quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS URGÊNCIAS E EXIGÊNCIAS DA QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS, COMPETENTE ENSINO E APRENDIZAGEM EFETIVA, APURADA PEDAGOGIA, AUTONOMIA E HARMONIA SOCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA VISÃO OLÍMPICA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, DIMENSÃO ÉTICA, BEM COMUM, DIGNIDADE HUMANA, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM CIVILIZATÓRIA NA SUSTENTABILIDADE

“O atraso escolar e o futuro que estamos construindo

       O atraso escolar é uma ferida aberta na educação brasileira, e não apenas um indicador técnico. Ele representa histórias interrompidas, trajetórias prejudicadas e um futuro nacional comprometido. Pensar nesse atraso seu reconhecer sua gravidade é fechar os olhos para aquilo que já faz parte da realidade de milhões de crianças que enfrentam dificuldades no processo de ensino e aprendizagem.

         No Brasil, convive-se há décadas com o desafio da defasagem idade-série. Uma criança em atraso escolar é, antes de tudo, um estudante que não teve acesso às condições necessárias para aprender no tempo adequado ao seu desenvolvimento. São milhões que seguem para as séries seguintes sem domínio mínimo de leitura, escrita ou habilidades matemáticas essenciais, e isso não é um problema pedagógico, mas social.

         Parte dessa distorção nasce de um modelo que, muitas vezes, prioriza índices de aprovação, e não a aprendizagem real. É nesse ponto que surge a discussão sobre o Fundeb, fundo essencial para financiar a educação básica, mas que acaba sendo mal compreendido quando se associa, equivocadamente, aprovação automática a financiamento. A verdade é que nenhum indicador financeiro pode substituir o compromisso ético de garantir que cada criança aprenda de fato.

         Avaliar estudantes de 9 anos que ainda não foram alfabetizados é reconhecer que falhamos antes. A alfabetização não é um ato burocrático; é o processo que tira a criança da escuridão para a luz do conhecimento. Ela deveria acontecer entre os 6 e 7 anos, etapa crucial para que a leitura se torne ferramenta de compreensão, autonomia e cidadania. Quando esse processo não se consolida no tempo certo, forma-se um ciclo difícil de romper.

         É comum ouvir que a solução estaria apenas nas políticas públicas, e elas são realmente indispensáveis. Mas a educação, para acontecer com qualidade, depende de um tripé que precisa funcionar em harmonia: família, escola e comunidade. Uma família presente, que valoriza a educação formal e informal; uma escola comprometida com boas práticas pedagógicas e alinhamento com seus parceiros naturais; e uma sociedade que reforça a importância da leitura, do estudo e do papel do professor.

         Aprovar um estudante sem que ele tenha aprendido é mais do que um equívoco: é negar a ele a chance de trilhar um futuro digno. Não é ético, não é responsável e não contribui para construir uma país mais forte.

         Da mesma forma, transformar a frequência escolar, um direito básico, em moeda de troca financeira não é o caminho. Educação não deve ser compensada como obrigação; deve ser tratada como valor.

         O Brasil precisa, com urgência, reconhecer que o atraso escolar não é um problema isolado: é um alerta. Um país que não prioriza o desenvolvimento cognitivo das suas crianças compromete sua própria capacidade de avançar.

         Despertar para essa realidade é o primeiro passo. O segundo é agir. Porque o futuro de uma nação começa na sala de aula, mas se sustenta no compromisso coletivo de torná-la, de fato, um lugar de aprendizagem.”.

(Esther Cristina Pereira. Diretora da Federação Nacional das Escolas Particulares e diretora educacional do Instituto Destino Brasil, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 16 de dezembro de 2025, caderno OPINIÃO, página 17).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição 26 de dezembro de 2025, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece integral transcrição:

“Recomeçar sempre

Às vésperas de um novo ano civil multiplicam-se os augúrios de felicidade e prosperidade: um turbilhão de votos que pode se configurar em uma onda demagógica e repetitiva, chegando à esterilidade, em razão de saudações que mais parecem clichês. A contagem de um novo ano civil, para além dos brindes e dos fogos, é uma oportunidade para recomeços. E constitui um singular caminho para recomeçar dedicar-se a um balanço sobre o ano que termina, delineando novos propósitos e compromissos. É hora de alimentar a disposição de recomeçar, pois, na vida de cada pessoa, é preciso recomeçar sempre, para poder avançar. O horizonte de novos propósitos deve ser alimentado por indicativos relevantes, contemplando metas que ultrapassem fronteiras domésticas para ter incidência na vida comunitária, cidadã e sociopolítica. Por isso mesmo, a disposição para se viver recomeços deve considerar uma dimensão moral indispensável, aquela que ilumina e configura a conduta de cada um no exercício de suas responsabilidades e nos seus desempenhos profissionais. Não se trata simplesmente de buscar alcançar os próprios propósitos a todo custo, sobretudo quando se considera a tendência humana de estreitar-se, por fraqueza, nas próprias ambições, abrindo mão da ética para obter enriquecimentos e outras formas ilusórias de conquistas.

Recomeçar é, pois, um confronto existencial com princípios que estão acima dos desejos pessoais - que, muitas vezes no afã de conquistá-los, pode exigir sacrifícios injustos com prejuízos ao bem comum e à dignidade inviolável do ser humano.  Os cristãos são desafiados a traçar seu programa de vida e seus propósitos no horizonte de uma virtude: a esperança, para não correr o risco de se degringolar nas descidas que significam atrasos sociais e políticos, impedindo avanços civilizatórios, respeito a direitos fundamentais, adequada configuração cultural de uma sociedade. Em 2025, os cristãos católicos viveram um ano jubilar, com repercussões no exercício da cidadania. Esse ano jubilar convidou todos os seres humanos a se qualificarem como peregrinos de esperança. A virtude da esperança, na fé cristã, é um tesouro de perspectivas, uma escola formativa e de correção, uma luz para clarear caminhos, gerando, em abundância, uma moralidade indispensável. Essa moralidade pode fecundar a exigência de se recomeçar sempre. Um recomeço com a nobreza de propósitos sem jamais enjaular-se na pequenez de interesses meramente pecuniários, na ambição egoísta por poder político-institucional.

A virtude da esperança se torna uma luz luzente nos caminhos da humanidade. Uma virtude indispensável que permite vencer os cansaços do caminho, pela certeza da salvação que é garantida com o Natal do Salvador. O nascimento de Jesus torna fidedigna a esperança do povo de Deus, uma luz nova para a humanidade. Aqueles que creem se distinguem por saber que o futuro não é garantido pelo que se possui materialmente, nem pelo poder, reconhecimento social e institucional que se conquistou a qualquer preço. A esperança cristã, essencial aos recomeços na vida de cada pessoa, leva à lucidez de se buscar contribuir com a edificação de uma sociedade mais justa e solidária, enquanto se caminha rumo a um futuro que ultrapassa os limites do tempo deste mundo, que corre velozmente. Como se conquista essa esperança, indispensável pela sua força de revestir corações com valores e princípios que podem qualificar o exercício da cidadania? A esperança cristã se conquista pela experiência do encontro com o Menino-Deus, razão da festa deste tempo do Natal. Conhecer o verdadeiro Deus é fecundar-se da esperança que não decepciona, que baliza e ilumina, de modo qualificado, os propósitos dos recomeços, tornando-os melhores.

A esperança cristã alimenta o compromisso pelo bem de todos, fecunda o desejo de contribuir para o desenvolvimento integral, cura ignorâncias cristalizadas pelas superficialidades na regência de escolhas pessoais, Uma esperança que concede à sociedade cidadãos e cidadãs que fazem diferença, na cultura, na arte, na educação, na religiosidade e no compromisso social, efetivando e apoiando o que supera os vergonhosos cenários de exclusão. Planejar o recomeço a partir de Deus, em Cristo, o Verbo encarnado, aquele que revela o rosto de seu Pai, o Pai de todos, impulsiona a fraternidade, fecunda sonhos e faz eleger o bem comum como prioridade, assumindo a condição de operário de um mundo novo. A conquista maior é o consenso em torno de uma irmandade que inspire diálogos e ações capazes de ajudar a superar guerras de todo tipo. Recomeçar, assim, é admitir a necessidade de uma nova e lúcida concepção de mundo, meta a ser alcançada pela experiência do encontro e do diálogo frequente com uma pessoa: Jesus Cristo. Sem esse encontro e diálogo cada recomeço está fadado ao fracasso, pelo risco dos aprisionamentos em horizontes estreitos que levam a frustrações.

Recomeçar é uma oportunidade singular de exercitar-se na arte de saber viver e morrer retamente, porque o tempo passa e tudo termina, permanecendo apenas o eterno da verdadeira e fidedigna esperança. Importa planejar e recomeçar à luz da esperança que não decepciona. Pertinente é a palavra do poeta Thiago de Mello, em Memória da Esperança, inspirando recomeços: “Na fogueira do que faço por amor me queimo inteiro. Mas simultâneo renasço para ser barro do sonho e artesão do que serei. Do tempo que me devora nasce a fome de ser. Minha força vem da frágil flor ferida que se entreabre resgatada pelo orvalho da vida que já vivi. Qual a flama que darei para acender o caminho da criança que vai chegar? Não sei. Mas sei que já dança, canção de luz e de sombra, na memória da esperança”.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em novembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,46%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2025, apenas segundo proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,5 trilhões (44,3%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,7 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional ...

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, povos, línguas, cidades e nações!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

   

 

 

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E DESAFIOS DA BOA GOVERNANÇA, QUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS, REVOLUÇÃO PEDAGÓGICA, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E NOVAS TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO CANTO DE ESPERANÇA, PODER, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, ILUMINAÇÃO DA CONSCIÊNCIA, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, JUSTIÇA, PAZ E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“O desafio maior: a guerra que não pode ser perdida

       2026, ano de eleições gerais. Momento de reavaliar a trajetória e fazer escolhas. Os especialistas em pesquisas de opinião e marketing político já construíram certo consenso de que o tema central será segurança pública. O crescimento do crime organizado realmente assusta e mobiliza corações e mentes. A sensação de insegurança é real e pode predominar na formação da decisão de voto dos brasileiros. Mas a agenda de desafios brasileiros é muito mais ampla.

         Em pleno fechamento do primeiro quartel do século XXI ainda remanescem problemas crônicos, como a falta de acesso aos serviços de água e esgoto, a pobreza e a miséria, os milhões de moradias inadequadas, os gargalos de acesso no SUS, o agravamento dos riscos ambientais, a insegurança jurídica e a judicialização excessiva, a burocracia e o alto custo Brasil, as debilidades da infraestrutura, o desequilíbrio fiscal e as altas taxas de juros, o crescimento econômico errático em modo “voo de galinha” e “montanha-russa”, a corrupção longe de ser erradicada.

         Portanto, temas não faltam a serem discutidos pelos candidatos em 2026. Dizem que a opinião pública é monotemática. Será?

         Entretanto, um aspecto me incomoda mais. Um tema em que não temos de errar, a guerra que não pode ser perdida: a inacabada revolução educacional. Essa discussão parece-me negligenciada para além dos muros do universo dos especialistas e das corporações diretamente envolvidas.

         Parece-me que a sociedade tem uma visão complacente em relação a nossos baixíssimos de qualidade no ensino fundamental e médio e o déficit alarmante de vagas na educação infantil – a ciência já demonstrou que a capacidade de desenvolvimento cognitivo das crianças é definida na primeira infância. Parece que há uma acomodação a partir da universalização do ensino alcançada na passagem do século, afinal, mal ou bem, as crianças estão frequentando a escola e recebendo merenda escolar, independentemente do nível de aprendizado proporcionado.

         Na última avaliação internacional da qualidade da educação (Pisa), o Brasil ficou, respectivamente, com o 65º, o 52º e o 62º lugar em matemática, leitura e ciências, entre os 81 países participantes. Nosso desempenho é muito pior do que o de um país muito mais pobre, como o Vietnã, por exemplo.

         Quando fui secretário estadual de Saúde em Minas Gerais (2003-2010), em vez de puxar a sardinha para a minha brasa, afirmava, aos quatro ventos, que saúde e segurança defendem a vida, mas a única coisa que a transforma é educação de qualidade universalizada. Tudo melhoria. E a cidadania seria mais densa e forte.

         Estruturação de uma carreira nacional com gestão operacional local, empoderamento dos diretores de escolas como protagonistas da coordenação da relação alunos-pais-comunidade-professores, envolvimento profundo e radical das universidades na qualificação do ensino fundamental e médio, universalização do ensino infantil, revolução pedagógica com uso intensivo das ferramentas digitais, mobilização nacional em favor da reversão do quadro, todas essas são linhas de ação a serem discutidas.

         A segurança pode até dominar o debate. Mas a guerra só será ganha quando as crianças e os jovens pobres enxergarem na educação, e não no tráfico, o caminho para a ascensão social e a melhoria de sua qualidade de vida.”.

(Marcus Pestana. Diretor executivo da Instituição Fiscal Independente e ex-deputado federal – mv.pestana@hotmail.com, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 13 de dezembro de 2025, caderno OPINIÃO, página 18).    

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 19 de dezembro de 2025, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

 “Canto de esperança

O Natal é um canto de esperança: a esperança que não decepciona. Compreende-se a importância deste tempo litúrgico do Advento, que é oportunidade para deixar-se banhar pela luz da esperança que tem força para suplantar sombras ao desenhar um caminho de respostas para a humanidade. Neste tempo, ecoa um convite à novidade que Deus oferece ao ser humano: uma lógica com força curativa e em um horizonte propositivo. A proclamação da profecia de Isaías remete a um caminho traçado com segurança, com uma carga sapiencial que convence pela força simbólica de imagens e cenários educativos. Reforça nos corações a convicção inadiável de se buscar uma conduta nova. Um apelo que não deixa ninguém de fora. Todos são chamados a configurar lógicas novas para, urgentemente, curar a sociedade contemporânea de suas muitas feridas. Anuncia Isaías: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; para os que habitavam as sombras da morte, uma luz resplandeceu”. A dissipação das trevas depende da acolhida da luz anunciada pelo profeta. Requer-se, pois, atenção e confronto com as situações de sombras que envolvem e prejudicam o caminho da sociedade.

A vitória sobre as sombras não vem pelas mãos dos que marcham com barulho e com mantos empapados de sangue. Barulhos de governantes que batem boca, preocupados somente com a defesa de seu próprio lado, buscando garantir poder a partir de reconhecimento político-social. Condutas que enjaulam o povo, sobretudo os pobres, no atraso, manipulando discursos, distanciando-se de necessários empreendimentos civilizatórios. Aliás, a sociedade está o tempo todo a assistir aos capítulos de diferentes disputas, grande parte delas relacionadas à luta pelo poder, que se sobrepõe a tantos temas relevantes para a vida social. As brigas e os crimes tomam conta do noticiário, enquanto tornam-se cada vez mais raras as ações efetivas e abrangentes de transformação do mundo. As sombras aumentam e se acentuam quando realizações são “cantadas” como méritos pessoais e partidários. Princípios humanísticos e o respeito cidadão aos direitos sociais são ofuscados pela própria vaidade, com atitudes que almejam somente a autopromoção.

O canto de esperança é o eco de uma luz que brilha e dissipa sombras pela presença ativa do Príncipe da Paz, na fragilidade e na humildade do menino que nasce, do Filho de Deus que é dado à humanidade. Jesus, conselheiro maravilhoso, construtor de uma paz sem fim, expressa seu poder e o seu domínio na contramão da costumeira arrogância e da soberba que habitam corações. Isaías adverte que, para os arrogantes e soberbos, “a mão do Senhor está erguida”, dizendo que Deus cortou, de Israel, a cabeça e a cauda, a palmeira e o caniço num só dia. E prossegue lembrando que a cabeça são os anciãos e os notáveis e a cauda são os profetas que divulgam mentiras. Pois, continua a profecia, a maldade como fogo se acendeu incendiando a floresta densa e fazendo subir colunas de fumaça. Isaías aumenta o tom da denúncia ao referir-se que alguns devoram à direita e continuam com fome, outros comem à esquerda e não ficam satisfeitos: cada um devora a carne de seu próximo.

O Príncipe da Paz, sobre quem repousa o Espírito Santo, é o rebento de esperança. Somente pela lógica d’Ele, uma nova ordem se implantará, com maravilhosas conquistas, a exemplo da justiça para os pobres, “porque a justiça será o seu cinto e a fidelidade, o cinturão em volta de seus rins. Ninguém matará ninguém, nem fará mal, pois a terra estará cheia do conhecimento do Senhor, como as águas que recobrem o mar”.  O canto de esperança do Natal aponta quem é Ele. Recebido na manjedoura do coração, Jesus ensina o segredo da nova ordem, uma ordem que alcança o impossível e realiza simplesmente o bem que alicerça uma sociedade justa e solidária, livre da mesquinhez que está em todo lugar, feito erva daninha. Adotada a lógica do Príncipe da Paz, maravilhas se realizarão, conforme as imagens impactantes descritas pelo profeta Isaías: o lobo que habitará com o cordeiro, o leopardo deitado ao lado do cabrito; o bezerro e o leão pastando juntos, guiados por um menino pequeno; a ursa e a vaca pastarão juntas, com suas crias deitadas lado a lado; o leão junto com o boi comerá palha e a criancinha de peito brincará na toca da cobra venenosa, e no esconderijo da serpente a criança desmamada colocará a mão.

Importa fixar o olhar no Príncipe da Paz, o Menino Deus, para que se alegrem o deserto e a terra seca, rejubile-se a estepe e floresça como o lírio, fortalecendo as mãos abatidas e firmando os joelhos vacilantes. Os medrosos serão convocados à fortaleza: Deus vem para salvar. Com poesia e sabedoria, o profeta anuncia os frutos exitosos do acolhimento do Príncipe da Paz: os olhos dos cegos vão se abrir, e os ouvidos dos surdos desobstruirão; saltará o aleijado como cabrito, e a língua dos mudos vai cantar, água jorrará no deserto e rios na terra seca. Haverá uma estrada, um caminho santo, puro e reto, e nem os tolos se perderão. O canto de esperança não é luz brilhando do lado de fora, como enfeite que enche os olhos, mas iluminação na consciência e no coração que inspira conduta nova na luta por uma ordem sociopolítica diferente, onde papéis e missões, serviços e responsabilidades são exercidos pelo bem maior, o bem de todos, prioritariamente o bem dos pobres. Brilhe a luz que vem do Príncipe da Paz e seja entusiasmante o canto de esperança para que, no Natal, abra-se um novo horizonte de diálogos, justiça e paz.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em novembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,46%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2025, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,5 trilhões (44,3%), a título de juros, encargos, amortização e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,7 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional ...

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, povos, línguas, cidades e nações!

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!