quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA APURADA PEDAGOGIA, ESCOLAS TRANSFORMADORAS, EFICÁCIA NA APRENDIZAGEM E PRIMADO DA QUALIFICAÇÃO DA DOCÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA PAZ, ESPÍRITUALIDADE CONCILIADORA, VERDADE, JUSTIÇA, INTELIGÊNCIA ARTIFICAL E ÉTICA, NOVAS TECNOLOGIAS, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE (107/63)

(Janeiro = mês 107; faltam 63 meses para a Primavera Brasileira)

“Educação que transforma sonhos em projetos de vida

         A aproximação do fim do ano é propícia às promessas. Mas promessas mobilizam por um instante; caminhos transformam a realidade. Na educação, o caminho passa por uma escola que garante a todos os estudantes o direito de se desenvolverem de modo integral, transformando sonhos em projetos de vida – escolhas concretas, construídas a partir do autoconhecimento, do que se aprende na sala, da comunidade e do território onde se vive. Quando essa conexão acontece, a educação contribui para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil, orientada pela sustentabilidade e pela equidade.

         O retrato recente da educação combina avanços e urgências. Segundo a Pnad Contínua/IBGE, 76,7% dos jovens de 15 a 17 anos estão na etapa adequada – cursando ou já tendo concluído o ensino médio. O país ainda não atingiu a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), de 85%, mas está muito à frente do patamar de 2000, quando a taxa líquida nessa faixa era de 34%. No entanto, é preciso reconhecer que ainda persistem bolsões de evasão, especialmente no ensino médio: em 2024, 8,7 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país não haviam completado essa etapa – seja por tê-la abandonado ou por nunca ter frequentado.

         As razões são conhecidas e múltiplas: dificuldade de encontrar sentido no que vivenciam e aprendem na escola, necessidade de trabalhar, gravidez e responsabilidades familiares de cuidado, insegurança no trajeto ou distância da escola; e, dentro do contexto escolar, dificuldades de aprendizagem acumuladas, pouca flexibilidade curricular e a sensação, para muitos jovens, de que a instituição de ensino não dialoga com seus objetivos.

         Fazer a aprendizagem “ter sentido” não é um slogan; precisa ser uma resposta concreta a esse quadro. Garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem dos adolescentes e jovens na escola é condição para elevar a qualidade e reduzir desigualdades educacionais. Se o estudante precisa de uma escola que o ajude a planejar e a viver no presente, a escola precisa de professores com condições de apoiar e promover essa trajetória. A evidência, nacional e internacional, é consistente: o docente é o fator escolar mais relevante para a aprendizagem e o desenvolvimento integral. Valorizar a docência – com formação inicial sólida, carreira atraente, formação continuada de qualidade, tempo protegido para planejamento e boas condições de trabalho – não é discurso.

         Há, ainda, um dado de fundo que precisa orientar decisões: pesquisadores do Núcleo de Pesquisa em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade de São Paulo (NAP-USP), em parceria com o Instituto iungo, ouviram docentes da rede pública e identificaram que oito em cada dez querem permanecer na escola, trabalhando como professores – mesmo diante dos inúmeros desafios que enfrentam – e mantêm a educação como eixo principal de seus projetos de vida.

         Esse compromisso, que sustenta as aprendizagens nas salas de aula de Minas, precisa ser correspondido por governos, empresas e sociedade civil.

         Nossa tese é relevante: fortalecer o professor como mediador do percurso de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes, garantir tempo e boas condições pedagógicas, ampliar ações de formação continuada e articular parcerias que apoiem as secretarias de Educação é acelerar aprendizagens, reduzir a evasão e manter mais jovens na escola até a conclusão do ensino médio – com qualidade. Isso não apenas prepara o amanhã: move a economia local, fortalece a cidadania e melhora a vida nas nossas cidades.

         Valorizar os professores é investir no agora, no hoje, de Minas. É reconhecer que, neste exato momento, eles estão formando os cidadãos que transformam nossas cidades, impulsionam a economia e fortalecem nossa cultura. Quem valoriza os professores não apenas constrói um futuro melhor, mas já transforma o presente do nosso estado e do nosso país.”.

(Paulo Andrade (*), Maria Fernanda Menin Maia (**) e Blenda Alves (***)

(*) Paulo Andrade é presidente do Instituto iungo; (**) Maria Fernanda Menin Maia é presidente do Instituto MRV&CO e do Conselho do Instituto iungo; (***) Blenda Alves é gestora do Instituto MRV&CO

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 03 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Paz desarmada e desarmante

Trilhar rumo a uma paz desarmada e desarmante é o convite do Papa Leão XIV na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2026. Um convite em tom de convocação, consideradas as circunstâncias delicadas vividas pela humanidade. A gravidade de muitas situações aponta para a urgência de se acolher o convite do Papa. O primeiro passo é respeitar os princípios essenciais para se alcançar a paz: fundamentos éticos consistentes e uma indispensável disciplina espiritual. Não se conquista a paz desarmada e desarmante apenas pelas motivações políticas limitadas, não raramente nos parâmetros ideológicos incapazes de superar polarizações e manipulações que alimentam disputas e preconceitos. O voto de paz, “a paz esteja convosco”, tem sua referência fundamental na palavra de Jesus Ressuscitado dirigida aos apóstolos, restaurando neles a alegria com propriedades para vencer o medo. Esse medo que, muitas vezes, valida atitudes que prejudicam a paz.

A paz de Cristo modifica e ilumina quem a recebe, capacitando-o para promover uma paz desarmada e desarmante, vinculada a processos de inclusão, de respeito à igualdade e à fraternidade solidária. Trata-se de uma paz que vem de Deus e precisa ser recebida como força espiritual, garantindo, assim, um entendimento que ilumina o caminho do ser humano, qualificando-o para agir nos campos social e político.  A fonte de paz desarmada e desarmante é Cristo que venceu a morte e derrubou as barreiras entre os seres humanos.  Jesus é a referência para todos os semeadores da paz, pois Cristo, o bom pastor, oferece a sua própria vida para resgatar suas ovelhas. E as lições de Jesus reverberam na presença e testemunho de muitos que se comprometem com a defesa da vida em todas as suas etapas, iluminando a escuridão deste tempo e dissipando as suas sombras. O “novo” que se espera de um ano novo será sempre maior se houver dedicação para dissipar trevas e sofrimentos. Isto significa maior compromisso com a verdade e a justiça.

É preciso ver a luz, Cristo Jesus, para não se afundar na escuridão.  Esta é uma exigência especial para os discípulos de Cristo, chamados, pela força do testemunho, a sensibilizar corações e ajudá-los a também contemplar o horizonte do Ressuscitado: uma iluminação que motiva e sustenta os promotores da paz. Esquecer a luz que vem de Cristo é o grande risco, a certeza do fracasso e a força negativa que compromete a paz provocando todo tipo de violência. O Papa Leão XIV lembra Santo Agostinho quando exortava os cristãos a estabelecerem uma amizade indissolúvel com a paz, para que, guardando-a no íntimo do próprio espírito, pudessem irradiar seu calor luminoso. Assim Santo Agostinho ensinava: “Se quereis atrair os outros para a paz, tende-a vós primeiro; sede vós, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros, deveis ter dentro de vós a luz acesa”. Todos os cidadãos, pela fé ou não, são chamados a se abrirem à paz. Não se trata de objetivo simples. A paz é um caminho, depende da atitude de cada pessoa, que deve se orientar e agir a partir da meta de construir uma realidade mais pacífica.

A paz tem força de restauração, mesmo onde estão escombros de muitas guerras. Essa paz restauradora é experimentada pelos discípulos de Jesus quando o Mestre lhes deseja a paz, ajudando-os a vencer o medo e a experimentar aquela alegria que promove a justiça e a fraternidade. A alegria cristã dissipa a perturbação que cega o ser humano, ajudando-o a não assumir atitudes violentas. A paz de Jesus é desarmada. A luta de Cristo foi desarmada, mesmo enfrentando um contexto sociopolítico desafiador. Por isso, seus discípulos são também convocados ao compromisso de testemunhar a fé pacificamente, sem cumplicidade com tragédias.  Aqueles que seguem Jesus são desafiados a encontrar cada pessoa, reconhecendo que todos são irmãos uns dos outros, e, assim, trilhar o rumo que leva à paz.

A paz não pode ser tratada como um ideal distante. Deve ser uma realidade cultivada, experimentada, orienta o Papa Leão XIV, ou o ser humano será tomado pela agressividade, tanto na vida doméstica quanto no contexto público. Essa agressividade que indica uma carência na busca pela paz pode contaminar governantes, conforme mostra o atual cenário de desestabilização da harmonia planetária, com conflitos dramáticos que geram incerteza sobre o futuro da humanidade. Em curso está uma corrida armamentista, em muitos níveis e intensidades. Nesse cenário, consolida-se, lamentavelmente, o entendimento de que a segurança é sempre armada, ignorando que é possível viver uma paz desarmante.

Uma paz desarmada e desarmante pede ao mundo mais abertura ao diálogo, capaz de iluminar avanços tecnológicos, de inspirar o adequado uso da inteligência artificial, para que não estejam a serviço da promoção de guerras, de lógicas que buscam exterminar o semelhante. A ilusão de que se pode promover segurança com uma corrida armamentista é uma espiral de destruição, adverte o Papa, que compromete o humanismo jurídico e filosófico do qual qualquer civilização depende para, verdadeiramente, se proteger. É preciso denunciar interesses econômicos e financeiros que levam os Estados a investirem, sempre mais, nas armas. Ao mesmo tempo, cada pessoa é convocada a renovar sempre o seu compromisso com a paz, exercitando-se no diálogo, na justiça social e na busca pela igualdade. O início de um novo ano civil é oportunidade para assumir novos propósitos, sobretudo pela escuta dos clamores dos pobres. Assim, motivar e iluminar, em cada coração, a busca por uma paz desarmada e desarmante, à luz da paz de Cristo, o rei da paz.

 Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 

Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em novembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,46%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional ...

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!