“Educação integral é central na pré-escola
Aos
quatro e cinco anos, o cérebro humano opera em um ritmo acelerado. A linguagem
se organiza, a imaginação começa a estruturar narrativas e a convivência
inaugura as primeiras experiências da vida coletiva. É uma janela decisiva de
desenvolvimento, na qual o que se vive, ou o que se deixa de ser vivido,
repercute em toda a trajetória educacional e social. Não por acaso, o
recém-sancionado Plano Nacional de Educação (PNE, 2026-2036) projeta para a
próxima década metas que incidirão diretamente sobre essa fase. As crianças,
que hoje ocupam as salas da pré-escola estarão no auge da adolescência ao final
do PNE. Logo, é nas experiências que se acumulam agora, ou na falta delas, que
se desenham as possibilidades de um país que ainda está por vir.
No
Brasil, o reconhecimento dessa etapa como direito já produziu um avanço
importante. A obrigatoriedade da matrícula na pré-escola ampliou o acesso e
ajudou a consolidar a educação infantil como base do desenvolvimento integral e
da redução de desigualdades. Ainda assim, o modo como esse acesso se organiza
revela limites menos visíveis. Em grande medida ele se dá em períodos parciais.
O tempo,
então, assume papel estratégico. A ampliação qualificada da jornada na
pré-escola representa melhores condições de ofertar vivências fundamentais para
o desenvolvimento pleno das crianças. Por exemplo, significa mais tempo para
que elas possam experienciar a leitura dentro do contexto lúdico e simbólico da
infância, explorar as artes, o letramento matemático, além do contato com o
território e suas culturas. É a transformação do cotidiano escolar em espaço de
múltiplas descobertas.
Essa é a
concepção que sustenta a ideia de educação em tempo integral, distinta da mera
ampliação da carga horária. Isso precisa vir acompanhado de uma proposta com
intencionalidade pedagógica, currículo diversificado em alinhamento com a Base
Nacional Comum Curricular (BNCC)., formação docente consistente, infraestrutura
adequada e integração com famílias e comunidades. Mais tempo na escola é
condição necessária para que essas experiências se realizem com densidade; é a
qualidade desse tempo, porém, que converte permanência em desenvolvimento.
O país
avançou nessa direção. As matrículas da rede pública em jornada estendida
passaram de 18,5% em 2022 para 22,9% em 2024, segundo o Censo Escolar. O
Programa Escola em Tempo Integral reconhece que o tempo , articulado a um
currículo significativo, pode funcionar como ferramenta de equidade.
Entretanto, persiste uma assimetria relevante. Enquanto 61,7% das crianças de
creche frequentam tempo integral, na
pré-escola são apenas 18,3%, o menor de toda a educação básica. A transição
entre as etapas tem significado, para muitas famílias, uma redução abrupta do
tempo de experiências justamente quando competências fundamentais se
consolidam.
A
expansão do tempo na pré-escola exige investimentos, formação e planejamento.
Nesse cenário, a colaboração entre União, estados e municípios é condição para
garantir apoio técnico, referências pedagógicas e financiamento adequado. O
novo PNE recoloca essa agenda em perspectiva, na medida em que prevê padrões
nacionais de qualidade para a Educação Infantil e amplia a educação em tempo
integral nas escolas públicas.
Se cada
experiência vivida na infância marca o presente e os percursos futuros,
garantir mais tempo, com intencionalidade pedagógica e circunstâncias adequadas
para que elas aconteçam, é uma responsabilidade que precisa ser assumida
coletivamente pelo país.”.
(Patricia Mota Guedes. Superintendente do Itaú
Social e mestre em políticas públicas pela Universidade de Princeton, em artigo
publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 24 de agosto de
2026, caderno OPINIÃO, página 24).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 21 de agosto de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Verdade e poder
Cada ano eleitoral é
oportunidade para o cidadão dirigir o seu olhar, mais atentamente, aos
funcionamentos da sociedade que exercem força determinante nos
discernimentos. A disputa eleitoral oferece, pois, possibilidade para o
exercício consciente da cidadania, um poder que tem força para operar grandes
mudanças, indispensáveis e inadiáveis mudanças, considerando as demandas
inscritas nos cenários sociais, especialmente quando se trata de pobreza e de
exclusão. Convive-se com a escassez de nomes confiáveis e, sobretudo, capazes
de exercer o poder a serviço dos pobres, contribuindo com a constituição de uma
nova cultura. Sabe-se que não se pode enjaular o poder, que deveria
ser exercido em nome do povo e na promoção do bem comum, nas bitolas da
política partidária. Espera-se, e é uma urgência, que possa prevalecer uma
perspectiva mais humanística, capaz de garantir que o exercício do poder busque
alicerçar o bem comum e esteja a serviço da vida de todos.
De modo geral, as
promessas sobre as quais os candidatos se assentam não se efetivam por muitas
razões. A carência de líderes com envergadura moral e espiritual faz com que a
sociedade pague preço alto demais. Há uma especial demanda por pessoas nas instâncias
do poder capacitadas a partir de uma espiritualidade que permita reconhecer
como a humanidade é magnífica. Essa lacuna influencia decisivamente posturas
políticas, limitando-as à busca pela garantia de benesses a oligarquias, a
interesses particulares e cartoriais, sem considerar a responsabilidade de
contribuir com a gestação de uma nova cultura, capaz de edificar uma ordem
sociopolítica renovada. Constata-se uma miopia que contamina diferentes
procedimentos, convive-se com posturas mesquinhas que prejudicam todos os
cidadãos. Promessas não são garantidas, as vaidades presidem condutas, e
a falta de sensibilidade social leva à normalização da indiferença em relação
aos que sofrem.
Em razão das carências
humanísticas de muitos que estão no exercício do poder, diferentes iniciativas
tornam-se incapazes de significativamente qualificar cenários, incrementar
valores culturais, comprometendo muitos serviços, que não dão conta de corresponder
à sacralidade da vida. Especificamente a falta de uma fecunda espiritualidade
mina as atitudes daqueles que exercem o poder, privando-as de uma força
essencial ao impulsionamento de projetos, à construção de propostas efetivas
que correspondam às necessidades cidadãs. As riquezas que deveriam servir à
população são mal administradas, aprisionadas na mediocridade de exercícios
políticos que passam à margem do bem comum. A vaidade e a força sedutora do
poder aprisionam muitos nas ilusões de cargos e de lugares ocupados.
Consequentemente, a representação política é exercida sem lustro e sem
contribuições relevantes à ingente tarefa de construir uma sociedade
igualitária e solidária.
Há um caminho a ser
percorrido para que a verdade, assimilada como dom, alicerce todas as formas de
exercício da cidadania. A verdade, como disse Jesus na sua maestria, liberta,
quando é conhecida e vivida. Um conhecimento e uma vivência capazes de libertar
a política do equivocado entendimento que a coloca como sinônimo de esperteza.
Importa ressaltar que a verdade é dom, jamais manipulação, que é um tipo de
violência. A verdade do Evangelho transforma vidas, entrelaça
comunidades e culturas. Abrir-se à verdade do Evangelho é investimento seguro
para construir uma sociedade justa, livre de manipulações e da primazia de
interesses que ferem a dignidade humana. Importante é fazer o que indica o Papa
Leão XIV, na sua primeira Carta Encíclica Magnifica Humanitas: interpretar a
realidade com clareza e responsabilidade. Essa interpretação é determinante
também na definição de rumos e prioridades no exercício do poder.
O Papa Leão XIV frisa
que, quando a dignidade humana é violada, seja qual for a circunstância,
instala-se o fracasso. É assim quando a política deixa de abordar as tragédias
da humanidade, quando a economia se volta contra o ser humano ou quando a
ciência ultrapassa os limites de sua competência. No caminho de buscar sempre a
verdade, importa abrir-se às contribuições reunidas no compêndio da Doutrina
Social da Igreja Católica, com critérios e argumentos que podem alavancar novos
cenários na política e na realidade social. O campo político carece de uma
lucidez maior, libertando-se das estreitezas que se expressam na troca de
farpas, na diabólica validação da própria imagem pisoteando a vida moral
alheia. A grandeza da cidadania exige uma sensibilidade qualificada, uma
percepção aguçada, sobretudo um sentido social com força para contribuir
singularmente para o surgimento de um novo ciclo de desenvolvimento. As
eleições são oportunidade propícia para efetivar transformações indispensáveis
e urgentes, inaugurando processos e procedimentos que qualifiquem a cidadania,
efetivando um autêntico sentido de pátria e de solidariedade cristã.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até
os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e
da excelência educacional (0 a 3
anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo
desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o
desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da
modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando
de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a
realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes
cívicas – disciplina, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do
trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito
mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do
direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade e da fraternidade universal na
sustentabilidade);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia,
efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
65
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a
eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma
genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização
da educação básica em sinergia com um Hospital da Criança – no atendimento
desde a concepção até a sua conclusão (0 – 17 anos) – na sustentabilidade.
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e
implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da
Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica,
diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo
Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da
“Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma
embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e
verdadeiro Rei do universo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade
na sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão
somente de visão olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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