“2026: descarbonização como palavra-chave
Fechamos
2025 com resultados recordes no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Foram
mais de R$ 4 bilhões em financiamentos realizados e cada vez mais micro,
pequenas, médias e grandes empresas, além de produtores rurais, apoiados a
partir das nossas linhas de crédito que chegaram a todas as regiões do Estado.
Números celebrados e que nos dão a base necessária para 2026, que já chega com
novos e importantes desafios.
Neste
ano que se inicia, a palavra-chave para o BDMG é descarbonização. A transição
para fontes renováveis de energia e o incentivo aos novos modos de produção,
sejam eles no campo, entre empresas de todos os portes e nos municípios, estão
no pilar da nossa atuação estratégica em 2026.
O
financiamento verde será, cada vez mais, uma marca. No últimos anos, o banco
criou estratégias para que o crédito se transformasse em uma peça decisiva para
a descarbonização da economia mineira e buscaremos fazer ainda mais.
Quando
criamos linhas de crédito com taxas mais baixas e prazos de pagamento mais
longos para empresários que buscam formas alternativas de crescer
economicamente sem esquecer a preservação dos recursos naturais ou quando
desenvolvemos condições especiais para que as prefeituras possam executar
projetos sua cidade em resiliente, estamos trabalhando neste sentido.
Para nós
do BDMG, a defesa de uma economia de baixo carbono é parte de um plano de ações
concretas. Criamos, recentemente, a linha BDMG Verde, e passamos a financiar
itens até então inéditos na nossa carteira de produtos. O foco são iniciativas
de controle de poluição, energia renovável como hidrogênio verde, usinas de
biometano, aquecimento solar, tratamento e redução de resíduos industriais,
transporte limpo, compra de máquinas eficientes, e outros.
No
campo, a preocupação com a resiliência climática também é uma realidade entre
produtores e empresários do agronegócio. Nesse sentido, também nos dedicamos a
uma solução que responsa à essa demanda: o BDMG Verde Agro. Esses
financiamentos têm viabilizado, por todas as regiões do Estado, a recuperação
de pastagens, a implementação da agricultura 4.0, a compra de equipamentos e
outras iniciativas que permitem aos mineiros ampliar a produtividade, agregar
valor e conquistar novas certificações e mercados.
O banco
conta com um time que se destina estudar o tema e transformar as melhores
práticas em produtos aos nossos clientes. Finalizamos em dezembro, por exemplo,
o projeto “Mobilising Green Investment for Minas Gerais”, em parceria com a
Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a
britânica UK PACT. Entre os resultados produzidos estão ferramentas de
monitoramento e de avaliação de riscos climáticos para o Estado que nos
ajudarão a orientar com ainda mais embasamento nossa atuação.
Sempre
reforço que quando uma empresa ou um produtor rural aderem à economia verde e
às práticas sustentáveis estão valorizando seus produtos e serviços no mercado
e gerando impactos duradouros para a sociedade. Quando um município prioriza
obras e projetos sustentáveis, gera economia e promove a qualidade de vida.
No que
depender do BDMG, com apoio do governador Romeu Zema e do vice Mateus Simões, o
crédito será cada vez mais acessível para que a descarbonização da economia no
Estado seja uma realidade viável a todos.”.
(Gabriel Viégas Neto. Presidente do Banco de
Desenvolvimento de Minas Gerais, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 14 de janeiro de 2026, caderno O.PINIÃO, página
16).
Mais uma importante e oportuna contribuição para o
nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional, vem de
artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 09 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“Zelo pelo bem comum
O zelo pelo bem comum é
um princípio ético-moral precioso e carregado de elementos essenciais ao
direcionamento qualificado das relações sociais e políticas entre pessoas,
instituições, povos, culturas e nações. Também contém o necessário para
garantir ordenamentos jurídicos endereçados à paz mundial. O arcabouço em torno
do entendimento e respeito ao bem comum é um rio caudaloso, com forças
próprias, incluindo aquelas que fecundam uma sensibilidade social que jamais
permite negociar a inviolabilidade da dignidade humana. Importante revisitar e
navegar neste rio caudaloso para reavivar o sentido profundo do respeito,
garantindo funcionamentos e organizações que jamais atentem, em qualquer
circunstância, contra direitos e deveres do ser humano.
O sentido do bem comum
possui referências educativas e corretivas indispensáveis como caminho de
superação de todo tipo de atentado contra a dignidade humana: corrige e
qualifica, do cidadão comum a magistrados, governantes e dirigentes. É uma
garantia de sensibilidade que impulsiona o abandono de irracionalidades e
conivências, proporciona ajustes aos comuns desvarios políticos que passam por
cima do princípio do bem comum. Desconhecer ou relativizar o que configura o
valor ético-moral do bem comum, em todas as circunstâncias sociais e políticas,
é caminho de comprometimento da paz, abre espaço para os ladrões e os
violentos, para ações que validam ideologizações, anulando o sentido amplo e
civilizatório do bem de todos, igualmente, em qualquer parte do planeta.
No rico horizonte do zelo
pelo bem comum, seja sempre ressaltado o valor dos direitos humanos, como meio
de se responder de modo eficaz às exigências imprescindíveis da dignidade
humana. Vale lembrar o empenho de São João Paulo II sobre o respeito inegociável
em relação ao conteúdo da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU -
oportunidade singular quando se adicionou uma pedra miliário para o caminho do
progresso moral da humanidade. Compreende-se que a raiz dos direitos humanos
está na própria dignidade de cada ser humano, uma raiz a ser explicitada e
aprendida com a razão e com o coração. Assim, aceita-se que a fonte última dos
direitos humanos não se situa na mera vontade de cada pessoa, na realidade do
Estado, nos poderes públicos, mas na pessoa e em Deus, seu criador. Portanto,
estes direitos são universais, invioláveis e inalienáveis, como ensina a
Doutrina Social da Igreja Católica: universais porque estão presentes em todos
os seres humanos, sem exceção alguma de tempo, de lugar e de sujeitos;
invioláveis enquanto inerentes à pessoa humana e à sua dignidade, e
inalienáveis enquanto ninguém pode privar um dos seus semelhantes destes
direitos, seja ele quem for, porque isso significa violentar a sua natureza.
Conta, pois, respeitar os
direitos humanos como zelo autêntico e eficaz pelo bem comum. Este respeito é
garantia de autêntico progresso em todos os regimes, sociedades, sistemas e
ambientes. Direitos em profunda correlação com deveres. Nesta direção estão os
direitos de povos e nações. Por isso, o magistério da Igreja Católica recorda
que o direito internacional se funda no princípio de igual respeito dos
Estados, do direito à autodeterminação de cada povo e da livre cooperação em
vista do bem comum e no direito à independência. Os direitos das nações não são
outra coisa senão os direitos humanos compreendidos como vida comunitária. A
Doutrina Social da Igreja Católica enfatiza e sublinha que a nação tem um
fundamental direito à existência, à própria língua e à cultura, mediante as
quais um povo exprime e promove a sua originária soberania espiritual,
modelando sua vida segundo tradições, excluindo, naturalmente, toda violação
dos direitos humanos fundamentais, em particular a opressão das minorias. Ainda,
a edificação do próprio futuro, oferecendo, sobretudo aos mais jovens, uma
educação apropriada. E para que haja ordem internacional exige-se um equilíbrio
entre particularidade e universalidade, ao qual todas as nações são chamadas,
para as quais o primeiro dever é o de viver em atitude de paz, respeito e
solidariedade com as outras nações. Este compromisso não pode ser obscurecido e
negociado por nenhum tipo de ideologia política. Não se pode ferir, em nenhuma
hipótese, o princípio do bem comum.
Assim, o bem comum não
consiste na soma dos bens particulares de cada sujeito. Ensina, então, a
Doutrina Social da Igreja, assim como o agir moral do indivíduo se realiza na
prática do bem, também o agir social alcança a plenitude realizando o bem
comum. O bem comum pode ser entendido como a dimensão social e comunitária do
bem moral. Uma sociedade que, em todos os níveis, quer internacionalmente estar
a serviço do ser humano é aquela que propõe como meta prioritária o bem comum,
enquanto bem de todos os homens.
Ninguém, família, Estado,
cidade, empresas, comunidade de povos e nações, pode evitar a reflexão e o
compromisso com o bem comum. Este zelo pela paz, requer a organização adequada
dos poderes do Estado, sólida ordem jurídica, salvaguarda do meio ambiente,
prestação de serviços essenciais às pessoas, alguns dos quais são direitos
humanos, como alimentação, moradia, trabalho, educação, acesso à cultura, à
saúde, transportes, livre circulação de informações e tutela da liberdade
religiosa. O zelo pelo bem comum é caminho de paz e de nova aposta, aposta
permanente, de um novo civilizatório sem autoritarismos, regionalismos
fratricidas. O zelo pelo bem comum é um compromisso cotidiano de toda cidadania
qualificada.”.
Eis, portanto, mais páginas contendo
importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à
maior crise de liderança de nossa
história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para
a imperiosa e urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e
desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer;
turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e
operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade
– “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade,
competitividade); entre outros...
São,
e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o
nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande
cruzada nacional pela excelência
educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada,
civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e
desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas
riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos
os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos
bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de
infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à
luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização
das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência
artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do
desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social,
com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção
e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e
novo mundo da visão olímpica, do direito,
da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade
– e com equidade –, e da fraternidade
universal!
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e
povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão
...
- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a
reza diária do Santo Terço!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor (São João
Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena
Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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