sexta-feira, 17 de abril de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E POTENCIALIDADES DO DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA, EVOLUÇÃO INFINITA, UNIVERSALIDADE, RIQUEZA INTERIOR E ALTERIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, VISÃO OLÍMPICA, ESCUTA AMOROSA, LIBERDADE, GRAÇA E ALEGRIA DA VOCAÇÃO, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZACIONAL NA SUSTENTABILIDADE

“Despertar de consciência

       O homem nasce como uma semente. Ele nasce com uma potencialidade, e não como uma realidade restrita. Isso é extraordinário, porque em toda a existência somente o ser humano nasce como uma potencialidade não circunscrita. Todos os outros animais nascem limitados. O cachorro nasce como um cachorro e vai permanecer o mesmo a vida toda. O leão, a gazela, a águia, o gato da mesma forma. Um homem pode se tornar um andarilho ou um Einstein, ou, mais ainda, um Zaratrusta, um Jesus, um Buda, e ser considerado um deus.

         O homem como semente pode florescer ou não, como disse Pico della Mirandola: “Não te consideram uma única face, nem um só lugar, ou algum dom que te faça particular, ó homem, a fim de que tua face, teu lugar e teus dons, tu os desveles, conquistes e domines por ti mesmo. Sem importe natureza definida por lei, como obriguei outras espécies de seres. E tu, ao qual nenhum confim delimita, tu pelo teu próprio arbítrio, entre as mãos daquele que aqui te colocou, tu defines a ti mesmo. Te pus no mundo para que tu possas contemplar o que contém esta obra. Não te fiz celeste nem terrestre, mortal ou imortal, a fim que tu mesmo, livremente, à maneira de um bom pintor ou de um hábil escultor, descubras (e definas) tua própria forma”. O homem é o único animal indefinido; bem por isso, é possível o crescimento e uma evolução infinita.

         A educação é a ponte entre a potencialidade e a realidade que alcançará o ser humano. A educação é para ajudar a transformação da semente. O que é feito nas escolas e universidades comuns não é educação para enfrentar e tirar proveito da vida. Elas apenas preparam as pessoas para conseguir um bom emprego, um bom salário, mas não é a verdadeira educação. Talvez possam proporcionar-lhes um melhor teor de vida e o pão de cada dia. E Jesus diz: “O homem não pode viver só de pão”. Deve ampliar sua consciência, apreender sua condição de semente e desenvolver sua potencialidade. Ao contrário, as especializações estreitam o horizonte, enlatam o patrimônio humano, separam aquilo que faz parte de um todo harmônico – a vida universal.

         É isso que as universidades têm feito de uma maneira mais fácil, de um modo mais confortável, com menos esforço. É uma espécie primitiva de educação, pois não prepara o ser humano para a vida. Isso ele tem que aprender fora do ambiente educacional. Podem ser perfeitos como balconistas, chefes de laboratório, diretores administrativos, calculistas de estruturas. São habilidosos, mas, se analisarmos bem, são despreparados para a maioria dos embates que encontram pelo caminho. Disso vem o aumento descontrolado de suicídios entre jovens.

         Formam-se médicos para se suicidar! Não sabem o que é a vida, o que é o amor, o que é a luz. Não conhecem nada sobre a piedade, sobre a compaixão, não experimentaram nada dos aspectos mais valiosos da existência, não sabem cantar, dançar, deixar um parceiro satisfeito, celebrar a existência em silêncio e paz.

         A educação verdadeira deve servir para dar riqueza interior às pessoas, não apenas deixá-las mais informadas; deve dar condições de ampliar a consciência, de enxergar o infinito de onde viemos e para onde iremos. Não podemos preparar robôs para juntar riquezas nem prepará-los para ver apenas inimigos por todo lado.

         Por isso o mundo tornou-se um campo de crueldades. O viver neste planeta se tornou uma odisseia entre divisões e conflitos, entre classes, países, religiões, ideologias, que afinal apenas alimentam a ignorância e as guerras.

         O amor é uma escada. Começa com uma pessoa e termina com a totalidade. O amor é o princípio, Deus é o fim. Ter medo do amor, ter medo das dores do amor, é permanecer fechado numa cela obscura. Esse medo o deixa refém do isolamento, de uma cela escura, e desenvolve o narcisismo.

         Torna-se uma obsessão da mente moderna que quer fugir do esforço, da queda, dos arranhões e das dores do amor.

         O problema por quem não se deixa levar a lugar nenhum é o de secar por falta de trocas. Uma árvore vive de trocas, recebe sol, nutrientes, dá sombra, frutos e sementes, e um ser humano não é muito diferente.

         Se o homem deixar de usar o que o diferencia do animal, ele se tornará um pobre animal.”.

(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 13 de abril de 2026, caderno A.PARTE, página 2).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 10 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Ele viu, tudo era bom

‘Deus viu que tudo era bom!’ Este refrão é encontrado no relato da criação, no Livro do Gênesis, a primeira leitura da vigília pascal solene, iluminando o horizonte da noite santa. A compreensão antropológica do povo da antiga aliança abarcava o sentido de uma ordem querida por Deus-criador. Desmantelada essa ordem original, o Criador escancara as portas de sua paternidade e oferece o seu filho único, Jesus, que se imola no alto da cruz, morre e ressuscita. Cristo (re)estabelece, assim, a ordem definitiva e inigualável, a ser alcançada pela via do amor generoso, desapegado de tudo que desfigura a condição humana. Sabe-se que distanciar-se da ordem estabelecida por Jesus faz da convivência humana uma babel, com guerras, cenários de misérias e exclusões, incompetências diante do desafio de edificar uma sociedade justa e solidária. Prevalece a escassez de diálogos essenciais à reconciliação, multiplicam-se as disputas, as ações movidas pela mesquinhez de ressentimentos. Por isso, a alma humana precisa sempre recorrer à fecundidade do tempo pascal. Desse modo pode-se conquistar a envergadura moral indispensável ao exercício da cidadania e, principalmente, à condição honrosa de discípulo do mestre crucificado e ressuscitado.

À luz da interpelação da palavra de Deus, torna-se importante trilhar um itinerário espiritual vigoroso, como uma árvore carregada de folhagens, fazendo brotar frutos abundantes e saborosos. Isto significa evitar cair nas incoerências de um intelectualismo estéril, de humanistas desumanos, de religiosos sem alma, de políticos cegos e egoístas, de enriquecimentos a todo custo. Incoerências daqueles que se esquecem de que um dia morrerão, permanecendo indiferentes, enjaulados na mesquinhez da ganância. O itinerário espiritual, no horizonte rico da fé cristã, pode ser configurado de muitos modos e com diferentes dinâmicas. Esse rico itinerário possibilita a todos chegar ao mais genuíno amor, que tem força edificante, de reconstrução.  Importa reconhecer-se, humildemente, necessitado de um itinerário espiritual, demanda mais profunda da identidade humana.

Há de se vencer o medo que alimenta resistências à vivência da fé pela admissão incontestável que o caminho de Deus é uma cruz cotidiana, como testemunham os místicos em várias formas e em diferentes experiências. Como ideal, há de se buscar a perfeição final, o que significa plena manifestação de Cristo na vida dos seus discípulos. Particularmente, a partir da prática sincera da misericórdia, compreendendo que a vida é um dom a ser oferecido em favor dos semelhantes, especialmente dos pobres. Pois a misericórdia é a vivência de uma compaixão que forra o autêntico coração humano, fazendo valer fundamental princípio: quem tem mais, tem que ser mais generoso.

Quando o ser humano desconsidera a essencialidade do itinerário espiritual os cenários se complicam, até mesmo nas relações internacionais.  Prevalece a rebeldia de querer fazer valer o próprio interesse em desrespeito a direitos invioláveis. Indispensável, pois, é abrir-se à ação da graça de Deus, capaz de transformar corações por meio de uma fé que dissipa inseguranças e nunca deixa a caridade morrer. Os projetos de vida não podem se reduzir aos âmbitos sociais e políticos que, embora importantes, não contemplam tudo o que é essencial ao ser humano, com a sua vocação e missão. O ser humano deve exercitar a sua capacidade de crer sem esmorecimentos, aprendendo a buscar o que não se vê com os olhos do corpo, conseguindo fixar-se no que está para além das evidências e dos sonhos ilusórios alimentados a qualquer custo. Trata-se de um itinerário espiritual que deve contemplar a extraordinária arte da escuta, desafio gigantesco em um mundo extremamente barulhento, de egos inflados pela vaidade, sem contribuições relevantes para a vida do semelhante.

A escuta esmerada, atenta e amorosa, é indispensável para conservar a palavra de Deus, pão vivo, verdadeira comida e verdadeira bebida. Guardar a palavra de Deus é encontrar o caminho de uma alegria duradoura.  Quem dela se alimenta, se farta e se rejubila, e não deixa ressecar o coração, começo do adoecimento crônico da alma. Quem guarda a palavra de Deus, ensinam os místicos, também será guardado por ela. Indispensável no itinerário espiritual é o cultivo da humildade, acolhendo o que diz Santo Agostinho, ao ensinar que a humildade de Jesus Cristo é o remédio para todo orgulho, convite para ser humilde. Jesus Cristo, lembra Santo Agostinho, se humilhou, promovendo a cura a partir do remédio da humildade. Os desvarios do mundo, os descompassos sociais e políticos, as crises de sentido que ameaçam o viver, apontam na direção da indispensável adoção de um itinerário espiritual: caminho que todo ser humano deve trilhar. O tempo pascal constitui oportunidade para seguir o caminho condizente com a ordem estabelecida por Deus, capaz de levar a humanidade à redenção, desenhando no horizonte aquilo que o próprio Deus viu na sua obra, e reconheceu que era bom.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,75% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em fevereiro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,81%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande luz na interpretação de Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

 

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