“Ética digital
Embora
seja apresentado como um espaço de inovação, neutralidade e democratização de
oportunidades, o ambiente digital também tem a capacidade de reproduzir e
amplificar desigualdades já presentes na sociedade. A de gênero, por exemplo,
se destaca como uma das mais persistentes e menos enfrentadas dentro da
arquitetura tecnológica contemporânea.
De
acordo com a TIC Domicílios 2025, há cerca de 157 milhões de usuários de
internet no Brasil, entre eles, 88% do sexo feminino. Infelizmente, a expansão
desse acesso a sistemas automatizados , algoritmos de recomendação e modelos de
Inteligência Artificial (IA) é alimentado por dados históricos que carregam
vieses estruturais, redefinindo a a forma como decisões são tomadas nas áreas
de trabalho, crédito, segurança e comunicação.
É
pensando nisso que a discussão sobre justiça algorítmica deixa de ser um tema
técnico para se tornar uma questão central de ética digital. Se os dados
utilizados para treinar sistemas reproduzem padrões discriminatórios, os
resultados dessas tecnologias tendem a reforçar exclusões já existentes,
especialmente contra grupos historicamente marginalizados.
A
urgência de uma ética digital mais robusta se impõe justamente porque a
automação passou a operar em decisões que impactam diretamente a vida social e
econômica. Algoritmos podem influenciar desde a visibilidade de conteúdos até a
seleção de candidatos em processos seletivos. Sem transparência e mecanismos de
auditoria, esses sistemas podem se tornar instrumentos “invisíveis” de
desigualdade.
Cresce a
necessidade de ferramentas políticas e institucionais capazes de auditar bases
de dados enviesadas e monitorar os critérios utilizados por sistemas
automatizados. A criação de marcos regulatórios, auditorias independentes e
padrões de transparência algorítmica é um passo fundamental para garantir
responsabilidade no uso da tecnologia.
Mais do
que isso, é preciso reconhecer que a automação, se mal orientada, pode
aprofundar a marginalização, especialmente em setores impactados por
reestruturações digitais. A ausência de diversidade no desenvolvimento tecnológico
também contribui para a perpetuação de sistemas que não consideram diferentes
realidades sociais e profissionais.
É diante
desse cenário que a ética digital precisa ser compreendida como um campo ativo
de disputa e construção política. Não se trata apenas de mitigar riscos, mas de
redefinir o papel da tecnologia na sociedade. Isso implica transformar sistemas
digitais de possíveis mecanismos de exclusão em instrumentos de redistribuição
de poder, ampliando acesso, oportunidades e e equidade social.
O
desafio é orientar a inovação, vide que a forma como ela é projetada, regulada
e aplicada precisa refletir um compromisso real com justiça, transparência e
inclusão. Caso contrário, o futuro digital corre o risco apenas sofisticar
velhas desigualdades sob uma nova linguagem: a dos algoritmos.”.
(Sonia de Almeida. Diretora-executiva da
Afesu*.
(*) Associação Feminina de Estudos Sociais e
Universitários (Afesu)
Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso
trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo
publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 17 de julho de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Ecos da copa
Aproxima-se o término da Copa do Mundo de futebol
masculino, considerada a maior Copa de todos os tempos, com acontecimentos,
reações e posturas que revelam lições. Um evento de especial destaque pelo
número de seleções que reuniu, por sua realização em três países diferentes,
ainda pelo expressivo número de torcedores e grande movimentação financeira,
envolvendo o turismo, a economia e o mundo da comunicação. As repercussões
desse torneio merecem reflexão, para bem aproveitar as lições que podem ajudar
a civilização contemporânea a tornar-se mais justa e pacífica. Há de se dar
devida atenção às denúncias de racismo, um mal que se camufla, de modo
perverso, fazendo-se presente mundo afora. Entre as vítimas estão, inclusive,
estrelas de destacadas seleções. Esse mal tem lugar, até mesmo, em regiões onde
há ilusório pluralismo racial. Expressa-se na arrogância de torcidas, com
refrões cantados nas arquibancadas que merecem adequada avaliação, juízos e
providências cabíveis.
Na contramão de todo preconceito, nos cenários da Copa
brilharam nações pequenas e empobrecidas, com populações que, muitas vezes, são
discriminadas. Seleções que, a partir de seu desempenho, demonstraram o vigor e
a seriedade com que suas nações constroem suas vidas, mesmo vítimas de
colonizações que exploraram à exaustão a sua dignidade e os seus recursos. Os
jogadores que representaram esses países mostraram galhardia, autêntico
patriotismo, mesmo não usufruindo de quantias de dinheiro astronômicas e vergonhosas:
um acúmulo desmedido de riquezas que tem servido, inclusive, para efetivar
narrativas que se valem do nome de Deus para gerar manipulação. As nações mais
pobres que disputaram com dignidade a Copa têm muito a ensinar àqueles que
somente almejam acumular riquezas e, consequentemente, não “dão conta do
recado”: frustram a expectativa de multidões de torcedores, ancoram-se em uma
compreensão torta sobre o que significa a bênção de Deus, para justificar a
vida luxuosa, a busca pelo reconhecimento social por meio dos bens que consegue
acumular.
Por falta de preparo humanístico, de um adequado
sentido pátrio, rifa-se o compromisso de lutar com “fibra” e garantir
desempenhos dignos de vitória, não apenas pelo fato de vencer uma partida de
futebol, mas por buscar realizar bem o que é essencial à própria profissão.
Essa fragilidade agrava-se pela sedução das grandes empresas que promovem
verdadeira escravização da imagem e da reputação pessoal. Assim, o esporte
perde seu lustro e sua propriedade de congregação fraterna. Apesar disso, a
Copa mostrou torcidas apaixonadas, movidas pela força de corações patrióticos e
admiradores da arte própria do futebol. Muitas vezes, torcidas diferentes
ocupando o mesmo espaço comprovaram que diferenças não significam inimizades ou
justificam a perseguição de adversários, mas oportunidade de crescimento e
novas conquistas. A alegria apaixonada dos torcedores nos estádios tem uma
distância enorme da manipulação e redução do esporte ao preço de passes e a
salários astronômicos mensais.
A valorização pessoal enjaulada na sedução de se
ganhar muito, mais e sempre mais, não inspira as atuais e novas gerações a
conquistar uma envergadura social relevante, a riqueza maior. Felizmente,
existem exceções: atletas que recebem altos salários, mas buscam comprovar a
sua grandeza por outros caminhos, sem querer demonstrar poder pela ostentação.
Estrelas com notável envergadura moral. São aqueles poucos que alimentam a
postura ética de não se deixar instrumentalizar, não se colocam a serviço de apostas
que iludem para simplesmente enriquecer oligarquias. Um tema que merece ser
rediscutido na sociedade e contar com a ajuda séria de instituições
legislativas, para que sejam tomados rumos novos. Essas novas direções devem
ser descobertas com investimentos educacionais capazes de colocar em curso uma
profunda reformulação cultural, de modo a mobilizar cidadãos para a necessidade
de se construir cada vez mais cenários de igualdade, superando exclusões.
A Copa termina, mas permanece no horizonte o desafio
de enfrentar autoritarismos, como os que se expressam nas interferências
governamentais inoportunas, acatadas, certamente, por medo de retaliação ou por
conivências interesseiras, sobretudo do ponto de vista econômico. O horizonte
sedutor do dinheiro compromete o genuíno sentido de amor à pátria. Passa-se a
valorizar mais os recursos bilionários no bolso de poucos, em detrimento da
qualidade educacional, da promoção e amparo aos bens culturais, a tudo que se
relacione ao bem comum. Todas as instituições, e não somente o universo que se
dedica ao esporte, têm nos ecos da Copa um itinerário de redimensionamento,
para reavaliar posturas, funcionamentos e rumos. O principal torneio de
futebol, em sua edição com maior número de seleções, marcante pela expressiva
presença de torcedores, realização em três países, deve continuar a reverberar,
mesmo após a sua conclusão. Assim, as derrotas dentro de campo podem trazer
lições essenciais a uma reação, dentro e fora das quatro linhas. Ainda mais
importante: os ecos da Copa tenham incidência na vida social, inspirando
caminhos para que sejam superados os preconceitos, a idolatria ao dinheiro, os
autoritarismos, males que impedem o mundo de ser mais justo, fraterno e solidário.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
Assim,
urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, do direito, da justiça, da liberdade,
da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência,
eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –,
criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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