“Purificação
e sabedoria de cura dos essênios
Nas partículas dos
alimentos de origem animal as vibrações são mais lentas, mais densas, com
respeito às partículas que compõem o corpo humano – principalmente se esse
corpo for habitado por uma consciência que tenha contato, percepção e vivência
da realidade interna, espiritual. Quando uma partícula de origem animal é
ingerida pelo homem, há sempre uma mescla de vibrações heterogêneas a serem
assimiladas.
Essa
afirmação não exclui o cuidado que se deveria dedicar ao reino animal, reino
que tanto necessita do contato humano amoroso para se desenvolver. Com base
também nesse ponto, a ingestão de carne é algo que deveria ser totalmente
excluída da vida dos que trilham o caminho espiritual.
Uma
pessoa com um corpo físico, energético e mental purificado, e até certo ponto
depurado, emite vibração que pode ser comparada a uma melodia, que tanto mais
harmônica é, mais o indivíduo expressa uma consciência espiritual mais elevada.
Não são todos os seres humanos que se encontram nesse estágio, mas os que se
preparam para ele percebem claramente essa verdade e se esforçam para
manifestá-la.
Sob
esse prisma algumas informações relativas à vida dos essênios podem ser
inspiradoras.
Os
essênios viveram na Palestina e tinham seres afins em várias comunidades na
Síria, na região hoje denominada Israel, e do norte da África. Sua capacidade
de curar e sua pureza eram fruto de uma vida interior consciente. Sabe-se, por
exemplo, que uma disciplina rigorosa era assumida pelos membros dessa
Irmandade. Uma consciente busca de pureza, de modo a permitir a expressão da
energia espiritual, trazia-lhes dos planos internos indicações sobre os
processos aos quais deveriam aderir, principalmente no que se refere à
purificação dos corpos físico e energético.
Além
disso, entre eles quem preparava o alimento era um iniciado, pois os essênios
sabiam que quanto mais elevado é estado de um ser, maior a sua sensibilidade e
percepção, e mais sublime a energia canalizada por meio dele.
Os essênios tinham, por exemplo, um profundo conhecimento
das propriedades da água; a ela associavam a energia da “Mãe Universal”, como
fonte de vida e purificação, aquela que lava as máculas da vida terrestre.
Consideravam a água um elemento miraculoso e sagrado, quando tocada pela
energia superior. Assim como os alimentos, também os batismos, os banhos e os
jejuns à base de líquidos eram sempre preparados e acompanhados pelos mais
sábios da Irmandade.
Os essênios sabiam que, num ambiente consagrado, a imersão
do corpo numa água que contivesse algumas essências propiciava um relaxamento
da rede energética do indivíduo.
O conhecimento de leis de profunda sabedoria reflete-se nos
padrões de vida assumidos por grupos ligados a uma colaboração direta com o
propósito divino para a Terra. Assim, os essênios amavam a virtude, e em seus
encontros sempre a louvavam.
Tinham estreita ligação com o Reino Angélico e com outras
manifestações da Vida do Criador. Mesmo sendo monoteístas, reconheciam que,
assim como um raio de luz ao atravessar um prisma desdobra-se em muitas cores,
a Consciência Única, Deus, ao manifestar-se na matéria, expressa-se de muitas
formas. Esse grau de compreensão permitia-lhes ver a todos como irmãos.
A vida dos essênios nada mais era que a vida do Espírito.”
(TRIGUEIRINHO. Escritor, em artigo publicado no jornal O TEMPO Belo Horizonte, edição de 19 de
abril de 2015, caderno O.PINIÃO, página
16).
Mais uma importante e
oportuna contribuição para o nosso trabalho de Mobilização para a Cidadania e Qualidade vem de artigo publicado na
revista VEJA, edição 2432 – ano 48 –
nº 26, de 1º de julho de 2015, páginas 76 a 78, de autoria de Gustavo Ioschpe, economista, e que
merece igualmente integral transcrição:
“Por
que você não faz nada?
O grupo que publica a
revista The Economist tem um braço de
pesquisas, chamado Economist Intelligence Unit. Um dos seus produtos é um
indicador conhecido como Democracy Index, que anualmente analisa quase 200
países e quantifica, com base em dezenas de indicadores, a força da democracia
de cada país.
Na edição de 2014 (disponível em twitter.com/gioschpe) o
Brasil aparece em 44º lugar entre 167 países (o campeão é a Noruega, e a Coreia
do Norte é a lanterninha). O resultado nos coloca na segunda categoria, das
Democracias Falhas. Abaixo das Democracias Plenas, mas acima dos Regimes
Híbridos e dos Regimes Autoritários. O ranking olha para cinco atributos.
O curioso é que, em três dos cinco, temos notas condizentes
com as das melhores democracias do mundo: processo eleitoral, liberdades
individuais e funcionamento do governo. Por que, então, vamos para a segunda
divisão? Porque em participação política, de zero a 10, nossa nota é 4,44, a
mesma de Mali, Zâmbia, Uganda e Turquia, e abaixo da de países como Iraque,
Etiópia, Quênia e até Venezuela.
Este é o paradoxo da democracia brasileira: lutamos tanto
por ela, e não a usamos. Uma geração inteira brigou pelo retorno da democracia
representativa, a cidadania ativamente demonstra suas vontades, e elas são
canalizadas por seus representantes. Na versão brasileira, a democracia não
começa na urna: termina nela. Parece que apertar uma tecla a cada quatro anos é
a nossa concepção de governo “do povo, pelo povo e para o povo”. Verificado o
desastre, voltamos às urnas, quatro anos depois, para eleger a mesma combinação
de ineptos e corruptos. E, mesmo sabendo do insucesso do modus operandi, nós o repetimos. Alguém já disse que um dos sinais
da loucura é continuar fazendo a mesma coisa e esperar que o resultado seja
diferente...
E o melhor é quanto reclamamos, furibundos, das pessoas que
nós mesmos colocamos no poder. Muita indignação e pouca ação, os males da nossa
democracia são
Até entendo que, em algumas questões mais etéreas e
distantes, como pedaladas fiscais e comissões em sondas petrolíferas, pareça
mais complicado fazer algo. Também entendo que algumas camadas da população –
aquelas que nem bem alfabetizadas são e que precisam trabalhar de sol a sol
apenas para garantir a sobrevivência – não tenham compreensão, tempo nem
energia para se engajar nas causas públicas. Mas não consigo entender como é
que gente instruída e preparada, que frequentemente já passou algum tempo em
países desenvolvidos e rapidamente identificou neles as virtudes que nos
faltam, aqui parece achar que o problema não é com ela. E, apesar de pesquisar
o assunto há uns quinze anos, confesso que entendo menos ainda essa apatia
quando o tema é a educação nacional, que tem um papel tão importante na
preparação para a vida dos nossos maiores tesouros (nossos filhos). Como
podemos deixar que nossas escolas sejam as porcarias que são, produzindo
iletrados ignorantes aos milhões, todo ano? A propósito, o problema não se
restringe às escolas públicas. Como já mencionei aqui diversas vezes, 80% a 90%
da diferença de desempenho entre nossas escolas públicas e particulares é
explicável pela condição sociocultural do alunado. Se você colocasse o seu
filho em uma escola pública, o desempenho dele cairia só 10% a 20%, portanto.
Claro que temos, em um país com as dimensões do Brasil, excelentes escolas
particulares e públicas também. Mas, em geral, as escolas públicas são péssimas
e as privadas, apenas um pouco menos ruins.
O que me leva a você. Por que você não faz nada? Certamente
você se importa com a qualidade da educação que seu filho vai receber, não?
Sei, você não tem tempo. Trabalho, casa, correria etc. Agora me diga uma coisa:
você vê novela? Seriado americano? Acompanha o seu time de futebol? Dorme mais
de sete horas por noite? Se respondeu “sim” a alguma dessas perguntas,
desculpe, mas tempo você tem. Até porque, como veremos abaixo, não precisa de
muito tempo, não. Eu sei, ninguém é de ferro, todo mundo precisa relaxar. Mas
primeiro o trabalho, depois a diversão. Como se divertir quando o país está
claramente indo para o buraco? Você planeja mandar seus filhos para a Suíça ou
eles morarão no país que você construir? Caso o plano seja continuar por aqui,
que tal arregaçar as mangas.
Ah, talvez a sua discórdia seja conceitual. Você acha que já
paga imposto que chega e que não pode fazer o seu trabalho e o do político
também. Concordo. Mas, como diz o ditado, na prática, a teoria é outra. Tenho
más notícias para você: é a sua inércia que permite que os seus eleitos não
façam nada (ou, pior, que façam a coisa errada). Louis Gerstner, ex-CEO da IBM,
dizia que “people don’t do what you expect, but what you inspect”:
não adianta esperar, é preciso inspecionar, conferir, pressionar. O cidadão
apático é o viabilizador dos maus líderes. Eles vivem em uma relação simbiótica
em que todo o resto do país e parasitado. Por que nossos líderes não implantam,
por exemplo, um sistema que consiga alfabetizar todos os alunos no 1º ano? É
simples: porque, para fazê-lo, vão precisar se incomodar com os professores e
os sindicatos da categoria. Precisará fixar metas, exigir empenho e resultados,
olhar para processos, mudar material didático, coibir faltas, idealmente
conseguir que as faculdades de sua região formem um profissional decente em vez
do repetidor de slogans e teorias que produzem hoje. Isso dá trabalho e
conflito. Por que o fariam? Porque a população deveria reconhecer o esforço e
valorizá-lo. E aí a contrariedade de meia dúzia ficaria irrelevante em relação
ao aplauso de milhares. Mas, no Brasil, esse aplauso não vem. Porque os pais e
alunos nem sabem quão ruim é sua escola e, quando descobrem, deixam por isso
mesmo. Há muitos casos, que nem Freud explica, em que pais e alunos defendem
greves absurdas de professores, que prejudicam enormemente o aprendizado de
nossos jovens. A mensagem para os líderes bem intencionados é clara: convém não
fazer nada. Ninguém vai reclamar. Se o seu prefeito ou governador soubesse que
você valorizaria uma ação mais incisiva, a maioria deles tomaria as suas dores,
não tenha dúvida.
“Mas fazer o quê?”, você se pergunta. A primeira coisa é
fazer o dever de casa. Escolha a escola do seu filho de forma a maximizar o
aprendizado dele, não o seu conforto. Escola boa não é a escola perto de casa:
casa boa é a casa perto da escola, isso sim. Como saber se a escola do seu
filho é boa? O primeiro bom indicador é o Enem, e, para as públicas, também o
Ideb. Depois, é importante visitar a escola, conversar com pais de alunos. Peça
para conversar com o diretor da escola.
Diretor que recebe os alunos no portão de entrada, diariamente, e está aberto
ao diálogo com os pais é um bom sinal. Diretor que visita as salas de aula com
frequência também. Procure uma escola que tenha a infraestrutura em dia (salas
limpas e arrumadas, com cadeiras, carteiras e quadro-negro), não aquelas que
investem em balangandãs tecnológicos, a maioria dos quais não tem eficácia
comprovada. Veja também como a escola seleciona professores (o ideal é que ela
faça com que o candidato a lecionar dê uma aula a uma banca examinadora e que
privilegie os que vêm de boas universidades; o modelo a ser evitado é aquele
que só se preocupa com o resultado de uma prova/concurso). Pergunte também se a
escola diferencia seus professores, se procura saber quem são os melhores e os
piores, e se faz alguma coisa para reter os melhores (nas escolas privadas, o
salário é a ferramenta óbvia; mas mesmo nas públicas é possível e desejável que
os melhores professores sejam acompanhados e estimulados. Fuja das escolas que
tratam os desiguais de forma igual). Veja também se a direção da escola
estabelece e comunica metas claras de aprendizagem. O ideal é que todos saibam
os conteúdos e habilidades que os alunos precisam dominar em cada matéria, de
cada bimestre, de cada série. Escolas opacas, na linha do “fica tranquilo, nós
é que entendemos disso”, costumam ter os piores resultados.
Em segundo lugar, escolhida uma escola boa, os pais não
devem relaxar e terceirizar. Precisam ter certeza de que o filho está recebendo
dever de casa, diariamente, e que seus deveres estão sendo corrigidos. É
importante que haja avaliação permanente (a boa e velha prova) e que o aluno
tenha de estudar constantemente. É difícil absorver um conhecimento e levá-lo à
memória de longo prazo sem repetição contínua, e a prova é que garante que o
mesmo material será revisto com cuidado (além de servir de termômetro para que
o professor calibre sua didática quando nota que muitos alunos não aprendem
bem). Evite escolas com muita avaliação “moderna”, tipo autoavaliação, trabalho
em grupo etc. Já disse um sábio que o único lugar em que o sucesso vem antes do
trabalho é o dicionário. Na vida e na escola por motivos realmente sérios (se
você faz com que ele perca uma semana de aula para leva-lo à Disney em época
conveniente para você, depois não vá querer que ele aprecie a importância da
educação... Se você diz uma coisa e faz outra, seus filhos replicarão aquilo
que você faz). Certifique-se também de que seu filho trata professores e colegas
com respeito. E compareça às reuniões de pais da escola.
Depois de fazer isso pelo seu filho, faça-o por alguém que
terá dificuldades de fazer o mesmo. Uma empregada, um colega de trabalho, um
amigo mais perdido na vida: tem muita gente que passou poucos anos na escola ou
se sente inferiorizada socialmente, a ponto de não ousar questionar a escola do
filho. Precisamos quebrar essas barreiras. Todo mundo paga pela escola do
filho, que via mensalidades, quer via impostos. A escola pública é nossa, não de
seus funcionários. Eles devem nos prestar contas, não o contrário. Ajude
aqueles que têm mais dificuldades para entender isso. E dê aos filhos dessas
pessoas chances parecidas com as do seu filho.
Se você realmente não tem tempo, doe dinheiro a boas
instituições. Há dezenas. Fundação Lemann, Insper, Todos pela Educação... Essas
eu conheço e recomendo, mas procure aquela que se encaixa na sua filosofia.
Indo do privado para o público: faça pressão nos seus
representantes locais. Cada cidade terá o seu problema: tenha apenas a
preocupação de pressionar por algo que melhore o aprendizado dos alunos, não a
infraestrutura da escola ou algo secundário. Recomendo uma lei que obrigue que
os resultados de cada escola sejam divulgados publicamente. Está tudo pronto no
site www.idebnaescola.org.br.
Pode acreditar: às vezes não é preciso mais do que dez pessoas que liguem ou
mandem e-mails a um vereador para que o projeto seja aprovado.
Finalmente, vote direito. Escolha prefeitos e governadores
que melhoraram os indicadores de aprendizado dos seus alunos. Não nos que
investem mais, que distribuem laptops, que falam de planos mirabolantes ou
mostram vídeos em que beijam criancinhas na época de campanha. Vote em quem
entrega resultado medido pelo Ideb. Para deputados, veja se o candidato fala de
meios – salário de professor, investimento, ensino integral – ou de fins.
Prefira os que falam de fins (aprendizado) e que não presumem que aquilo que é
bom para o professor é bom para o aluno.
Eu sei, você não é especialista. Há muito mais coisas que
você poderia fazer se fosse. Mas não precisa ser. Na maioria de nossas escolas,
nem o básico do óbvio é feito; se você ajudar com esse pequeno empurrão, e
ajudar alguém a se ajudar também, pode ter certeza de que fará uma enorme
diferença.”
Eis, portanto, mais páginas contendo importantes,
incisivas e oportunas abordagens e reflexões que acenam, em meio à maior crise
de liderança de nossa história – que é de ética,
de moral, de princípios, de valores –, para a imperiosa e urgente necessidade de profundas mudanças em nossas estruturas
educacionais, governamentais, jurídicas,
políticas, sociais, culturais, econômicas, financeiras e ambientais, de
modo a promovermos a inserção do País no concerto das potências mundiais
livres, civilizadas, soberanas, democráticas e sustentavelmente
desenvolvidas...
Assim, urge ainda a efetiva problematização de
questões deveras cruciais como:
a) a
educação – universal e de qualidade –, desde
a educação infantil (0 a 3 anos de
idade, em creches; 4 e 5 anos de idade, em pré-escolas) – e mais o imperativo
da modernidade de matricularmos nossas crianças de 6 anos de idade na primeira
série do ensino fundamental, independentemente
do mês de seu nascimento –, até a pós-graduação
(especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado), como prioridade absoluta de nossas políticas
públicas (enfim, 125 anos depois, a República proclama o que esperamos seja
verdadeiramente o início de uma revolução educacional, mobilizando de maneira
incondicional todas as forças vivas do país, para a realização da nova pátria;
a pátria da educação, da ética, da justiça, da civilidade, da democracia, da
participação, da sustentabilidade...);
b) o
combate implacável, sem eufemismos e
sem tréguas, aos três dos nossos maiores e mais devastadores inimigos que são:
I – a inflação, a exigir permanente,
competente e diuturna vigilância, de forma a manter-se em patamares
civilizados, ou seja, próximos de zero (segundo dados do Banco Central, a taxa
de juros do cartão de crédito subiu 1,7 ponto percentual em abril e atingiu
347,5% ano ano...); II – a corrupção, há séculos, na mais perversa
promiscuidade – “dinheiro público versus interesses privados”
–, como um câncer a se espalhar por todas as esferas da vida nacional, gerando
incalculáveis prejuízos e comprometimentos de vária ordem (a propósito, a
simples divulgação do balanço auditado da Petrobras, que, em síntese, apresenta
no exercício de 2014 perdas pela corrupção de R$ 6,2 bilhões e prejuízos de R$
21,6 bilhões, não pode de forma alguma significar página virada – eis que são valores simbólicos –, pois em nossos
515 anos já se formou um verdadeiro oceano de suborno, propina, fraudes,
desvios, malversação, saque, rapina e dilapidação do nosso patrimônio... Então,
a corrupção mata, e, assim, é crime...); III – o desperdício, em todas as suas modalidades, também a ocasionar
inestimáveis perdas e danos, indubitavelmente irreparáveis (por exemplo, e
segundo o estudo “Transporte e Desenvolvimento – Entraves Logísticos ao
Escoamento de Soja e Milho, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte,
se fossem eliminados os gastos adicionais devido a esse gargalo, haveria uma
economia anual de R$ 3,8 bilhões...);
c) a
dívida pública brasileira - (interna e
externa; federal, estadual, distrital e municipal) –, com projeção para
2015, apenas segundo a proposta do Orçamento Geral da União, de exorbitante e
insuportável desembolso de cerca de R$
1,356 trilhão, a título de juros, encargos, amortização e refinanciamentos
(apenas com esta rubrica, previsão de R$
868 bilhões), a exigir alguns fundamentos da sabedoria grega:
-
pagar,
sim, até o último centavo;
-
rigorosamente, não pagar com o pão do povo;
-
realizar uma IMEDIATA, abrangente,
qualificada, independente e eficaz auditoria...
(ver também www.auditoriacidada.org.br);
Isto posto, torna-se absolutamente inútil lamentarmos a falta de recursos diante de tão
descomunal sangria que dilapida o nosso já combalido dinheiro público, mina a
nossa capacidade de investimento e de poupança e, mais grave ainda, afeta a
credibilidade de nossas instituições, negligenciando a justiça, a verdade, a honestidade e o amor à pátria, ao lado de abissais desigualdades sociais e
regionais e de extremas e sempre crescentes necessidades de ampliação e modernização de setores
como: a gestão pública; a infraestrutura (rodovias, ferrovias,
hidrovias, portos, aeroportos); a educação;
a saúde; o saneamento ambiental (água tratada, esgoto tratado, resíduos
sólidos tratados, macrodrenagem urbana, logística reversa); meio ambiente; habitação; mobilidade urbana
(trânsito, transporte, acessibilidade); minas e energia; emprego, trabalho e renda; agregação de valor às
commodities; sistema financeiro nacional; assistência social; previdência
social; segurança alimentar e nutricional; segurança pública; forças armadas;
polícia federal; defesa civil; logística; pesquisa e desenvolvimento; ciência,
tecnologia e inovação; cultura, esporte e lazer; turismo; comunicações;
qualidade (planejamento – estratégico, tático e operacional –,
transparência, eficiência, eficácia, efetividade, economicidade – “fazer mais e
melhor, com menos” –, criatividade, produtividade, competitividade); entre
outros...
São, e bem o sabemos, gigantescos desafios mas que,
de maneira alguma, abatem o nosso ânimo e
nem arrefecem o nosso entusiasmo e
otimismo nesta grande cruzada nacional pela cidadania e qualidade, visando à construção de uma Nação
verdadeiramente participativa, justa,
ética, educada, civilizada, qualificada, livre, soberana, democrática e
desenvolvida, que possa partilhar suas extraordinárias e generosas
riquezas, oportunidades e potencialidades com todas as brasileiras e com todos
os brasileiros. Ainda mais especialmente no horizonte de investimentos
bilionários previstos e que contemplam eventos como a Olimpíada de 2016; as obras do PAC e os
projetos do Pré-Sal, à luz das exigências do século 21, da era da globalização,
da internacionalização das organizações, da informação, do conhecimento, da
inovação, das novas tecnologias, da sustentabilidade e de um possível e novo
mundo da justiça, da liberdade, da paz, da igualdade – e com
equidade –, e da fraternidade
universal...
Este é o nosso sonho, o nosso amor, a nossa luta, a
nossa fé, a nossa esperança... e perseverança!
O
BRASIL TEM JEITO!...
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