quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E EXIGÊNCIAS DA INDEPENDÊNCIA, DOGMATIZAÇÃO PENAL, SINERGIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA E O HOSPITAL DA CRIANÇA , COMBATE À INFLAÇÃO, CORRUPÇÃO, DESPERDÍCIO E DÍVIDA PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA PRIMAZIA DO BEM COMUM, VALORES ÉTICOS, VIRTUDES CÍVICAS, VERDADE, DIREITO, JUSTIÇA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“Manifesto ao Brasil: O Coração do Mundo e a Civilização do Amor

No marco solene dos 204 anos de nossa Independência, movidos por um acendrado e inabalável amor à Pátria, cumpre-nos o dever cívico e espiritual de registrar que o Brasil ainda padece sob os grilhões de seus maiores e mais devastadores inimigos. São males estruturais que corroem as nossas riquezas e ferem a dignidade humana:

  • I — A Inflação: Que corrói o poder aquisitivo, retira cruelmente o pão da mesa dos mais vulneráveis e alimenta o gigantismo dos palácios., além de juros abusivos que recrudescem a desigualdade.
  • II — A Corrupção: Que, como um câncer avassalador, esmaga a ética, afronta a Constituição e embaça os caminhos da justiça e do direito.
  • III — O Desperdício: Que aniquila os frutos legítimos do suor do trabalhador e sangra os recursos que deveriam amparar o povo.
  • IV — A Dívida Pública: Sem uma auditoria cidadã e sem limites desde 1989 – conforme determina a Constituição Federal de 1988 – , e mais grave ainda, eivada de irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades, já atinge o patamar estratosférico de R$ 12 trilhões, exigindo um sufocante desembolso anual da ordem de R$ 2,5 trilhões — consumindo quase 45% do nosso orçamento nacional.
  • V — A Educação Básica: Historicamente negligenciada, embora seja o nascedouro indefectível do sucesso institucional e humano, apontando para a sublime Sinergia da Saúde e Educação, através do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos), numa robusta e efetiva Governança Tripartite, onde: aos MUNICÍPIOS – célula-máter da Nação – cabe a Gestão da Educação Infantil  em creches (0 – 3 anos) e em pré-escolas (4 e 5 anos) mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos); aos ESTADOS, a exclusividade pelo Ensino Médio (15 – 17 anos), mais as Universidades, abrindo as portas do sucesso no mercado de trabalho e na vida acadêmica e, finalmente, à UNIÃO, cabendo a Gestão Global mais a responsabilidade pelos recursos financeiros, materiais, logísticos e patrimoniais.
  • VI – A Estrutura Política e Eleitoral: E, para ampliar fontes de recursos e coroar de pleno êxito todas essas profundas transformações, à luz da Constituição Cidadã, as robustas primícias de uma urgente, necessária e frutuosa reforma política e eleitoral, em absoluta sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação das eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da reeleição para o Executivo (Prefeitos, Governadores e Presidente da República).
  • VII – Do Sistema Financeiro Nacional para um Sistema Único e Digital de Finanças: A Constituição Federal de 1988 reservou o Artigo 192 para acolher a vastidão das implicações financeiras diante de uma dinâmica extraordinária que ficou refém também do mercado financeiro em velozes transformações a exigir nova roupagem e um modelo, à semelhança da Saúde, que faça frente ao mundo digital e à complexidade das relações internacionais, com alguns fundamentos éticos e tecnológicos robustos e qualificados pela excelência educacional e em harmonia com as especificidades da sustentabilidade e dos indesviáveis clamores e súplicas do povo brasileiro: Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade.

O Elo Dourado: A Resposta na Civilização do Amor

Contudo, nenhuma dessas monumentais barreiras é capaz de arrefecer o nosso amor à Pátria. Contra a "cultura da morte" e o materialismo que geram a corrupção e o desperdício, o Brasil — vocacionado a ser o Coração do Mundo — é chamado por Deus a erguer a Civilização do Amor, conforme a iluminada profecia de São João Paulo II.

O caminho para essa redenção histórica começa no Santuário da Vida. A resposta definitiva aos nossos problemas estruturais não virá apenas de reformas políticas, mas da geração e lapidação de legítimos diamantes: as crianças nascidas de mães da nova geração do século XXI.

Sob o influxo do "gênio feminino", essas jovens mães são as guardiãs da esperança. É nelas que floresce o compromisso de acolher, proteger e cultivar a vida humana desde a concepção até a sua maturidade aos 17 anos.

A urgência de um novo Farol de Alexandria para a nossa Educação Básica deve caminhar em perfeita sinergia com o cuidado integral da saúde e da alma – pontificando aqui o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos). Ao educarmos o coração e a mente desses "diamantes", blindando-os contra o egoísmo e a injustiça, estaremos formando os Sentinelas da Manhã que herdarão esta terra.

E, para ampliar fontes de recursos e coroar de pleno êxito todas essas profundas transformações, à luz da Constituição Cidadã, as robustas primícias de uma urgente, necessária e frutuosa reforma política, em absoluta sintonia com os mais legítimos sentimentos pátrios: a) a unificação das eleições; b) mandatos de cinco anos; e, para um fecho de ouro, c) fim da reeleição para o Executivo.

Erguemos os olhos ao céu neste aniversário da pátria, convictos de que o amor que brota do nosso coração vencerá os grilhões. O Brasil despertará para a sua verdadeira missão: ser uma nação soberana, justa, e o farol espiritual da Civilização do Amor para toda a humanidade, com a geração dos diamantes, muito especialmente os filhos de mães também nascidas no século XXI.

(Mário Lúcio Moreira, em artigo publicado no blog O Brasil e a Excelência Educacional, datado de 7 de setembro de 2026)”.

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 9 de outubro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Primazia do bem

O Brasil vive o singular momento de eleições livres, amplas e limpas - sustentáculo da democracia, autêntico exercício de cidadania. Os resultados das urnas expressam a vontade do povo e sinaliza seus anseios. Esse processo se efetiva contando com a determinante contribuição do arcabouço político-partidário, que reflete a dimensão plural da sociedade neste tempo. Os partidos políticos têm a função de favorecer ampla participação e o acesso de todos às responsabilidades públicas, ensina a Doutrina Social da Igreja Católica. Desempenham, assim, a importante tarefa de interpretar as aspirações da sociedade civil orientando-as para o bem de todos. Portanto, os partidos devem ter o compromisso de desenvolver sínteses políticas e projetos capazes de ajudar os cidadãos a formular suas próprias opções. Naturalmente, são regidos por princípios e valores diferentes, mas devem partilhar sempre o compromisso com o bem comum. Isso significa que um partido político não pode alicerçar a sua ideologia em princípios e concepções que venham atentar contra valores democráticos, particularmente o respeito à dignidade humana.

Eleições são um jogo plural em que ora vence um partido com sua coligação, ora vence outro. As diferenças podem acirrar sentimentos e, para que não levem a perdas irreparáveis, todos devem buscar a primazia do bem. Lamentavelmente, convive-se com disputas figadais que podem se desdobrar em revanches raivosas e ondas de intolerâncias. Esse caminho apenas contribui para que a paixão política alimente polarizações. E corre-se o risco de minimizar a grandeza de se buscar o bem da sociedade, apequenando-se, consequentemente. O exercício do poder na democracia, para além da ideologia partidária, exige um governar para todos, tanto para os vencedores quanto para quem não foi exitoso no pleito. Trata-se de postura que expressa grandeza, na contramão de revanchismos, perseguições e disputas, com o equívoco de buscar construir-se pela desconstrução do semelhante.

O bem comum está acima das comemorações daqueles que venceram as eleições e da inquietação dos que perderam. Importa a grandeza e a nobreza de se exercer o poder para promover e garantir o bem comum, agindo com lisura moral, rechaço à corrupção, sempre a partir do respeito à dignidade humana. Vencer eleições é admitir que se deve enfrentar também, com serenidade e sabedoria, os problemas da própria comunidade política, dedicando-se à busca de soluções para problemas que desfiguram o rosto de uma sociedade democrática. A primazia do bem deve ser o compromisso das instituições e instâncias de poder que configuram o exercício da democracia. Nesse sentido, não se pode negociar o princípio basilar de que a comunidade política está, essencialmente, a serviço da sociedade civil. Não se pode inverter essa ordem hierárquica. Não se pode considerar a sociedade civil como um apêndice ou uma variável da comunidade política.

A Doutrina Social da Igreja sublinha a preeminência da sociedade civil: a comunidade política existe e se justifica no contexto maior da sociedade civil, de quem está a serviço. Agir na contramão dessa realidade leva também ao desencanto com a política, que passa a ser instrumento de vinganças ou de manipulações interesseiras, inviabilizando o bem de todos. A responsabilidade de quem é sufragado nas urnas é enorme. Não se esgota no compromisso partidário, mas projeta-se na amplitude da responsabilidade de dar conta do exercício do mandato, consideradas as complexidades de funcionamentos, os desafios e as exigências na confecção de um novo tecido social, superando a consideração de interesses oligárquicos para garantir o bem do povo. Vencer as eleições deve ser “porta de entrada” para a oferta da própria vida em benefício do bem comum. Não é simplesmente ocupar cadeiras para a satisfação de caprichos, da vaidade pessoal, ou conquistar benesses.

A primazia do bem comum é farol que deve iluminar diálogos e confrontos. O momento atual exige análises lúcidas para que não se perca a oportunidade de novas respostas aos desafios e necessidades do povo. As análises, opiniões e narrativas constituem importante contribuição para que muitas promessas se efetivem. A corrida eleitoral não é uma gincana entre vencedores e perdedores, mas a busca por um bem maior. O sabor da vitória ou o amargo da derrota não podem ser o critério de atuação, de discernimentos sobre prioridades. Aqueles que foram às urnas esperam que toda a classe política priorize o bem comum, deixando-se guiar por princípios morais que fermentam a honestidade, a credibilidade, resultando em qualificadas gestão e representação.   O ponto de partida e de chegada será sempre a primazia do bem, corrigindo descompassos, superando crises, reavendo credibilidade na política. Respeitada essa primazia, impulsiona-se, na sociedade, a justiça social e o compromisso com a solidariedade. Abandonado esse caminho, prevalecerão as escolhas equivocadas, as manipulações interesseiras, com prejuízos pesados para todos. Aqueles que verdadeiramente buscam servir ao povo, exercendo qualificadamente a cidadania, tem este horizonte luminoso e inspirador: buscar sempre a primazia do bem.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas transformações em nossas estruturas educacionais, institucionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a)     a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno – com indicação de até os 3 anos –, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a conclusão do ensino médio (concepção – 17 anos) – e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches, quando todas as capacidades da criança estão sendo desenvolvidas; e, 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas, quando se inicia o desenvolvimento de habilidades e competências) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental (6 – 14 anos), independentemente do mês de seu nascimento; mais o ensino médio (15 – 17 anos) –, às portas do mercado de trabalho e da Universidade, abrindo iluminados caminhos até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania, da democracia e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma genuína revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas de um país global, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da cultura das virtudes cívicas – disciplina, parcimônia, honestidade, coerência, responsabilidade, dignidade do trabalho, lealdade, fé, coragem, perseverança, compaixão, empatia, respeito mútuo e, sobretudo da ética em todas as nossas relações – à luz da verdade, do direito, da justiça, da liberdade, da democracia, da paz, da solidariedade  e da fraternidade universal na sustentabilidade);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 14,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em agosto, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,22%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade  –  “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 526 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, integridade, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente – subfinanciamento da reconstrução decorrente de fenômenos naturais; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; defesa - forças armadas e subfinanciamento da reconstrução; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação, ao lado da Inteligência Artificial; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, imediaticidade, concreticidade, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, inovação, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem a nossa motivação, o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e sustentavelmente desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

65 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2026)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari sonhador a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- A transcendental convergência entre o Hospital da Criança – no  atendimento desde a concepção até a conclusão da Educação Básica (Concepção – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- COP 30 – COPA DO MUNDO 30 – BRASIL 30: a eclosão da Primavera Brasileira por um país global na concretização de uma genuína revolução educacional, transformando em política pública a priorização da Educação Básica em sinergia com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos) – na sustentabilidade.

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas; bem a propósito, a seminal e imperiosa urgência e implacável necessidade de um Sistema Único de Finanças, sobre os pilares da Transparência, Integridade, Acessibilidade e Universalidade...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar que a política é essencialmente ética, promover a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública, concebida por um código de conduta de uma só prescrição: a política é essencialmente ética e ancorada na sustentabilidade ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor, a força mais poderosa do mundo: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A dogmatização humanitária, a razão e as potencialidades na solução da guerra - que é espiritual, dialógica, diplomática, militar, industrial e digital -, tendo na reza diária do Santo Terço a arma mais poderosa e a grande luz na magistral interpretação da “Princesinha do Nordeste” Rayne Almeida – Um Certo Galileu – onde desponta uma embaixatriz da paz no mundo e na sustentabilidade e se proclama o único e verdadeiro Rei do universo!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na sustentabilidade!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor, muito especialmente com a seminal contribuição do florescimento da geração dos diamantes – os nascidos no século XXI (São João Paulo II Magno – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005), com a priorização da Educação Básica dentre as nossas políticas públicas, e em absoluta SINERGIA com o Hospital da Criança – no atendimento desde a concepção até a sua conclusão (concepção – 17 anos), em competente Governança Tripartite:

Aos MUNICÍPIOS – célula-máter da Nação: a gestão da Educação Infantil – em Creches (0 - 3 anos) e Pré-Escolas (4 e 5 anos), mais o Ensino Fundamental (6 – 14 anos);

Aos ESTADOS: a exclusividade da gestão do Ensino Médio (15 – 17 anos) e Universidades;

À UNIÃO: as Universidades mais a gestão global e os recursos materiais, financeiros, logísticos e patrimoniais!

Afinal, a pedra rejeitada pelos construtores se tornou a pedra angular! ...

 

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade, segundo os fundamentos do amor incondicional, empatia, coerência, imediaticidade, confrontação para melhor e concreticidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia/saúde e teologia/ética na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- COP30: O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicanálise na plena cidadania e democracia em face dos avanços da ecoansiedade na sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar na sustentabilidade, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!     

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

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