sexta-feira, 7 de agosto de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E EXIGÊNCIAS DA QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS, VISÃO OLÍMPICA, INTEGRIDADE, COERÊNCIA, EFICIÊNCIA, INOVAÇÃO, IMEDIATICIDADE, CONCRETICIDADE E SAÚDE MENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO PATRIMÔNIO IMATERIAL, HOSPITALIDADE, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, ALTERIDADE, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“A próxima crise do Brasil será um teste às lideranças

       A próxima crise brasileira dificilmente será lembrada apenas pelos juros, pela dívida pública ou pelo baixo crescimento. Será lembrada por revelar quais lideranças conseguiram transformar incerteza em estratégia e quais apenas reagiram aos acontecimentos. Enquanto Brasília discute arrecadação, gastos e reformas, CEOs, conselheiros e líderes de RH já administram os efeitos desse cenário dentro das empresas. A crise deixou de ser um tema da macroeconomia para fazer parte da rotina dos negócios.

         O primeiro alerta não é econômico, mas institucional. Segundo o Índice de Percepção da Corrupção, da Transparência Internacional, o Brasil ocupa a 107ª posição entre os países avaliados. O indicador mede a confiança nas instituições públicas, e confiança é um ativo econômico. Países mais previsíveis atraem investimentos, reduzem o custo do capital e crescem de forma mais consistente. O inverso também é verdadeiro: quando a confiança diminui, aumenta a percepção de risco, o crédito encarece e investir passa a exigir coragem.

         Os números das contas públicas ajudam a entender esse ambiente. Dados do Banco Central do Brasil mostram que a dívida pública já alcança 81,1% do PIB, cercam de R$ 10,6 trilhões. Mais preocupante do que seu tamanho é seu custo: apenas o pagamento dos juros consumiu 8,48% de toda a riqueza produzida pelo país nos últimos 12 meses, enquanto o déficit nominal chegou a 9,62% do PIB. Essa conta não permanece em Brasília. Chega ao caixa das empresas em forma de crédito caro, menor investimento, expansão mais lenta e perda de competitividade.

         Também chega ao bolso da população. Com o salário mínimo em R$ 1.621, um carro de entrada próximo de R$ 100 mil exige mais de cinco anos de renda bruta de um trabalhador. Ao mesmo tempo, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública registra, ano após ano, centenas de milhares de roubos e furtos de celulares e milhões de casos de estelionato. O resultado é um consumidor com menor poder de compra, mais endividado e mais inseguro. Quando as famílias consomem menos, as empresas vendem menos. É simples assim.

         É nesse cenário que a liderança passa a definir quem cresce e quem apenas sobrevive. O CEO precisa equilibrar eficiência e inovação, controlar custos sem destruir a cultura e tomar decisões estratégicas em um ambiente de baixa previsibilidade. Já o RH deixa de ser uma área de suporte para assumir um papel central na competitividade do negócio. Saúde mental, produtividade, desenvolvimento de lideranças e retenção de talentos deixam de ser apenas temas de gestão de pessoas para se tornarem fatores determinantes de desempenho.

         O Brasil continua sendo uma das maiores economias do mundo, possui um agronegócio competitivo, abundância de recursos naturais e um mercado consumidor relevante. O problema nunca foi falta de potencial. O problema é transformar esse potencial em produtividade, confiança e crescimento sustentável.

         O Brasil ainda tem jeito? Sim. Mas a resposta depende menos dos discursos em Brasília e muito mais da qualidade das decisões tomadas dentro das empresas. A próxima crise será, acima de tudo, um teste de liderança. E, como acontece em toda crise, não será os desafios que separarão os vencedores dos perdedores, mas a capacidade de seus líderes de enxergar oportunidades onde a maioria verá apenas dificuldades.”.

(David Braga. CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent Executive Search, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 4 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 19).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 31 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Memória de um dom

Hoje, 31 de julho, é celebrado memorável dom agraciado ao povo mineiro: a proclamação oficial de Nossa Senhora da Piedade Padroeira do Estado de Minas Gerais. Em julho de 1960, a festa religiosa na Praça da Liberdade era engalanada pela imagem veneranda de Nossa Senhora da Piedade, obra prima do Mestre Aleijadinho, uma pérola de arte sacra, preciosíssima no invejável acervo sacro mineiro. Para a celebração, a imagem foi descida do alto da Serra da Piedade, do topo de seus 1746 metros de altitude, de “magnífica arquitetura divina”, como lembra expressão cunhada naquela ocasião, pelo venerável e bondoso arcebispo metropolitano de então, Dom João Resende Costa.

A Praça da Liberdade se tornou um templo a céu aberto, em 31 de julho de 1960. Multidão do amado Povo de Deus, acompanhada pelo conjunto dos bispos de Minas Gerais, contando com a presença eminente do ilustríssimo mineiro, entre tantos de sua galeria, nos vários campos da história magnífica deste estado, o Cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, então arcebispo metropolitano de São Paulo. Cardeal Motta foi membro do Clero da Arquidiocese de Belo Horizonte, primeiro capelão da Ermida da Padroeira de Minas, no tempo em que se subia até o lugar sagrado pelas trilhas, sem a atual estrada de acesso. O Cardeal foi quem obteve do então Papa São João XXIII, em 1958, a titulação que sela uma devoção popular, rica de significado teológico e espiritual. Depois de dois anos, celebrou-se a oficialização desta proclamação que se torna referência religiosa, turística, cultural e de relevância social.

Um memorável dom para o povo mineiro, feito resultante de uma paixão que forrou o coração do Cardeal Motta desde as primícias dos sete primeiros anos de seu ministério sacerdotal, fiel escudeiro e auxiliar de Monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro, o pároco da cidade de Caeté, fundador do Instituto São Luiz, hoje, Recanto Monsenhor Domingos, herança maravilhosa de beleza, aconchego espiritual e conforto para visitantes e retirantes, com culinária de qualidade e vivências inesquecíveis. Monsenhor Domingos também é fundador da Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, um patrimônio de relevância espiritual por meio de mulheres fortes e capazes, atuando no mundo da pastoral, da educação e do cuidado social. Monsenhor Domingos plantou no coração do Cardeal Motta, uma paixão que se pereniza como modelo para todo autêntico mineiro. Ao redor da pérola espiritual que é a devoção Mariana a Nossa Senhora da Piedade, entre as dezenas e centenas de títulos de Maria, a Mãe de Jesus e de todos os seus discípulos, fez-se a semeadura de uma sensibilidade ecológica, protagonizada pela Igreja Católica, na luta grande de sempre, e em todos os tempos, pela preservação do seu conjunto, incontestável defesa de um bem que pertence à Arquidiocese de Belo Horizonte, patrimônio de todos os mineiros, incidindo em muitas dimensões, como a intocável maravilha que é o seu lençol freático.

Esta paixão do Cardeal Motta pela Serra da Piedade ainda precisa estender-se para forrar os corações mineiros, particularmente de governantes e operadores na área minerária, para que esta pérola cumpra sua missão de ser fonte de espiritualidade mariana, de cultura e de turismo religioso e ecológico. Uma vocação constatada quando visitantes de diferentes regiões do Brasil e de muitas partes do mundo encontram as condições necessárias de mobilidade segura, por rodovia compatível com adequada infraestrutura, um pleito que somente será atendido por mentes lúcidas e capazes de ver longe. No horizonte da economia é um ativo relevante, com força de turismo religioso, na sua prerrogativa incontestável de ampliá-la sem as consequências depreciativas do meio ambiente. O Santuário de Nossa Senhora da Piedade, tratado adequadamente, nos âmbitos espiritual, de infraestrutura, de organização e serviços variados, sofre com a precariedade e perigos dos acessos, ouvindo de estrangeiros e outros a jocosidade nos dizeres, expressando o desejo de ter este patrimônio nas suas terras, para tratá-lo com a devida qualidade e alcance, o que é atingido por outros lugares bem menos dotados que este patrimônio mineiro, espiritual, ecológico, turístico e cultural.

A data de hoje, gera a oportunidade de trazer à memória também uma fileira de figuras humanas e ilustríssimas como: Antônio da Silva Bracarena, o eremita da Piedade, Frei Lourenço, o exilado da Piedade, Monsenhor Domingos, o evangelista da Piedade, Irmã Germana, a mística da Piedade, Frei Luiz de Ravena, o frade da Piedade, Cardeal Motta, o zelador da Piedade, Frei Rosário Joffily, o defensor da Piedade, Alcides da Rocha Miranda, o arquiteto da Piedade, Padre Virgílio Resi, o amante da Piedade,  Zacarias Profeta, o conhecedor da Piedade, Dom João Resende Costa, o admirador da Piedade, visitantes, os encantados da Piedade, peregrinos, os confiantes na Piedade, Caeteenses, agraciados da Piedade, Minas Gerais, a casa da Piedade.

Este 66º Ano da Proclamação de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas, no altar de suas montanhas, onde Cristo Rei crucificado fincou sua cruz redentora, casa da sua Mãe, devoção oficialmente cultivada desde 30 de setembro de 1767, ecoa o convite irrestrito para que todos, especialmente, os mineiros, se inscrevam nesta fileira de ilustres. O resultado será de ganhos, avanços, vitórias e aprendizados novos, confirmando a fonte inesgotável de espiritualidade e aprendizagem ecológica, de beleza que encanta, de um silêncio que inebria e de uma aragem que renova a alma. Inscreva-se e se enriqueça!”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em junho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,64%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

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