(Janeiro = mês 107; faltam 63 meses para a Primavera Brasileira)
“Educação que transforma sonhos em
projetos de vida
A
aproximação do fim do ano é propícia às promessas. Mas promessas mobilizam por
um instante; caminhos transformam a realidade. Na educação, o caminho passa por
uma escola que garante a todos os estudantes o direito de se desenvolverem de
modo integral, transformando sonhos em projetos de vida – escolhas concretas,
construídas a partir do autoconhecimento, do que se aprende na sala, da
comunidade e do território onde se vive. Quando essa conexão acontece, a
educação contribui para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil,
orientada pela sustentabilidade e pela equidade.
O
retrato recente da educação combina avanços e urgências. Segundo a Pnad
Contínua/IBGE, 76,7% dos jovens de 15 a 17 anos estão na etapa adequada –
cursando ou já tendo concluído o ensino médio. O país ainda não atingiu a meta
do Plano Nacional de Educação (PNE), de 85%, mas está muito à frente do patamar
de 2000, quando a taxa líquida nessa faixa era de 34%. No entanto, é preciso
reconhecer que ainda persistem bolsões de evasão, especialmente no ensino
médio: em 2024, 8,7 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país não haviam
completado essa etapa – seja por tê-la abandonado ou por nunca ter frequentado.
As
razões são conhecidas e múltiplas: dificuldade de encontrar sentido no que
vivenciam e aprendem na escola, necessidade de trabalhar, gravidez e
responsabilidades familiares de cuidado, insegurança no trajeto ou distância da
escola; e, dentro do contexto escolar, dificuldades de aprendizagem acumuladas,
pouca flexibilidade curricular e a sensação, para muitos jovens, de que a
instituição de ensino não dialoga com seus objetivos.
Fazer a
aprendizagem “ter sentido” não é um slogan; precisa ser uma resposta concreta a
esse quadro. Garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem dos adolescentes
e jovens na escola é condição para elevar a qualidade e reduzir desigualdades
educacionais. Se o estudante precisa de uma escola que o ajude a planejar e a
viver no presente, a escola precisa de professores com condições de apoiar e
promover essa trajetória. A evidência, nacional e internacional, é consistente:
o docente é o fator escolar mais relevante para a aprendizagem e o
desenvolvimento integral. Valorizar a docência – com formação inicial sólida,
carreira atraente, formação continuada de qualidade, tempo protegido para
planejamento e boas condições de trabalho – não é discurso.
Há,
ainda, um dado de fundo que precisa orientar decisões: pesquisadores do Núcleo
de Pesquisa em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade de São Paulo
(NAP-USP), em parceria com o Instituto iungo, ouviram docentes da rede pública
e identificaram que oito em cada dez querem permanecer na escola, trabalhando
como professores – mesmo diante dos inúmeros desafios que enfrentam – e mantêm
a educação como eixo principal de seus projetos de vida.
Esse
compromisso, que sustenta as aprendizagens nas salas de aula de Minas, precisa
ser correspondido por governos, empresas e sociedade civil.
Nossa
tese é relevante: fortalecer o professor como mediador do percurso de
aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes, garantir tempo e boas condições
pedagógicas, ampliar ações de formação continuada e articular parcerias que
apoiem as secretarias de Educação é acelerar aprendizagens, reduzir a evasão e
manter mais jovens na escola até a conclusão do ensino médio – com qualidade.
Isso não apenas prepara o amanhã: move a economia local, fortalece a cidadania
e melhora a vida nas nossas cidades.
Valorizar
os professores é investir no agora, no hoje, de Minas. É reconhecer que, neste
exato momento, eles estão formando os cidadãos que transformam nossas cidades,
impulsionam a economia e fortalecem nossa cultura. Quem valoriza os professores
não apenas constrói um futuro melhor, mas já transforma o presente do nosso
estado e do nosso país.”.
(Paulo Andrade (*), Maria Fernanda Menin Maia (**)
e Blenda Alves (***)
(*) Paulo Andrade é presidente do Instituto iungo;
(**) Maria Fernanda Menin Maia é presidente do Instituto MRV&CO e do
Conselho do Instituto iungo; (***) Blenda Alves é gestora do Instituto
MRV&CO
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 03 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Paz desarmada e desarmante
Trilhar rumo a uma paz
desarmada e desarmante é o convite do Papa Leão XIV na sua mensagem para o Dia
Mundial da Paz de 2026. Um convite em tom de convocação, consideradas as
circunstâncias delicadas vividas pela humanidade. A gravidade de muitas situações
aponta para a urgência de se acolher o convite do Papa. O primeiro passo é
respeitar os princípios essenciais para se alcançar a paz: fundamentos éticos
consistentes e uma indispensável disciplina espiritual. Não se conquista a paz
desarmada e desarmante apenas pelas motivações políticas limitadas, não
raramente nos parâmetros ideológicos incapazes de superar polarizações e
manipulações que alimentam disputas e preconceitos. O voto de paz, “a paz
esteja convosco”, tem sua referência fundamental na palavra de Jesus
Ressuscitado dirigida aos apóstolos, restaurando neles a alegria com
propriedades para vencer o medo. Esse medo que, muitas vezes, valida atitudes
que prejudicam a paz.
A paz de Cristo modifica
e ilumina quem a recebe, capacitando-o para promover uma paz desarmada e
desarmante, vinculada a processos de inclusão, de respeito à igualdade e à
fraternidade solidária. Trata-se de uma paz que vem de Deus e precisa ser
recebida como força espiritual, garantindo, assim, um entendimento que ilumina
o caminho do ser humano, qualificando-o para agir nos campos social e
político. A fonte de paz desarmada e desarmante é Cristo que venceu a
morte e derrubou as barreiras entre os seres humanos. Jesus é a
referência para todos os semeadores da paz, pois Cristo, o bom pastor, oferece
a sua própria vida para resgatar suas ovelhas. E as lições de Jesus reverberam
na presença e testemunho de muitos que se comprometem com a defesa da vida
em todas as suas etapas, iluminando a escuridão deste tempo e dissipando as
suas sombras. O “novo” que se espera de um ano novo será sempre maior se houver
dedicação para dissipar trevas e sofrimentos. Isto significa maior compromisso
com a verdade e a justiça.
É preciso ver a luz,
Cristo Jesus, para não se afundar na escuridão. Esta é uma exigência
especial para os discípulos de Cristo, chamados, pela força do testemunho, a
sensibilizar corações e ajudá-los a também contemplar o horizonte do
Ressuscitado: uma iluminação que motiva e sustenta os promotores da paz.
Esquecer a luz que vem de Cristo é o grande risco, a certeza do fracasso e a
força negativa que compromete a paz provocando todo tipo de violência. O
Papa Leão XIV lembra Santo Agostinho quando exortava os cristãos a
estabelecerem uma amizade indissolúvel com a paz, para que, guardando-a no
íntimo do próprio espírito, pudessem irradiar seu calor luminoso. Assim Santo
Agostinho ensinava: “Se quereis atrair os outros para a paz, tende-a vós
primeiro; sede vós, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros,
deveis ter dentro de vós a luz acesa”. Todos os cidadãos, pela fé ou não, são
chamados a se abrirem à paz. Não se trata de objetivo simples. A paz é um
caminho, depende da atitude de cada pessoa, que deve se orientar e agir a
partir da meta de construir uma realidade mais pacífica.
A paz tem força de
restauração, mesmo onde estão escombros de muitas guerras. Essa paz
restauradora é experimentada pelos discípulos de Jesus quando o Mestre lhes
deseja a paz, ajudando-os a vencer o medo e a experimentar aquela alegria que
promove a justiça e a fraternidade. A alegria cristã dissipa a perturbação que
cega o ser humano, ajudando-o a não assumir atitudes violentas. A paz de Jesus
é desarmada. A luta de Cristo foi desarmada, mesmo enfrentando um contexto
sociopolítico desafiador. Por isso, seus discípulos são também convocados ao
compromisso de testemunhar a fé pacificamente, sem cumplicidade com
tragédias. Aqueles que seguem Jesus são desafiados a encontrar cada
pessoa, reconhecendo que todos são irmãos uns dos outros, e, assim, trilhar o
rumo que leva à paz.
A paz não pode ser
tratada como um ideal distante. Deve ser uma realidade cultivada,
experimentada, orienta o Papa Leão XIV, ou o ser humano será tomado pela
agressividade, tanto na vida doméstica quanto no contexto público. Essa
agressividade que indica uma carência na busca pela paz pode contaminar
governantes, conforme mostra o atual cenário de desestabilização da harmonia
planetária, com conflitos dramáticos que geram incerteza sobre o futuro da
humanidade. Em curso está uma corrida armamentista, em muitos níveis e
intensidades. Nesse cenário, consolida-se, lamentavelmente, o entendimento de
que a segurança é sempre armada, ignorando que é possível viver uma paz
desarmante.
Uma paz desarmada e
desarmante pede ao mundo mais abertura ao diálogo, capaz de iluminar avanços
tecnológicos, de inspirar o adequado uso da inteligência artificial, para que
não estejam a serviço da promoção de guerras, de lógicas que buscam exterminar o
semelhante. A ilusão de que se pode promover segurança com uma corrida
armamentista é uma espiral de destruição, adverte o Papa, que compromete o
humanismo jurídico e filosófico do qual qualquer civilização depende para,
verdadeiramente, se proteger. É preciso denunciar interesses econômicos e
financeiros que levam os Estados a investirem, sempre mais, nas armas. Ao mesmo
tempo, cada pessoa é convocada a renovar sempre o seu compromisso com a paz,
exercitando-se no diálogo, na justiça social e na busca pela igualdade. O
início de um novo ano civil é oportunidade para assumir novos propósitos,
sobretudo pela escuta dos clamores dos pobres. Assim, motivar e iluminar, em
cada coração, a busca por uma paz desarmada e desarmante, à luz da paz de
Cristo, o rei da paz.
Eis, portanto, mais páginas contendo
importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à
maior crise de liderança de nossa
história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para
a imperiosa e urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
Assim,
urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e
desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer;
turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e
operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade
– “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional ...
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão
...
- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a
reza diária do Santo Terço!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor (São João
Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena
Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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