quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E POTENCIALIDADES DA ECONOMIA VERDE, DESCARBONIZAÇÃO, ENERGIAS RENOVÁVEIS, RESILIÊNCIA CLIMÁTICA E AGRICULTURA 4.0 PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DO BEM COMUM, DIREITOS HUMANOS, VALORES ÉTICO-MORAIS, SOBERANIA ESPIRITUAL, PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E CULTURAL NA SUSTENTABILIDADE

“2026: descarbonização como palavra-chave

         Fechamos 2025 com resultados recordes no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Foram mais de R$ 4 bilhões em financiamentos realizados e cada vez mais micro, pequenas, médias e grandes empresas, além de produtores rurais, apoiados a partir das nossas linhas de crédito que chegaram a todas as regiões do Estado. Números celebrados e que nos dão a base necessária para 2026, que já chega com novos e importantes desafios.

         Neste ano que se inicia, a palavra-chave para o BDMG é descarbonização. A transição para fontes renováveis de energia e o incentivo aos novos modos de produção, sejam eles no campo, entre empresas de todos os portes e nos municípios, estão no pilar da nossa atuação estratégica em 2026.

         O financiamento verde será, cada vez mais, uma marca. No últimos anos, o banco criou estratégias para que o crédito se transformasse em uma peça decisiva para a descarbonização da economia mineira e buscaremos fazer ainda mais.

         Quando criamos linhas de crédito com taxas mais baixas e prazos de pagamento mais longos para empresários que buscam formas alternativas de crescer economicamente sem esquecer a preservação dos recursos naturais ou quando desenvolvemos condições especiais para que as prefeituras possam executar projetos sua cidade em resiliente, estamos trabalhando neste sentido.

         Para nós do BDMG, a defesa de uma economia de baixo carbono é parte de um plano de ações concretas. Criamos, recentemente, a linha BDMG Verde, e passamos a financiar itens até então inéditos na nossa carteira de produtos. O foco são iniciativas de controle de poluição, energia renovável como hidrogênio verde, usinas de biometano, aquecimento solar, tratamento e redução de resíduos industriais, transporte limpo, compra de máquinas eficientes, e outros.

         No campo, a preocupação com a resiliência climática também é uma realidade entre produtores e empresários do agronegócio. Nesse sentido, também nos dedicamos a uma solução que responsa à essa demanda: o BDMG Verde Agro. Esses financiamentos têm viabilizado, por todas as regiões do Estado, a recuperação de pastagens, a implementação da agricultura 4.0, a compra de equipamentos e outras iniciativas que permitem aos mineiros ampliar a produtividade, agregar valor e conquistar novas certificações e mercados.

         O banco conta com um time que se destina estudar o tema e transformar as melhores práticas em produtos aos nossos clientes. Finalizamos em dezembro, por exemplo, o projeto “Mobilising Green Investment for Minas Gerais”, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a britânica UK PACT. Entre os resultados produzidos estão ferramentas de monitoramento e de avaliação de riscos climáticos para o Estado que nos ajudarão a orientar com ainda mais embasamento nossa atuação.

         Sempre reforço que quando uma empresa ou um produtor rural aderem à economia verde e às práticas sustentáveis estão valorizando seus produtos e serviços no mercado e gerando impactos duradouros para a sociedade. Quando um município prioriza obras e projetos sustentáveis, gera economia e promove a qualidade de vida.

         No que depender do BDMG, com apoio do governador Romeu Zema e do vice Mateus Simões, o crédito será cada vez mais acessível para que a descarbonização da economia no Estado seja uma realidade viável a todos.”.

(Gabriel Viégas Neto. Presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 14 de janeiro de 2026, caderno O.PINIÃO, página 16).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional, vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 09 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“Zelo pelo bem comum

O zelo pelo bem comum é um princípio ético-moral precioso e carregado de elementos essenciais ao direcionamento qualificado das relações sociais e políticas entre pessoas, instituições, povos, culturas e nações. Também contém o necessário para garantir ordenamentos jurídicos endereçados à paz mundial. O arcabouço em torno do entendimento e respeito ao bem comum é um rio caudaloso, com forças próprias, incluindo aquelas que fecundam uma sensibilidade social que jamais permite negociar a inviolabilidade da dignidade humana. Importante revisitar e navegar neste rio caudaloso para reavivar o sentido profundo do respeito, garantindo funcionamentos e organizações que jamais atentem, em qualquer circunstância, contra direitos e deveres do ser humano.

O sentido do bem comum possui referências educativas e corretivas indispensáveis como caminho de superação de todo tipo de atentado contra a dignidade humana: corrige e qualifica, do cidadão comum a magistrados, governantes e dirigentes. É uma garantia de sensibilidade que impulsiona o abandono de irracionalidades e conivências, proporciona ajustes aos comuns desvarios políticos que passam por cima do princípio do bem comum. Desconhecer ou relativizar o que configura o valor ético-moral do bem comum, em todas as circunstâncias sociais e políticas, é caminho de comprometimento da paz, abre espaço para os ladrões e os violentos, para ações que validam ideologizações, anulando o sentido amplo e civilizatório do bem de todos, igualmente, em qualquer parte do planeta.

No rico horizonte do zelo pelo bem comum, seja sempre ressaltado o valor dos direitos humanos, como meio de se responder de modo eficaz às exigências imprescindíveis da dignidade humana. Vale lembrar o empenho de São João Paulo II sobre o respeito inegociável em relação ao conteúdo da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU - oportunidade singular quando se adicionou uma pedra miliário para o caminho do progresso moral da humanidade. Compreende-se que a raiz dos direitos humanos está na própria dignidade de cada ser humano, uma raiz a ser explicitada e aprendida com a razão e com o coração. Assim, aceita-se que a fonte última dos direitos humanos não se situa na mera vontade de cada pessoa, na realidade do Estado, nos poderes públicos, mas na pessoa e em Deus, seu criador. Portanto, estes direitos são universais, invioláveis e inalienáveis, como ensina a Doutrina Social da Igreja Católica: universais porque estão presentes em todos os seres humanos, sem exceção alguma de tempo, de lugar e de sujeitos; invioláveis enquanto inerentes à pessoa humana e à sua dignidade, e inalienáveis enquanto ninguém pode privar um dos seus semelhantes destes direitos, seja ele quem for, porque isso significa violentar a sua natureza.

Conta, pois, respeitar os direitos humanos como zelo autêntico e eficaz pelo bem comum. Este respeito é garantia de autêntico progresso em todos os regimes, sociedades, sistemas e ambientes. Direitos em profunda correlação com deveres. Nesta direção estão os direitos de povos e nações. Por isso, o magistério da Igreja Católica recorda que o direito internacional se funda no princípio de igual respeito dos Estados, do direito à autodeterminação de cada povo e da livre cooperação em vista do bem comum e no direito à independência. Os direitos das nações não são outra coisa senão os direitos humanos compreendidos como vida comunitária. A Doutrina Social da Igreja Católica enfatiza e sublinha que a nação tem um fundamental direito à existência, à própria língua e à cultura, mediante as quais um povo exprime e promove a sua originária soberania espiritual, modelando sua vida segundo tradições, excluindo, naturalmente, toda violação dos direitos humanos fundamentais, em particular a opressão das minorias. Ainda, a edificação do próprio futuro, oferecendo, sobretudo aos mais jovens, uma educação apropriada. E para que haja ordem internacional exige-se um equilíbrio entre particularidade e universalidade, ao qual todas as nações são chamadas, para as quais o primeiro dever é o de viver em atitude de paz, respeito e solidariedade com as outras nações. Este compromisso não pode ser obscurecido e negociado por nenhum tipo de ideologia política. Não se pode ferir, em nenhuma hipótese, o princípio do bem comum.

Assim, o bem comum não consiste na soma dos bens particulares de cada sujeito. Ensina, então, a Doutrina Social da Igreja, assim como o agir moral do indivíduo se realiza na prática do bem, também o agir social alcança a plenitude realizando o bem comum. O bem comum pode ser entendido como a dimensão social e comunitária do bem moral. Uma sociedade que, em todos os níveis, quer internacionalmente estar a serviço do ser humano é aquela que propõe como meta prioritária o bem comum, enquanto bem de todos os homens.

Ninguém, família, Estado, cidade, empresas, comunidade de povos e nações, pode evitar a reflexão e o compromisso com o bem comum. Este zelo pela paz, requer a organização adequada dos poderes do Estado, sólida ordem jurídica, salvaguarda do meio ambiente, prestação de serviços essenciais às pessoas, alguns dos quais são direitos humanos, como alimentação, moradia, trabalho, educação, acesso à cultura, à saúde, transportes, livre circulação de informações e tutela da liberdade religiosa. O zelo pelo bem comum é caminho de paz e de nova aposta, aposta permanente, de um novo civilizatório sem autoritarismos, regionalismos fratricidas. O zelo pelo bem comum é um compromisso cotidiano de toda cidadania qualificada.”.

 Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em dezembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,26%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 

São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

   

 

 

 

 

 

 

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