“A próxima crise do Brasil será um teste às lideranças
A
próxima crise brasileira dificilmente será lembrada apenas pelos juros, pela
dívida pública ou pelo baixo crescimento. Será lembrada por revelar quais
lideranças conseguiram transformar incerteza em estratégia e quais apenas
reagiram aos acontecimentos. Enquanto Brasília discute arrecadação, gastos e
reformas, CEOs, conselheiros e líderes de RH já administram os efeitos desse
cenário dentro das empresas. A crise deixou de ser um tema da macroeconomia
para fazer parte da rotina dos negócios.
O
primeiro alerta não é econômico, mas institucional. Segundo o Índice de
Percepção da Corrupção, da Transparência Internacional, o Brasil ocupa a 107ª
posição entre os países avaliados. O indicador mede a confiança nas
instituições públicas, e confiança é um ativo econômico. Países mais
previsíveis atraem investimentos, reduzem o custo do capital e crescem de forma
mais consistente. O inverso também é verdadeiro: quando a confiança diminui,
aumenta a percepção de risco, o crédito encarece e investir passa a exigir
coragem.
Os
números das contas públicas ajudam a entender esse ambiente. Dados do Banco
Central do Brasil mostram que a dívida pública já alcança 81,1% do PIB, cercam
de R$ 10,6 trilhões. Mais preocupante do que seu tamanho é seu custo: apenas o
pagamento dos juros consumiu 8,48% de toda a riqueza produzida pelo país nos
últimos 12 meses, enquanto o déficit nominal chegou a 9,62% do PIB. Essa conta
não permanece em Brasília. Chega ao caixa das empresas em forma de crédito
caro, menor investimento, expansão mais lenta e perda de competitividade.
Também
chega ao bolso da população. Com o salário mínimo em R$ 1.621, um carro de
entrada próximo de R$ 100 mil exige mais de cinco anos de renda bruta de um
trabalhador. Ao mesmo tempo, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública
registra, ano após ano, centenas de milhares de roubos e furtos de celulares e
milhões de casos de estelionato. O resultado é um consumidor com menor poder de
compra, mais endividado e mais inseguro. Quando as famílias consomem menos, as
empresas vendem menos. É simples assim.
É nesse
cenário que a liderança passa a definir quem cresce e quem apenas sobrevive. O
CEO precisa equilibrar eficiência e inovação, controlar custos sem destruir a
cultura e tomar decisões estratégicas em um ambiente de baixa previsibilidade.
Já o RH deixa de ser uma área de suporte para assumir um papel central na
competitividade do negócio. Saúde mental, produtividade, desenvolvimento de
lideranças e retenção de talentos deixam de ser apenas temas de gestão de
pessoas para se tornarem fatores determinantes de desempenho.
O Brasil
continua sendo uma das maiores economias do mundo, possui um agronegócio
competitivo, abundância de recursos naturais e um mercado consumidor relevante.
O problema nunca foi falta de potencial. O problema é transformar esse
potencial em produtividade, confiança e crescimento sustentável.
O Brasil
ainda tem jeito? Sim. Mas a resposta depende menos dos discursos em Brasília e
muito mais da qualidade das decisões tomadas dentro das empresas. A próxima
crise será, acima de tudo, um teste de liderança. E, como acontece em toda
crise, não será os desafios que separarão os vencedores dos perdedores, mas a
capacidade de seus líderes de enxergar oportunidades onde a maioria verá apenas
dificuldades.”.
(David Braga. CEO, board advisor e headhunter
da Prime Talent Executive Search, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 4 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 19).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 31 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Memória de um dom
Hoje, 31 de julho, é
celebrado memorável dom agraciado ao povo mineiro: a proclamação oficial de
Nossa Senhora da Piedade Padroeira do Estado de Minas Gerais. Em julho de
1960, a festa religiosa na Praça da Liberdade era engalanada pela imagem veneranda
de Nossa Senhora da Piedade, obra prima do Mestre Aleijadinho, uma pérola de
arte sacra, preciosíssima no invejável acervo sacro mineiro. Para a celebração,
a imagem foi descida do alto da Serra da Piedade, do topo de seus 1746 metros
de altitude, de “magnífica arquitetura divina”, como lembra expressão cunhada
naquela ocasião, pelo venerável e bondoso arcebispo metropolitano de então, Dom
João Resende Costa.
A Praça da Liberdade se
tornou um templo a céu aberto, em 31 de julho de 1960. Multidão do amado Povo
de Deus, acompanhada pelo conjunto dos bispos de Minas Gerais, contando com a
presença eminente do ilustríssimo mineiro, entre tantos de sua galeria, nos
vários campos da história magnífica deste estado, o Cardeal Carlos Carmelo de
Vasconcelos Motta, então arcebispo metropolitano de São Paulo. Cardeal Motta
foi membro do Clero da Arquidiocese de Belo Horizonte, primeiro capelão da
Ermida da Padroeira de Minas, no tempo em que se subia até o lugar sagrado
pelas trilhas, sem a atual estrada de acesso. O Cardeal foi quem obteve do
então Papa São João XXIII, em 1958, a titulação que sela uma devoção popular,
rica de significado teológico e espiritual. Depois de dois anos, celebrou-se a
oficialização desta proclamação que se torna referência religiosa, turística,
cultural e de relevância social.
Um memorável dom para o
povo mineiro, feito resultante de uma paixão que forrou o coração do Cardeal
Motta desde as primícias dos sete primeiros anos de seu ministério sacerdotal,
fiel escudeiro e auxiliar de Monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro, o pároco
da cidade de Caeté, fundador do Instituto São Luiz, hoje, Recanto Monsenhor
Domingos, herança maravilhosa de beleza, aconchego espiritual e conforto para
visitantes e retirantes, com culinária de qualidade e vivências inesquecíveis.
Monsenhor Domingos também é fundador da Congregação das Irmãs Auxiliares de
Nossa Senhora da Piedade, um patrimônio de relevância espiritual por meio de
mulheres fortes e capazes, atuando no mundo da pastoral, da educação e do
cuidado social. Monsenhor Domingos plantou no coração do Cardeal Motta, uma
paixão que se pereniza como modelo para todo autêntico mineiro. Ao redor da
pérola espiritual que é a devoção Mariana a Nossa Senhora da Piedade, entre as
dezenas e centenas de títulos de Maria, a Mãe de Jesus e de todos os seus discípulos,
fez-se a semeadura de uma sensibilidade ecológica, protagonizada pela Igreja
Católica, na luta grande de sempre, e em todos os tempos, pela preservação do
seu conjunto, incontestável defesa de um bem que pertence à Arquidiocese de
Belo Horizonte, patrimônio de todos os mineiros, incidindo em muitas dimensões,
como a intocável maravilha que é o seu lençol freático.
Esta paixão do Cardeal
Motta pela Serra da Piedade ainda precisa estender-se para forrar os corações
mineiros, particularmente de governantes e operadores na área minerária, para
que esta pérola cumpra sua missão de ser fonte de espiritualidade mariana, de
cultura e de turismo religioso e ecológico. Uma vocação constatada quando
visitantes de diferentes regiões do Brasil e de muitas partes do mundo
encontram as condições necessárias de mobilidade segura, por rodovia compatível
com adequada infraestrutura, um pleito que somente será atendido por mentes
lúcidas e capazes de ver longe. No horizonte da economia é um ativo relevante,
com força de turismo religioso, na sua prerrogativa incontestável de ampliá-la
sem as consequências depreciativas do meio ambiente. O Santuário de Nossa
Senhora da Piedade, tratado adequadamente, nos âmbitos espiritual, de
infraestrutura, de organização e serviços variados, sofre com a precariedade e
perigos dos acessos, ouvindo de estrangeiros e outros a jocosidade nos dizeres,
expressando o desejo de ter este patrimônio nas suas terras, para tratá-lo com
a devida qualidade e alcance, o que é atingido por outros lugares bem menos
dotados que este patrimônio mineiro, espiritual, ecológico, turístico e
cultural.
A data de hoje, gera a
oportunidade de trazer à memória também uma fileira de figuras humanas e
ilustríssimas como: Antônio da Silva Bracarena, o eremita da Piedade, Frei
Lourenço, o exilado da Piedade, Monsenhor Domingos, o evangelista da Piedade,
Irmã Germana, a mística da Piedade, Frei Luiz de Ravena, o frade da Piedade,
Cardeal Motta, o zelador da Piedade, Frei Rosário Joffily, o defensor da
Piedade, Alcides da Rocha Miranda, o arquiteto da Piedade, Padre Virgílio Resi,
o amante da Piedade, Zacarias Profeta, o conhecedor da Piedade, Dom João
Resende Costa, o admirador da Piedade, visitantes, os encantados da Piedade,
peregrinos, os confiantes na Piedade, Caeteenses, agraciados da Piedade, Minas
Gerais, a casa da Piedade.
Este 66º Ano da
Proclamação de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas, no altar de suas
montanhas, onde Cristo Rei crucificado fincou sua cruz redentora, casa da sua
Mãe, devoção oficialmente cultivada desde 30 de setembro de 1767, ecoa o
convite irrestrito para que todos, especialmente, os mineiros, se inscrevam
nesta fileira de ilustres. O resultado será de ganhos, avanços, vitórias e
aprendizados novos, confirmando a fonte inesgotável de espiritualidade e
aprendizagem ecológica, de beleza que encanta, de um silêncio que inebria e de
uma aragem que renova a alma. Inscreva-se e se enriqueça!”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade,
da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência,
eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –,
criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...
São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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