quinta-feira, 12 de março de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E DESAFIOS DA QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS, BOA GOVERNANÇA, TECNOLOGIAS, INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA DIGNIDADE DA MULHER, AMOR INCONDICIONAL, ESSENCIALIDADE E FEMINILIDADE, IGUALDADE FUNDAMENTAL, VOCAÇÃO DIALOGAL, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE

 

“Esqueceram-se da educação básica

       Ao cair de um cavalo, Irineu Funes ficou paralítico e passou a gozar de boa – ou melhor, excelente – memória. A condição do personagem de Jorge Luís Borges pode, à primeira vista, convidar a refletir que se lembrar de tudo em detalhes é tentador, o que não se sustenta, pois Funes, a despeito de “lúcido”, vivia “solitário”. O oposto, por sua vez, também não estimula, haja vista os desafios a enfrentar quando se é incapaz de lembrar.

         No caso da educação básica, observa-se que ela está esquecida e, por isso, abandonada à própria sorte, uma vez que se desconsidera sistematicamente que a atividade docente é de natureza intelectual, e nas aulas, se compartilha o saber com os estudantes, na expectativa de inaugurar novas formas de pensar o tema. O conhecimento científico do professor é um “dizer autorizado”, expressão empregada pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu. Dessa forma, para que o conhecimento possa ser partilhado, é preciso que o docente esteja em constante atualização em sua área e que a aula seja constituída pela apresentação da temática, sua discussão e problematização pormenorizadas.

         No entanto, no atual sistema da educação básica brasileira, e sobretudo pública paulista, o professor se constituiu em mero preenchedor de documentos e tabelas. Ora, se a burocracia sobrepõe-se ao intelecto, em que momento o profissional investirá tempo para ler ou frequentar outros ambientes de formação, sendo que passa horas do seu dia participando de reuniões improdutivas e completando formulários?

         Mas, ainda que buscar atualização fosse possível, há outros obstáculos estruturais, enfrentados diariamente pela categoria:

         - Contratação por tempo determinado, o que impede planos pessoais e profissionais em curto e longo prazos, pois ao fim do contrato não existem garantias;

         - Aplicação da lógica neoliberal de métricas para resultados práticos, cujo pano de fundo, na verdade, é culpabilizar professores quando os alunos não têm bom desempenho;

         - Ambiente de trabalho sem recursos necessários, salas de aula superlotadas e carga horária não flexível, que impossibilita o docente de participar de atividades de formação externas ao ambiente escolar, o que não potencializa o desempenho na carreira;

         - A própria sala de aula, que se mantém hostil à intelectualidade. De outro modo, o desinteresse estampado na face de vários estudantes, a apatia e o desejo de não constituir perspectiva a respeito do conteúdo configuram-se em elementos que desestimulam o docente.;

         - Parcos salários, quando comparados com o vencimento de outras profissões que contam com os mesmos níveis de formação.

         Ainda que salte aos olhos a quantidade de textos e publicações acadêmicas especializadas que analisam alguns desses problemas crônicos, ausentam-se políticas de Estado consistentes que visem solucioná-los. Por isso, se a memória detalhada de Funes o tornou solitário e incapaz de abstrair, esquecer por completo é relegar, repelir. E é exatamente assim que estão a educação básica e seus integrantes: esquecidos, o que bem justifica a perda do idealismo de muitos docentes e o interesse crescente de deixar a área.”.

(João Lucas Poiani Trescentti. Graduado e mestre em história pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 25 de fevereiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).    

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br., edição de 06 de março de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“A mulher na voz da Igreja

Diante das alarmantes estatísticas de feminicídio e outras violências contra as mulheres no Brasil, é importante ecoar sempre mais as vozes que buscam superar essa vergonhosa realidade. De modo especial no contexto do Dia Internacional da Mulher, a Igreja Católica amplia a sua própria voz para exaltar a beleza da dignidade de cada mulher, investindo sempre mais para que a sociedade não tolere as agressões cotidianamente registradas: a singularidade das mulheres, de sua missão na sociedade, não pode ser atingida por violências e extermínios. As vidas e as dignidades feridas vitimam as mulheres e toda a sociedade, pois as mulheres guardam dons capazes de ajudar o mundo a sair da decadência. No cristianismo, a mulher tem um estatuto especial de dignidade: é destinada a fazer parte de sua estrutura viva e transformadora. As possibilidades de conquista de um novo tempo, oferecidas pela singularidade feminina, ainda precisam ser adequadamente reconhecidas, para que haja sempre mais respeito às mulheres e seja possível construir nova realidade.

Nesse contexto contaminado por atos de violência e desrespeito às mulheres, ignora-se a fundamental contribuição feminina para a família, instituições variadas e toda a sociedade. Pela voz do apóstolo Paulo, escrevendo aos Gálatas, é preciso, pois, escutar a voz da Igreja, que proclama: “Ao chegar à plenitude dos tempos, Deus enviou o seu filho, nascido de uma mulher”. A mulher encontra-se, pois no coração do evento salvífico. Homem e mulher alicerçam-se na mesma pedra angular. Homem e mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus. Por isso, a vocação dialogal é constitutiva da condição de cada homem e mulher, possibilitando a ambos alcançar crescimento e bem exercer a missão de reger o mundo. Qualquer comprometimento dessa dimensão dialogal entre homem e mulher gera perdas irreparáveis, configurando preconceitos, discriminações e exclusões autoritárias, segregacionistas.

Na antropologia bíblica, a mulher é essencial também na constituição da identidade de cada homem. Homem e mulher são, pois, igualmente dignos, imagem e semelhança de Deus, ao mesmo tempo que expressam uma unidade na comunidade humana, sinal de comunhão interpessoal. Na unidade dos dois, ensina a Igreja, o homem e a mulher são chamados, desde o início, não só a existir um ao lado do outro, ou juntos, mas também a existir reciprocamente um para o outro. Em razão do pecado, veio a perturbação da relação original entre o homem e a mulher, desvirtuando a grandeza e a importância de cada um. O pecado que contamina a humanidade configura uma ruptura e uma constante ameaça à unidade entre os dois. Não se pode, pois, admitir relação de domínio entre homem e mulher, por comprometer a estabilidade da igualdade fundamental. Ferir essa igualdade é banir a mulher da sociedade.

Atenção seja dada quando, na atualidade, são realizadas deliberações sobre os direitos da mulher, no amplo contexto dos direitos humanos. Trata-se de horizonte que não pode permitir relativizações, para não agravar ainda mais os cenários de violência que ameaçam as mulheres, objetificando-as para consumo, manipulando-as. Há, pois, de se considerar sempre e melhor a feminilidade, a sua grandeza, reconhecendo a sua essencialidade para o bem de toda civilização. Nesse sentido, a sociedade deve investir em caminhos para que a mulher seja cada vez mais protagonista, buscando vencer o machismo. Assim, equilibrar a relação entre homens e mulheres no contexto social, para adequadamente articular singularidades, curar patologias que produzem violências.

O respeito à dignidade da mulher cria a oportunidade para uma nova ordem alicerçada no amor. Trata-se de uma urgência, considerados os muitos descompassos da contemporaneidade. A ordem do amor tem na mulher um especial protagonismo, indispensável nas reconstruções civilizatórias. A mulher, portanto, desempenha um papel singular que não pode ser destruído, violentado ou tratado com indiferença. A feminilidade tem competências singulares na prática e no ensinamento do amor. Essas competências se expressam em diferentes contextos culturais, pelas singularidades biológicas, espirituais e psíquicas de cada mulher. A Igreja ensina que a dignidade da mulher está intimamente ligada ao amor: ao amor que ela recebe por sua feminilidade e ao amor que ela doa. As mulheres são paradigma para sustentar a grande força que gera equilíbrio na humanidade. Ecoem as vozes que buscam construir novos tempos a partir da superação de violências que as ameaçam. A sociedade possa avançar sempre no respeito à mulher, caminho para experimentar o amor e aprender a amar.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em fevereiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,81%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...

- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

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