sexta-feira, 14 de agosto de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E O PODER DA VISÃO OLÍMPICA, CENTRALIDADE DA FÉ E ARTE, PERMANÊNCIAS DA ARQUITETURA E URBANISMO, OLHAR AO ALTO E AS PONTES PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA POLÍTICA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, COMPETÊNCIAS DIPLOMÁTICAS, IMPÉRIO DO DIREITO E JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“Esperança em pedra

       Há muito tempo não vejo alguém construir para daqui a cem anos. Talvez esse seja um dos maiores desafios do nosso tempo: aprendemos a responder com rapidez, mas desaprendemos a construir permanências. Governos pensam em quatro anos, empresas no próximo trimestre, redes sociais em poucos segundos. Quase tudo reduzido ao presente. Por isso, erguer uma catedral tornou-se um gesto profundamente contracultural.

         A história da Catedral Cristo Rei começou muito antes de sua primeira fundação. Desde as primeiras décadas de Belo Horizonte, a cidade esperava por sua catedral definitiva, imaginada para a antiga Praça Milton Campos. O projeto não se realizou, mas permaneceu como memória e promessa. Quando Dom Walmor Oliveira de Azevedo retomou esse sonho, não o repetiu: reinterpretou-o.

         Em vez de construir a Catedral no centro, onde a capital nasceu, levou-a para o território onde a metrópole cresce. O Vetor Norte reúne bairros, comunidades, grandes eixos de mobilidade, a Cidade Administrativa, o caminho de Confins e novas centralidades urbanas. A escolha foi pastoral, arquitetônica e urbanística. A Igreja deixou de esperar que a cidade viesse até ela e decidiu colocar-se a vida contemporânea acontece.

         As catedrais nunca foram somente templos. Durante séculos, organizaram a vida das cidades, reunindo fé, arte, cultura, escolas, bibliotecas, hospitais, mercados e espaços de encontro. A Catedral Cristo Rei recupera essa vocação em linguagem contemporânea. Ao redor do espaço litúrgico, articulam-se comunicação, música, formação, memória, patrimônio, reflexão, acolhimento e promoção humana. Não se trata de diluir a fé na cultura, mas de reconhecer que uma fé viva produz beleza, inteligência, cuidado e sentido.

         Oscar Niemeyer deu forma a essa visão. As grandes estruturas verticais elevam-se como mãos voltadas para o céu. Em outro material e outra linguagem, cumprem função semelhante à das ogivas góticas: conduzem o olhar para o alto e transformam a matéria em impulso espiritual. Vejo nelas mãos que rezam, mas também mãos que constroem. O concreto moderno mantém a antiga vocação de lembrar ao ser humano que ele não nasceu apenas para olhar para o chão.

         Caminhando pela obra, Dom Walmor mostrou-me um pequeno óculo aberto na cobertura da nave. Contou que sugerira a alteração ao escritório responsável pelo projeto. Por aquele círculo de luz, o olhar encontra uma das grandes estruturas da Catedral. O detalhe me impressionou porque revela que uma obra monumental também se faz da experiência de cada pessoa: da luz, do silêncio, da perspectiva e do percurso do olhar. A arquitetura pode educar a alma.

         Há, nessa construção, uma forma rara de vanguarda. Não aquela que rompe com tudo o que recebeu, mas a que reconhece, na tradição, forças ainda capazes de produzir futuro. Preserva-se o centro e reinventam-se as pontes. Cristo permanece; renovam-se as linguagens, os territórios e os modos de presença. A Catedral pertence ao presente, mas foi pensada para gerações que ainda virão.

         Escutar Dom Walmor falar desse encontro entre fé, cultura, arte e conhecimento devolve confiança na capacidade humana de construir permanências. Voltamos a acreditar que algumas das melhores ideias da tradição cristã continuam vivas, não como ruínas, mas como sementes de futuro. Em um tempo em que quase tudo nasce com prazo de validade, construir uma catedral é recuperar a capacidade de pensar para além da duração de uma vida.

         Talvez as catedrais sejam exatamente isso: a esperança escrita em pedra.”.

(Leônidas Oliveira. Arquiteto e urbanista, filósofo, professor e secretário de Estado de Cultura e Turismo de MG, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 10 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 18).    

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 07 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Realismo político

O Papa Leão XIV reflete na sua Carta Encíclica, Magnifica Humanitas, sobre importante temática com aspectos muito relevantes quando se considera a cultura do poder decorrente da crise do sistema político-econômico global. Assiste-se a um enfraquecimento das instituições criadas para salvaguardar a ideia de um destino comum dos povos e de um bem comum mundial. O Papa sublinha que ao invés de se progredir com as conquistas e mudanças históricas do século XX, constatam-se retrocessos. A globalização econômica assumiu a referência mais importante, no entanto, desprovida de arquitetura política adequada capaz de sustentar o diálogo e a paz. Cegamente, elegeu-se os mercados com a tarefa de gerar bem-estar, democracia e estabilidade, não conseguindo a globalização gestar unidade e paz, mas, ao contrário disto, reações fundamentalistas, identitárias e nacionalistas.

Em lugar da consolidação do multilateralismo vê-se um multipolarismo desordenado e conflituoso, multiplicando desconfianças. As narrativas que são geradas podem justificar os vitimismos e as vinganças com simplificações primárias abrindo caminhos para decisões irresponsáveis e a briga fratricida de uma defesa de si em prejuízo do outro. Prevalece sempre o direito do mais forte e os instrumentos usados são em nome da lógica do poder deixando de lado a cooperação para o desenvolvimento, desarmamento, prevenção de conflitos e construção da confiança mútua.

Os direitos humanitários, consequentemente, são deixados para trás, dando lugar a selvagerias, verdadeiros crimes e abusos de poder. Os cenários se constituem na privação de alimentos, água e de muitos outros bens essenciais à vida, constantemente desrespeitada, com tratamentos desumanos atingindo a todos, de modo perverso, às crianças. O Papa Leão XIV adverte ser este quadro fruto de cegueira espiritual e cultural como resultado de um falso pragmatismo por cortar as raízes da memória como se fosse possível inaugurar uma nova criação. Esta tendência efetiva caminhos que podem ensaiar a repetição de atrocidades do século XX, que não podem se repetir. Trata-se de um niilismo histórico perigoso, sobretudo pela priorização do equilíbrio armado e da dissuasão.

Há uma exacerbação dos conflitos produzindo guerras abomináveis. Guerras também alimentadas no âmbito econômico, financeiro e tecnológico. Os custos destas disputas acabam sempre recaindo sobre os mais pobres, também pela redução dos investimentos e recursos para a saúde, educação e serviços sociais. A isto o Papa Leão XIV chama de um falso realismo por trás da lógica dominante da força, por meio de uma convicção cultural e antropológica que permite eleger a guerra como parte inevitável da natureza humana.  Até se justifica dizendo que sempre foi assim e assim será. Papa Leão assevera que o problema já não é a paz, perdida como referência no horizonte internacional, mas sim como e quando agir militarmente, considerando como irresponsável a não preparação para o confronto. O Papa chama de irresponsável esta forma de realismo político por semear nas consciências e na cultura a resignação perante uma guerra inevitável, sobretudo por qualificar a paz e o diálogo como posições utópicas ou irracionais. Do ensinamento perene da Igreja Católica se propala que a paz não é uma busca, fruto de ingenuidades, nem simplesmente uma ausência de guerras, mas alcançável como fruto da justiça e da paz. Agrava a situação o niilismo e o pragmatismo que justificam extremismos religiosos, fanatismos identitários aliados a um economicismo irracional, empurrando a política à facilidade da desinformação, à humilhação do adversário, dando espaço, consequentemente à construção sistemática de medos e ressentimentos.

As diferenças não se articulam como riqueza, mas como ameaças que alimentam, patologicamente, o desejo de posse, a vontade do domínio, ambições hegemônicas, abusos de poder e o medo da diferença. Um teatro de selvagerias travestidas de modernidade e de atualidade, terreno fértil para novos e intermináveis conflitos. Essas guerras em pedaços são terreno fértil para novas e desastrosas guerras pela perda de todo limite ético. O Papa Leão XIV faz importante constatação, que precisa soar como advertência: o que era considerado como inaceitável no passado pode hoje ser posto em prática sem hesitação. Assim é, em razão de se decidir, exclusivamente, por cálculos econômicos, alimentados como verdade pelas ilusões midiáticas, euforias artificiais, diz o Papa, por sonhos efêmeros geradores de violências e frustrações.

As intolerâncias e a agressividade se tornam o lugar comum das práticas e tomam conta do coração das pessoas. Os atos de violência então se multiplicam, justificados, fazendo prevalecer a cultura do conflito, gerando graves problemas e até um instrumento de gestão cínica das dificuldades. Papa Leão focaliza a responsabilidade dos que atuam no mundo da pesquisa citando os protagonistas desta área como cientistas, empreendedores, investidores, autoridades acadêmicas e políticas, chamados a trabalhar numa lógica de transparência e responsabilidade, iluminados pela consciência viva do quadro mais amplo em que se inscrevem os avanços tecnológicos para os quais contribuem, incluindo os relacionados com a inteligência artificial. Enriquecida assim a Doutrina Social da Igreja Católica, dá-se um passo no convite a reflexões mais profundas e efetivação de novos horizontes em vista da paz social e do respeito à justiça, apostando numa sociedade contemporânea não beligerante, mas construtora da paz assentada em diálogos que façam das diferenças uma riqueza e jamais matéria de disputas fratricidas e desfiguradoras da humanidade: na sua vocação e grande missão no tecer da história. Trata-se de uma advertência e de uma oportunidade.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, honestidade, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, do respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 


 

 

  

 

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