“Esqueceram-se da educação básica
Ao
cair de um cavalo, Irineu Funes ficou paralítico e passou a gozar de boa – ou
melhor, excelente – memória. A condição do personagem de Jorge Luís Borges
pode, à primeira vista, convidar a refletir que se lembrar de tudo em detalhes
é tentador, o que não se sustenta, pois Funes, a despeito de “lúcido”, vivia
“solitário”. O oposto, por sua vez, também não estimula, haja vista os desafios
a enfrentar quando se é incapaz de lembrar.
No caso
da educação básica, observa-se que ela está esquecida e, por isso, abandonada à
própria sorte, uma vez que se desconsidera sistematicamente que a atividade
docente é de natureza intelectual, e nas aulas, se compartilha o saber com os
estudantes, na expectativa de inaugurar novas formas de pensar o tema. O
conhecimento científico do professor é um “dizer autorizado”, expressão
empregada pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu. Dessa forma, para que o
conhecimento possa ser partilhado, é preciso que o docente esteja em constante
atualização em sua área e que a aula seja constituída pela apresentação da
temática, sua discussão e problematização pormenorizadas.
No
entanto, no atual sistema da educação básica brasileira, e sobretudo pública
paulista, o professor se constituiu em mero preenchedor de documentos e
tabelas. Ora, se a burocracia sobrepõe-se ao intelecto, em que momento o
profissional investirá tempo para ler ou frequentar outros ambientes de
formação, sendo que passa horas do seu dia participando de reuniões
improdutivas e completando formulários?
Mas,
ainda que buscar atualização fosse possível, há outros obstáculos estruturais,
enfrentados diariamente pela categoria:
-
Contratação por tempo determinado, o que impede planos pessoais e profissionais
em curto e longo prazos, pois ao fim do contrato não existem garantias;
-
Aplicação da lógica neoliberal de métricas para resultados práticos, cujo pano
de fundo, na verdade, é culpabilizar professores quando os alunos não têm bom
desempenho;
-
Ambiente de trabalho sem recursos necessários, salas de aula superlotadas e
carga horária não flexível, que impossibilita o docente de participar de
atividades de formação externas ao ambiente escolar, o que não potencializa o
desempenho na carreira;
- A
própria sala de aula, que se mantém hostil à intelectualidade. De outro modo, o
desinteresse estampado na face de vários estudantes, a apatia e o desejo de não
constituir perspectiva a respeito do conteúdo configuram-se em elementos que
desestimulam o docente.;
- Parcos
salários, quando comparados com o vencimento de outras profissões que contam
com os mesmos níveis de formação.
Ainda
que salte aos olhos a quantidade de textos e publicações acadêmicas
especializadas que analisam alguns desses problemas crônicos, ausentam-se
políticas de Estado consistentes que visem solucioná-los. Por isso, se a
memória detalhada de Funes o tornou solitário e incapaz de abstrair, esquecer
por completo é relegar, repelir. E é exatamente assim que estão a educação
básica e seus integrantes: esquecidos, o que bem justifica a perda do idealismo
de muitos docentes e o interesse crescente de deixar a área.”.
(João Lucas Poiani Trescentti. Graduado e
mestre em história pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,
em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 25 de
fevereiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 15).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br.,
edição de 06 de março de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“A mulher na voz da Igreja
Diante das alarmantes
estatísticas de feminicídio e outras violências contra as mulheres no Brasil, é
importante ecoar sempre mais as vozes que buscam superar essa vergonhosa
realidade. De modo especial no contexto do Dia Internacional da Mulher, a Igreja
Católica amplia a sua própria voz para exaltar a beleza da dignidade de cada
mulher, investindo sempre mais para que a sociedade não tolere as agressões
cotidianamente registradas: a singularidade das mulheres, de sua missão na
sociedade, não pode ser atingida por violências e extermínios. As vidas e as
dignidades feridas vitimam as mulheres e toda a sociedade, pois as mulheres
guardam dons capazes de ajudar o mundo a sair da decadência. No cristianismo, a
mulher tem um estatuto especial de dignidade: é destinada a fazer parte de sua
estrutura viva e transformadora. As possibilidades de conquista de um novo
tempo, oferecidas pela singularidade feminina, ainda precisam ser adequadamente
reconhecidas, para que haja sempre mais respeito às mulheres e seja possível
construir nova realidade.
Nesse contexto
contaminado por atos de violência e desrespeito às mulheres, ignora-se a
fundamental contribuição feminina para a família, instituições variadas e toda
a sociedade. Pela voz do apóstolo Paulo, escrevendo aos Gálatas, é preciso,
pois, escutar a voz da Igreja, que proclama: “Ao chegar à plenitude dos tempos,
Deus enviou o seu filho, nascido de uma mulher”. A mulher encontra-se, pois no
coração do evento salvífico. Homem e mulher alicerçam-se na mesma pedra
angular. Homem e mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus. Por isso,
a vocação dialogal é constitutiva da condição de cada homem e mulher,
possibilitando a ambos alcançar crescimento e bem exercer a missão de reger o
mundo. Qualquer comprometimento dessa dimensão dialogal entre homem e mulher
gera perdas irreparáveis, configurando preconceitos, discriminações e exclusões
autoritárias, segregacionistas.
Na antropologia bíblica,
a mulher é essencial também na constituição da identidade de cada homem. Homem
e mulher são, pois, igualmente dignos, imagem e semelhança de Deus, ao mesmo
tempo que expressam uma unidade na comunidade humana, sinal de comunhão interpessoal.
Na unidade dos dois, ensina a Igreja, o homem e a mulher são chamados, desde o
início, não só a existir um ao lado do outro, ou juntos, mas também a existir
reciprocamente um para o outro. Em razão do pecado, veio a perturbação da
relação original entre o homem e a mulher, desvirtuando a grandeza e a
importância de cada um. O pecado que contamina a humanidade configura uma
ruptura e uma constante ameaça à unidade entre os dois. Não se pode, pois,
admitir relação de domínio entre homem e mulher, por comprometer a estabilidade
da igualdade fundamental. Ferir essa igualdade é banir a mulher da sociedade.
Atenção seja dada quando,
na atualidade, são realizadas deliberações sobre os direitos da mulher, no
amplo contexto dos direitos humanos. Trata-se de horizonte que não pode
permitir relativizações, para não agravar ainda mais os cenários de violência
que ameaçam as mulheres, objetificando-as para consumo, manipulando-as. Há,
pois, de se considerar sempre e melhor a feminilidade, a sua grandeza,
reconhecendo a sua essencialidade para o bem de toda civilização. Nesse
sentido, a sociedade deve investir em caminhos para que a mulher seja cada vez
mais protagonista, buscando vencer o machismo. Assim, equilibrar a relação
entre homens e mulheres no contexto social, para adequadamente articular
singularidades, curar patologias que produzem violências.
O respeito à dignidade da
mulher cria a oportunidade para uma nova ordem alicerçada no amor. Trata-se de
uma urgência, considerados os muitos descompassos da contemporaneidade. A ordem
do amor tem na mulher um especial protagonismo, indispensável nas reconstruções
civilizatórias. A mulher, portanto, desempenha um papel singular que não pode
ser destruído, violentado ou tratado com indiferença. A feminilidade tem
competências singulares na prática e no ensinamento do amor. Essas competências
se expressam em diferentes contextos culturais, pelas singularidades
biológicas, espirituais e psíquicas de cada mulher. A Igreja ensina que a
dignidade da mulher está intimamente ligada ao amor: ao amor que ela recebe por
sua feminilidade e ao amor que ela doa. As mulheres são paradigma para
sustentar a grande força que gera equilíbrio na humanidade. Ecoem as vozes que
buscam construir novos tempos a partir da superação de violências que as
ameaçam. A sociedade possa avançar sempre no respeito à mulher, caminho para experimentar
o amor e aprender a amar.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas transformações
em nossas estruturas educacionais, institucionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente –
subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia
federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...
- A guerra é espiritual e dialógica, tendo na
reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa do mundo!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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