“Despertar de consciência
O
homem nasce como uma semente. Ele nasce com uma potencialidade, e não como uma
realidade restrita. Isso é extraordinário, porque em toda a existência somente
o ser humano nasce como uma potencialidade não circunscrita. Todos os outros
animais nascem limitados. O cachorro nasce como um cachorro e vai permanecer o
mesmo a vida toda. O leão, a gazela, a águia, o gato da mesma forma. Um homem
pode se tornar um andarilho ou um Einstein, ou, mais ainda, um Zaratrusta, um
Jesus, um Buda, e ser considerado um deus.
O homem
como semente pode florescer ou não, como disse Pico della Mirandola: “Não te
consideram uma única face, nem um só lugar, ou algum dom que te faça
particular, ó homem, a fim de que tua face, teu lugar e teus dons, tu os
desveles, conquistes e domines por ti mesmo. Sem importe natureza definida por
lei, como obriguei outras espécies de seres. E tu, ao qual nenhum confim
delimita, tu pelo teu próprio arbítrio, entre as mãos daquele que aqui te
colocou, tu defines a ti mesmo. Te pus no mundo para que tu possas contemplar o
que contém esta obra. Não te fiz celeste nem terrestre, mortal ou imortal, a
fim que tu mesmo, livremente, à maneira de um bom pintor ou de um hábil
escultor, descubras (e definas) tua própria forma”. O homem é o único animal
indefinido; bem por isso, é possível o crescimento e uma evolução infinita.
A
educação é a ponte entre a potencialidade e a realidade que alcançará o ser
humano. A educação é para ajudar a transformação da semente. O que é feito nas
escolas e universidades comuns não é educação para enfrentar e tirar proveito
da vida. Elas apenas preparam as pessoas para conseguir um bom emprego, um bom
salário, mas não é a verdadeira educação. Talvez possam proporcionar-lhes um
melhor teor de vida e o pão de cada dia. E Jesus diz: “O homem não pode viver
só de pão”. Deve ampliar sua consciência, apreender sua condição de semente e
desenvolver sua potencialidade. Ao contrário, as especializações estreitam o
horizonte, enlatam o patrimônio humano, separam aquilo que faz parte de um todo
harmônico – a vida universal.
É isso
que as universidades têm feito de uma maneira mais fácil, de um modo mais
confortável, com menos esforço. É uma espécie primitiva de educação, pois não
prepara o ser humano para a vida. Isso ele tem que aprender fora do ambiente
educacional. Podem ser perfeitos como balconistas, chefes de laboratório,
diretores administrativos, calculistas de estruturas. São habilidosos, mas, se
analisarmos bem, são despreparados para a maioria dos embates que encontram
pelo caminho. Disso vem o aumento descontrolado de suicídios entre jovens.
Formam-se
médicos para se suicidar! Não sabem o que é a vida, o que é o amor, o que é a
luz. Não conhecem nada sobre a piedade, sobre a compaixão, não experimentaram
nada dos aspectos mais valiosos da existência, não sabem cantar, dançar, deixar
um parceiro satisfeito, celebrar a existência em silêncio e paz.
A
educação verdadeira deve servir para dar riqueza interior às pessoas, não
apenas deixá-las mais informadas; deve dar condições de ampliar a consciência,
de enxergar o infinito de onde viemos e para onde iremos. Não podemos preparar
robôs para juntar riquezas nem prepará-los para ver apenas inimigos por todo
lado.
Por isso
o mundo tornou-se um campo de crueldades. O viver neste planeta se tornou uma
odisseia entre divisões e conflitos, entre classes, países, religiões,
ideologias, que afinal apenas alimentam a ignorância e as guerras.
O amor é
uma escada. Começa com uma pessoa e termina com a totalidade. O amor é o
princípio, Deus é o fim. Ter medo do amor, ter medo das dores do amor, é
permanecer fechado numa cela obscura. Esse medo o deixa refém do isolamento, de
uma cela escura, e desenvolve o narcisismo.
Torna-se
uma obsessão da mente moderna que quer fugir do esforço, da queda, dos
arranhões e das dores do amor.
O
problema por quem não se deixa levar a lugar nenhum é o de secar por falta de
trocas. Uma árvore vive de trocas, recebe sol, nutrientes, dá sombra, frutos e
sementes, e um ser humano não é muito diferente.
Se o
homem deixar de usar o que o diferencia do animal, ele se tornará um pobre
animal.”.
(VITTORIO MEDIOLI, em artigo publicado no
jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 13 de abril de 2026, caderno A.PARTE,
página 2).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 10 de abril de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO,
arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral
transcrição:
“Ele viu, tudo era bom
‘Deus viu que tudo era
bom!’ Este refrão é encontrado no relato da criação, no Livro do Gênesis, a
primeira leitura da vigília pascal solene, iluminando o horizonte da noite
santa. A compreensão antropológica do povo da antiga aliança abarcava o sentido
de uma ordem querida por Deus-criador. Desmantelada essa ordem original, o
Criador escancara as portas de sua paternidade e oferece o seu filho único,
Jesus, que se imola no alto da cruz, morre e ressuscita. Cristo (re)estabelece,
assim, a ordem definitiva e inigualável, a ser alcançada pela via do amor
generoso, desapegado de tudo que desfigura a condição humana. Sabe-se que
distanciar-se da ordem estabelecida por Jesus faz da convivência humana uma
babel, com guerras, cenários de misérias e exclusões, incompetências diante do
desafio de edificar uma sociedade justa e solidária. Prevalece a escassez de
diálogos essenciais à reconciliação, multiplicam-se as disputas, as ações
movidas pela mesquinhez de ressentimentos. Por isso, a alma humana precisa
sempre recorrer à fecundidade do tempo pascal. Desse modo pode-se conquistar a
envergadura moral indispensável ao exercício da cidadania e, principalmente, à
condição honrosa de discípulo do mestre crucificado e ressuscitado.
À luz da interpelação da
palavra de Deus, torna-se importante trilhar um itinerário espiritual vigoroso,
como uma árvore carregada de folhagens, fazendo brotar frutos abundantes e
saborosos. Isto significa evitar cair nas incoerências de um intelectualismo
estéril, de humanistas desumanos, de religiosos sem alma, de políticos cegos e
egoístas, de enriquecimentos a todo custo. Incoerências daqueles que se
esquecem de que um dia morrerão, permanecendo indiferentes, enjaulados na
mesquinhez da ganância. O itinerário espiritual, no horizonte rico da fé
cristã, pode ser configurado de muitos modos e com diferentes dinâmicas. Esse
rico itinerário possibilita a todos chegar ao mais genuíno amor, que tem força
edificante, de reconstrução. Importa reconhecer-se, humildemente,
necessitado de um itinerário espiritual, demanda mais profunda da identidade
humana.
Há de se vencer o medo
que alimenta resistências à vivência da fé pela admissão incontestável que o
caminho de Deus é uma cruz cotidiana, como testemunham os místicos em várias
formas e em diferentes experiências. Como ideal, há de se buscar a perfeição final,
o que significa plena manifestação de Cristo na vida dos seus discípulos.
Particularmente, a partir da prática sincera da misericórdia, compreendendo que
a vida é um dom a ser oferecido em favor dos semelhantes, especialmente dos
pobres. Pois a misericórdia é a vivência de uma compaixão que forra o autêntico
coração humano, fazendo valer fundamental princípio: quem tem mais, tem que ser
mais generoso.
Quando o ser humano
desconsidera a essencialidade do itinerário espiritual os cenários se
complicam, até mesmo nas relações internacionais. Prevalece a rebeldia de
querer fazer valer o próprio interesse em desrespeito a direitos invioláveis.
Indispensável, pois, é abrir-se à ação da graça de Deus, capaz de transformar
corações por meio de uma fé que dissipa inseguranças e nunca deixa a caridade
morrer. Os projetos de vida não podem se reduzir aos âmbitos sociais e
políticos que, embora importantes, não contemplam tudo o que é essencial ao ser
humano, com a sua vocação e missão. O ser humano deve exercitar a sua
capacidade de crer sem esmorecimentos, aprendendo a buscar o que não se vê com
os olhos do corpo, conseguindo fixar-se no que está para além das evidências e
dos sonhos ilusórios alimentados a qualquer custo. Trata-se de um itinerário
espiritual que deve contemplar a extraordinária arte da escuta, desafio
gigantesco em um mundo extremamente barulhento, de egos inflados pela vaidade,
sem contribuições relevantes para a vida do semelhante.
A escuta esmerada, atenta
e amorosa, é indispensável para conservar a palavra de Deus, pão vivo,
verdadeira comida e verdadeira bebida. Guardar a palavra de Deus é encontrar o
caminho de uma alegria duradoura. Quem dela se alimenta, se farta e se rejubila,
e não deixa ressecar o coração, começo do adoecimento crônico da alma. Quem
guarda a palavra de Deus, ensinam os místicos, também será guardado por ela.
Indispensável no itinerário espiritual é o cultivo da humildade, acolhendo o
que diz Santo Agostinho, ao ensinar que a humildade de Jesus Cristo é o remédio
para todo orgulho, convite para ser humilde. Jesus Cristo, lembra Santo
Agostinho, se humilhou, promovendo a cura a partir do remédio da humildade. Os
desvarios do mundo, os descompassos sociais e políticos, as crises de sentido
que ameaçam o viver, apontam na direção da indispensável adoção de um
itinerário espiritual: caminho que todo ser humano deve trilhar. O tempo pascal
constitui oportunidade para seguir o caminho condizente com a ordem estabelecida
por Deus, capaz de levar a humanidade à redenção, desenhando no horizonte
aquilo que o próprio Deus viu na sua obra, e reconheceu que era bom.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
transformações em nossas estruturas educacionais,
institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais,
econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do
País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação
profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos
seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de
maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova
pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da
civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da
sustentabilidade... e da fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da
reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito,
transporte, acessibilidade); minas e
energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema
financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança
alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e
subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística;
pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e
lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático
e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade,
economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade,
produtividade, competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação
das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o
poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir,
dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública, concebida
por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente
ética e ancorada na sustentabilidade ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor, a força mais poderosa do
mundo: “Nossa Oração”– Luiz Ayrão ...
- A dogmatização humanitária, a razão e as
potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica e
diplomática -, tendo na reza diária do Santo Terço uma arma poderosa e a grande
luz na interpretação de Rayne Almeida – Um Certo Galileu – uma embaixatriz da
paz no mundo e na sustentabilidade!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na
sustentabilidade!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor, muito
especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos
diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II – Papa entre
16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo
os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade,
confrontação para melhor e concreticidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e
obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!
- COP30: O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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