sexta-feira, 29 de agosto de 2025

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E DESAFIOS DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E A ALEGRIA TRANSFORMADORA DA VOCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA CONSTRUÇÃO DO BEM COMUM, HUMANISMO, DIPLOMACIA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

Aprendizagem: compromisso social que muda vidas

       Ao longa da minha trajetória como auditora-fiscal do trabalho, tenho testemunhado histórias que mudaram completamente o rumo da vida de jovens graças a uma oportunidade: a aprendizagem. Não se trata apenas de uma exigência prevista em legislação, mas de uma política pública robusta, capaz de combater o trabalho infantil e, ao mesmo tempo, abrir portas para a cidadania e para o desenvolvimento profissional.

         No último dia 19, foi realizado, em Belo Horizonte, o Dia A da Aprendizagem, iniciativa que integrou a Semana Nacional da Aprendizagem. Foi um momento de diálogo franco e construtivo com empresas que ainda não cumprem integralmente a cota legal de aprendizes. Mais do que cobrar, nosso papel é mostrar os caminhos e derrubar preconceitos, apresentando exemplos reais de como a inserção de adolescentes e jovens no mercado de trabalho pode ser positiva para todos.

         Os números reforçam a importância desse trabalho. Em Minas Gerais, por exemplo, 15.281 aprendizes foram inseridos em 2024 por meio de ações fiscais. Até julho de 2025, já são 13.875 jovens incluídos. No Brasil, os resultados também impressionam: 116.984 inserções em 2024 e 110.129 apenas nos primeiros sete meses deste ano. Esses dados não são estatísticas frias; cada número representa um jovem que deixou para trás a incerteza e passou a construir um futuro com mais dignidade.

         Como filiada da Delegacia Sindical em Minas Gerais do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (DS-MG/Sinait) e coordenadora do projeto de inserção de aprendizes na Superintendência do Regional do Trabalho em Minas Gerais, acredito que a aprendizagem seja mais uma das ferramentas mais eficazes para promover inclusão, reduzir desigualdades e preparar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. É um investimento que retorna em forma de mão de obra qualificada, empresas mais comprometidas e uma sociedade mais justa.

         Aos empresários, o meu convite é claro: olhem para além do cumprimento da lei. Vejam na aprendizagem uma oportunidade de transformação – para os jovens, para suas famílias e também para o próprio país. Abrir uma porta pode mudar uma vida. E modificar vidas é, sem dúvida, o trabalho mais nobre que nós podemos realizar.

         Encerrar a juventude diante do desemprego ou do subemprego é desperdiçar talento e futuro. A aprendizagem deve ser tratada como prioridade nacional, com engajamento do poder público, do setor privado e da sociedade civil. Quanto mais nos unirmos para oferecer oportunidades reais, mais construiremos um país que valoriza o potencial de seus jovens transformando desafios em conquistas.”.

(Christiane Azevedo Barros. Auditora-fiscal do Trabalho, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 23 de agosto de 2025, caderno OPINIÃO, página 17).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 22 de agosto de 2025, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Derrotar o mal com o bem

       ‘Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem’. Derrotar o mal com o bem é um precioso princípio cristão recomendado pelo apóstolo Paulo ao escrever a sua carta aos Romanos. Trata-se de fundamento apresentado por Jesus no Sermão da Montanha, caminho exitoso na promoção da paz. Compreende-se o enorme desafio para se alcançar a paz diante da soberba e do sentido de revanche que dominam corações. Apenas se conquista a paz na medida em que se derrota o mal com o bem. Sem adesão ao bem não se põe fim às lutas fratricidas e aos multiplicados sofrimentos humanos. Somente o bem tem força para vencer violências que afligem os cidadãos, as famílias, as nações, a humanidade inteira. Por isso, a Igreja Católica se une aos promotores da paz e faz constante apelo: promover o bem, não se pagar o mal com o mal.

         O mal tem uma lógica perversa que arruína tudo, dissemina-se pela liberdade humana. Isso acontece, ensina Santo Agostinho, quando a pessoa, no uso de sua liberdade, se esquiva das exigências do amor. Porque o bem moral nasce do amor, manifesta-se como amor e é orientado pelo amor. Trata-se de um princípio pétreo para o cristão autêntico. O cultivo da fraternidade sela a autenticidade do cristão. O apóstolo Paulo indica a importância de ser levar, até as últimas consequências, o amor que semeia a paz no mundo: “Se teu inimigo tem fome, dá-lhe de comer, se tem sede, dá-lhe de beber”. Sem essa gramática moral não serão superadas as numerosas manifestações sociais e políticas do mal. Consequentemente, se assistirá à multiplicação dos focos de guerras, crescimento das injustiças e das violências, deixando todos em grande inquietação.

         O atual contexto aponta para a urgência de se cultivar a nobreza de atitudes e gestos de solidariedade, em todas as circunstâncias, para constituir uma reserva moral capaz de arquitetar novos cenários de paz. Assiste-se, no entanto, a uma exacerbação de disputas motivadas pela soberba, fenômeno que dificulta a prevalência de valores morais essenciais ao humanismo integral e solidário. A consequência desastrosa é o comprometimento do bem comum, ameaçando a qualidade da convivência social e acentuando o risco de caos nas relações sociais. A busca constante pelo bem do semelhante, até mesmo daqueles que agem como se fossem inimigos, é caminho promissor para derrotar o mal. Ninguém pode se descuidar desse compromisso, responsabilidade ainda maior de autoridades políticas, chamados a favorecer o equilíbrio das relações e promover o bem dos mais pobres.

         Sabe-se que a promoção do bem comum depende do respeito e da promoção de cada pessoa, de seus direitos fundamentais. Isto significa também respeitar cada nação, estabelecendo relações respeitosas, de cooperação, evitando guerras econômicas e bélicas. A Doutrina Social da Igreja Católica defende a lucidez de uma verdadeira cooperação internacional entre as nações. Assim, o bem comum não se reduz à defesa e à promoção do próprio bem-estar socioeconômico, justificando guerras tarifárias e cortes de programas fundamentados na solidariedade. Investir nas guerras, no corte de ações solidárias e no fim da cooperação expressa ação do maligno, que atua a partir daqueles que ameaçam o bem comum. O ensinamento social da Igreja aponta a importância de se considerar a interdependência de todos os povos do mundo. São João Paulo II, em mensagem para o Dia Mundial da Paz, lembra que todos fazem parte da família humana, partilhando uma cidadania mundial, titular de deveres e direitos. Consequentemente, não se podem admitir racismos, preconceitos, descaso com as minorias, indiferenças com os pobres.

         A comunidade internacional tem, pois, responsabilidade de estabelecer acordos jurídicos que garantam, sempre mais, a efetivação de princípios de solidariedade, equidade, evitando os destemperos de dirigentes reconhecidamente doentes, que marcam seus desempenhos com desequilíbrios. Não se pode abandonar a compreensão do quanto é determinante, para se alcançar a paz, a consideração da interdependência entre países ricos e pobres. É preciso vencer o mal com o bem. Quando o bem vence o mal, reina o amor. Reinando o amor, reina a paz. Esse entendimento deve inspirar a consolidação de nova cultura política, inspirando sempre mais a cooperação internacional, o cumprimento de acordos, para se alcançar o bem comum. O desenvolvimento se torne comum a todas as partes do mundo, ou o planeta sofrerá processos de regressão até mesmo onde há muitas riquezas. A humanidade caminhe orientada pela luminosa meta: derrotar o mal com o bem.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 135 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 5,23%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2025, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,5 trilhões (44,3%), a título de juros, encargos, amortização e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,7 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- A criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral – Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, cidades e nações!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

        

        

 

 

        

           

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