sexta-feira, 8 de setembro de 2023

A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL, O PODER DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, EXPERIÊNCIA DO CLIENTE E ÉTICA NA QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES EFICIENTES E EFICAZES E A TRANSCENDÊNCIA DA VISÃO OLÍMPICA, HUMANIDADE, ESPIRITUALIDADE E DINÂMICAS HOLÍSTICAS NA NOVA ORDEM SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA NA SUSTENTABILIDADE

“Inteligência Artificial e experiência do cliente

       Experiência personalizada, atendimento humanizado e contato rápido e eficiente são algumas das práticas oferecidas para desenvolver uma jornada do cliente com qualidade.

         Os consumidores estão cada vez mais exigentes e têm expectativas mais altas em relação à experiência que desejam receber, e, para que as empresas consigam atender essas demandas, o uso de Inteligência Artificial (IA) tem sido fundamental para garantir o aprimoramento contínuo da experiência do cliente.

         A adoção de ferramentas que integram os canais de comunicação da empresa, como mídias sociais, chatbots e aplicativos móveis, poder ser complexa e requer investimento contínuo em recursos e treinamento. Isso envolve garantir que todos os funcionários compreendam a importância da experiência do cliente e estejam alinhados com os valores e objetivos da empresa.

         Entre algumas evoluções que a IA pode proporcionar para as organizações, podemos citar o atendimento cada vez mais personalizado por meio da coleta de dados, os famosos chatbots com aprendizagem mais rápida e orienta à resolução dos problemas dos clientes, a análise preditiva, buscando sempre evitar que um cliente se torne detrator ou deixe de ser cliente, e até mesmo por meio de IAs avançadas, a análise de sentimentos sendo uma possibilidade.

         Ou seja, a tecnologia tem potencial de melhorar significativamente a experiência do cliente, oferecendo um atendimento mais personalizado, eficiente e proativo. Ao aproveitar os recursos da IA, as empresas podem otimizar suas operações, construir relacionamentos mais fortes com os clientes e se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. No entanto, é importante garantir que sua implementação seja ética e transparente e respeite a privacidade dos dados dos clientes.

         Além dos chatbots, podemos citar outras ferramentas, como IBM Watson Customer Experience Analytics, Nuance Virtual Assistant, Amazon Personalize, entre outros, que auxiliam na coleta e análise de grandes volumes de dados sobre os clientes.

         Esse material será usado para entender as preferências, comportamentos e necessidades individuais, possibilitando que as empresas façam recomendações personalizadas, sugestões relevantes e até mesmo criação de experiências customizadas para cada cliente.

         Com o uso de IA é possível customizar a experiência do cliente em tempo real. Com base nas interações anteriores, histórico de compras e preferências, a IA pode adaptar recomendações, ofertas e conteúdo de forma imediata, proporcionando uma experiência mais relevante e cativante.

         Para as empresas que ainda estão resistentes à implementação dessas tecnologias em seus processos, é preciso entender que a jornada do cliente é o que definirá o sucesso do negócio.

         Ao investir no desenvolvimento de uma experiência positiva e personalizada para seus clientes, você está investindo no sucesso em longo prazo da sua empresa.”.

(Rafael Dantas. Superintendente da Câmara Americana do Comércio de Belo Horizonte, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 1 de julho de 2023, caderno OPINIÃO, página 15).

Mais uma importante e oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Excelência Educacional vem de artigo publicado no mesmo veículo, edição de 28 de agosto de 2023, de autoria de VITTORIO MEDIOLI, e que merece igualmente integral transcrição:

“Ano de 2100

       Mudança é uma alteração, uma troca, como ocorre no endereço, no número do telefone, no carro que usamos.

         Já a mutação é um passo à frente na evolução, é o alcance de um novo estágio, deixando atrás outro, ultrapassado. É a borboleta que sai da crisálida.

         As mudanças são repentinas e normais; as mutações, mais lentas, raras e transformadoras. Já houve épocas e séculos sem mudança alguma. Nesses se alternam quatro ou mais gerações andando a cavalo, navegando em barcos e navios de madeira, aquecendo casa e comida com a queima de lenha, com alterações imperceptíveis.

         As últimas três gerações, de 1950 até hoje, assistiram a avanços extraordinários, não apenas tecnológicos, mas ainda comportamentais, como nenhuma geração a longo de milênios teve a possibilidade de viver.

         Ninguém sequer imaginava um notebook, um smartphone, um carro elétrico, um drone de R$ 500 voando livremente. Viajar para outros continentes e voltar em poucos dias, ter geladeira, televisão, conectividade, vídeochamada para o planeta inteiro sem gastar um centavo.

         Minha geração pode lembrar a realidade da década de 1950 e o que é agora. Constatam-se tantos e tão profundos avanços transformadores na vida comum, nas relações sociais e na ampliação impressionante de horizontes nunca imaginados.

         O homem, de cidadão de um Estado, passou à categoria de habitante de um planeta, do mesmo meio ambiente de qualquer outro ser. Entende que ainda não se converteu em ser cósmico, contudo não tem dúvida desse destino.

         Se na década de 1950 era impossível imaginar o nosso nível de evolução na terceira década do novo milênio, o que podemos pensar em relação à vida que aguarda a humanidade da última década deste século? Será a vida de quem nasceu ultimamente e chegará lá em condições muito mais preservadas do que aquelas de um septuagenário atual.

         Alguns indícios sugerem que o homem trabalhará muito menos, terá mais tempo à disposição para seu lazer, sua prática de esportes e exercícios, estará mais descrente da materialidade e mais interessado nos aspectos culturais e espirituais. A Era de Aquário, cantada e badalada pela New Age, estará consolidando tendências, preferências e interesses de uma humanidade que terá superado o lado primitivo da violência, da competição e da guerra.

         A prática de yoga, apesar de milenar e restrita, será a fórmula mais adotada pela humanidade desperta, não apenas nos aspectos físicos e nitidamente secundários, mas para ativar as potencialidades latentes do homem, tão portentosas, que serão fator de escalada aos vértices profissionais, políticos, intelectuais e artísticos.

         Depois de se descarbonizar e despoluir o meio ambiente e as águas, surgirá um movimento ainda mais grandioso, voltado a desintoxicar o ser humano, física e mentalmente. Será acelerada, assim, uma mudança econômica e de todas as relações comerciais, para uma esfera revolucionária e pouco descritível agora, do ponto de partida cultural dessa década.

         Hoje a nossa economia, além de ser movida prevalentemente por energias sujas, é movimentada pela toxidade dos alimentos, dos fármacos, dos materiais que fazem parte da nossa higiene, que são mesclados às águas que bebemos, aos materiais que são lançados nos oceanos e ao artificialismo onipresente.

         Se a conversão energética tem uma importância colossal, apesar de não se vislumbrar ainda a extensão dela, a desintoxicação ou descontaminação dos mercados, dos alimentos, da química e de tudo possibilita mutações econômicas drásticas, nos fluxos de dinheiro, de valores, e a queda de impérios financeiros que não souberem se renovar. A drasticidade será compreendida mais adiante, depois de ultrapassar algumas esquinas.

         Certamente os balanços de emissões de carbono terão uma importância fulcral nas próximas duas décadas, mas em seguida mais importância terão os balanços de toxicidade das atividades econômicas. Ouso dizer que, como temos títulos de sequestro de carbono, teremos adiante títulos de eliminação de tóxicos que contaminam a humanidade e a adoecem.

         Isso terá reflexos nas atividades de produção de alimentos, médicas, de seguridade, cuidados de saúde, moda etc.

         Pode-se dizer que os seres humanos adoecerão menos e se desligarão do corpo envelhecido quando sentirem essa necessidade, para ter acesso a outras esferas.

         É permitido crer que o fim do tabagismo será seguido pelo fim do álcool, de inúmeros medicamentos, das carnes, dos alimentos de origem animal, dos conservantes, dos corantes, dos produtos químicos nocivos. Os alimentos, além de naturais, serão orgânicos. Os provenientes da natureza e da selva terão uma procura e um valor fantástico.

         Novos conhecimentos gerarão novas regras, seguidas por uma mudança dietética radical. Isso já começou a se acelerar, e se constata na proliferação do veganismo um salto além do vegetarianismo, que admite laticínios e ovos.

         Pessoalmente, vivi essas experiências de evolução de dietas e me arrependo apenas de não ter assumido o veganismo há mais tempo. Não é uma mudança forçada, que deixa saudades. Ela ocorre juntamente ou decorrente de uma mudança interior. De uma consciência que se dilata e faz ver e sentir em cada ação, e em detalhe, os efeitos que desencadeamos e as sementes que plantamos.

         O veganismo desnuvia quando assumido “naturalmente”, limpa a forma de pensar, raciocinar e de agir. É um ganho de sabedoria, de lucidez, de vidência. Não tem retorno, se passa depois disso a ver claramente quantas e fantásticas oportunidades deixamos de aproveitar.

         Haverá turbulência; o mal, como sempre, tentará se opor ao bem, como o ar força fisicamente as asas do avião a levantá-lo para o céu.”.

Eis, portanto, mais páginas contendo importantes, incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise de liderança de nossa história – que é de ética, de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas educacionais, governamentais, jurídicas, políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais livres, justas, educadas, qualificadas, civilizadas, soberanas, democráticas, republicanas, solidárias e sustentavelmente desenvolvidas...

 Assim, urge ainda a efetiva problematização de questões deveras cruciais como:

a) a excelência educacional – pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional –, desde a educação infantil, com o auxílio da música, yoga e shantala (0 a 3 anos de idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira série do ensino fundamental, independentemente do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas públicas, gerando o pleno desenvolvimento da pessoa, da cidadania e da qualificação profissional (enfim, 133 anos depois, a República proclama o que esperamos seja verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria; a pátria da educação, da ética, da justiça, da liberdade, da civilidade, da democracia, da participação, da solidariedade, da sustentabilidade... e da fraternidade universal);

 

b)  o combate implacável, sem eufemismos e sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:

 I – a inflação, a exigir permanente, competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito continua atingindo níveis estratosféricos nos últimos doze meses, e a taxa de juros do cheque especial ainda em píncaros históricos. Já a taxa Selic permanece em insustentável índice de 13,25% ao ano; a um outro lado, o IPCA, em julho, no acumulado dos últimos doze meses, chegou a 3,99%);

 II – a corrupção, há séculos, na mais perversa promiscuidade    “dinheiro público versus interesses privados” –, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando incalculáveis e irreversíveis prejuízos, perdas e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a lúcida observação do procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: “A Lava Jato ela trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o problema é que o sistema é cancerígeno...” – e que vem mostrando também o seu caráter transnacional;  eis, portanto, que todos os valores que vão sendo apresentados aos borbotões, são apenas simbólicos, pois em nossos 523 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes, desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então, a corrupção mata, e, assim, é crime...);

 III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, segundo Lucas Massari, no artigo ‘O Desperdício na Logística Brasileira’, a “... Desconfiança das empresas e das famílias é grande. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 somem em meio à ineficiência do Estado e do setor privado, à falhas de logística e de infraestrutura, ao excesso de burocracia, ao descaso, à corrupção e à falta de planejamento...”;

 

c)  a dívida pública brasileira - (interna e externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com previsão para 2023, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União – Anexo II – Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social – Órgão Orçamentário, de exorbitante e insuportável desembolso de cerca de R$ 2,556 trilhões (49,40%), a título de juros, encargos, amortização e financiamentos (ao menos com esta última rubrica, previsão de R$ 2,010 trilhões), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega, do direito e da justiça:

 

- pagar, sim, até o último centavo;

- rigorosamente, não pagar com o pão do povo;

- realizar uma IMEDIATA, abrangente, qualificada, independente, competente e eficaz auditoria... (ver também www.auditoriacidada.org.br).

 

E, ainda, a propósito, no artigo Melancolia, Vinicius Torres Freire, diz: “... Não será possível conter a presente degradação econômica sem pelo menos, mínimo do mínimo, controle da ruína das contas do governo: o aumento sem limite da dívida pública...”.

 

Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos); a educação; a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana (trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas; polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência, tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações; qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –, transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre outros...

São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que, de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e nem arrefecem o nosso entusiasmo e otimismo nesta grande cruzada nacional pela excelência educacional, visando à construção de uma Nação verdadeiramente participativa, justa, ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática, solidária e desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos bilionários previstos em inadiáveis e fundamentais empreendimentos de infraestrutura, além de projetos do Pré-Sal e de novas fontes energéticas, à luz das exigências do século 21, da era da globalização, da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da inovação, das novas tecnologias, da sustentabilidade e de um possível e novo mundo da visão olímpica, do direito, da justiça, da verdade, da espiritualidade conciliadora, da liberdade, da paz, da solidariedade, da igualdade – e com equidade –, e da fraternidade universal!

 

Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!

 

“VI, OUVI E VIVI: O BRASIL TEM JEITO!”

62 anos de testemunho de um servidor público (1961 – 2023)

 

- Estamos nos descobrindo através da Excelência Educacional ...

- ANTICORRUPÇÃO: Prevenir e vencer, usando nossas defesas democráticas ...

- Por uma Nova Política Brasileira... pois, o poder é para amar, servir e edificar - jamais, jamais e jamais para subir, dominar e destruir!

- Pela excelência na Gestão Pública ...

- Pelo fortalecimento da cultura da sustentabilidade, em suas três dimensões nucleares do desenvolvimento integral: econômico; social, com promoção humana, e, ambiental, com proteção e preservação dos nossos inestimáveis recursos naturais ...

- A alegria da vocação: juntando diamantes ... porque os diamantes são eternos!

- O Epitáfio: “Não chorem por mim, chorem por todos aqueles que, ainda, não descobriram Cristo em cada Eucaristia!”.

- (Re)visitando o Santo Graal, para uma vida virtuosa: “... porque és pó, e pó te hás de tornar. (Gen 3,19)” ...

 

 Afinal, o Brasil é uma águia pequena que já ganhou asas e, para voar, precisa tão somente de visão olímpica e de coragem!  

 

E P Í L O G O

 

CLAMOR E SÚPLICA DO POVO BRASILEIRO

 

“Oh! Deus, Criador, Legislador e Libertador, fonte de infinita misericórdia!

Senhor, que não fique, e não está ficando, pedra sobre pedra

Dos impérios edificados com os ganhos espúrios, ilegais, injustos e

Frutos da corrupção, do saque, da rapina e da dilapidação do

Nosso patrimônio público.

Patrimônio esse construído com o

Sangue, suor e lágrimas,

Trabalho, honra e dignidade do povo brasileiro!

Senhor, que seja assim! Eternamente!

 

 

 

 

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