar e impulsionar desenvolvimento integral, com a construção de novos cenários, a partir de um sentido nobre de cidadania. Os fracassos esportivos remetem também à escassez de líderes. O esporte e outros campos da vida sofrem com aqueles que se dedicam a falatórios e a populismos, uma presença fragilizada, sem potencial para inspirar nobres valores, motivar as pessoas a melhorar, cada vez mais, a ter “garra” e competência, condições essenciais para lutar e reagir, mudando cenários de derrota para alcançar vitórias.

É preciso incomodar-se com o despreparo que campeia em muitos setores e gera desperdício de recursos, inclusive de muitos talentos com potencial para escrever uma história nova e oferecer respostas adequadas a muitos desafios. A busca pelo exercício de um adequado desempenho, com investimentos em permanente qualificação, precisa se consolidar como um valor social, para que as pessoas não se achem as únicas capazes de exercer cargos e responsabilidades. Neste momento frustrante da eliminação da seleção brasileira de futebol, deve-se vislumbrar oportunidade de mudanças, refletindo sobre opiniões diversas e críticas, mesmo as mais dolorosas. Assim, é possível evitar novos fracassos, em diferentes campos, inclusive aqueles que impedem a nação de alcançar suas vitórias, condizentes com suas potencialidades, com a grandeza de suas riquezas, em reverência aos seus valores históricos e culturais que a enobrecem.

Este momento pede um “renascer das cinzas”, dos resultados ruins no mundo esportivo à reação para se conseguir um Estado mais eficiente, capaz de servir ao conjunto da nação, garantindo um contexto social mais igualitário. Um grande movimento para se conquistar representação política com autoridade, contracenando com instituições educacionais e culturais para renovar a cultura brasileira, na riqueza de sua pluralidade, contemplando valores morais e religiosos. Assim, reverter a irônica contagem de fracassos – aqueles que levam a eliminações consecutivas em Copas do Mundo de futebol e a tantas outras derrotas, em outros campos.  As lições da derrota, se aprendidas, podem inspirar seriedade, qualificação, colocando o Brasil nos trilhos de novas conquistas, com um novo rosto, que reflita o desenvolvimento integral e a fraternidade solidária.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em junho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,64%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

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