sexta-feira, 24 de julho de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES, DESAFIOS E POTENCIALIDADES DA ÉTICA DIGITAL, JUSTIÇA, IGUALDADE, DIVERSIDADE, INTEGRIDADE E QUALIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DOS GRANDES EVENTOS, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, VISÃO OLÍMPICA, EQUIDADE, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“Ética digital

       Embora seja apresentado como um espaço de inovação, neutralidade e democratização de oportunidades, o ambiente digital também tem a capacidade de reproduzir e amplificar desigualdades já presentes na sociedade. A de gênero, por exemplo, se destaca como uma das mais persistentes e menos enfrentadas dentro da arquitetura tecnológica contemporânea.

         De acordo com a TIC Domicílios 2025, há cerca de 157 milhões de usuários de internet no Brasil, entre eles, 88% do sexo feminino. Infelizmente, a expansão desse acesso a sistemas automatizados , algoritmos de recomendação e modelos de Inteligência Artificial (IA) é alimentado por dados históricos que carregam vieses estruturais, redefinindo a a forma como decisões são tomadas nas áreas de trabalho, crédito, segurança e comunicação.

         É pensando nisso que a discussão sobre justiça algorítmica deixa de ser um tema técnico para se tornar uma questão central de ética digital. Se os dados utilizados para treinar sistemas reproduzem padrões discriminatórios, os resultados dessas tecnologias tendem a reforçar exclusões já existentes, especialmente contra grupos historicamente marginalizados.

         A urgência de uma ética digital mais robusta se impõe justamente porque a automação passou a operar em decisões que impactam diretamente a vida social e econômica. Algoritmos podem influenciar desde a visibilidade de conteúdos até a seleção de candidatos em processos seletivos. Sem transparência e mecanismos de auditoria, esses sistemas podem se tornar instrumentos “invisíveis” de desigualdade.

         Cresce a necessidade de ferramentas políticas e institucionais capazes de auditar bases de dados enviesadas e monitorar os critérios utilizados por sistemas automatizados. A criação de marcos regulatórios, auditorias independentes e padrões de transparência algorítmica é um passo fundamental para garantir responsabilidade no uso da tecnologia.

         Mais do que isso, é preciso reconhecer que a automação, se mal orientada, pode aprofundar a marginalização, especialmente em setores impactados por reestruturações digitais. A ausência de diversidade no desenvolvimento tecnológico também contribui para a perpetuação de sistemas que não consideram diferentes realidades sociais e profissionais.

         É diante desse cenário que a ética digital precisa ser compreendida como um campo ativo de disputa e construção política. Não se trata apenas de mitigar riscos, mas de redefinir o papel da tecnologia na sociedade. Isso implica transformar sistemas digitais de possíveis mecanismos de exclusão em instrumentos de redistribuição de poder, ampliando acesso, oportunidades e e equidade social.

         O desafio é orientar a inovação, vide que a forma como ela é projetada, regulada e aplicada precisa refletir um compromisso real com justiça, transparência e inclusão. Caso contrário, o futuro digital corre o risco apenas sofisticar velhas desigualdades sob uma nova linguagem: a dos algoritmos.”.

(Sonia de Almeida. Diretora-executiva da Afesu*.

(*) Associação Feminina de Estudos Sociais e Universitários (Afesu)

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 17 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Ecos da copa

Aproxima-se o término da Copa do Mundo de futebol masculino, considerada a maior Copa de todos os tempos, com acontecimentos, reações e posturas que revelam lições. Um evento de especial destaque pelo número de seleções que reuniu, por sua realização em três países diferentes, ainda pelo expressivo número de torcedores e grande movimentação financeira, envolvendo o turismo, a economia e o mundo da comunicação. As repercussões desse torneio merecem reflexão, para bem aproveitar as lições que podem ajudar a civilização contemporânea a tornar-se mais justa e pacífica. Há de se dar devida atenção às denúncias de racismo, um mal que se camufla, de modo perverso, fazendo-se presente mundo afora. Entre as vítimas estão, inclusive, estrelas de destacadas seleções. Esse mal tem lugar, até mesmo, em regiões onde há ilusório pluralismo racial. Expressa-se na arrogância de torcidas, com refrões cantados nas arquibancadas que merecem adequada avaliação, juízos e providências cabíveis.

Na contramão de todo preconceito, nos cenários da Copa brilharam nações pequenas e empobrecidas, com populações que, muitas vezes, são discriminadas. Seleções que, a partir de seu desempenho, demonstraram o vigor e a seriedade com que suas nações constroem suas vidas, mesmo vítimas de colonizações que exploraram à exaustão a sua dignidade e os seus recursos. Os jogadores que representaram esses países mostraram galhardia, autêntico patriotismo, mesmo não usufruindo de quantias de dinheiro astronômicas e vergonhosas: um acúmulo desmedido de riquezas que tem servido, inclusive, para efetivar narrativas que se valem do nome de Deus para gerar manipulação. As nações mais pobres que disputaram com dignidade a Copa têm muito a ensinar àqueles que somente almejam acumular riquezas e, consequentemente, não “dão conta do recado”: frustram a expectativa de multidões de torcedores, ancoram-se em uma compreensão torta sobre o que significa a bênção de Deus, para justificar a vida luxuosa, a busca pelo reconhecimento social por meio dos bens que consegue acumular.

Por falta de preparo humanístico, de um adequado sentido pátrio, rifa-se o compromisso de lutar com “fibra” e garantir desempenhos dignos de vitória, não apenas pelo fato de vencer uma partida de futebol, mas por buscar realizar bem o que é essencial à própria profissão. Essa fragilidade agrava-se pela sedução das grandes empresas que promovem verdadeira escravização da imagem e da reputação pessoal. Assim, o esporte perde seu lustro e sua propriedade de congregação fraterna. Apesar disso, a Copa mostrou torcidas apaixonadas, movidas pela força de corações patrióticos e admiradores da arte própria do futebol. Muitas vezes, torcidas diferentes ocupando o mesmo espaço comprovaram que diferenças não significam inimizades ou justificam a perseguição de adversários, mas oportunidade de crescimento e novas conquistas. A alegria apaixonada dos torcedores nos estádios tem uma distância enorme da manipulação e redução do esporte ao preço de passes e a salários astronômicos mensais.

A valorização pessoal enjaulada na sedução de se ganhar muito, mais e sempre mais, não inspira as atuais e novas gerações a conquistar uma envergadura social relevante, a riqueza maior. Felizmente, existem exceções: atletas que recebem altos salários, mas buscam comprovar a sua grandeza por outros caminhos, sem querer demonstrar poder pela ostentação. Estrelas com notável envergadura moral. São aqueles poucos que alimentam a postura ética de não se deixar instrumentalizar, não se colocam a serviço de apostas que iludem para simplesmente enriquecer oligarquias. Um tema que merece ser rediscutido na sociedade e contar com a ajuda séria de instituições legislativas, para que sejam tomados rumos novos. Essas novas direções devem ser descobertas com investimentos educacionais capazes de colocar em curso uma profunda reformulação cultural, de modo a mobilizar cidadãos para a necessidade de se construir cada vez mais cenários de igualdade, superando exclusões.

A Copa termina, mas permanece no horizonte o desafio de enfrentar autoritarismos, como os que se expressam nas interferências governamentais inoportunas, acatadas, certamente, por medo de retaliação ou por conivências interesseiras, sobretudo do ponto de vista econômico. O horizonte sedutor do dinheiro compromete o genuíno sentido de amor à pátria. Passa-se a valorizar mais os recursos bilionários no bolso de poucos, em detrimento da qualidade educacional, da promoção e amparo aos bens culturais, a tudo que se relacione ao bem comum. Todas as instituições, e não somente o universo que se dedica ao esporte, têm nos ecos da Copa um itinerário de redimensionamento, para reavaliar posturas, funcionamentos e rumos. O principal torneio de futebol, em sua edição com maior número de seleções, marcante pela expressiva presença de torcedores, realização em três países, deve continuar a reverberar, mesmo após a sua conclusão. Assim, as derrotas dentro de campo podem trazer lições essenciais a uma reação, dentro e fora das quatro linhas. Ainda mais importante: os ecos da Copa tenham incidência na vida social, inspirando caminhos para que sejam superados os preconceitos, a idolatria ao dinheiro, os autoritarismos, males que impedem o mundo de ser mais justo, fraterno e solidário.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 

Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em junho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,64%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

 

 

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