quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, AS LUZES E POTENCIALIDADES DAS CIDADES, HISTÓRIA, CULTURA, SENTIMENTOS, ARTES E EMPREENDEDORISMO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL E A TRANSCENDÊNCIA DA HARMONIA INSTITUCIONAL, ESPIRITUALIDADE CONCILIADORA, DIPLOMACIA, PLENA CIDADANIA E DEMOCRACIA, VISÃO OLÍMPICA, JUSTIÇA, ÉTICA, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE UNIVERSAL NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“Louvor às cidades históricas de Minas

       Há lugares que não apenas guardam a história: eles guardam o tempo. Minas Gerais tem alguns desses raros lugares – as suas cidades históricas –, onde a beleza não é um instante, mas uma permanência; onde a cultura não é um evento, mas um modo de vida; onde a memória não é passado, mas presença.

         Quero começar com uma confissão serena. Por muito tempo, repeti – com convicção – que toda cidade é história. E é verdade: cada cidade nasce de escolhas humanas, de trabalho, de conflitos, de afetos, de sonhos; cada rua aberta e cada casa erguida inscrevem no espaço um capítulo do nosso tempo. Porém, ao dizer isso, eu percebo que, às vezes, deixei escapar a singularidade da alcunha “cidades históricas” em Minas – e hoje quero me reconciliar com ela, celebrando-a mas sem esquecer as demais.

         Em Minas, “cidade histórica” não é título de superioridade. É uma forma consagrada de nomear cidades que se formaram, em grande parte, no Ciclo do Ouro e dos Diamantes, e que preservaram núcleos urbanos inteiros – traçados, praças, igrejas, casarios, escalas humanas, sons e modos de convivência. Não são “mais históricas” do que outras; são cidades onde a história permaneceu visível, habitável, atravessável. A diferença, aqui, chama-se “permanência”. E permanência é trabalho, feito de cuidado, escuta e responsabilidade compartilhada; um pacto entre gerações.

         E essa permanência, no mundo contemporâneo, tornou-se um bem precioso. Vivemos a era da aceleração: relações mediadas por telas, experiência comprimida no imediato, opinião substituindo escuta, desempenho ocupando o lugar do sentido. Falamos muito, compreendemos pouco; registramos demais, vivemos de menos. O mal-estar, tantas vezes, deixa de ser exceção e passa a ser atmosfera.

         As cidades históricas de Minas oferecem outra gramática. Nelas, a experiência estética não se reduz à imagem rápida. Ele pede corpo: caminhar em ruas de pedra, sentir a escala das praças, ouvir o eco de uma banda, ver a luz atravessando uma nave barroca, atravessar uma ladeira e encontrar, de repente, o horizonte. Fotografar ajuda a lembrar, mas não substitui estar. Ali, o olhar desacelera, a atenção se reeduca, a vida encontra fôlego.

         É também por isso que as festas populares, ganham, nesses lugares, uma força especial. Às vésperas do Carnaval, quando marchinhas, cortejos e encontros ocupam ruas e adros, o patrimônio deixa de ser cenário: torna-se cidade vivida em comum. A festa, longe de ser fuga, é ritual de recomposição. Ela aproxima diferentes, suspende – ainda que por horas – hierarquias e solidões e devolve à vida pública sua dimensão mais simples e mais rara: a convivência.

         Há também um aspecto que interessa diretamente ao turismo – entendido aqui como experiência, e não como consumo apressado. As cidades históricas ensinam uma forma de viajar que é, ao mesmo tempo, estética e ética: dormir perto do sino que marca as horas, comer devagar, conversar com quem mora ali, reconhecer ofícios, escutar histórias contadas sem pressa.

         O visitante não vem apenas “ver” patrimônio; vem participar de paisagem cultural onde arquitetura, culinária, música e hospitalidade formam um mesmo tecido sensível. E, nesse tecido, o encontro cura: o turista vira visitante, e o visitante aprende a pertencer por algumas horas.

         No século XX, esse valor ganhou novas camadas: pesquisadores, artistas, fotógrafos e instituições de preservação ajudaram a tornar visível, para o Brasil e para o mundo, a extraordinária potência do barroco mineiro e desses núcleos urbanos preservados. Mas o reconhecimento, por si só, não basta.

         É preciso renovar um pacto: proteger o que é frágil, qualificar o acolhimento, garantir infraestrutura e, sobretudo, evitar que o patrimônio vire apenas vitrine. A fotografia e o audiovisual são pontes; não podem substituir a presença. O registro deve ser convite, não atalho; memória, não distração.

         Esse louvor às cidades históricas não diminui as outras cidades mineiras, ao contrário: reafirma que todas são históricas, porque todas são humanas e temporais. Mas reconhece, com respeito e gratidão, que algumas guardaram de modo excepcional a possibilidade de experimentar o tempo como permanência. E, quando a pressa governa, permanência é cuidado.

         E é aqui que minha reconciliação se completa. Ao louvar essas cidades, eu não retiro história das outras. Pelo contrário: desejo que cada município mineiro cuide do seu centro, das suas festas, dos seus marcos, das suas memórias – porque toda cidade tem um núcleo afetivo, um mapa invisível de pertença. As cidades históricas nos lembram, com força exemplar, que preservar não é congelar: é permitir que o tempo continue a passar sem apagar o que nos formou.

         Que as cidades históricas de Minas sigam sendo, para nós e para quem nos visita, escolas de presença: lugares onde a cultura não apenas encanta, mas repara; não apenas lembra, mas reconcilia; não apenas celebra, mas permanece.”.

(Leônidas Oliveira. Msc, PhD, arquiteto e urbanista, filósofo e professor, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 26 de janeiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 12).  

Mais uma importante e oportuna contribuição pra o nosso trabalho de mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no site www.arquidiocesebh.org.br, edição de 16 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente integral transcrição:

“O preço dos descompassos

É sempre muito elevado, e a longo prazo, o preço que se paga pelos descompassos nas instituições, na família e em todos os contextos sociais. O descompasso é uma face da condição frágil e limitada do ser humano. Requer redobrada atenção e empenhos efetivos para sua superação e consequente reconfiguração de cenários. Descompassos exigem permanentes avaliações em busca de novas respostas para a superação de limites e de situações críticas, particularmente aquelas que ferem diretamente a dignidade humana. A gênese e o tratamento a ser dado aos descompassos que ferem a convivência humana devem ser colocados sempre em pauta para que não deixem de incomodar, instalando-se como normalidade.

Descompassos são processos que precisam do domínio e das luzes de análises especializadas e específicas, mas, ao mesmo tempo, devem ser do domínio comum, para promover uma sensibilidade social em novo patamar civilizatório, o que é uma urgência em se considerando o volume de cenários descompassados na contemporaneidade. Os descompassos são, pois, uma ferida na alma da sociedade e um peso nas suas instituições e segmentos. O cidadão comum também tem o dever de ocupar-se dos descompassos existentes envolvendo-se no compromisso de superá-los e, consequentemente, dar rumos novos à sociedade. Importante, prioritariamente, é o conhecimento dos descompassos morais, de todo tipo, que impõem consequências nefastas ao funcionamento da organização social numa determinada localidade ou instância. O descompasso moral fecunda esquemas perversos de corrupção, pela força sedutora de se ter benefícios que alimentem a patologia de possuir sempre mais, insaciavelmente, como um vício que perverte a alma.

Escandalosos são os comprometimentos ético-morais no desempenho de serviços prestados ao bem comum. A representação pública sofre golpes terríveis e prejudiciais. Deixa-se na sombra o que é prioritário para dar lugar a figadais disputas ideológicas e partidárias, no sentido estrito de apenas parte negociar em benefício próprio, e diabolicamente, todo o conjunto do bem comum. O dinheiro é um vetor fortíssimo na alimentação de descompassos, atingindo até mesmo os mais jovens, que, por exemplo, assentam os seus sonhos na possibilidade de ganhos pecuniários exorbitantes, relativizando percursos educativos essenciais na participação civilizatória. Os números exorbitantes de negociações, contratos e salários seduzem e enjaulam a cultura em parâmetros importantes, mas apequenados em se considerando projetos e empreendimentos de relevância social. A vaidade ostentada pelo esbanjamento e pelo luxo desmedido de residências, de objetos, roupas e maquinários contracena com cenários vergonhosos de pobreza, revelando uma compreensão distorcida de direitos sociais, justificando brechas crescentes entre ricos e pobres.

Perverso é o descompasso que aprova ganhos exorbitantes e benefícios desnecessários, causando revoltas, cristalizando discriminações. Estes descompassos se instalam também na ordem social, como é o caso da configuração tributária que pesa demais sobre os ombros de quem produz e mantém postos de trabalho, em consequência, esvaziando o bolso de quem trabalha, não lhe permitindo viver dignamente e cuidar dos seus. Daí, certamente, vem o ódio das disputas geradoras de violências pelo peso insuportável da exclusão e da discriminação social.  O descompasso do entendimento justifica a existência da banda menor que tem demais, muito além do necessário, e da banda maior dos flagelados e sacrificados. Instaura-se a perversa situação do viver na abundância, mesmo inferida de processos inadequados e injustos. Esta dimensão alimenta e justifica a chaga civilizatória de quem mora regiamente e de quem vive em condições desumanas. Habitua-se a um urbano que é o retrato do descompasso social. Nesta direção, a mobilidade urbana é um caos para quem tem menos, patenteando a discriminação, sacrificando vidas. O que pensar dos descompassos quando em questão está o poder aquisitivo da população? Vergonhosa e preocupante é a situação da população que não consegue ganhar o suficiente para se manter dignamente, enjaulada em programas sociais e humanitários que garantem a comida de hoje, mas mata a disposição da participação social cidadã e extingue o próprio do humano, no seu desejo de trabalhar e contribuir para a qualificada cidadania que sustenta o sentido nobre do viver humano.

Estes descompassos e outros muitos são validados pelas irracionalidades de lideranças políticas envolvendo o mundo numa briga sem fim. Descompassos que justificam autoritarismos intervencionistas, conivências ideológicas e manutenção por interesses espúrios de muitos funcionamentos. Não é barato o preço pago pelos descompassos ambientais, aprisionando procedimentos e metas na lógica do lucro, quando se negocia e fere bens primários, como a água, com comprometimentos ambientais que trazem prejuízos de todo tipo. Também escancarado é o descompasso entre o que mostra a balança comercial ou o superávit em confronto com gastos públicos, benefícios sociais e a real e vergonhosa situação de pobreza da população.  Ainda, o descompasso do sentido patriótico, mais evidente em partidas esportivas do que na solidariedade efetiva entre pessoas. Multiplicam-se a partir daí os descompassos que matam o sentido de gratidão e eleva o nível de disputas sanguinárias e desleais entre indivíduos, grupos, partidos e segmentos.

Esses múltiplos descompassos pedem tarefa cidadã: o conhecimento das suas causas e comprometimento democrático e participativo da sociedade, pois o alto preço pago pelos descompassos atrasa e distancia a humanidade de seu verdadeiro horizonte.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de  nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, através do amor incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo – sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional  (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 15,00% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em dezembro, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 4,26%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 525 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo; pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria, preconizada pela Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

- fixar limite para o endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios, para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.

- instar por um Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e universalidade.  

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite – e sem qualificação - da dívida pública...”.

 

Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

 São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, da inteligência artificial, das novas tecnologias, da sustentabilidade – um outro nome do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual; e ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais – e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

64 anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!

- O Hospital da Criança – atendimento desde a concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de Alexandria ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A graça e alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.

- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! (1830) ...

- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...

- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão ...

- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a reza diária do Santo Terço!

- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta performance, através da filosofia, psicologia e teologia!

- Milton Santos: Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal.

- A construção da civilização do amor (São João Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!

- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem comum!

- “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.” (Lc 10,2).

- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves

- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de todos!

- Vozes que iluminam, palavras que edificam!

- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros 1 e 2) ...

- A última eucaristia e os caminhos do renascimento.

- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr. Joseph Murphy, Ph.D.

- Um verdadeiro e rico guia para a saúde integral: A Dieta da Mente –  Dr. David Perlmutter.

- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem, viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.

- E que sejamos construtores de pontes entre as pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!

- A busca de uma nova maneira de viver: ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID SERVAN-SCHREIBER.

- Um encontro com a luz natural no Discurso do Método, de René Descartes.

- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena Antipoff na sustentabilidade!

- O papel do gari e a plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- COP30: A verdade brilhante como o sol, cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na sustentabilidade!

- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará, a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais!

- COP30: O poder é para a paz, e não para a violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!

COP30: No arranjo das disponibilidades de capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então, são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol de Alexandria!...

- Um tesouro para executivos, líderes e caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.

- COP30: A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.

- COP30: As luzes e desafios da psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!

- As luzes e desafios da Dogmática Penal no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof. Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).

- O poder não é para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!

- A inflação, a exigir permanente, diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados, isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando o sublime esforço laboral da nação!

- A corrupção, na mais perversa promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem na sustentabilidade.

- O desperdício, em todas as suas díspares modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e permanente combate na sustentabilidade.

- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam, aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!

 

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

   

 

 

 

 

 

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