sexta-feira, 28 de agosto de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E EXIGÊNCIAS DA QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS INFANTIS, EFETIVA APRENDIZAGEM E INTENCIONALIDADE PSICOPEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA VERDADE, PODERES CONSTITUÍDOS, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, VIRTUDES CÍVICAS, IGUALDADE, JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“Educação integral é central na pré-escola

       Aos quatro e cinco anos, o cérebro humano opera em um ritmo acelerado. A linguagem se organiza, a imaginação começa a estruturar narrativas e a convivência inaugura as primeiras experiências da vida coletiva. É uma janela decisiva de desenvolvimento, na qual o que se vive, ou o que se deixa de ser vivido, repercute em toda a trajetória educacional e social. Não por acaso, o recém-sancionado Plano Nacional de Educação (PNE, 2026-2036) projeta para a próxima década metas que incidirão diretamente sobre essa fase. As crianças, que hoje ocupam as salas da pré-escola estarão no auge da adolescência ao final do PNE. Logo, é nas experiências que se acumulam agora, ou na falta delas, que se desenham as possibilidades de um país que ainda está por vir.

         No Brasil, o reconhecimento dessa etapa como direito já produziu um avanço importante. A obrigatoriedade da matrícula na pré-escola ampliou o acesso e ajudou a consolidar a educação infantil como base do desenvolvimento integral e da redução de desigualdades. Ainda assim, o modo como esse acesso se organiza revela limites menos visíveis. Em grande medida ele se dá em períodos parciais.

         O tempo, então, assume papel estratégico. A ampliação qualificada da jornada na pré-escola representa melhores condições de ofertar vivências fundamentais para o desenvolvimento pleno das crianças. Por exemplo, significa mais tempo para que elas possam experienciar a leitura dentro do contexto lúdico e simbólico da infância, explorar as artes, o letramento matemático, além do contato com o território e suas culturas. É a transformação do cotidiano escolar em espaço de múltiplas descobertas.

         Essa é a concepção que sustenta a ideia de educação em tempo integral, distinta da mera ampliação da carga horária. Isso precisa vir acompanhado de uma proposta com intencionalidade pedagógica, currículo diversificado em alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)., formação docente consistente, infraestrutura adequada e integração com famílias e comunidades. Mais tempo na escola é condição necessária para que essas experiências se realizem com densidade; é a qualidade desse tempo, porém, que converte permanência em desenvolvimento.

         O país avançou nessa direção. As matrículas da rede pública em jornada estendida passaram de 18,5% em 2022 para 22,9% em 2024, segundo o Censo Escolar. O Programa Escola em Tempo Integral reconhece que o tempo , articulado a um currículo significativo, pode funcionar como ferramenta de equidade. Entretanto, persiste uma assimetria relevante. Enquanto 61,7% das crianças de creche frequentam  tempo integral, na pré-escola são apenas 18,3%, o menor de toda a educação básica. A transição entre as etapas tem significado, para muitas famílias, uma redução abrupta do tempo de experiências justamente quando competências fundamentais se consolidam.

         A expansão do tempo na pré-escola exige investimentos, formação e planejamento. Nesse cenário, a colaboração entre União, estados e municípios é condição para garantir apoio técnico, referências pedagógicas e financiamento adequado. O novo PNE recoloca essa agenda em perspectiva, na medida em que prevê padrões nacionais de qualidade para a Educação Infantil e amplia a educação em tempo integral nas escolas públicas.

         Se cada experiência vivida na infância marca o presente e os percursos futuros, garantir mais tempo, com intencionalidade pedagógica e circunstâncias adequadas para que elas aconteçam, é uma responsabilidade que precisa ser assumida coletivamente pelo país.”.

(Patricia Mota Guedes. Superintendente do Itaú Social e mestre em políticas públicas pela Universidade de Princeton, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 24 de agosto de 2026, caderno OPINIÃO, página 24).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 21 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Verdade e poder

Cada ano eleitoral é oportunidade para o cidadão dirigir o seu olhar, mais atentamente, aos funcionamentos da sociedade que exercem força determinante nos discernimentos.  A disputa eleitoral oferece, pois, possibilidade para o exercício consciente da cidadania, um poder que tem força para operar grandes mudanças, indispensáveis e inadiáveis mudanças, considerando as demandas inscritas nos cenários sociais, especialmente quando se trata de pobreza e de exclusão. Convive-se com a escassez de nomes confiáveis e, sobretudo, capazes de exercer o poder a serviço dos pobres, contribuindo com a constituição de uma nova cultura.   Sabe-se que não se pode enjaular o poder, que deveria ser exercido em nome do povo e na promoção do bem comum, nas bitolas da política partidária. Espera-se, e é uma urgência, que possa prevalecer uma perspectiva mais humanística, capaz de garantir que o exercício do poder busque alicerçar o bem comum e esteja a serviço da vida de todos.

De modo geral, as promessas sobre as quais os candidatos se assentam não se efetivam por muitas razões. A carência de líderes com envergadura moral e espiritual faz com que a sociedade pague preço alto demais. Há uma especial demanda por pessoas nas instâncias do poder capacitadas a partir de uma espiritualidade que permita reconhecer como a humanidade é magnífica. Essa lacuna influencia decisivamente posturas políticas, limitando-as à busca pela garantia de benesses a oligarquias, a interesses particulares e cartoriais, sem considerar a responsabilidade de contribuir com a gestação de uma nova cultura, capaz de edificar uma ordem sociopolítica renovada. Constata-se uma miopia que contamina diferentes procedimentos, convive-se com posturas mesquinhas que prejudicam todos os cidadãos.  Promessas não são garantidas, as vaidades presidem condutas, e a falta de sensibilidade social leva à normalização da indiferença em relação aos que sofrem.

Em razão das carências humanísticas de muitos que estão no exercício do poder, diferentes iniciativas tornam-se incapazes de significativamente qualificar cenários, incrementar valores culturais, comprometendo muitos serviços, que não dão conta de corresponder à sacralidade da vida. Especificamente a falta de uma fecunda espiritualidade mina as atitudes daqueles que exercem o poder, privando-as de uma força essencial ao impulsionamento de projetos, à construção de propostas efetivas que correspondam às necessidades cidadãs. As riquezas que deveriam servir à população são mal administradas, aprisionadas na mediocridade de exercícios políticos que passam à margem do bem comum. A vaidade e a força sedutora do poder aprisionam muitos nas ilusões de cargos e de lugares ocupados. Consequentemente, a representação política é exercida sem lustro e sem contribuições relevantes à ingente tarefa de construir uma sociedade igualitária e solidária.

Há um caminho a ser percorrido para que a verdade, assimilada como dom, alicerce todas as formas de exercício da cidadania. A verdade, como disse Jesus na sua maestria, liberta, quando é conhecida e vivida. Um conhecimento e uma vivência capazes de libertar a política do equivocado entendimento que a coloca como sinônimo de esperteza. Importa ressaltar que a verdade é dom, jamais manipulação, que é um tipo de violência.   A verdade do Evangelho transforma vidas, entrelaça comunidades e culturas. Abrir-se à verdade do Evangelho é investimento seguro para construir uma sociedade justa, livre de manipulações e da primazia de interesses que ferem a dignidade humana. Importante é fazer o que indica o Papa Leão XIV, na sua primeira Carta Encíclica Magnifica Humanitas: interpretar a realidade com clareza e responsabilidade. Essa interpretação é determinante também na definição de rumos e prioridades no exercício do poder.

O Papa Leão XIV frisa que, quando a dignidade humana é violada, seja qual for a circunstância, instala-se o fracasso. É assim quando a política deixa de abordar as tragédias da humanidade, quando a economia se volta contra o ser humano ou quando a ciência ultrapassa os limites de sua competência. No caminho de buscar sempre a verdade, importa abrir-se às contribuições reunidas no compêndio da Doutrina Social da Igreja Católica, com critérios e argumentos que podem alavancar novos cenários na política e na realidade social. O campo político carece de uma lucidez maior, libertando-se das estreitezas que se expressam na troca de farpas, na diabólica validação da própria imagem pisoteando a vida moral alheia. A grandeza da cidadania exige uma sensibilidade qualificada, uma percepção aguçada, sobretudo um sentido social com força para contribuir singularmente para o surgimento de um novo ciclo de desenvolvimento. As eleições são oportunidade propícia para efetivar transformações indispensáveis e urgentes, inaugurando processos e procedimentos que qualifiquem a cidadania, efetivando um autêntico sentido de pátria e de solidariedade cristã.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,44%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

 

 

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