“Louvor às cidades históricas de Minas
Há
lugares que não apenas guardam a história: eles guardam o tempo. Minas Gerais
tem alguns desses raros lugares – as suas cidades históricas –, onde a beleza
não é um instante, mas uma permanência; onde a cultura não é um evento, mas um
modo de vida; onde a memória não é passado, mas presença.
Quero
começar com uma confissão serena. Por muito tempo, repeti – com convicção – que
toda cidade é história. E é verdade: cada cidade nasce de escolhas humanas, de
trabalho, de conflitos, de afetos, de sonhos; cada rua aberta e cada casa
erguida inscrevem no espaço um capítulo do nosso tempo. Porém, ao dizer isso,
eu percebo que, às vezes, deixei escapar a singularidade da alcunha “cidades
históricas” em Minas – e hoje quero me reconciliar com ela, celebrando-a mas
sem esquecer as demais.
Em
Minas, “cidade histórica” não é título de superioridade. É uma forma consagrada
de nomear cidades que se formaram, em grande parte, no Ciclo do Ouro e dos
Diamantes, e que preservaram núcleos urbanos inteiros – traçados, praças,
igrejas, casarios, escalas humanas, sons e modos de convivência. Não são “mais
históricas” do que outras; são cidades onde a história permaneceu visível,
habitável, atravessável. A diferença, aqui, chama-se “permanência”. E
permanência é trabalho, feito de cuidado, escuta e responsabilidade
compartilhada; um pacto entre gerações.
E essa
permanência, no mundo contemporâneo, tornou-se um bem precioso. Vivemos a era
da aceleração: relações mediadas por telas, experiência comprimida no imediato,
opinião substituindo escuta, desempenho ocupando o lugar do sentido. Falamos
muito, compreendemos pouco; registramos demais, vivemos de menos. O mal-estar,
tantas vezes, deixa de ser exceção e passa a ser atmosfera.
As
cidades históricas de Minas oferecem outra gramática. Nelas, a experiência
estética não se reduz à imagem rápida. Ele pede corpo: caminhar em ruas de
pedra, sentir a escala das praças, ouvir o eco de uma banda, ver a luz
atravessando uma nave barroca, atravessar uma ladeira e encontrar, de repente,
o horizonte. Fotografar ajuda a lembrar, mas não substitui estar. Ali, o olhar
desacelera, a atenção se reeduca, a vida encontra fôlego.
É também
por isso que as festas populares, ganham, nesses lugares, uma força especial.
Às vésperas do Carnaval, quando marchinhas, cortejos e encontros ocupam ruas e
adros, o patrimônio deixa de ser cenário: torna-se cidade vivida em comum. A
festa, longe de ser fuga, é ritual de recomposição. Ela aproxima diferentes,
suspende – ainda que por horas – hierarquias e solidões e devolve à vida
pública sua dimensão mais simples e mais rara: a convivência.
Há
também um aspecto que interessa diretamente ao turismo – entendido aqui como
experiência, e não como consumo apressado. As cidades históricas ensinam uma
forma de viajar que é, ao mesmo tempo, estética e ética: dormir perto do sino
que marca as horas, comer devagar, conversar com quem mora ali, reconhecer
ofícios, escutar histórias contadas sem pressa.
O
visitante não vem apenas “ver” patrimônio; vem participar de paisagem cultural
onde arquitetura, culinária, música e hospitalidade formam um mesmo tecido
sensível. E, nesse tecido, o encontro cura: o turista vira visitante, e o
visitante aprende a pertencer por algumas horas.
No
século XX, esse valor ganhou novas camadas: pesquisadores, artistas, fotógrafos
e instituições de preservação ajudaram a tornar visível, para o Brasil e para o
mundo, a extraordinária potência do barroco mineiro e desses núcleos urbanos
preservados. Mas o reconhecimento, por si só, não basta.
É
preciso renovar um pacto: proteger o que é frágil, qualificar o acolhimento,
garantir infraestrutura e, sobretudo, evitar que o patrimônio vire apenas
vitrine. A fotografia e o audiovisual são pontes; não podem substituir a
presença. O registro deve ser convite, não atalho; memória, não distração.
Esse
louvor às cidades históricas não diminui as outras cidades mineiras, ao
contrário: reafirma que todas são históricas, porque todas são humanas e
temporais. Mas reconhece, com respeito e gratidão, que algumas guardaram de
modo excepcional a possibilidade de experimentar o tempo como permanência. E,
quando a pressa governa, permanência é cuidado.
E é aqui
que minha reconciliação se completa. Ao louvar essas cidades, eu não retiro
história das outras. Pelo contrário: desejo que cada município mineiro cuide do
seu centro, das suas festas, dos seus marcos, das suas memórias – porque toda
cidade tem um núcleo afetivo, um mapa invisível de pertença. As cidades
históricas nos lembram, com força exemplar, que preservar não é congelar: é
permitir que o tempo continue a passar sem apagar o que nos formou.
Que as
cidades históricas de Minas sigam sendo, para nós e para quem nos visita,
escolas de presença: lugares onde a cultura não apenas encanta, mas repara; não
apenas lembra, mas reconcilia; não apenas celebra, mas permanece.”.
(Leônidas Oliveira. Msc, PhD, arquiteto e
urbanista, filósofo e professor, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo
Horizonte, edição de 26 de janeiro de 2026, caderno OPINIÃO, página 12).
Mais uma importante e oportuna contribuição pra o
nosso trabalho de mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo
publicado no site www.arquidiocesebh.org.br,
edição de 16 de janeiro de 2026, de autoria de DOM WALMOR OLIVEIRA DE
AZEVEDO, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e que merece igualmente
integral transcrição:
“O preço dos descompassos
É sempre muito elevado, e
a longo prazo, o preço que se paga pelos descompassos nas instituições, na
família e em todos os contextos sociais. O descompasso é uma face da condição
frágil e limitada do ser humano. Requer redobrada atenção e empenhos efetivos
para sua superação e consequente reconfiguração de cenários. Descompassos
exigem permanentes avaliações em busca de novas respostas para a superação de
limites e de situações críticas, particularmente aquelas que ferem diretamente
a dignidade humana. A gênese e o tratamento a ser dado aos descompassos que
ferem a convivência humana devem ser colocados sempre em pauta para que não
deixem de incomodar, instalando-se como normalidade.
Descompassos são
processos que precisam do domínio e das luzes de análises especializadas e
específicas, mas, ao mesmo tempo, devem ser do domínio comum, para promover uma
sensibilidade social em novo patamar civilizatório, o que é uma urgência em se
considerando o volume de cenários descompassados na contemporaneidade. Os
descompassos são, pois, uma ferida na alma da sociedade e um peso nas suas
instituições e segmentos. O cidadão comum também tem o dever de ocupar-se dos
descompassos existentes envolvendo-se no compromisso de superá-los e,
consequentemente, dar rumos novos à sociedade. Importante, prioritariamente, é
o conhecimento dos descompassos morais, de todo tipo, que impõem consequências
nefastas ao funcionamento da organização social numa determinada localidade ou
instância. O descompasso moral fecunda esquemas perversos de corrupção, pela
força sedutora de se ter benefícios que alimentem a patologia de possuir sempre
mais, insaciavelmente, como um vício que perverte a alma.
Escandalosos são os
comprometimentos ético-morais no desempenho de serviços prestados ao bem comum.
A representação pública sofre golpes terríveis e prejudiciais. Deixa-se na
sombra o que é prioritário para dar lugar a figadais disputas ideológicas e partidárias,
no sentido estrito de apenas parte negociar em benefício próprio, e
diabolicamente, todo o conjunto do bem comum. O dinheiro é um vetor fortíssimo
na alimentação de descompassos, atingindo até mesmo os mais jovens, que, por
exemplo, assentam os seus sonhos na possibilidade de ganhos pecuniários
exorbitantes, relativizando percursos educativos essenciais na participação
civilizatória. Os números exorbitantes de negociações, contratos e salários
seduzem e enjaulam a cultura em parâmetros importantes, mas apequenados em se
considerando projetos e empreendimentos de relevância social. A vaidade
ostentada pelo esbanjamento e pelo luxo desmedido de residências, de objetos,
roupas e maquinários contracena com cenários vergonhosos de pobreza, revelando
uma compreensão distorcida de direitos sociais, justificando brechas crescentes
entre ricos e pobres.
Perverso é o descompasso
que aprova ganhos exorbitantes e benefícios desnecessários, causando revoltas,
cristalizando discriminações. Estes descompassos se instalam também na ordem
social, como é o caso da configuração tributária que pesa demais sobre os
ombros de quem produz e mantém postos de trabalho, em consequência, esvaziando
o bolso de quem trabalha, não lhe permitindo viver dignamente e cuidar dos
seus. Daí, certamente, vem o ódio das disputas geradoras de violências pelo
peso insuportável da exclusão e da discriminação social. O descompasso do
entendimento justifica a existência da banda menor que tem demais, muito além
do necessário, e da banda maior dos flagelados e sacrificados. Instaura-se a
perversa situação do viver na abundância, mesmo inferida de processos
inadequados e injustos. Esta dimensão alimenta e justifica a chaga
civilizatória de quem mora regiamente e de quem vive em condições desumanas.
Habitua-se a um urbano que é o retrato do descompasso social. Nesta direção, a
mobilidade urbana é um caos para quem tem menos, patenteando a discriminação,
sacrificando vidas. O que pensar dos descompassos quando em questão está o
poder aquisitivo da população? Vergonhosa e preocupante é a situação da
população que não consegue ganhar o suficiente para se manter dignamente,
enjaulada em programas sociais e humanitários que garantem a comida de hoje,
mas mata a disposição da participação social cidadã e extingue o próprio do
humano, no seu desejo de trabalhar e contribuir para a qualificada cidadania
que sustenta o sentido nobre do viver humano.
Estes descompassos e
outros muitos são validados pelas irracionalidades de lideranças políticas
envolvendo o mundo numa briga sem fim. Descompassos que justificam
autoritarismos intervencionistas, conivências ideológicas e manutenção por
interesses espúrios de muitos funcionamentos. Não é barato o preço pago pelos
descompassos ambientais, aprisionando procedimentos e metas na lógica do lucro,
quando se negocia e fere bens primários, como a água, com comprometimentos
ambientais que trazem prejuízos de todo tipo. Também escancarado é o
descompasso entre o que mostra a balança comercial ou o superávit em confronto
com gastos públicos, benefícios sociais e a real e vergonhosa situação de
pobreza da população. Ainda, o descompasso do sentido patriótico, mais
evidente em partidas esportivas do que na solidariedade efetiva entre pessoas.
Multiplicam-se a partir daí os descompassos que matam o sentido de gratidão e
eleva o nível de disputas sanguinárias e desleais entre indivíduos, grupos,
partidos e segmentos.
Esses múltiplos
descompassos pedem tarefa cidadã: o conhecimento das suas causas e
comprometimento democrático e participativo da sociedade, pois o alto
preço pago pelos descompassos atrasa e distancia a humanidade de seu verdadeiro
horizonte.”.
Eis,
portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e
reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de
valores –, para a imperiosa e
urgente necessidade de profundas
mudanças em nossas estruturas educacionais,
governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas,
financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no
concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas,
civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e
sustentavelmente desenvolvidas...
a) a excelência educacional – pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde
a educação infantil, através do amor
incondicional, com o auxílio da música, yoga, meditação e shantala – e muito
singularmente, do parto humanizado, aleitamento materno, nutrologia e estímulo
– sob a luz perene do Hospital da Criança e da excelência educacional (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5
anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de
matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas, gerando o pleno
desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional
(enfim, 136 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da
democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da
fraternidade universal);
b) o combate
implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e
mais devastadores inimigos que são:
c) a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2026, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,8 trilhões (43,1%), a título de encargos - juros, amortizações e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 1,8 trilhão), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça, contemplados pela Constituição Federal de 1988:
- pagar, sim, até o último centavo;
- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
pois, quando os títulos da dívida financiam os investimentos nos tornamos TODOS
protagonistas do desenvolvimento SUSTENTÁVEL da nação;
- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e
eficaz auditoria, preconizada pela
Constituição Federal de 1988... (ver também www.auditoriacidada.org.br).
- fixar limite para o
endividamento da União, a exemplo do que ocorre com os Estados e os Municípios,
para o fiel cumprimento dos princípios basilares da República Federativa.
- instar por um
Sistema Único de Finanças (SUF): transparência, acessibilidade e
universalidade.
E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz:
“... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos,
mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite
– e sem qualificação - da dívida pública...”.
Destarte, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta
de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já
combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de
poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições,
negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à
pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas
e sempre crescentes necessidades de ampliação
e modernização de setores como: a gestão
pública; a infraestrutura (rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada,
esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística
reversa); meio ambiente; habitação;
mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda;
agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência
social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança
pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e
desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer;
turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e
operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade
– “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade,
competitividade); entre outros...
Este
é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e
perseverança!
“VI,
OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”
64
anos de testemunho de um verdadeiro servidor público (1961 – 2025)
- Estamos nos descobrindo através da Excelência
Educacional na trajetória de um gari a construtor de pontes entre as pessoas, e
povos, e línguas, e cidades, e nações na sustentabilidade!
- O Hospital da Criança – atendimento desde a
concepção até a conclusão da educação básica (0 – 17 anos) e o Farol de
Alexandria ...
- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando
nossas defesas democráticas ...
- Por uma Nova Política Brasileira: tendo por
substrato basilar a unificação das eleições, mandatos de 5 anos e fim da
reeleição para o Executivo... pois, o poder é para amar, servir e edificar -
jamais, jamais e jamais para subir, dominar, oprimir, destruir ou matar!
- Pela excelência na Gestão Pública ...
- Pelo fortalecimento da cultura da
sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral:
econômico; social, com promoção humana e espiritual, e, ambiental, com
pesquisa, proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...
- A graça e alegria da vocação: juntando
diamantes ... porque os diamantes são eternos!
- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por
todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.
- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida
virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)”.
- “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós
que recorremos a vós! (1830) ...
- “... A paz esteja convosco”. (Jo 20,19) ...
- Um hino de amor: “Nossa Oração” – Luiz Ayrão
...
- A arma espiritual mais poderosa do mundo: a
reza diária do Santo Terço!
- Helena Antipoff: a verdadeira fonte de alta
performance, através da filosofia, psicologia e teologia!
- Milton Santos: Por uma outra globalização do
pensamento único à consciência universal.
- A construção da civilização do amor (São João
Paulo II – Papa entre 16/10/1978 e 02/04/2005)!
- NeuroVox: A Criação, o conhecimento e o bem
comum!
- “A colheita é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua
colheita.” (Lc 10,2).
- Destrave seu cérebro: A excelência no mundo
das capacidades, habilidades e competências! – Renato Alves
- Deus acima de tudo e o Brasil no coração de
todos!
- Vozes que iluminam, palavras que edificam!
- “A Fonte da Juventude” (Peter Kelder – Livros
1 e 2) ...
- A última eucaristia e os caminhos do
renascimento.
- As luzes de O Poder do Subconsciente – Dr.
Joseph Murphy, Ph.D.
- Um verdadeiro e rico guia para a saúde
integral: A Dieta da Mente – Dr. David
Perlmutter.
- A juventude bem viva: Torne-se mais jovem,
viva por mais tempo – Deepak Chopra, M.D. e David Simon, M.D.
- E que sejamos construtores de pontes entre as
pessoas, povos, cidades e nações na sustentabilidade!
- A busca de uma nova maneira de viver:
ANTICÂNCER – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, do médico DAVID
SERVAN-SCHREIBER.
- Um encontro com a luz natural no Discurso do
Método, de René Descartes.
- IBIRITÉ, berço da Excelência Educacional e as
luzes da filosofia, psicologia, nutrologia e teologia na vida e obra de Helena
Antipoff na sustentabilidade!
- O papel do gari e a plena cidadania,
democracia e sustentabilidade!
- COP30: A verdade brilhante como o sol,
cristalina como a água nas nascentes e pura como o ar nas matas e florestas na
sustentabilidade!
- COP30: As luzes e desafios de Belém do Pará,
a eterna capital da sustentabilidade no coração e pulmão do mundo, para a
geração do desenvolvimento econômico aliado indissoluvelmente ao
desenvolvimento social, com promoção humana e espiritual, e, ao desenvolvimento
ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos
naturais!
- COP30: O poder é para a paz, e não para a
violência, a destruição ou mortes; eis a maior e transformadora lição de Belém
do Pará para um novo mundo na sustentabilidade!
COP30: No arranjo das disponibilidades de
capital, e à luz dos orçamentos mundiais, o subfinanciamento da reconstrução de
áreas em conflitos seria considerado nos custos de Defesa; já no caso de
subfinanciamento da reconstrução por fenômenos naturais teria dotação própria
para o Meio Ambiente, na sustentabilidade e na excelência educacional! Então,
são mais luzes, desafios e razões que apontam para um novo mundo como o farol
de Alexandria!...
- Um tesouro para executivos, líderes e
caçadores de oportunidades: O Papa e o Executivo – Andreas Widmer.
- COP30: A Aliança Global contra a Fome e
a Pobreza e a convergência de recursos e potencialidades na sustentabilidade.
- COP30: As luzes e desafios da
psicoanálise na plena cidadania, democracia e sustentabilidade!
- As luzes e desafios da Dogmática Penal
no mundo moderno e na sustentabilidade! – Repositório da Produção USP, do Prof.
Dr. Pierpaolo Cruz Bottini (2024).
- O poder não é para subir, dominar,
oprimir, destruir ou matar, mas missão para amar, servir e edificar!
- A inflação, a exigir permanente,
diuturna e eficaz vigilância, de forma a se manter em patamares civilizados,
isto é, próximos de zero, permitindo uma economia justa, equânime e valorizando
o sublime esforço laboral da nação!
- A corrupção, na mais perversa
promiscuidade – dinheiro público versus interesses privados – impera como um
câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis e irreversíveis perdas, prejuízos e comprometimentos de vária ordem
na sustentabilidade.
- O desperdício, em todas as suas díspares
modalidades, causando inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente
irreparáveis e sangrando por todos os poros a vida nacional, urge implacável e
permanente combate na sustentabilidade.
- Parabéns! Aos que amam, sonham, estudam,
aprendem, trabalham, pesquisam, ensinam, educam, projetam e constroem pontes
entre as pessoas, e povos, e línguas, e cidades e nações!
Afinal, o Brasil é uma
águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão
olímpica e de coragem!
E P Í L O G O
CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO
“Oh! Deus, Criador,
Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!
Senhor, que não fique, e
não está ficando, pedra sobre pedra
Dos impérios edificados
com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e
Frutos da corrupção, do
saque, da rapina e da dilapidação do
Nosso patrimônio público.
Patrimônio esse
construído com o
Sangue, suor e lágrimas,
Trabalho, honra e
dignidade do povo brasileiro!
Senhor, que seja assim!
Eternamente!
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