“A qualidade da educação começa pelas relações
Quando
se fala em qualidade da educação, é comum que o debate se concentre em
currículos, avaliações, infraestrutura ou desempenho acadêmico. Embora esses
elementos sejam fundamentais, há uma dimensão muitas vezes negligenciada, mas
decisiva para o sucesso das escolas: o clima escolar.
Ele
corresponde ao conjunto de percepções, significados e expectativas
compartilhadas pelos diferentes integrantes da comunidade escolar acerca das
relações interpessoais, das práticas pedagógicas, das normas, da justiça, da
segurança; da participação e das condições organizacionais que caracterizam a
vida cotidiana da escola. Mais do que um conceito teórico, trata-se da forma
como estudantes, docentes, gestores, funcionários e famílias vivenciam a
experiência escolar.
Em
outras palavras, o clima escolar é aquilo que as pessoas sentem quando entram
na instituição escolar. É a percepção de serem acolhidas ou ignoradas,
respeitadas ou discriminadas, ouvidas ou silenciadas. É o sentimento de
pertencimento que fortalece vínculos e favorece o desenvolvimento humano. Por
isso, não é exagero afirmar que uma escola pode possuir excelentes recursos
materiais e, ainda assim, enfrentar enormes dificuldades para promover
aprendizagem e bem-estar se as relações que nela se estabelecem forem marcadas
pela desconfiança, pela exclusão ou pela indiferença.
As
evidências acumuladas pela pesquisa educacional nacional e internacional
demonstram que escolas com clima escolar positivo tendem a apresentar maiores
níveis de engajamento estudantil, melhores resultados acadêmicos, menor
incidência de violência, redução da evasão escolar e maior satisfação
profissional entre educadores. Não se trata de um aspecto complementar da
educação, mas de uma condição estruturante para que o processo educativo
aconteça de forma efetiva.
Um clima
escolar positivo, portanto, é caracterizado pela presença de relações baseadas
no cuidado, na confiança e na segurança; pela valorização das aprendizagens
significativas; pelo reconhecimento das potencialidades dos estudantes; e pela
construção de um ambiente em que todos se sintam respeitados e pertencentes à
comunidade escolar.
Esse
ambiente não surge espontaneamente. Ele é construído diariamente por meio das
interações que ocorrem nas salas de aula, nos corredores, nas reuniões
pedagógicas e nos momentos de diálogo com as famílias. A literatura
especializada aponta alguns pilares essenciais para essa construção: relações
interpessoais saudáveis, participação democrática, justiça e equidade,
comunicação eficaz, qualidade pedagógica, parceria com as famílias e
compromisso com o desenvolvimento integral dos estudantes.
Nesse
contexto, o papel dos educadores torna-se ainda mais relevante. Cultivar
relações respeitosas, promover a escuta ativa, incentivar a participação dos
estudantes, aplicar regras, de forma justa e desenvolver práticas pedagógicas
que estimulem autonomia, curiosidade e pensamento crítico são ações que
impactam diretamente a qualidade do clima escolar. Cada interação cotidiana
comunica valores e contribui para fortalecer – ou enfraquecer – os vínculos que
sustentam a convivência escolar.
Outro
aspecto fundamental é compreender que o clima escolar não é responsabilidade
única e exclusiva da gestão ou dos professores. Trata-se de uma construção
coletiva que envolve estudantes, famílias, funcionários e toda a comunidade.
Quanto maiores forem os espaços de participação, diálogo e corresponsabilidade,
maiores serão as possibilidades de desenvolvimento de uma cultura escolar
democrática, cooperativa e inclusiva.
Em um
cenário educacional marcado por desafios complexos – como o aumento dos
conflitos interpessoais, a discriminação de diferentes formas de violência, o
desengajamento estudantil e os impactos emocionais vivenciados por crianças e
adolescentes –, investir na melhoria do clima escolar deixa de ser uma escolha
e passa a ser uma necessidade estratégica.
A
educação de qualidade não se resume à transmissão de conteúdos. Ela envolve a
formação ética, cidadã e humana dos estudantes. Quando a convivência é
orientada por regras legitimadas coletivamente, quando a justiça é praticada
nas relações cotidianas, quando o respeito, a solidariedade e a cooperação são
valores efetivamente vividos, a escola amplia sua capacidade de formar sujeitos
autônomos, responsáveis e comprometidos com a vida em sociedade.
Por essa
razão, o clima escolar deve ocupar posição central nas políticas educacionais e
nos projetos pedagógicos das escolas brasileiras. Afinal, antes de aprender
conteúdos, os estudantes precisam sentir que pertencem àquele espaço. E uma
escola na qual as pessoas se sentem acolhidas, respeitadas e valorizadas não
apenas ensina melhor: ela transforma vidas.”.
(Adriano Moro. Coordenador do Departamento de
Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas, em artigo publicado no jornal
O TEMPO Belo Horizonte, edição de 17 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO,
página 12).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 14 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Igreja em jornada
O Papa Leão XIV, na Carta
Encíclica Magnifica Humanitas, retoma e alinha pontos importantes
quanto à participação e corresponsabilidade da Igreja Católica na construção de
uma sociedade justa e solidária. Uma contribuição decisiva e primordial que não
se efetiva por meio da política partidária: a Igreja Católica, presente no
mundo inteiro, é sinal de unidade para toda a família humana. Assim, insere-se
e atua para, educativamente, auxiliar a humanidade a superar essa babel
contemporânea. A Igreja, reconhecendo os desafios atuais, exercita sua vocação
essencial a partir da escuta, do diálogo, sempre a serviço da vida. Tem
relevante papel na vida comum das pessoas e, ao mesmo tempo, responsabilidades
na construção das relações sociais. A missão da Igreja não ignora as forças que
moldam a sociedade, mas, sobretudo, participa de modo ativo e incidente nos
acontecimentos do mundo, não se exime de dar a sua própria contribuição diante
da meta de se edificar uma sociedade justa e fraterna.
O Papa Leão XIV lembra
seu predecessor, o Papa Francisco, que acentuava a dimensão histórica da missão
da Igreja. Conforme sublinhava o Papa Francisco, ninguém pode exigir que
a religião seja relegada ao santuário da vida pessoal, sem influência na vida
social e nacional, sem preocupação com a solidez das instituições civis, sem o
direito de opinar sobre acontecimentos que afetam a sociedade. O anúncio do
Evangelho, por mandato de Jesus, esposo da Igreja, incide nas circunstâncias
concretas da vida cotidiana, reconhecendo que cada realidade terrena tem
singularidades em suas características e ordenamentos. As realidades terrenas
têm, pois, identidade própria, que não pode ser desvirtuada. Respeitando
singularidades, a Igreja se faz presente para ajudar e incrementar processos de
restauração do ser humano.
As verdades fundamentais
que alicerçam a missão da Igreja podem e devem contribuir na interpretação da
realidade, resgatando valores e sentidos inegociáveis. Um exemplo concreto está
na firmeza com que a Igreja defende e promove a dignidade de cada pessoa, a
edificação de comunidades coesas na busca do bem de todos, prioridade e
compromisso. Sem subjugar o mundo, a Igreja caminha com a humanidade para que a
promessa de justiça e paz, sustentada pelo Espírito Santo, se realize nos
empreendimentos da civilização contemporânea, conforme sublinha o Papa Leão.
Oportuno lembrar o que a Igreja frisou no Concílio Vaticano II: o
reconhecimento de que Deus defende a liberdade de homens e mulheres no
desenrolar da história. Trata-se de um fundamento para que se reconheça a
distinção entre política e comunidade eclesial, enfatizando que cada um desses
campos deve atuar com plena autonomia.
O papel e o lugar das
realidades sociopolíticas recebem reconhecimento da Igreja quando promovem o
bem-estar das pessoas e fortalecem o tecido social. Esse reconhecimento e as
contribuições da comunidade eclesial não se misturam e jamais assumem funções que
deveriam ser exclusivas do Estado. Nesse sentido, a Igreja preza e incentiva
aqueles que servem ao bem comum, com lúcido reconhecimento da responsabilidade
que as instituições civis exercem na sociedade. Buscando contribuir com o bem
comum, à luz da fé que professa, a Igreja é solidária e se une aos sofredores,
na condição de Igreja Samaritana. Debruça-se sobre as feridas da humanidade sem
a pretensão de incorporar, para si, responsabilidades institucionais próprias
da comunidade civil: não se misturam e nem se substituem as competências
específicas das esferas eclesial e política.
Na Igreja, há uma escuta
da realidade que não se esgota na leitura sociológica, para avançar a partir de
um adequado discernimento espiritual. No horizonte do Concílio Vaticano II, o
Papa Leão XIV lembra que o Povo de Deus, guiado pelo Espírito Santo, reconhece
nas transformações sociais e culturais, tanto os sinais da presença de Cristo,
bem como aquilo que obscurece a face do Mestre. A verdade revelada em
Jesus é núcleo e critério na orientação de escolhas concretas, inspirando
conversão pessoal e comunitária. São sinais dessa conversão as reformas
estruturais capazes de qualificar a sociedade. Aqueles que promovem essas
reestruturações oferecem vivo testemunho de fé no exercício da vida pública. O
Papa acrescenta que a Igreja dedica reverência a todos os que buscam,
sinceramente, a verdade, a bondade e a beleza, considerados como companheiros
de caminhada da Igreja, seus preciosos aliados.
A jornada da Igreja é
iluminada e alimentada pela Palavra de Deus, seu anúncio e testemunho, criando
condições de interlocução com diferentes segmentos sociais, sem buscar
colisões. O Evangelho é, na jornada da Igreja, uma preciosa lupa que permite
identificar tudo que promove o dom sagrado da vida humana. Por meio do diálogo
entre o Evangelho e diferentes saberes humanos, a Igreja desenvolveu sua
Doutrina Social, um grande patrimônio com força de diálogo, interpretação e
indicação de soluções que ultrapassam aspectos meramente técnicos, para
alcançar um horizonte ético inspirador, com força para ajudar a sociedade na
solução de problemas, na correção de rotas. Assim, ensina o Papa Leão XIV, a
Doutrina Social da Igreja, respeitando o papel da política e das instituições,
oferece elementos indispensáveis para que se reconheça e se promova tudo que
esteja a serviço da dignidade das pessoas, da vitalidade das comunidades e do
bem comum. Os cidadãos, também aqueles que submetem seus nomes ao sufrágio nas
urnas e as autoridades devem buscar conhecer a Doutrina Social, rico fruto da
Igreja em jornada, que busca efetivar, no mundo, o Reino de Deus.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando
de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes
cívicas – disciplina, honestidade, responsabilidade, dignidade do trabalho,
lealdade, fé, coragem, perseverança, do respeito mútuo e, sobretudo da ética em
todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da
liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade e da fraternidade universal na
sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência,
eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –,
criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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